MAIS UMA VEZ MAMEI MEU AMIGO PROMETENDO SEGREDO
Aqui seria bom você lerem antes CONHECI O GERALDO E TUDO COMEÇOU A MUDAR para entender este. Tudo bem?
Olá meus queridos. Estou de volta. Falta tempo para editar as experiências maravilhosas, quando me lembro de alguma coisa tento digitar, mas não consigo dar continuidade. Hoje consegui me organizar. Vocês já conhecem toda minha história do troca troca com o Geraldo. Éramos pré adolescentes descobrindo os prazeres do corpo. Ambos gostávamos de mulher mas nossa curiosidade nos levava a procurar um ao outro. Tinhamos pau mas que ainda não sabíamos como usar numa garota, então vai no cuzinho mesmo.
Estava vasculhando minha memória e lembrei de um situação com o Geraldo um pouco antes do nosso troca troca. Quando estávamos juntos, se estivéssemos em algum lugar afastado era certo as provocações e exibições. Ele parava para mijar e logo exibia seu pintão branco e cabeçudo. Eu tirava o meu mas pouca coisa poderia mostrar.
Perto de sua casa abriram um loteamento diziam que seria um futuro condomínio mas até hoje nada foi feito. Certo dia à tarde saímos andar pelo lugar citado. Era enorme e espaçoso. Conversávamos qualquer coisa. Não falávamos muito das putarias que fazíamos, alguma coisa acontecia quando não tinha jeito mesmo. Falávamos até de meninas. Tanto o Geraldo como eu queríamos muito comer uma buceta. Nosso pau ficava até duro. O dele então destacava devido ao tamanha.
No fundo do loteamento tinha um barranco não muito alto. Sentamos ali e entramos no assunto meninas.
- Nossa hein Geraldo umas meninas com a gente agora né!
- Verdade. Uma bem gostosa sentada no meu colo agora!
- Da nossa sala tem alguma que você comeria Geraldo?
- Tem. A Maria Eduarda. Que bundão gostoso da porra!
- Verdade ela é gostosa mesmo. A Erika também é gostosa pra caramba!
- Já pensou Tuller elas com a gente aqui?
Nisso nossos paus já apontavam nos calções. Geraldo logo tirou o pintão do calção e começou alisar. Gente aquilo não era normal. Seu cacete era descomunal. Grande, grosso e cabeçudo. Eu tirei o meu, mas tinha vergonha por ser pequeno. Ficamos alisando nossas rolas. O lugar que estávamos dava para ver se alguém viria e assim ficamos a vontade para uma punheta. Geraldo gemia o nome de Maria Eduarda socando punheta naquele monstro de pica.
- ssssssssss vem Maria Eduarda vem com esse bundão no meu pau...
Eu achava engraçado. Meu pau também inchado e babando na punheta. Apesar de pensar na Erika e na Maria Eduarda não parava de olhar na picona do meu amigo. Sem pensar, tanto o Geraldo quanto eu, já estávamos punhetando o pau um do outro. Seu pintão destacava na minha mãozinha. O líquido viscoso facilitava punhetar aquele pauzão.
- aaaaaaaaaai que mãozinha de seda Tuller... isso bate bem gostoso...
Eu batia punheta para ele com os olhos fixos naquela cabeçona inchada e molhada. Ele já havia tirado a mão do meu pau. Se esticou todo no gramado curtindo minha punheta.
- não para... continua...
Era lindo demais ver aquele pintão inchado na minha mão. Aproximei um pouco mais meu rosto para apreciar aquele monstro. Geraldo logo não perdeu tempo segurou minha cabeça e foi levando no seu cacetão. Recuei de imediato.
- Nãããão, se é loco!
- Vai Tuller chupa, você já chupou uma vez pô!
- E você chupou o meu seu viado?
- E tinha como? Seus pai chegaram na hora! Vai mama minha rola por favor depois eu chupo o seu!
Sempre eu fazia de difícil mas sabia que acabaria atendendo seu pedido. Geraldo mais uma vez forçou minha cabeça e deixei encostar a cabeçona nos meus lábios. Conforme encostava, recuava. Ele já estava ficando nervoso.
- Cara vou acabar comendo seu cú a força aqui mesmo!
- Se liga cuzão!
De novo Geraldo forçou minha cabeça e não conseguia recuar. Sua cabeçona já estava nos meus lábios. Então disse a ele.
- Tudo bem vou chupar mas depois também quero. E mais, não quero que goze na minha boca!
- Beleza, anda chupa logo!
- Você promete segredo Geraldo. Ninguém pode saber!
- Prometo!
Ameacei desistir. Tinha medo de ficar falado no bairro, na escola. Insisti que não contasse a ninguém. Assim que ele concordou baixei minha cabeça e iniciei a chupeta. Não tinha prática, ainda mais num pau daquele tamanho. O cabeção entalava na minha boquinha. As vezes encostava o dente e ele me xingava. Não tinha como não encostar, seu pau era muito grosso para minha boquinha. Geraldo gemia.
- aaaaaaaaaaiiiii...sssssssss...delicia de boca...boquinha de seda...
Num gesto de coragem iniciei garganta profunda. Que sufoco, era impossível colocar todo aquele pau. Deixei ele bem molhado, fechei os olhos, abri bem a boca e fui descendo centímetro por centímetro até que senti seus pentelhos no meu nariz. Abri os olhos e vi que tinha conseguido colocar toda aquela picona da minha boca. Geraldo gemia alto.
- aaaaaaaaaaaa... PUTA QUE PARIU... que chupeta do caralho!
Meus olhos lacrimejavam e já estava sem ar. Tirei o cacete antes que ele segurasse na minha cabeça. Continuei com o boquete. Geraldo já anunciava que iria gozar. Parei de chupar. Ele então pede para eu sentar no seu pau. Topei a parada mas sem tirar o calção. Ainda estava inseguro se queria dar minha bunda. Sentei no seu colo. Geraldo ajeitou o cacetão. Fiquei sentindo aquela pauzão duro na minha bundinha ainda virgem. Ele passou imaginar o bundão da Maria Eduarda.
- Isso Maria Eduarda senta no meu cacetão senta gostosa...
Eu fiquei rebolando encima daquele monstro de pau. Geraldo me apertava e eu sentia o quanto aquela pica estava dura. Até que ele dá um urro e sinto meu calção molhando.
- AAAAAAAAAAAAAIIIIIIIIII BUNDÃO GOSTOSOOOOOO...
Levanto de imediato e olho para trás e vejo seu pauzão pulsando e jorrando porra. Como estava inchado aquele cacetão. Ele ficou de olhos fechados e o pintão pulsando. Meu calção estava todo melecado.
- Seu filho da puta você sujou meu calção!
- Que bunda macia hein!
Seu pau pulsava. Eu não tirava os olhos daquela picona. Geraldo me emprestou sua camiseta para limpar o calção. Ele deu uma rápida chupada no meu pau. Que coisa sem graça. O safado sabia que seria fácil me comer e ser sempre seu depósito de esperma. Era questão de tempo. Fomos embora prometendo segredo e nos revermos na escola.