Dear Family VI: A modelo gostosa

Um conto erótico de Ingenium
Categoria: Heterossexual
Data: 16/01/2016 01:26:19
Nota 9.82

A noite que passou foi uma das melhores noites de sono que eu já tive, dormi feito um anjo e foi por um anjo que eu fui acordado. Minha mãe me chamou, dando-me selinhos era por volta das 6 da manhã, pediu para eu levantar para ajudá-la a fazer um café para minha irmã, porque hoje era aniversário dela. Eu acordei resmungando mas fui para o banho, dessa vez junto com minha mãe. Minha irmã tinha o sono pesado então sabíamos que ela não iria acordar. No banho repetimos o que sempre fazíamos, eu me posicionando atrás dela e a encoxando, ficamos um tempinho conversando ali sobre a noite passada.

— Essa nossa noite foi muito gostosa não é filho?

— Sim mãe, eu adorei passá-la com você.

— Safadinho, adorou foi a bucetinha da sua mãe né? — ela deu uma risadinha.

— Tem como eu não adorar aquilo? Sua bucetinha é deliciosa.

— Obrigada, seu pau também é maravilhoso. Aliás, fico feliz por ser eu quem tirou sua virgindade.

— E então mãe, aquela sua resposta a minha pergunta ontem a noite, foi verdadeira?

— Sim filho, eu quero ser sua namoradinha. Mas temos que ter cuidado para não dar bandeira por perto das pessoas que nos conhecem.

— Ok mãe, eu te amo. — a virei de frente para mim, segurei firme em sua cintura e a beijei.

Desligamos o chuveiro e saímos, eu fui para o meu quarto me trocar e minha mãe para o quarto dela, com cuidado para não acordar minha irmã, pois o café seria surpresa. Fomos até a padaria na esquina de casa comprar mais algumas coisas e montamos uma mesa maravilhosa de café da manhã, tinha de tudo. No centro da mesa colocamos o bolo. Quando ouvimos a porta se abrir e os passos se aproximando, ascendemos a vela nos escondemos. Minha irmã entrou na cozinha e pulamos em sua frente fazendo barulho, ela não se assustou nem ficou surpresa, estava com tanto sono que ficou olhando para nós e piscando os olhos enquanto bocejava. Eu e minha mãe parecíamos dois idiotas diante daquilo, depois de alguns segundos que minha irmã foi perceber o que estava acontecendo e começou a chorar. Nos abraçamos e desejamos felicidades à ela. Sentamos juntos para comer e conversar.

— Leo, você pode me levar até a cabeleireira, não lembro direito como chegar lá.

— Claro Mari, que horas? — ela me respondeu que era depois do café da manhã.

— Ah, amanhã eu tenho uma sessão de fotos para loja da titia, para ajudar na divulgação das roupas dela, você quer ir comigo?

— Sim. — respondi prontamente, minha tia era dona de uma loja de roupas íntimas e eu não poderia perder a chance de ver algumas mulheres lindas com aquelas roupas, inclusive minha irmã.

Terminamos de comer e ela foi tomar seu banho para ir a cabeleireira. Levei-a até lá e depois fui sozinho procurar por algo para dar a minha mãe, mas não tinha a mínima ideia do que poderia dar, demorei um tempo mas pensei em uma coisa. Comprei, peguei um ônibus e voltei para casa. Provavelmente minha mãe estaria dormindo e entrei com cuidado para não acordá-la. Fui andando na ponta dos pés e comecei a ouvir um som estranho, cada vez que eu me aproximava do meu quarto o som se intensificava e já estava claro para mim do que se tratava. Olhei para o vão da porta e pude notar minha mãe em cima da minha cama com a mão na bucetinha e se masturbando, fiquei um tempo olhando aquela cena e pensando no que fazer. Ela estava vestida com um kimono (um tipo de roupa muito comum no Japão e que minha mãe achava lindo), um pouco aberto para facilitar aqueles toques, a calcinha estava jogada no chão e o seu cabelo estava preso deixando só as franjas soltas. Por sinal, ela ficava deslumbrante naquela roupa. Decidi me aproximar dela devagarinho e parei ao lado da cama.

— F... Filho? — ela olhou para mim com cara de surpresa e assustada. Tentou se recompor primeiro ajeitando o kimono na parte do peito com as mãos porém eu não deixei e segurei um dos seus braços.

