ANGELBOY - Amigos, amigos, casamento à parte.

Um conto erótico de Bambi
Categoria: Homossexual
Data: 13/12/2017 15:40:39
Nota 10.00
Assuntos: Lolito, Gay, Homossexual

oie gente, essa é a continuação da parte anterior, um coelhinho chamado breno, e depois desse será a última parte da história do nosso anjinho, o lucas. depois do próximo capítulo vou escrever alguns contos aleatórios e só no ano que vem vou postar uma história completa como a do lucas, e escutando as críticas de vocês vou TENTAR (não posso prometer) escrever uma história mais coesa e com uma linha de tempo que vocês possam entender sem muito trabalho. beijão na bunda de vocês <3 :*

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ANGELBOY – Amigos, amigos, casamento à parte.

Acordei com uma ressaca: física e moral. Ainda deitado lembro de tudo que aconteceu, o garçom, o Breno... o Cássio. Merda! O Cássio, eu realmente não queria que ele tivesse visto aquilo, eu não queria que ele... eu não queria ser uma decepção para ele, eu acho. Ele é um cara tão legal, sempre temos ótimas conversas, ele me entende, me adverte quando é preciso, me deixa feliz... Eu acho que preciso conversar com ele e explicar tudo, mas antes, eu preciso admitir a mim mesmo que eu sinto algo por ele, algo mais do que amizade, algo mais do que uma afinidade: eu acho que eu realmente gosto dele, que merda!

Quando desço já é quase 10:00hrs do dia, meus pais estão na sala com o Breno, no começo tenho certo receio de olhar para ele e penso que fiz uma besteira quando aceitei a proposta dele ontem à noite, porém quando entro na sala ele me dá bom dia e volta sua atenção ao celular, falo com meus pais e aviso que vou do outro lado da rua, falar com o Cássio. Nos poucos segundos que leva para chegar na casa dele eu vou pensando: será que é o certo a se fazer? Eu digo, eu nunca declarei meus sentimentos para ninguém, eu nunca senti algo assim por alguém, eu passei grande parte da minha adolescência tentando preencher um vazio que eu nem ao menos sei o motivo de ter esse vazio, sabe? Todos os homens que eu tive algum tipo de relação era naquele momento e depois tchau, nunca foi um sentimento a mais do que tesão ou um motivo maior do que hormônios, mas com o Cássio não é assim, primeiro que eu nada sexual aconteceu entre nós, apenas flertes e apenas isso, mas por um tempo eu venho percebendo que ele é a pessoa que eu quero contar tudo que aconteceu no meu dia, a pessoa que eu quero deitar no sofá e assistir TV, a pessoa que eu quero dançar músicas dos anos 80 juntos, a pessoa que eu quero que me segure nos braços e diga que tudo vai ficar bem... MERDA! Eu tô apaixonado por esse cara!

Leva um tempo para ele atender a porta e abrindo a porta ele me parece um pouco surpreso, ele parece ter acabado de levantar da cama: seu cabelo está embaraçado, seu rosto inchado, e ele veste somente uma calça de moletom e uma camisa que ele terminou de vestir quando eu entro na sua sala:

-Desculpa chegar invadindo sua casa mas tem algo que eu preciso dizer. -eu anuncio.

-Lucas... agora não é... -ele começa mas eu interrompo.

-Não Cássio, eu preciso falar isso: primeiro, quero pedir desculpas pelo que você viu ontem na dispensa, foi inapropriado da minha parte e não sei porque me comportei desse jeito.

-Você não precisa se desculpar, Lucas.

-Não, mas eu preciso me desculpar sim, porque eu preciso te dizer uma coisa, é algo que eu venho temendo a muito tempo, algo que eu vi acontecer mas tive medo de admitir, medo do que vou sentir se acontecer de verdade ou se não acontecer, eu não sei qual é o pior... Não, eu acho que eu sei qual é o pior, mas vou para de enrolar... Cássio, eu acho, não, eu não acho, eu... Uau, isso é difícil, Cássio, eu te amo.

Quando eu digo isso ele me encara, a expressão no seu rosto é algo que eu não consigo identificar, mas antes mesmo que eu possa pensar um pouco mais no assunto escuto passos atrás de mim e quando me viro eu vejo o Yago descendo as escadas apenas de cueca, eu torno a olhar para o Cássio e ele começa a andar na minha direção mas eu sinalizo para ele parar e digo:

-Eu acho que estou enganado, a verdade é que eu não tenho certeza de nada nessa vida. -falo pesadamente com a voz embargada e começo a andar em direção a porta.

