Jú e Jú - Cabaço com Roberto 3

Um conto erótico de Jujuzinha
Categoria: Heterossexual
Data: 17/11/2009 10:50:43

Continuando a narração da minha primeira transa.

Pra quem ainda não leu as outras narrações, leia para poderem entender.

Depois daquele momento de puro prazer, de puro tesão, passamos o resto da viagem nos beijando sem nada mais. Chegamos eram mais ou menos 00h00. A pousada em que ficamos era lindinha. Era uma casa mais ou menos antiga, com portas e janelas azuis. A galera se sentou numa sala que parecia ser de estar com umas poltronas confortáveis e um tapete convidativo no chão, enquanto a diretora Márcia e o técnico Thony acertavam as questões burocráticas. Sentei-me no chão com o Beto e encostei a cabeça na perna dele. Só fui acordar com o Beto tirando o meu tênis e falando:

Relaxa amor, pode dormir.

***

A técnica, Joana, que dormiu no quarto com a gente (só descobri isso quanto tentei escapulir de madrugada e encontrei a cama dela colada a porta), nos acordou cedo. Dormirmos num quarto com três beliches com cortinas e forro de cama verde. Acordei um pouco assustada, eram 6h40 da manhã e ela já estava vestida com o uniforme e dava ordens:

Moças, o Thony ta esperando junto com os garotos e as outras meninas. Vocês vão tomar banho uma a uma, pois nós só temos um chuveiro no banheiro do quarto. Banho rápido de no máximo 3 minutos ouviram. É só uma ducha para acordar. Sem motivos pra demora. Vamos em ordem alfabética: Ana, Carla, Carol, Denise, Jú e Paty. Rápido Ana, você é a primeira... fechei os olhos e pensei um pouco. Ouch droga. Onde o Beto tava. Senti meu telefone vibrar. Tateei até achar, ele havia acabado de me mandar uma mensagem: Desce logo amor, estou esperando. Põe aquele shortinho jeans que te deixa mais bundudinha.

Pulei da cama. Tirei o uniforme e o shortinho da mala. Peguei a nécessaire, dividi a pia para escovar os dentes com a Carol, e pulei pro banho.

Saí correndo, vesti-me toda molhada, joguei o short de uniforme, a câmera, o celular, o mp3, fones de ouvido, protetor solar, carteira e outras coisas dentro da mochila. Desci correndo e encontrei o Beto na ponta da escada:

Já tava começando a ficar preocupado. - E falou um pouco mais baixo no meu ouvido - Tenho planos para a gente hoje! Sorriu aquele riso maroto e me puxou pela mão até a cozinha onde eu tomei um suco de cenoura com laranja mais que correndo e saí ainda ouvindo, andem logo meninas.

Conhecemos o ginásio em que iríamos disputar, se eu não me engano o nome era Gabiroba. As meninas do time com quem íamos disputar estavam treinando. Cumprimentamos-nos e depois fomos conhecer as acomodações do ginásio. Na frente do ginásio o técnico Thony falou:

Meninas, o almoço é servido na pousada as 11h30, caso alguém queira almoçar por lá. A Márcia vai entregar para vocês um folheto com as linhas de ônibus e endereços de alguns lugares que vocês podem gostar de conhecer. Espero da parte de vocês responsabilidade e celulares ligados. Dia livre. Quero todas as moças e rapazes de volta as 17h00. Estarei esperando na porta da pousada. Estão dispensados. Divirtam-se e cuidado! Oba, já vi que vou me diverti.

Almocei com o Beto num lugarzinho bem agradável um pouco afastado do centro. Almoçamos com as meninas do time e com os rapazes que haviam ido.

Logo nos vimos sozinhos, próximos a uma sorveteria. Tava cada vez mais difícil segurar aquele tesão, e eu, já sem agüentar mais, implorei no ouvido dele enquanto estávamos sentados numa mesma no canto da sorveteria:

Amor, me dá meu presente logo.

Ele me olhou e sorriu.

Bem, vou tentar dar um jeito. Tirou o telefone do bolso e ligou pro Alan.

Alô? Alan, onde vocês estão?... Um, sei, ta todo mundo?... Vocês estão assistindo o amistoso?... Um sim... Bem, quero um favor seu mano... Bem, to aqui com a Jú...bem é isso mesmo...Quero que você avise se alguém for embora, principalmente a diretora, os técnicos ou a coordenadora...Pode ser?...Fechado Brown, te devo essa! Tchau!

