Minha irmã crente e puritana até ejaculou!

Um conto erótico de Vanessa
Categoria: Heterossexual
Data: 07/08/2013 11:34:47
Última revisão: 08/08/2020 07:43:40
Nota 9.83

Minha irmã caçula, Andressa, é tudo aquilo que já fui no passado. Apesar de ser a mais bonita da família, sempre foi a mais puritana, mais certinha e cheia de ¨não me toques¨.

Depois que junto com o marido, viraram evangélicos, ficou ainda pior. Não consegue conversar nem cinco minutos sem falar na bíblia, se metendo em tudo, tentando converter todos para sua crença.

Seu marido, o Olivetti, está até fazendo um curso para virar pastor. O casal é tão intratável que, pouco a pouco, acabaram segregados. Comemorações em família como ceia de natal e aniversários é pecado. Troca de presentes é materialismo. Internet é coisa do demônio. E por aí vai...

Enquanto eu me tornava cada dia mais libertina, ela trilhava caminho oposto. Parou de cortar os cabelos, negros e lisos, deixando-os sempre presos, saias compridas e unhas sem pintar. Mesmo sem usar maquilagem, a danadinha tem um rosto lindo e corpo invejável.

Mais alta que eu, apesar de magra, tem curvas onde deve ter. Seios apetitosos, bunda carnuda e empinada, cinturinha, pernas compridas e coxas roliças. Um verdadeiro pecado, cobrir tudo aquilo aos olhos das pessoas.

Sua vida sexual pelo jeito, deve ser uma verdadeira chatice. Transar para ela é só papai e mamãe. A tal da rapidinha, sem preliminares. Segundo ela, o diabo tentou a Eva para fornicar com Adão e acabamos expulsos do paraíso. E a serpente do mal, continua por aí, a nos tentar.

Certa vez, falávamos sobre sexo oral e ela disse:

- Isso dá câncer na boca e na garganta, sabia? Deus pune essas sem vergonhices.

O mais divertido, foi sua reação numa piada de sexo anal:

- Essas coisas de pederastas, já destruiu Sodoma e Gomorra. Tá lá na Bíblia, é só ler! A AIDS está aí, para castigar os impuros!

A empresa onde meu filho trabalha, possui um clube recreativo no litoral. Os funcionários e familiares, podem ficar ali hospedados. Tínhamos programado uma estada, porém, meu filho acabou tendo que frequentar aulas extras e novos exames na faculdade.

Como já estava reservado há tempos e eu não poderia ir sozinha, acabei convidando minha irmã para ir junto. Era inicio de temporada e o clube estava vazio. Bom para aliviar o estresse do dia a dia.

Ao ir para a praia, Andressa vestiu um maiô preto, colocando por cima um vestido longo da mesma cor. Só faltava um capuz que tampasse o rosto, para ser uma muçulmana de burka. O pior é que ainda por cima, fui censurada, por estar de biquíni e canga fina amarrada na cintura.

- Credo, Van! Coisa mais indecente! Você tá quase pelada, mulher! Olha só, tá aparecendo a bunda! Você não tem vergonha na cara?

Não retruquei para evitar uma discussão. Apesar de me descobrir como uma exibicionista e de que, ser notada e desejada me excita, meu traje não era assim tão indecoroso. Afinal, estava indo tomar sol na praia. Meio chateada, resolvi provocar.

Como a praia estava quase deserta, soltei o nó da parte de cima do biquíni, deixando os seios à mostra. Sabia que aquilo iria escandalizar minha irmã. E não deu outra. Andressa esbravejou, xingou e me chamou de meretriz. Que eu só poderia estar sendo tentada pelo capeta.

Eu não tinha notado, porém, dois rapazes estavam surfando. Quando chegamos, eles estavam no mar, ao longe onde as ondas se formavam. Só percebemos a presença deles quando, subiram nas pranchas e vieram se equilibrando. Minha irmã é que toda inquieta me alertou:

- Olha lá, Van! Tem gente aqui na praia! Tampa logo os peitos! Rápido, Van!

Instintivamente, peguei a canga e me cobri. Andressa estava toda agitada, se colocando entre eu e os rapazes, tentando me ocultar da visão deles.