— Então... parece que você aproveitou que estávamos fora para ter um pouco de diversão à sós, mãe. — eu subia na cama, segurando o seu braço e me posicionando atrás dela, beijando o seu pescoço. Puxei ela para cima de mim, ainda a beijando e abaixei a parte de cima do kimono, revelando aqueles lindos peitos e comecei a chupá-los. Minha mãe estava sem reação, parecia assustada com aquilo. Eu chuva os seus peitos e com uma das mãos massageava sua xaninha.

— Filho, para, eu estou envergonhada. — o rosto dela estava vermelho.

— Diga isso para ele. — com um movimento puxei meu shorts e a cueca para baixo e revelei meu pau que estava totalmente duro, ele apontava diretamente para o rosto dela. Ela o olhava fixamente ainda com uma cara envergonhada. Mas não demorou muito para ela se ajeitar em cima de mim e inclinar seu corpo para frente com a boca em direção ao meu pau e começa a me chupar. — Mesmo hesitando dessa vez, você pega e começa a chupar o pau do seu filho?

— Hmmmm... Você me pegando no flagra foi muito embaraçoso... hmmmm... mas a isso eu não consigo resistir hmmmm...

— Você é mesmo muito safadinha, mãe.

Ela estava em cima de mim e me chupando com maestria, subia e descia sua língua. Lambia a cabeça e fazia voltas nela com a língua, lambia toda a extensão até minhas bolas e as chupava enquanto batia uma leve punheta, depois volta logo a atenção ao meu pau. Ela amava aquilo e ficava melhor a cada movimento. Aproveitando que ela estava com aquela bundona virada para mim, eu decidi retribuir a chupada e comecei a lamber sua xaninha. Lambia a bucetinha e depois o cuzinho, ia alternando enquanto massageava seu grelinho. Ficamos um bom tempo nesse delicioso 69. Tirei-a de cima de mim e levantei da cama, segurei em sua mão e a puxei comigo em direção a cozinha. Coloquei-a apoiada sobre a mesa e comecei a esfregar o meu pau por cima da sua bucetinha.

— Todo bem se eu te fuder agora, mãe? — fui ajeitando meu pau na entradinha da sua bucetinha. — Molhadinha desse jeito deve entrar fácil.

Meu pau custou novamente para entrar naquela bucetinha apertada, eu ficava impressionado toda vez, fiquei um tempo fazendo movimentos lentos para ela se acostumar, depois comecei a meter com vontade. A mesa balançava a cada estocada. Minha mãe não dizia uma palavra desde que começou a me chupar.

— Hmmmm... ela está tão quentinha e molhada... ela aperta meu pau bem gostoso... hmmmm... — as vezes eu me inclinava e falava essas coisas em seu ouvido enquanto beijava seu pescoço. Aquela bucetinha engolindo o meu pau era surreal. E finalmente minha mãe se soltou e começou a rebolar na minha pica e a gemer gostoso.

— AAAHHH... HMMMMM... ESTÁ INDO TÃO FUNDO... HMMMMMMM... SEU PAU É TÃO GOSTOSO FILHO... AAAAAHHHH... — ela se virava um pouco e olhava para mim mordendo o lábio enquanto falava.

— Que bucetinha apertada mãe. — continuava a vezes abaixar, beijar seu pescoço e a falar em seu ouvido.

Ela se virou de frente para mim e eu segurei suas mãos enquanto metia. A mesa e os seus peitos mexiam-se com o mesmo ritmo das estocadas. Minha mãe olhava em meus olhos e gemia, até que sua bucetinha começou a se contrair e apertar ainda mais meu pau, ela me prendeu em suas pernas e me pediu para continuar metendo porque ela iria gozar.

— HMMMM... ASSIIIMMM... NÃO PARA QUE EU ESTOU GOZANDO... HMMMMMMMMMMMMMMMM... AAAHHHH QUE DELÍCIA... HMMMMMMM... SIIIIIMMMMM... — ela deixou seu corpo mole e suas pernas me libertaram, virou seu rosto respirando fundo. Eu não parei de meter continuava a foder aquela bucetinha gostosa no mesmo ritmo por mais alguns minutos e avisei que iria gozar.

— Aaahh... eu vou gozar, mãe. Quer que eu goze fora?

— Você vai mesmo me fazer pedir isso? Você é muito cruel hmmmm... Então não, por favor. Eu quero... hmmmmmm... que você goze dentro na minha bucetinha.