Olhou pra mim, riu e sussurrou

A gente volta pra pousada e lá vai acontecer. Agora são 13h17, todo mundo ta assistindo o amistoso. Provavelmente o Thony volta às cinco que foi a hora que marcou, e duvido que alguém apareça por lá com o dia livre. O que você acha?

Perfeito. Vamos embora logo?

Ele levantou pagou o sundae que eu tinha tomado e seguimos rumo ao ponto de ônibus para tomarmos a lotação que nos deixava próximo a pousada. Dito e feito, chegamos na pousada e ele pediu:

Amor, tenta subir sem ninguém te ver que eu vou pegar a chave com a recepcionista. É melhor evitar gente implicando com a gente.

Subi e passei pela sala sem ninguém me ver. Sentei no último degrau da escada e esperei por ele. Estava nervosa e excitada. Enquanto ouvia-o falando com a recepcionista (uma loirinha sem peito mais muito bunduda), numa voz melosa, friccionava minha xotinha que estava melada e inchada:

Teu nome é Eliana não é?... É que Lia, eu estou com dor de cabeça, e queria me preparar melhor para a disputa da minha namorada amanhã... Não, ela ficou no ginásio com o técnico... Não deu outra, dois minutos depois ele estava na ponta da escada sacudindo a chave do quarto na mão. Levantei e esperei-o no topo da escada.

Ele me abraçou e começou a beijar e chupar meu pescoço, foi caminhando abraçado comigo até chegar a terceira porta do lado direito. Encostou-me na porta, levantou minha perna direita, eu a forcei no seu quadril, de repente ele sobe minha perna esquerda e eu as trancei ficando com os pés batendo nas coxas dele. Ele apoiou uma mão na minha bunda e com a outra abriu a porta do quarto com um pouco de dificuldade. Ele me pós no chão, entrou e trancou a porta. Olhou pra mim e riu. Chegou até mim, se ajoelhou na minha frente e correu o nariz pelo fecho do shortinho jeans. Desabotoou o botão com a boca e foi tentando abaixar aquele shortinho justo. O short escorregou até as coxas, ele começou a passar a língua pela minha calcinha de rendinha branca com detalhes charmosíssimos em strass comprada especialmente para aquele momento. Aos poucos ele foi descendo o short até chegar aos meus pés e parar no tênis branco. Ele desamarrou meus cadarços, e eu me apoiei no ombro dele para tirar o tênis. Ele tirou meu tênis e a meia. Acariciou minhas pernas que estavam com os pelos descoloridos, passou a ponta dos dedos pelo interior das minhas coxas e bem de leve senti roçar a ponta do indicador na virilha. Não estava agüentando. Ele levantou, me olhou nos olhos e me puxou para um beijo bem demorado; enquanto me beijava passava as mãos pelas minhas costas e eu sentia aquele volume encostando na entrada da minha xaninha que estava coberta apenas por aquela calcinha de rendinha com cetim. Eu estava ali, de calcinha e blusa do time, morrendo de tanto tesão e ele me torturando. Pedi:

Ai amor, assim você me mata.

Calma... Deixa só eu judiar de você mais um pouquinho, só mais um tiquinho... e começou a morder a minha orelha, a passar a ponta das unhas pela minha bundinha, aos poucos ele foi me carregando e levando até o bi cama em que ele estava dormindo. Ele me sentou na cama, e se sentou no chão de frente para mim. Começou beijando os meus pés, e foi subindo e fazendo carinho nas pernas e arranhando de leve, chegou com a boca até a coxa, bem próxima a vagina, ele começou a lamber em movimentos circulares, e eu enlouquecendo sentindo minha calcinha ensopada, deitei na cama. Ele passou a língua e foi subindo até chegar à blusa. Começou a levantar ela devagarzinho e sussurrar:

Nossa meu amor, você nem agüenta meus carinhos.

Puxou-me pelas mãos e começou a subir minha blusa. Delicadamente ele me ajudou a tirar e a jogou em cima da cama. Alisou meu corpo todo, levantou da cama, tirou a camisa verde que ele vestia, arrancou o tênis, as meias e a bermuda, e ficou ali na minha frente, só de cueca, com aquele volume que me assustava e ao mesmo tempo me excitava. Ele foi caminhando lentamente e se sentou na cama ficando de frente para mim. Abraçou-me e soltou meu sutiã libertando meus seios. Começou a beijar meu colo, e a descer minha calcinha, enquanto acariciava a parte baixa das minhas costas.