-Lucas, por favor, espera... -ele diz mas eu acelero o passo, abro a porta e começo a correr sem olhar para trás, não paro quando escuto meus pais me chamarem quando passo pela sala, e quando chego no meu quarto, bato a porta. O que é essa dor no meu coração? Por que doí tanto?

Passei o resto do dia no meu quarto, desliguei o meu celular porque não parava de tocar com ligações do Cássio e um tempo depois com ligações do Yago. Sinceramente, o fato não era dele ter dormido com alguém, ou ele ter dormido com o Yago, em específico, mas sim que eu conheço o Cássio, ele não é de transar com alguém por transar, ele falou que apenas tinha relação com alguém, de qualquer tipo, se ele tivesse um sentimento muito forte pela pessoa, então, o que significa que ele gosta muito do Yago, e ele deve gostar por um bom tempo, e o que me deixa mais chateado é que ele nunca me falou isso, ele nunca falou sobre gostar de alguém ou está saindo com alguém, mas agora está explicado suas saídas de casa e o estranho comportamento do Yago comigo quando eu citava as minhas conversas com o Cássio.

Alguém bate na porta e entra no meu quarto, é o Breno:

-Lu, você tá bem? -ele pergunta preocupado.

-Estou sim, obrigado por perguntar. E você, como está se sentindo? -eu pergunto a ele.

-Estou me sentindo mais confiante, tomei coragem e já chamei um menino da minha escola no Instagram e estamos batendo um papo online. -ele respondeu orgulhoso.

-Uou, ninguém mais segura você em Don Juan. -falo sorrindo.

-Estou na ativa agora. -ele diz. Bom, agora vou deixar você em paz, se quiser conversar é só chamar.

-Obrigado Breno, de verdade.

Ele me dá um sorriso e vai embora. No fim da tarde escuto alguém na porta e quem entra agora é o meu pai:

-Está tudo bem Bambi? -ele pergunta atencioso.

-Tudo sim pai. -eu respondo enquanto sento na cama e enxugo meus olhos.

Ele se aproxima e senta do meu lado e me abraça, me sinto protegido:

-Você sabe que qualquer pessoa que o machucar de alguma forma vai entrar na minha lista negra não é? -ele fala.

-Pai, por favor, eu não sou um bebê... e ninguém me machucou. Só estou sendo dramático.

-Bambi, eu posso não está aqui o tempo inteiro, mas eu conheço você muito bem, isso não é drama, eu conheço o seu drama: é feito de palavras grandes demais que você aprende nos seus livros antigos, você usando preto todos os dias e chorando dramaticamente pela casa. -ele diz sorrindo. Você fez isso quando não deixamos você comprar um coelho como bichinho de estimação, ou quando você pediu para ir naquele show, ou quando você...

-Ok pai, eu entendi o ponto... -interrompi ele e sorri.

-Isso não é drama, isso é você machucado, eu reconheço isso, desde quando descobri o que aconteceu com você quando era mais novo, você fica calado e isolado, e você está do mesmo jeito, machucado, talvez não como daquele jeito que você esteve quando era mais novo, nunca daquele jeito se eu poder fazer algo sobre, mas algo ou alguém deixou você desse triste, e você sabe que sempre pode contar comigo, não é?

-Eu sei pai, e eu agradeço, mas isso vai passar. O senhor sabe que nada me deixa para baixo por muito tempo... -digo e dou um sorriso com os olhos lacrimejando.

-Ok filho, mas se precisar de alguém para fazer essa pessoa sofrer é só me dizer.

Solto uma gargalhada e falo:

-Pai, eu estava com saudades...

-Ninguém mais do que eu sente saudades de vocês. -ele me dá um beijo na testa e me abraça.

Ficamos conversando sobre o casamento do Jonas e Ane, depois de um tempo minha mãe entra no quarto com uma pizza e deita na cama com a gente e passamos o resto da noite conversando e eles contando histórias sobre a juventude deles. Na hora de dormir pergunto se posso dormir com eles e pego meu travesseiro e sigo eles para o quarto:

-O Breno já está dormindo? -pergunto a minha mãe.

-Não, os pais dele chegaram mais cedo do que o previsto e eles levaram ele para o AP que alugaram. Ele é um bom menino, não é? -ela pergunta.

-No começo ele é um pouco difícil de conviver mas no final das contas ele é um bom menino, sim. -respondo e sorrio por dentro.