— Então eu vou gozar dentro de você, mamãe safada... aaaaahhh...

Inclinei meu corpo e passei meu braço por trás dela, segurando suas costas e a levantando um pouco. Ela me abraçou pelo pescoço e gemia no meu ouvido, pedindo para eu gozar e encher a bucetinha dela de porra. Eu não resisti aquilo e comecei a gozar, eu enchi a xaninha da minha mãe com minha porra de novo. A soltei e, ainda com meu pau dentro dela, a beijei. Ficamos um tempo deitados sobre a mesa, nos beijando e conversando.

— Seu safadinho, encheu a bucetinha da mamãe com sua porra de novo né?

— Você gosta disso mãe ou eu estou errado?

— Não, não está. Eu adoro sentir sua porra preenchendo minha xaninha.

— Eu te amo, minha namorada mais gostosa. — minha mãe sorriu ao ouvir aquilo e me abraçou forte.

— Sim, sou sua namorada. — ela sorriu novamente e me deu um selinho.

Tirei meu pau de dentro dela e sua bucetinha escorria porra, peguei guardanapo que ficava em cima da mesa e a ajudei a se limpar. Meu pau estava duro novamente e queria comer aquela bucetinha mais uma vez, mas tinha que ir buscar minha irmã na cabeleireira. Fui até meu quarto jogar um perfume para disfarçar e deixei o presente que comprei para minha mãe em cima da minha cama com uma pequena carta ao lado. Ela já tinha tomado o seu banho e ia em direção ao quanto, parei-a e a beijei dando tchau. Quando cheguei na cabeleireira eu fiquei chocado, minha irmã estava linda, a elogiei e fomos para casa. Eram oito horas da noite quando comemoramos novamente o seu aniversário com uma janta e logo depois fomos dormir.

No quarto, minha mãe já estava deitada, eu apenas tranquei a porta e fui deitar ao seu lado. Ela virou-se para mim, olhou em meu olhos e me deu um beijo maravilhoso, seus olhos estavam cheio de lágrimas e eu não conseguia decifrar o porque, mas aquele beijo disse tudo, ela estava chorando de felicidade. Ela me pediu para que eu mostrasse minha mão, eu a mostrei e ela tirou algo de baixo do seu travesseiro e colocou em meu dedo, era a aliança que eu tinha comprado para dar a ela de presente, uma aliança que selava nosso namoro. Nos beijamos novamente, ela agradeceu e disse que me amava, virou-se de costas para mim e pediu para eu abraçá-la, assim o fiz e dormimos juntinhos. Acordei cedo pois tinha que ir com a Mariana ao estúdio para ela tirar as fotos, tomamos café e minha mãe nos levou até lá. Chegando no estúdio fomos recebidos por uma funcionária que levou minha irmã direto para a sala onde tirariam as fotos, de lá saiu uma garota linda que reparou em minha irmã e veio em nossa direção.

— Yo, Mari! — gritou a garota. — Há quanto tempo, como você está?

— Ham!? Isa? — ah sim, essa garota era uma amiga de colégio da minha irmã. Era um pouco mais alta que ela, tinha cabelos longos, lisos e escuros; seu olho era castanho claro e brilhavam. esse brilho combinava com seu belo rosto e sorriso. Seu corpo era ainda mais perfeito, tinha peitos grandes, uma barriga sequinha e uma cinturinha perfeita, que já definiam como era sua bundinha e pernas maravilhosas.

— Poxa, Mari, desde que você foi para a faculdade não nos vemos. Podia ter pelo menos me ligado né?

— Verdade. — minha irmã deu um riso sem graça. — Me desculpe.

— Mariana, por favor, precisamos ir já estamos um pouco atrasadas. — a mulher interrompeu o reencontro daquelas garotas. — Ah e você garoto, não pode ver a sessão, vai ter que ficar na sala de espera.

— Sério? Hmmm.. ok. Leo pode levar minha bolsa, essa sessão deve demorar umas 2 horas? — peguei a bolsa da minha irmã e ela entrou. A modelo, estava me encarando e eu fiquei um pouco sem graça, falando com ela um pouco gaguejando.

— O.. oi. — comecei a ir para a sala de espera e ela me acompanhou, tentei uma nova iniciativa de conversa. — Você parece que foi muito amiga da Mari no colegial.