- Van, veste logo o sutiã! Eles estão vindo, meu Deus! Vai mulher, vai logo! Eles estão vindo pra cá!

Era hilário ver o desespero dela. Os rapazes pareciam nem estar aí e além disso, não caminhavam diretamente em nossa direção. Estavam mais preocupados em carregar suas pranchas, comentando a ultima onda.

Acho que a atitude patética da minha irmã, gesticulando sem parar é que chamou a atenção deles. Irritada, resolvi bagunçar a situação. Deixei cair o tecido, indo em direção deles. Com maior naturalidade, perguntei:

- Oi, vocês sabem que horas são?

Os dois me olharam surpresos e o mais alto disse:

- Olha, não sei, mas, deve ser umas dez horas. Meu celular tá no carro e posso ver pra você.

Quem me respondeu era loiro, uns 1,80m., magro, rosto bonito, com uma barba rala. Aparentava ter, se muito, uns vinte anos. O outro era moreno, baixinho e forte. Não tão bonito como o outro, mas, parecia mais jovem. Seu olhar estava fixo nos meus seios à mostra, que são naturais, opulentos, ainda firmes para minha idade.

Não sei se por estar suscetibilizando a Andressa, ou por estar diante de dois rapazes me comendo com os olhos, senti os biquinhos enrijecerem. Meus mamilos são castanhos e deviam dar um contraste saliente com a alvura da pele. Tanto que o baixinho parecia hipnotizado por eles. Meu olhar buscou as bermudas dos meninos e deu para notar que eles já estavam com as barracas armadas.

Acenei para Andressa, tentando dizer ¨já volto¨ e os acompanhei até o carro deles. Fomos conversando e soube que eram primos. O loiro alto se chamava Aldo e o moreno era o Jorge. O pai do Aldo tinha uma casa ali perto.

Disseram que iam assar ostras e me convidaram. Fiquei de conversar com minha irmã e que talvez iria, sem dar certeza.

Quando falei para Andressa do convite, a mulher quase endoidou de indignação:

- Cê tá louca, Van? Nem conhece esses caras, sabe lá se não são uns pervertidos! Cê pirou, mulher? É por isso que a mulherada é assassinada pelos tarados!

- Deixa de exagero, Dessa! Eu achei os dois com jeito de bons meninos, viu? Parecem ser de boa família, bem educados, tá! Só convidaram para comer umas ostras na grelha. Você também adora ostras, menina! Ou melhor, garotões são loucos por nossas ostras...

- Para com isso! Não brinca com isso que é pecado, viu? Eu não vou não! Tá na cara que eles querem é fazer safadezas. Ainda mais, depois de te ver com os peitos de fora. Devem estar pensando que somos rameiras! Cê pirou mesmo!

Minha irmã é do tipo que só assiste TV naqueles canais sensacionalistas. Quando não são programas policiais, recheados de crimes, são programas religiosos, onde ¨pastores¨ realizam ¨milagres¨ ao vivo, sem esquecer de pedir o dízimo. Chegam ao ponto de mostrar a psoríase, uma doença não contagiosa, de origem hereditária como hanseníase, fomentando a ignorância e discriminação, com suas ¨curas¨. Queria ver um deles, abraçar ao vivo um leproso de verdade.

No banho, depilei com cuidado a ostrinha. Coloquei um vestidinho leve estampado, vermelho com detalhes em amarelo e lilás, sem nada por baixo. Passei um batom vermelho vivo e calcei uma sandália vermelha de saltos altos. Estava vestida mesmo para matar! Sabia que a ranzinza da minha irmã, não me deixaria ir sozinha.

Protestando e resmungando, ela me acompanhou. O caminho todo foi falando dos perigos e que eu era maluca e podia se dar mal. Que eles podiam me ¨pegar na marra¨. Eu garantindo que isso não iria acontecer (sabia que se tivesse que dar, iria dar por vontade própria e com muito gosto, rss).

Durante o churrasco, Andressa ficou quieta, com olhar reprovador, ar de múmia, só no refrigerante. Eu aceitei as cervejas, com conversas de duplo sentido, como comer as ostras e chupar o caldo, a gostosura de carne macia e a delicia de linguiça grossa, sempre acompanhada de sorrisos maliciosos.