A sexta-feira passa como um estalar de dedos: mais um dia não vou para escola e passo o dia em casa com meus pais. No sábado de manhã acordo com barulho vindo do quarto do meu irmão e vou até lá, quando entro está meu irmão procurando algo no guarda-roupa e o Guga jogado na cama olhando o celular:

-Bom dia. -eu anuncio entrando.

-Bom dia Luquinhas -o Guga responde.

-Ah, bom dia maninho -fala o Jonas e pergunta. Você não viu por acaso onde eu deixei aquele negócio por aqui não né?

-Que negócio? -pergunto arqueando a sobrancelha e já sei qual é a resposta.

-Ah, aquele negócio... é tipo uma planta e... -ele começa tentando explicar e o Guga começa a rir e eu rio junto.

-Você quer saber se eu vi o saquinho com maconha que você deixou aqui em casa? -pergunto sério.

-É... deixa para lá. -ele fala todo errado.

Eu ando até o gaveteiro dele e abro a última gaveta, coloco meu braço até o fim e puxo um saquinho.

-Foi aqui que escondi quando a Dorota estava arrumando seu armário. -digo sorrindo.

-Valeu maninho, te amo! -ele fala e me abraça tirando do chão.

-Ok, me solta agora. Só não vai ficar loucão no dia do seu casamento, por favor. -eu falo saindo do quarto. Chegando na cozinha a Dorota não está então vou até o quarto em que ela fica e bato na porta e ela diz para entrar:

-Estou tentando dá um jeito nesse sapato do Jonas, ele deixou jogado pela casa e agora tá empoeirado. -ela fala.

-Dorota, você quer me acompanhar hoje no casamento? -eu pergunto.

-É claro que sim. Eu já iria de qualquer jeito, seria uma honra ser sua acompanhante. -ela responde carinhosamente.

-A honra é toda minha cara senhorita. Ok então, vou ver o quê os meninos estou aprontando, nós vamos sair atrás do carro que vai levar o Jonas, então, as 16:00hrs já vou está pronto. -eu informo e vou embora.

Subindo as escadas já sinto o cheiro de maconha no ar e entro no quarto tampando o nariz:

-Sinceramente, vocês dois parecem dois adolescentes...

-Olha só, falou o senhor de 17 anos. -caçoou o Guga.

-Posso ter 17 anos mas sei fazer coisas que só um adulto poderia fazer, e você sabe disso. -digo maliciosamente e ele me lança um olhar safado.

-Ok, vocês vão querer que ajude na hora de limpar a pele? -perguntei.

-É claro que sim maninho. Sempre... -o Jonas começa a falar mas perde o fio da meada.

-Então vamos começar: eles fazem a barba, depois disso passo máscara de argila, esfoliante e creme hidratante no rosto deles, o Guga fica pronto antes do Jonas porque a pele dele não é tão oleosa como a do Jonas e seu cabelo baixinho não precisa de cuidado, mas meu irmão passa tempos dando um jeito no cabelo e quando termina tento passar algo para o rosto dele não parecer tão oleoso. As 16:00hrs estamos todos prontos: no primeiro carro vai o Jonas e o Guga que é o seu padrinho e no segundo carro, eu, Dorota e meus pais. Chegamos na igreja e tudo está muito lindo, a família da Ane que ficou responsável pela organização, quando entro com a Dorota a tiracolo falo com o Breno bem rapidinho, estamos sentado por um bom tempo e escutamos um movimento que significa que a noiva já chegou:

-A Ane não chega atrasada nem no próprio casamento. -diz a Dorota e quando nos viramos para olhar ela entrando eu vejo no último banco, no final da igreja, o Cássio, me olhando, eu viro para a frente e lembro que eu próprio tinha convidado ele mas nunca imaginei que ele teria a cara de pau de vim para o casamento depois de tudo aquilo. Depois disso passo o resto da cerimônia com aquilo na cabeça. Na hora de ir para o local da recepção subo correndo no carro e vejo que ele está tentando falar comigo mas com a multidão ele não consegue passar, grito pela Dorota, meus pais e o Guga que vai no carro agora e vamos para a cerimônia, chegando lá passo o tempo todo olhando ao redor para ver se o acho mas nunca o acho, o que é ótimo, começo a beber o champanhe que é servido e começo a relaxar um pouco: parentes e amigos distantes falam comigo, dizem lembrar de mim quando criança e eu passo boa parte sentado com a Dorota, vejo de longe o Jonas com o maior sorriso no rosto, feliz como uma criança e estou feliz por ele, peço licença da mesa e vou dá meus parabéns a eles:

-Obrigado maninho, de verdade. -ele diz com carinho.