— Sim, andávamos sempre juntas. — a modelo estava vestida com uma saia curtíssima e um top que mal segurava aquele paraíso de peitos. Por cima dos seus ombros, estava um moletom apenas para cobrir suas costas.

Chegamos na sala de espera, estava vazia, sentei em um dos sofás e aquela modelo sentou-se ao meu lado. Ficamos um tempo olhando para o nada e sem conversar, de vez em quando eu desviava meu olhar para aquele corpo perfeito e aquilo estava me deixando excitado, o pior é que não tinha uma almofada ali para ajudar-me a esconder a ereção. Ela percebeu e não demorou muito para entrar em ação,ela colocou a mão sobre o meu pau por cima do meu shorts e começou a acaricia-lo, eu fui surpreendido pois não havíamos dito se quer uma palavra, ela olhou para mim e me beijou. Ela cruzou as pernas e se virou um pouco, deixando toda sua bunda a mostra, eu segurei sua saia e puxei um pouco para cima e fiquei acariciando sua bunda enquanto trocávamos beijos.

— Nossa, você é bem energético em. Nem fizemos nada e já está com a pica dura desse jeito?

Ela desabotoou o botão do meu shorts e tirou o meu pau para fora, começou a bater uma leve punheta enquanto nos beijávamos. Ficamos alguns minutos nisso até que ela se ficou de joelho em frente a mim e puxou o meu shorts para baixo.

— Sabe, eu sou uma modelo com a agenda bem apertada, desde que terminei o colégio, então não faço muito sexo. — ela falava olhando para mim e acariciando o meu pau. — Nas minhas sessões de fotos como as de hoje eu sempre fico excitada e com a buceta molhadinha, então se eu ver um pau lindo como esse eu não penso duas vezes em colocá-lo na boca e chupar muito.

Ela tirou a franja de cima do olho e a segurou com a mão, com a outra mão ela direcionou o meu pau bem na sua boquinha e o colocou inteiro na boca de uma vez, ela deu uma mordida na base e depois foi subindo bem lentamente. Na cabeça ela dava voltas com a língua e alguns beijinhos, depois voltava a colocar a rola inteira na boca e a chupar. Ela subia e descia sua cabeça na minha pica e babava muito , não era tão experiente como minha mãe, mas sua boquinha não ficava para trás, era muito macia. Sentir aquela boquinha no meu pau estava me levando ao delírio, era a primeira vez sem ser com minha mãe, ela lambia e lambuzava-o todo. Quando o tirou da boca, seu queixo estava todo babado e o deixou junto ao seu lábio inferior, enquanto falava comigo.

— Uau... seu pau é maravilhoso. Preciso que você me coma com isso.

Ela soltou o meu pau e ficou de pé na minha frente virando-se de costas para mim. Subiu um pouco sua saia a deixando acima da cintura, toda enrolada e puxou sua calcinha para o lado, ela ajeitou a cabeça do meu pau na entrada da sua bucetinha e começou a sentar nele.

— Eu quero te devorar, será que ele entra todo? Hmmmm... — meu pau, mesmo todo lambuzado com a baba da boca maravilhosa daquela modelo entrava com dificuldade, ela parecia que não iria aguentar, jogava sua cabeça para trás, mordia o lábio e fazia cara de dor. Ela não estava conseguindo engoli-lo todo, então começou a rebolar para ver se entrava mais, isso estava me deixando louco. Com muita dificuldade e rebolando na minha pica ela conseguiu engoli-lo todo e soltou um suspiro, ficou um tempo parada com ele todo na bucetinha e rebolando lentamente massageando o seu grelinho para se acostumar. Ela começou a pular devagar e depois foi acelerando, soltei um pouco seu top e o puxei para baixo, liberando aqueles peitões maravilhosos. Eu segurava aqueles peitões e ficava massageando os biquinhos enquanto ela pulava sem parar no meu pau, kikava muito forte que até um barulho alto fazia quando sua bunda encontrava com minha perna, ela gemia alto.

— AAAAAAAHHHH VOCÊ É ENORME... HMMMMM... SIIIIMMMMM... AAAAAH CARALEO ME FODE COM ESSE PAUZÃO VAI HMMMMM.... DELÍCIAAAA... — ela fazia um escândalo e kikava sem parar, até que ela se cansou e parou em cima do meu pau, eu agarrei a sua cintura e fiz força para ela deitar sobre o sofá, a virei de barriga para cima, tirando o meu pau de dentro dela para me ajeitar no sofá.

