AMIGO QUE É AMIGO, COMPARECE!

Semanas depois, Dutra me ligou e eu pensei que ele estivesse interessado em tomar mais um “cafezinho”; no entanto, suas intenções eram outras. “Oi, amigo! Tá fazendo o que de bom!”, perguntou ele com seu tom sempre efusivo. Respondi que estava de bobeira em casa já que tirara uns dias de folga.

-Pois então …, você não quer vir aqui onde estou? – tornou ele a perguntar passando a explicar o convite – Mas olhe não estou sozinho …, tem uma fêmea gostosa aqui que tá topando qualquer parada! O nome dela é Suzete e tá com a bucetinha e o cuzinho piscando!

Imediatamente perguntei o endereço e ele me respondeu com as informações necessárias; disse a ele que era apenas o tempo de trocar de roupa e ir ao seu encontro. “Não precisa fazer cerimônia, meu camarada! Vem assim mesmo! Mas vem logo!”, disse ele em tom enfático. Desliguei o telefone e corri para meu carro tomando o cuidado apenas de calçar um mocassim e seguir para o destino.

Não demorei a chegar e logo notei que se tratava de um motelzinho bem mequetrefe, mas que devia servir para o propósito de dar uma boa trepada. A recepcionista me olhou de soslaio escondendo um risinho maledicente no canto dos lábios. Avisei Dutra que havia chegado e ele correu para abrir o portão da garagem. Assim que desci do carro percebi que ele já havia retornado para a suíte.

Entrei e me deparei com ele e Suzete pelados sobre a cama; ele me fitavam com uma expressão cheia de intenções; Suzete manipulava o mastro de Dutra que por sua vez apertava os peitões dela como se quisesse exibi-los para mim. Olhei o casal detendo mais atenção em Suzete; era uma mulher com algo em torno dos cinquenta e cinco a sessenta anos, um pouco gordinha, peituda, com um bundão fenomenal, coxas grossas e pés delicados; tinha um rosto suave, mas sua expressão era da mais pura safadeza de quem gostava de uma putaria desmedida.

-Ô parceiro! Não fica aí parado! Vem pra cá! – convidou Dutra com tom enfático – Mas antes tira a roupa para ficar tudo igual no placar, tá bom?

Atendi ao seu pedido e logo estávamos os três na cama em uma pegação doida; peguei as tetas de Suzete e mamei com força, sugando os bicos e fazendo com que ela gemesse de tesão enquanto Dutra se enfiara entre as pernas dela dando um verdadeiro banho de língua em sua buceta. A certa altura, foi a vez de Suzete se entreter mamando nossas rolas, alternando-as em sua boca com sugadas ávidas e lambidas que iam das bolas até a glande.

-Você! Vem cá …, mete essa rola na minha bucetinha! – exigiu ela em tom firme dirigindo-se a mim enquanto se punha de quatro sobre a cama.

A penetração foi perfeita com meu pau preenchendo a buceta de Suzete que logo gemeu ao sentir a grossura do intruso alargando seu buraco; comecei a estocar com movimentos cadenciados quando fui surpreendido por Dutra acariciando minhas nádegas e mordiscando meu pescoço. “Hummm, tô louco por esse rabão!”, sussurrou ele em meu ouvido com tom rouco e provocante.

-Tá esperando o que, então? – respondi com tom maroto – me usa, seu safado!

Dutra começou a apertar minhas nádegas estapeando-a vez por outra me deixando enlouquecido de tesão!

Tratei de abrir um pouco as pernas e inclinar o corpo sobre Suzete sem perder o ritmo das estocadas, enquanto Dutra separava minhas nádegas dando um banho de língua no meu cu que já piscava afoito. Antes que eu pudesse me preparar o safado engatou sua rola no meu cu afundando-a até o talo com um único movimento; senti arrepios percorrerem minha pele ao mesmo turno em que meu pau latejava dentro da vagina de Suzete.

-Ahhh! Puta que pariu! Que rola grossa é essa! – comentou Suzete gingando o corpo e desfrutando de uma sequência de orgasmos intensos.

O que se seguiu foi algo realmente extraordinário com os movimentos pélvicos meu e de Dutra tornando-se sincronizados adotando um ritmo frenético e delirante; Suzete por sua vez já nadava em sua própria seiva já que os orgasmos varriam seu corpo e vertiam copiosamente de sua vagina. Uma sucessão de gemidos explodiram em todos nós e quando o gozo mútuo meu e de Dutra se avizinharam tivemos tempo apenas para acelerar nossos movimentos até um espasmo por fim a tudo!

Era uma sensação sem igual com meu sêmen sendo esguichado dentro da vagina de Suzete no mesmo instante em que eu sentia as golfadas quentes de Dutra inundando minhas entranhas. Quando tudo terminou permanecemos na mesma posição por algum tempo até que pudéssemos recuperar algum fôlego para nos desvencilharmos um do outro, nos jogando na cama, suados e exaustos.

Ficamos inertes por algum tempo nos recuperando de tanta putaria, até que Suzete sugeriu que tomássemos um banho; corremos para debaixo do chuveiro e passamos a nos ensaboar um ao outro; esse gesto logo redundou em carícias e pegações; Suzete se pôs de joelhos entre nós mamando alternadamente nossas rolas que responderam com eloquentes ereções. Mal terminamos de nos enxugar e retornamos para a cama onde a pegação renovou-se sem demora.