-Agora, juízo e começa a se comportar como adulto. -eu digo sorrindo.

-Não se preocupa, agora vou dá um jeito nele. -a Ane fala sorrindo e eles dão um selinho.

Quando estou indo de volta a mesa, alguém muito grande pega no meu braço e me para:

-Lucas, eu preciso falar com você... -escuto a voz grave do Cássio falar e quando levanto o rosto e olho na cara dele sinto meu estômago embrulhar.

Ele me puxa um pouco para o lado:

-Cássio, eu não tenho nada para falar com você. -eu digo e tento me sair mas ele me segura.

-É claro que tem, eu preciso me explicar a você.

-NÃO! Você não precisa, você vive a sua vida do jeito que você quer, sai com quem você quiser, você não me deve nada Cássio, afinal de contas somos apenas vizinhos, não é verdade, você nunca foi meu amigo.

-É claro que eu fui seu amigo Lucas, eu ainda sou seu amigo, eu ainda quero ter sua...

-Amigos falam a verdade, contam segredos... Meu Deus, eu fui muito inocente, contava tudo sobre todos aspectos da minha vida para você, parecia um idiota, toda vez que eu algo acontecia na minha vida eu saia correndo e contava para você e eu achava que você me via como uma pessoa mais nova e tentava me dá conselhos mas só agora eu vejo, que enquanto isso você me via como um cachorrinho carente, como uma pessoa necessitada de atenção e durante isso tudo você tava fodendo com meu melhor amigo e nem ao menos falava que tava saindo com alguém. Você é o babaca e idiota da história Cássio. Você! -falei quase gritando. E você ainda tem a coragem de vim até aqui e me encurralar no casamento do meu irmão...

-Era o único modo que achei de conversar com você Lucas! EU ligo e você não atende, eu fui na sua casa e seu pai me disse para deixar você em paz, a Dorota não quer mais passar minhas mensagens para você... o que eu poderia fazer? -ele falou com um tom de voz alto e frustrante.

Eu tento me soltar mas ele me segura:

-Me SOLTA Cássio! -eu falo alto e nesse momento vejo duas pessoas vindo.

-Algum problema? -escuto a voz do Patrick e vejo que ele tá acompanhado do Guga.

-Não é nada... -o Cássio começa a dizer mas o Guga interrompe.

-A pergunta não foi direcionada a você grandão... Tá tudo bem Lu?

Eu enxugo o rosto e faço que sim com a cabeça:

-Ok, você precisa ir embora Golias. -o Patrick fala com a voz firme e aponta para o Cássio.

-Eu só quero explicar algo ao Lucas... -o Cássio começa a dizer porém é interrompido pelo Guga mais uma vez.

-A única coisa que você quer é dá o fora daqui.

Vejo Patrick acompanhando ele até o estacionamento e ele volta:

-Tá tudo bem mesmo priminho?

-Está sim, obrigado Patrick. -digo isso e ele me abraça.

-Qualquer coisa é só chamar. -ele falou e vai embora em direção a mesa dele.

-Não vai me agradecer não? -perguntou o Guga com a voz divertida.

-Obrigado a você também Guga. -falo com ironia.

-Não mereço um abraço? -ele pergunta

-Só depois que você me conseguir uma vodca com energético. Quero ficar transtornado hoje.

-É para já Luquinhas. -ele diz e se direciona ao bar. Ele volta com dois drinques na mão, depois dessa ele volta com meia garrafa de tequila e dois copos de dose e começamos a virar, a balada começa e quando vejo estamos na pista dançando todos os clichês que se toca em festa de casamento. Quando estou ficando um pouco mais sóbrio olho ao redor e não encontro os meus pais, apenas a Dorota ao longe acenando para mim:

-Lucas, eu já vou, seus pais já foram a muito tempo, você sabe que eles dormem cedo... Você ainda vai ficar e pedir um uber para casa mais tarde ou vai agora?

-Acho que vou ficar, estou me divertindo pela primeira vez em dias! No final pego um uber ou até mesmo vou dormir no AP do Patrick ou do Guga.

-Ok então Lucas, juízo viu... -ela me dá um beijo na testa e entra no carro.