De repente, me vi falando coisas que nunca pensei que fosse dizer... Na hora que vi já tinha dito e tava falando mais...

Anda Roberto, mostra do que você é capaz... Quero ver se tu da conta mesmo ou se é só papo... Enfia essa língua e lubrifica bem, depois vem com esse monstrinho de uma vez...

Ele me olhou, um olhar de pura malicia e desejo, e disse:

Ah, é assim - abaixou a cueca e deixou aquele monstrinho de quase 20cm pular para fora - Então chupa Minha Putinha, mais chupa gostoso se não você não vai se divertir com ele

Virei em cima da cama e me pus em cima dele...

Arranhei o peito dele, e comecei a passar a língua pelo peito, descendo por aquele abdômen definido, até que cheguei onde os pelos púbicos começavam... Desci e cheguei até a bolsa escrotal, dei um beijinho e fui até a cabeça. Comecei a chupar novamente, e ele só sussurrava:

“Tu sabe chupar melhor do que uma profissional. E ainda diz que tem que aprender. Aii, isso me tortura gatinha, aii...”

Chupei, chupei muito gostoso, mais já não agüentava mais, ele só havia me torturado, não havia nem me chupado, só passado a língua por cima da calcinha, e eu já estava a ponto de sentir o clímax da transa, a ponto de sentir o orgasmo chegando. Eu chupei por um bom tempo, até que cansei e cai do lado dele na cama.

Ele levantou, me olhou (bem imagina o tesão que sente um homem ao ver a garota dele deitada na cama, totalmente nua, com os cabelos tampando um pouco os seios e suor escorrendo pela testa pois estava literalmente chupando...imaginem vocês) e mais que depressa caiu em cima e mim, mamou em meus peitos rapidamente ora em um, ora em outro, foi escorregando a boca pela minha barriga, chegou mais que de pressa na minha xotinha, a qual ele nunca havia experimentado. E chupou, chupou muito, mordeu o clitóris, enfiou a língua, passeou com ela ao redor da entradinha, chupava o grande lábio e descia até encontrar com o pequeno. Depois de ficar um bom tempo naquela brincadeira que tava quase me fazendo gozar, ele me olhou, levantou e disse:

“É agora, te prepara minha Putinha, você não disse que eu não era de nada, vamos ver agora. Do jeito que sua entradinha é pequena você vai sofrer um cadinho, mais pode deixar que eu só vou bombar quando você já tiver acostumada...”

Olhei apavorada pra ele, mais não vou mentir que as palavras dele me assustaram. Ele começou a procurar no chão por alguma coisa, achou a mochila, abriu um fecho e tirou dali uma embalagem de KY, e algo rosa parecendo um ovinho.

“Vamos ver se você agüenta amorzinho.”

Afastou minhas pernas, enfiou a língua na entrada e lubrificou bastante. Começou enfiando um dedinho, um dedinho era mole. Na hora que ele viu que eu agüentava, enfiou mais dois, comecei a sentir apertar, ele pegou o pote de KY, e passou no ovinho (só fui descobrir mais tarde que era um vibrador), delicadamente ele foi enfiando, senti apertar, e estava até um pouco incômodo, mais no fundo estava bom, estava muito bom. O tempo que eu fiquei com aquele mini-vibrador (durante uns 8 minutos), ele me beijava e chupava meus peitos enquanto apertava meu clitóris; eu já estava bem acostumada com aquele volume, tanto que nem incomodava mais. Ele tirou e disse:

“Já acostumou né amorzinho. Isso foi de grande ajuda pra você nem sentir tanta dor assim. Agora tu vai gostar, tenho certeza!”

Pegou a bermuda, tirou a carteira de dentro do bolso e tirou uma camisinha, colocou a camisinha rapidamente e passou bastante KY ao redor do membro dele, que tava ficando até roxo (acho que foi sem necessidade, pois eu estava bem excitada). Ele me deitou na cama, veio por cima de mim (famosa posição frango-assado) e segurava nas minha coxa com tanta força que ficou até roxo depois. Comecei a entrar mais no clima, e voltei a chingar:

“Para de me torturar seu puto” Ele encostava a cabeça, escorregava e depois voltava, até que comecei a sentir que ele estava enfiando. Fui segurando no travesseiro que estava ao meu lado, a dor era terrível, parecia que tinha um rinoceronte me cortando ao meio. Foi perfeito, maravilhoso, mais não posso falar que não doeu, pois doeu muito, mais eu suportei a dor, até por que aos poucos (coisa de quatro minutos) a gente se acostuma com o volume dentro. Eu mordia o meu lábio pra não gritar, e ele roçava a unha do indicador da mão esquerda (a direita segurava minha perna) no meu clitóris. Acostumei-me com aquele volume mais depressa do que eu esperava, e de repente senti o saco escrotal bater perto do cuzinho. Olhei para ele espantada (estava com os olhos fechados para não gritar) e vi que ele estava suando, com os olhos fechados e os lábios arqueados formando um sorriso. Ele abriu os olhos e olhou pra mim:

“Ta doendo amor?”

“Não muito Beto.”

“Posso bombar?”

“Ta demorando!”

Mais que rápido ele começou a ir e voltar subia e descia e eu me vi chegando ao orgasmo, ele continuou subindo e descendo, bombando com força, apertando minha coxa, até que ele parou um pouco, escorou a cabeça no meu joelho e eu senti que ele havia gozado. Ele tirou o pau de dentro, e não queria que eu visse. Tirou a camisinha (ela estava toda melecada...tinha sangue e lubrificante), deu um nó na pontinha, jogou em cima de um saquinho e deitou em cima de mim. Estávamos suados, deitados abraçados e completamente nus. Ele sussurrou no meu ouvido:

“Espero não ter te machucado tanto, mais quero que você saiba que foi perfeito para mim.”

“Doeu bastante amor. Mais valeu a pena. Foi perfeito para mim também. Eu amei. – Abaixei ainda mais o tom de voz – E eu quero bis.”

Nós rimos e ele me beijou. Olhou no relógio da parede e eram 15h48.

Ele ligou pro Alan, e ele disse que o amistoso havia terminado e que a galera tava voltando. Tudo bem.

“Que pena meu amor que a gente não vai poder tomar um banho bem juntinho em?!”

“Ai Beto, faz vontade não. Mais tudo bem. Se não for hoje é amanhã assim que a gente chegar em BH. Na sua casa ou na minha?”

Caímos na gargalhada e eu me levante da cama e comecei a me vestir. Vesti a calcinha empinando a bunda, e pedi para ele abotoar o sutiã, ele me puxou pra cima dele me beijando e eu senti o pau forçando contra o cuzinho. Parei rapidamente e disse:

“Não tarado. Não dá tempo. Você quer que eles peguem a gente? Vi dar confusão seu tarado.”

Ele abotoou o sutiã e me deu um tapa na bunda. Eu a empinei ainda mais e corri até o shortinho jeans que estava jogado no chão, peguei ele e vesti. Fui até o banheiro e me olhei no espelho. Putz, eu tinha vários chupões no pescoço, marcas meio arroxeadas nos seios, marcas de dedos na barriga e nas costas, e a marca da mão dele na minha coxa. Fiquei até preocupada em como eu ia explicar tanto roxo. Parecia que eu tinha levado uma surra. Vesti a blusa do time, que tava cheirando a tesão, lavei o rosto e molhei o cabelo. Voltei pro quarto já refeita e olhei pra ele. Ele já estava vestido, e tinha vários chupões no pescoço um pouco escondidos pela blusa. Rimos, parecia que tínhamos apanhado. Limpamos o quarto, e saímos, não sem antes um pega bem pegado. Rsrsrs.

Foi perfeito a minha primeira transa, até a dor foi perfeita. Esse ano nós fizemos três anos de namoro, e por incrível que pareça, nossas transas são sempre maravilhosas.

Beijos sexy’s para todos vocês !


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Comentários

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17/11/2009 18:11:55
novamente um belo texto.. ler nesse site é melhor do que ficar vendo videozinhos...quando o texto é bem escrito...cada palavra da um arrepio..rsrsr...meus parabéns Juuh....* *algumas correçoes..aainda estava meio penssativo após a leitura..r.srs
17/11/2009 18:10:14
novamente um belo texto...isse ler nesse site é melhor do q ficar vendo vidoes...quando o texto é bem escrito...cada palavra da um arrepio..rsrsr...meus parabéns Juuh....
17/11/2009 11:26:30
eu adro faser amizades se vc quiser faser amizade com mohome add
17/11/2009 11:18:18
Comentem gente...Espero que gostem


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