— Você é gostosa demais.

— Não... não tira ele de mim, por favor.

— Certo, vou te fuder bem mais gostoso agora.

Segurei suas pernas juntas, o que deixou sua bucetinha bem fechadinha, e forcei meu pau na sua entradinha. Comecei a socar com força, naquela posição sua bucetinha parecia ainda mais apertada, a sensação de comer aquela modelo gostosa era maravilhosa. Eu fazia um vai e vem bem gostoso e seus peitos balançavam, eu acompanhava-os com meus olhos e aquilo estava me hipnotizando. Soltei uma de suas pernas e ela se virou um pouco de lado, gemia alto e gostoso.

— Aaah porra... você é muito gostosa. — ela olhava para mim e gemia forte.

— AAAAAHHH MINHA BUCETA... HMMMMMM... TÃO FORTE... SIIIIMMM... VOCÊ FODE MUITO GOSTOSO... HMMMMM... — seu rosto estava avermelhado e seus olhos estavam lacrimejando, aquele rostinho estava muito sexy. Coloquei-a de quatro no sofá e ela se apoiou com os cotovelos nele, deixando a bundinha bem empinada enquanto em metia com vontade.

— HMMMM... TA GOSTOSO DEMAIS... HMMMM... VOCÊ MAIS ME FAZER GOZAR... SIIIIIMMM... HMMMMMM... EU VOU GOZAAR... AAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHH.

Ela gozou no meu pau e não aguentou segurar o seu corpo, caiu de ladinho no sofá e eu acompanhei seu movimento para não deixar meu pau sair de dentro dela. Inclinei meu corpo e a beijei, ela sorria e me beijava. Eu ia metendo nela de ladinho enquanto a beijava, ela gemia com sua boca na minha. Ficamos nessa posição, eu a fudendo e a beijando até eu gozar dentro da sua bucetinha.

— Sua buceta é muito gostosa. Pena que já está quase dando duas horas e minha irmã já deve estar terminando, se não eu iria te foder mais.

— Eu ia adorar passar mais tempo com esse pau maravilhoso dentro de mim.

Tirei meu pau de dentro dela e sentei no sofá puxando o meu shorts para cima e o abotoando. Ela ajeitou sua calcinha naquela posição mesmo e depois se sentou ao meu lado ajeitando a saia, sua buceta ainda estava encharcada com meu gozo. Ela subiu o seu top e foi o ajeitando, enquanto olhou para mim e começou a me beijar novamente.

— Onde você aprendeu a foder desse jeito, foi muito gostoso. — ela se inclinou e aproximou sua cabeça do meu pau. — Olha, só de sentir o cheiro do seu pau me dá vontade de colocá-lo na boca de novo.

Ela começou a dar beijinhos no meu pau por cima do shorts e a olhar para mim.

— Eu realmente gostei disso e vou acabar viciada nessa pica. — ela viu meu celular no meu bolso e o pegou, como estava sem senha ela entrou facilmente na agenda e adicionou o número do seu celular. Foi até o WhatsApp e enviou uma mensagem do meu celular para o dela, a mensagem dizia estou indo para casa com sua porra na minha bucetinha. — Te deixei o meu número e já salvei o seu, podemos combinar de repetir isso mais vezes.

Dei um último beijo nela, peguei a bolsa da minha irmã e saí. Fomos para a casa de táxi e minha irmã me contou tudo sobre sua sessão de fotos.

Continua...

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Olá muito obrigados pelos votos e comentários. Só avisando que os contos demoraram um pouco mais para serem postados, coisa de 3~5 dias. Espero que gostem desse novo capítulo e só clicar no meu nome para ver os anteriores.

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Comentários

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12/06/2020 05:37:41
Adorei continua assim obrigado
04/11/2018 21:47:25
Adorei seus contos,mas sinto falta da continuação. Quando vai continuar com a série?
19/11/2016 10:25:19
precisa continuar.
13/06/2016 14:52:35
Não tem mais continuação????
15/03/2016 13:10:54
to esperando a continuação..por favor n demora
Hb
29/01/2016 12:51:43
Esse conto me deixou cheia de tesao continua logo...
18/01/2016 00:05:16
muito bom
17/01/2016 01:40:37
Top de mais Espero ansioso a continuação
17/01/2016 01:30:23
muito bom
16/01/2016 08:36:22
Muito bom ... leia o meu e diga o que faço

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