Aldo já se achegava mais, tendo varias vezes se colocado atrás de mim, dando discretas encoxadas, me fazendo sentir sua ferramenta dura na minha bunda opulenta. Já o coitado do Jorge, que tinha manifestado interesse na minha irmã, pelo jeito desistiu da aproximação, afastado pela barreira que ela impunha.

Ficou nisso. Para retribuir, convidei eles para vir jantar. Ao me despedir, acabei trocando um beijo rápido com Aldo. Enquanto era beijada na face pelo primo dele, falei em seus ouvidos ¨-Te espero também, viu? ¨, dei uma apalpada discreta no seu pênis, por cima do tecido fino da bermuda. Nossa, que resposta rápida! O pingulin endureceu de imediato, se agigantando e inflando à toda. Jorge pelo jeito era dotadão!

Durante todo o trajeto na volta e até em casa, Andressa era só reprimendas. Me criticava sem parar, dizendo que minha conduta não era a educação que havíamos recebidos de nossos pais. Fora os capítulos e versículos da bíblia, que ela não parava de citar. Enquanto discutíamos, vi ela pegar uma garrafa de vinho na geladeira.

Estranhei, pois, ela não bebe nada que contenha álcool. Era um vinho ¨Bordeaux¨ suave, adocicado, tipo sangria, que contém suco de maçã. A botija de suco de uva é parecida e ela pegou enganada. Pensei em avisar, mas, a raiva era tanta que fiquei quieta, só para ver ela se danar.

Andressa nem percebeu o equívoco, continuando com seus sermões. Acabamos brigando. Ela começou ficar encalorada, com as bochechas vermelhas e ânsia de vômito. Reclamava de sensações esquisitas, insistindo que não jantaria com dois estranhos. Ralhou mais um pouco e se trancou no quarto.

Mal tinha terminado de preparar a macarronada quando os rapazes chegaram. Estranharam a ausência da minha irmã. Falando baixo, expliquei a eles que ela era uma moralista reprimida e pedi para não ligarem.

A conversa fluía, agora mais apimentada. Ambos dizendo que eram loucos por coroas, narrando passagens em que se masturbaram por conhecidas e até cunhadas. Aldo já me cantava descaradamente. Eu correspondia aos seus arroubos, se bem que seu primo me agradara mais. Acabamos agarrados, trocando carícias intimas. Jorge, meio sem graça, fez menção de ir embora:

- Bom, gente, acho que estou sobrando. Como não quero segurar a vela, já vou indo. Tchau!

Entendi que eles já tinham combinado quem ficaria com quem. Só que não consultaram a maior interessada. Se eu ¨era¨ do Aldo, meu interesse era o Jorge. Tive por ele uma empatia inexplicável, coisa de química talvez. Me apressei em detê-lo:

- Calma aí, menino! Como assim, já vou indo?

Dei um beijo lascivo, inicio de carícias ousadas, de parte a parte. Aldo veio por trás e me enlaçou, fazendo um sanduíche, eu servindo de recheio. Mesmo sem musica, iniciamos uma dança sensual, com os rapazes esfregando seus charutos endurecidos.

Aldo mais ousado, já enfiou a mão por baixo da minha saia, tentando tirar a calcinha. Rebolei facilitando a sua ação. Ainda grudada em Jorge, me agachei, abaixando sua bermuda de surfista. Um pênis grosso e de bom tamanho estava bem na minha cara. Já o abocanhei, iniciando a mamada sôfrega, enquanto com a mão, o masturbava.

Seu primo já estava também com o espeto de fora, tentando me penetrar por trás. Queria me entregar ao Jorge, porém, como Aldo estava tão afobado em me possuir, fui para o sofá, me preparando para a transa. O garoto veio com todo ímpeto juvenil, me penetrando e socando de forma ardente.

Jorge se aproximou para que eu continuasse a sessão oral. Ao me virar para chupar de novo, notei que a porta do quarto estava entreaberta e minha irmã nos espiava pela fresta. Empurrei Aldo fazendo com que ele saísse de mim. Fui para o quarto chamar Andressa.