E foi Suzete quem, novamente tomou a dianteira, tornando a ficar de quatro sobre a cama pedindo para ser enrabada por Dutra; o sujeito mandou ver, tomando posição e metendo rola no buraquinho da fêmea que gemia e gingava suplicando para que ele socasse com força; vendo aquela cena senti vontade de tomar partido e me coloquei sentado de frente para Suzete mandando que ela mamasse minha rola, o que foi atendido com imensa rapidez.

Mais uma vez era uma visão insólita: Dutra socando rola no cu de Suzete que mamava meu pau com enorme avidez gemendo abafado e gingando o traseiro para incentivar Dutra a continuar golpeando sem dó. Prosseguimos na celebração do prazer até que Dutra fez um pedido. “Vem aqui, seu safado e mama minha rola!”, disse ele para mim em tom de provocação. Supus que ele imaginou que eu não seria capaz de fazer o que ele exigia, mas quando fiquei de joelhos ao lado deles na cama, ele viu que eu não estava para brincadeiras.

Assim que ele sacou a rola do cu de Suzete eu a segurei com uma das mãos e abocanhei-a sem perda de tempo, aplicando uma mamada suculenta com direito a lambidas no saco e também na glande que tinha o formato de um cogumelo e que eu já sentira dentro de mim. Passamos então a alternar momentos em que ele me oferecia a rola para mamar com outros em que ele a enterrava no cu de Suzete que também não perdia tempo dedilhando sua buceta e gozando a rodo!

-Ahhh! Caralho! Me dá a sua boquinha pra gozar, minha putinha! – berrou Dutra enfático, tirando a rola do cu de Suzete e me oferecendo para abocanhá-la – Vem e engole minha porra, vadiazinha!

Encarando aquelas palavras como uma deliciosa provocação, fitei o rosto de Dutra e antes que ele pudesse reagir, peguei sua rola com uma das mãos e fi-la desaparecer dentro de minha boca, aplicando uma mamada intensa com minha mão apertando a base e a outra beliscando as bolas até que ele atingisse o clímax, urrando como um animal e enchendo minha boca com sua seiva quente e agridoce.

Dutra contorceu-se e logo depois desabou sobre a cama, ofegando e suspirando profundamente. “Você não é fácil, hein? Que mamada! E ainda por cima engoliu a porra toda!”, comentou Suzete com tom de surpresa em sua voz; olhei para ela e segurei-a pelo pescoço, levando minha boca até a dela para encerrarmos um longo beijo ante o olhar estupefato de nosso parceiro.

Depois de tudo isso usufruímos de um merecido descanso, tendo a fêmea entre nós fazendo festinhas em nossos membros e deliciando-se em ver o meu ainda rijo e ereto; não foi preciso dizer qualquer coisa, pois Suzete tomou posição e me premiou com uma mamada daquelas, cheia de lambidas, chupadas na glande e muitas massagens em minhas bolas até que realizasse sua intenção de me fazer gozar despejando a carga em sua boca.

Orgulhosa ela olhou para mim e exibiu a gosma esbranquiçada dentro de sua boca para engoli-la logo a seguir. Nos quedamos então em um merecido repouso, com algumas conversas esparsas e comentários ora jocosos, ora marotos. “Caralho, mano! Olha a hora! Preciso correr!”, esbravejou Suzete saltando da cama em busca de suas roupas. Olhei para Dutra com uma expressão de espanto ao que ele retribuiu com um sorriso irônico.

-Se o maridão dela chegar em casa e não tiver janta, a coruja vai piar! – comentou Dutra com certo escárnio no tom de voz.

Suzete resmungou algo inaudível enquanto se vestia pedindo para que chamássemos um táxi para ela; me ofereci para levá-la até sua casa, ao que ela declinou sem maiores explicações. Ouvindo a buzina do lado de fora, vestia cueca e fui com ela até o portão. Agradeci por tudo antes de me despedir.

-Você é um cara legal! – elogiou ela após nos beijarmos – Pena que sou casada …, e você também …, daríamos um par cheio de tesão! Tchau, gostoso!

Ao retornar para a suíte peguei Dutra assistindo a um filme pornô enquanto brincava com sua rola a meio mastro. Deitei ao seu lado e fiquei assistindo sem muito interesse. “Bem que você podia liberar esse cuzinho gostoso pra mim mais uma vez, né?”, disse ele com tom debochado. Olhei para ele e não respondi, limitando-me a dar-lhe as costas ostentando meu traseiro suculento para seus olhos gulosos.

Logo, o safado colou em mim apalpando minhas nádegas e esfregando seu membro no vale entre elas em franco gesto de provocação; mandei que ele pegasse a bisnaga de gel que estava na cabeceira e deixei que ele untasse meu orifício cuidadosamente; projetei o traseiro para trás e levantei a perna direita apoiando-a sobre a parte interna da perna esquerda e também puxando uma das nádegas a fim de facilitar para o safado.

Dutra socou com força arremetendo sua pica para dentro de mim e iniciando uma sequência de estocadas sempre com muita intensidade; senti sua mão apertando meu peito beliscando o mamilo e sua boca beijando meu pescoço; Dutra socou rola em mim por algum tempo até decidir mudar para a posição de frango assado, onde além de socar mais me presenteou com uma boa punheta …, gozamos juntos e depois de um breve descanso tomamos banho e eu o levei ao seu destino. Voltando para casa fiquei pensando que dei a ele o merecido, porém não o suficiente …


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