Por toda minha vida eu fui ignorada pelo Luca. Por toda minha vida eu detestei o Artur. E agora eu estava ali entre ele. Vestido levantado, calcinha de lado, chupando um enquanto o outro me penetrava com os dedos. Se alguém me dissesse no passado eu diria que a pessoa era louca. Se alguém me falasse naquela tarde que essa noite você estaria com tesão no Artur, seu primo folgado, eu nunca acreditaria. Mas era verdade. Sentir os dedos dele me penetrando me deixava cada vez mais molhada. Eu não queria que ele parasse nunca.
-Vai pro banco de trás prima - disse Luca - A gente vai guardar esse segredo muito bem.
Ao tentar me mover pro banco de trás, Artur me puxou para seu colo. Senti o pau duro dele roçando na minha bunda e comecei a rebolar encima dele. Ele beijava meu pescoço e apalpava meus peitos. Luca saiu do carro e rapidamente se apareceu também no banco de trás, no nosso lado.
-Vem aqui, prima. Vem me chupar.
Eu fui. Deitei de lado no banco para chupar o Luca ainda com uma perna encima do Artur. Uma posição estratégica. Era meu primeiro menage no carro mas não era nem de longe minha primeira vez no carro muito menos em um menáge. A posição que eu fiquei deixava espaço pro Artur me comer de lado. Era um convite; eu queria pica do meu primo dentro de mim. Felizmente ele entendeu e aceitou. Artur se posicionou e meteu com muita facilidade na minha boceta que estava pingando a esse ponto. O que lhe faltava em tamanho sobrava em habilidade. Ele metia na cadência perfeita, quase sincronizado com meus movimentos de pescoço enquanto eu chupava o Luca. Parecíamos uma banda tocando uma música lenta, sensual e romântica. FIcamos nessa posição por um tempo até que o Luca pediu o que pertencia a ele: minha boceta.
Sentei por cima do Luca e comecei a cavalgar. Meu primo Artur beijava minha boca sentado do meu lado e eu achei um jeito de o masturbar. Não tinha espaço pra ele ficar em pé mas eu queria muito que ele fodesse minha boca enquanto eu sentava no Luca (quem sabe da próxima vez). Luca segurou minha coxa pra eu parar de sentar e começou ele mesmo a me foder de baixo pra cima. Nessa hora eu parei de beijar o Artur porque só conseguia gemer muito. Artur também queria me foder um pouco. Me puxou de cima do Luca e me colocou sentada encima dele. Seu pau foi muito bem vindo. Eu sentei gostoso nele, muito tesão mas também um pouco de raiva acumulada. Foi uma delícia pra mim, pra ele também deve ter sido porque ele só conseguia me olhar de boca aberta e com um gemido constante.
Era claro que o Artur não conseguir durar mais muito tempo na minha sentada então eu parei pra mamar ele um pouco mais, afinal, ele tinha que gozar na minha boca para selarmos nosso acordo. Fiquei de quatro no banco e o Luca não se demorou a me foder por trás. Ele fodia com muita força e vontade, e era uma delícia. Sorte do Artur pois aquele tesão todo me fez chupar a pica dele com muita vontade. Luca avisou que iria gozar. Não parava de meter um segundo e algo me diz que estar fodendo a prórpria prima com outro primo junto estava deixando ele muito mais empolgado que o normal.
-Vem, primo. Goza dentro da minha bocetinha. Eu quero o leitinho dos dois dentro de mim.
Luca ficou louco e começou a foder mais vigorosamente até que eu senti minha boceta sendo preenchida de porra viscosa e quente. Caralho, que sensação maravilhosa. Enquanto isso eu tratava com todo amor a pica do Artur que já estava em outra dimensão de tando prazer. Ouvi a voz dele muito fraco e fina falando
-Caralho, eu vou gozar.
Nessa hora e comecei a masturbar ele rápido enquanto passava a língua na cabeça do seu pau. O jorro de porra veio forte. Tive que ser rápida pra fechar a boca e tentar perder o mínimo possível, precisava receber tudo. Ele soltou um gemido longo com uma voz que tinha ficado ainda mais aguda. No fim das contas, eu quebrei meu primo encrenqueiro.
Os minutos que se seguiram foram interessantes. Luca recompunha a respiração e Artur estava travado na mesma posição. Eu limpei o pau dele com a língua e o único movimento que ele fez foi contorcer os dedos e soltar um gemido suspirado. Limpei o canto da boca com os dedos e lambi o restinho de porra que sobrou.
-Tá tudo bem, Artur? - eu disse debochada - Nosso acordo continua valendo, certo? Ele somente assentiu com a cabeça sem dizer nada.
-Mandou bem, Artur - Luca disse com o famoso sorriso malicioso - Se você ficar quieto de verdade talvez a gente até te chame pro nosso próximo encontro em grupo.
-Gr...grupo? Que grupo?
-Calma, priminho - eu falei - Esse é um outro segredo.