Ao entrar no quarto, ela estava deitada de camisola, fingindo dormir. A chamei insistentemente, com ela se fazendo de morta. Os rapazes parados na porta, com seus instrumentos rijos, olhando curiosos. Fiz sinal para que eles se aproximassem. Ergui a barra da camisola, peguei a borda da calcinha afastando para o lado e com gestos com a boca e língua, mandei que Jorge a chupasse.

O rapaz veio e colocou a boca na pombinha dela. Ao começar a chupar, deu para sentir que ela teve um choque e não conseguiu segurar um gemido. Mas continuava representando o papel da bela adormecida. Já tinha aberto mais as pernas para melhor receber as carícias inusitadas.

Seu freio moral estava desregulado pelo efeito do vinho. Deveria estar lutando com sentimentos antagônicos da puritana, com as sensações pela primeira vez sentidas. O desejo estava vencendo a contenda. O apelo do corpo era maior que tudo. Ela se deixou levar.

Nem protestou quando Jorge pincelou a pistola enorme na entrada da bocetinha. Preocupada, fui até minha bolsa pegar preservativos. Quando voltei, ouvi o suspiro forte da Andressa quando a cabeçorra entrou. Ele iniciou o vai e vem, com total colaboração dela, procurando penetrações mais profundas. Ela já esquecida da farsa, começou gemer, remexendo o quadril.

Enquanto isso, Aldo tentava me penetrar por trás. Dei uma camisinha para ele, me apoiei na cama, empinando o traseiro e deixei que ele enfiasse ali. Andressa, já totalmente desperta, possessa, gritava pedindo mais e mais, que não parasse, dizendo até palavrões!

Ela estava para ter, pela primeira vez vez, um orgasmo. Tanto que deu um berro. Jorge se afastou assustado. Seu ventre molhado por um liquido esbranquiçado. Paramos eu e o Aldo. Minha irmã soltou novo jato. Pensei que ela estivesse urinando, molhando a cama. Só então, me dei conta que ela tinha ejaculado de tanto tesão! Em seguida apagou ou fingiu apagar.

Fiz Jorge colocar um preservativo. Ele insistiu, tentando continuar, porém, minha irmã o empurrou e virou de lado. Deu pena ver o rapaz com o falo duro, louco para gozar. Sobrou para mim a tarefa de satisfazer os dois garotões. Aldo ainda estava com seu membro enterrado em mim, segurando meu quadril.

Me desengatei dele e fiz com que deitasse de costas na cama, ao lado da minha irmã. Fui por cima, me deixando penetrar na xoxota toda encharcada. Deitei em cima do Aldo, encostando os seios em seu peito, empinando a bunda. E pedi:

- Vem Jorge, mete aí atrás. Ó, põe bem devagar, viu? Devagar, hein?

Ficamos imóveis, eu e o Aldo, enquanto o primo dele se acomodava por trás. Seu tarugo grosso não entrava, apesar de mesmo com um pouco de receio da dor, eu estar relaxada e receptiva para a invasão iminente. Suas forçadas com a cabeçona da vara causava dor, tentando entrar no cuzinho.

Senti algo pegajoso escorrendo pelo rego. ¨Teria ele gozado?¨ pensei. De costas só podia imaginar o que estava ocorrendo. O menino tinha cuspido e estava fazendo o mesmo em seu catatau rombudo. Dessa vez, ajudado pelo cuspe e o lubrificante do preservativo, entrou firme, alargando as pregas do botãozinho. A pontada de dor foi tão forte, que por instinto, contraí o anel.

- Aiiii! Devagar!

Protestei na hora, já arrependida de dar atrás. Mas, pouco a pouco, a dor passou e fui acostumando. Tive de pedir mais:

- Vai, empurra devagar.

Fui recebendo toda a grossura, me deixando sodomizar. Minhas leves reboladas foi o sinal para Aldo estocar por baixo, enquanto por cima, seu primo metia mais confiante. Ardia, todavia, eu estava sentindo aquele prazer diferente de ser preenchida por inteiro.

Meus gemidos já eram gritos. Acabei tendo um orgasmo incrível, que só duplamente penetrada se consegue. Mal parei, senti que Aldo gozou também, apertando firme minha cintura, puxando-a para baixo, de encontro ao seu ventre. Nós dois satisfeitos e eu tendo que aguentar as bombadas do primo no meu ânus judiado.

Jorge gozou em seguida, tremendo todo, soltando seu peso sobre nós dois. Ajudei eles tirarem as camisinhas cheias de porra e levei para descartar no lixo do banheiro. Os garotos pelo jeito queriam mais. Pensei num jeito de dispensá-los, mentindo que meu filho estava para chegar.

Mas não teve jeito. Tive de aguentar os meninos outra vez. Furunfamos tanto que fiquei com os buraquinhos assados. Os dois se revezaram, como se fossem dois cachorros machos disputando quem iria cobrir a fêmea. Por um tempo, quero distância de sexo.

No dia seguinte, Andressa acordou de mal comigo. Ficou sem conversar durante uma semana, atormentada pela fraqueza daquele dia. Passados dois meses, com tudo normalizado entre nós, ela disfarçando, como se fosse algo sem importância, me perguntou se eu tinha tido notícias dos rapazes. Pode isso?

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Comentários

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10/09/2020 14:02:13
Delicia de conto, gostaria de saber se teve continuidade, adoro quando tem sexo anal, arde, doí mas é gostoso.
07/09/2020 10:01:04
06/09/2020 09:29:24
Conto delicioso, minha linda. Estava lendo e imaginando essa aventura na praia com tua irmã e os dois garotões. Tive a impressão de ver você praticando tudo que conta... Percebi que a Andressa descobriu o sabor do sexo pleno e sem culpa. Parabéns e nota máxima pra ti com 3 estrelas. Beijinhos...
05/09/2020 18:29:43
12/08/2020 09:36:42
adorei.
06/08/2020 17:47:57
Safada essa irmã, só pensou nela.
04/08/2020 10:37:19
Já li esse conto várias vezes e hoje, estranhei o nome de um dos rapazes. Rolei a página para cima, e lá está dizendo que foi revisado em MAR/2020. Me lembro que na primeira versão, um dos rapazes se chamava Jesus, que virou Jorge. Minhas suspeitas se confirmaram quando, ao relatar que voce e Aldo já tinham gozado e que "Jorge" ainda bombava seu cú, está lá: "E eu ainda tendo que aguentar as bombadas de Jesus no meu anus judiado". Quem estiver lendo agora, não vai entender como um dos personagens mudou de nome. Mas, esse detalhe escapou da revisão.
01/08/2020 15:36:53
Mande umas fotos gata, adorei
30/07/2020 14:05:46
Adorei, fico imaginando eu com vc e sua irmã, trepando muito fazendo ela sentir o prazer de ser bem fudida.
25/07/2020 19:30:07
Nossa adorei esse conto, um conto excitante bem escrito .. tesão da porra... Muito bom parabens
25/07/2020 15:37:46
Conto bom pra
24/07/2020 19:46:28
19/07/2020 18:41:41
Acabei de ver suas fotos....se for vc mesma vc é uma gata
19/07/2020 18:40:52
Acabei de ver suas fotos....se for vc mesmo vc é uma
19/07/2020 09:02:31
Primor de conto, Vanessa. E a Andressa sem dúvida é tua irmã. O sangue de libertina safada não nega. Rsrsrs.
18/07/2020 14:35:14
Sua irmã tá querendo mais pelo jeito. Muito bom seu conto Vanessa. Vocês devem ser muito gostosa. Manda fotos suas bem gostosas
17/07/2020 09:38:34
Sem palavras, que delícia de situação, nos faz sonhar com vocês... Manda fotos por favor
12/07/2020 04:54:36
Isso sim é realmente uma história picante e super gostosa.
07/07/2020 15:29:23
Perfeito que tesão
06/07/2020 00:14:38
Um dos melhores que já lí. JA tinha lido esse conto quando ainda não tinha conta aqui no site, mas reler agora deu o mesmo tesão da primeira vez. 10 e 3 estrelas

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