Volto para o bar e tomo outra dose de tequila e continuo a dançar com o Guga. Horas depois ele pede um uber:

-Guga, posso dormir no seu AP hoje? -pergunto com a voz manhosa.

-Sempre que quiser Luquinhas. -ele responde.

Começamos a nos pegar ali no banco de trás do carro mesmo, tinha esquecido como o Guga beija bem, a promessa que eu fiz de nunca ficar com ele de novo foi esquecida tão rápido quanto a viagem, descemos do carro e corremos para dentro do prédio, a viagem do elevador inteira foi carregada de beijos e apertos, cambaleamos até a porta e entrando no AP começamos a tirar a roupa, quando ele tira sua gravata eu agarro antes de cair no chão e coloco em mim, estamos os dois completamente pelados com exceção da gravata dele folgada no meu pescoço, ele me pega no colo e me leva para o quarto e me joga na cama dele.

Ele começa a chupar meu pau e coloca seu dedo indicador na minha boca e eu chupo e deixo babado e segundos depois o sinto colocando no meu cuzinho, começo a gemer alto e ele coloca sua outra mão na minha boca, minutos depois ele para de me chupar e eu fico por cima e começo o meu trabalho: começo a chupar seu saco lisinho como sempre, depois passo a chupar a cabecinha do seu pau, passo a língua na glande e ele começa a gemer incontrolado.

-Puta merda, tinha esquecido o quanto você é bom nisso... -ele fala gemendo.

Sorrio com o seu pau na boca, faço garganta profunda e ele começa a foder minha boca. Depois, volto a chupar suas bolas e vou descendo, levanto suas pernas e ele faz uma cara de surpreso, deixo ele de frango assado na ponta da sua cama e abro a polpa da sua bunda e lá no meio vejo seu cuzinho rosinha e com um pouco de pelo ao redor, sem nem pensar coloco a boca ali e começo a chupar:

-Caralho Lucas, puta que pariu... que porra é essa? -ele diz delirando.

Cuspo bem no meio e depois começo a foder com a minha língua, ele começa a gemer mais alto e me puxa pelo cabelo e me dá um beijo e diz:

-Agora é a minha vez...

Fico de quatro e momentos depois sinto sua boca no meu cu:

-Seu cu sempre vai ser o meu favorito de comer... tem gosto de morango, essa porra. -ele me dá um tapa na bunda e eu grito de tesão.

-Isso putinho, grita para o seu macho.

-Me fode, eu imploro.

Sem nem ao menos pensar ele cospe no meu cu e enfia seu pau com tudo, dou um grito alto e ele tampa minha boca mais uma vez, me coloca de frango assado e continua a me foder:

-Me enforca com a sua gravata... -eu digo e ele aperta o nó na minha garganta e começa a puxar.

Eu começo a perder o ar e ele soltava, quando perdia o folego e parava de gemer ele soltava, comecei a punhetar o meu pau:

-Isso putinho, goza com esse pau no seu rabo, goza...

Depois de uns segundos sinto o gozo vindo e começo a gritar e ele colocar seus dedos na minha boca e engasgo nele, ele para de bombar e me coloca para chupar seu pau e goza tudo na minha boca, aos gritos ele começa virar os olhos e se joga em cima de mim, engulo o seu leitinho:

-Puta que pariu Lucas, você me deixou quebrado... que loucura foi essa?

Eu sorrio e fico de bruços, ele me leva para o chuveiros, ele me chupa de novo no box, eu gozo na sua boca, tomamos banho e voltamos para a cama. Deitado lá eu penso no que aconteceu no casamento e lembro do Cássio: quem se importa com aquele babaca? Eu sou jovem, esperto, carismático, bonito... Não preciso de alguém que prefere passar os fins de semana em casa assistindo TV e tomando café na padaria do bairro. Eu preciso me divertir, sair de casa, ir para festas... e é isso que vou fazer a partir de hoje. Ninguém me segura!


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Comentários

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13/12/2017 20:16:58
Sinceramente acredito que o Cássio não transou com o Yago não,penso que ele só dormiu lá após após a festa pois estava tarde ai ele deve ter topado com o Cássio ao sair e ficaram conversando e ficou tarde e nisso o Cássio acabou convidado ele pra passar a noite lá mas como hóspede,só isso.E como assim vc vai parar esse bela estória por um tempo não é justo comigo,pesso a vc que conclua ela depois vc começa as outras.
13/12/2017 19:18:33
BEM FEITO. VC TEVE O QUE MERECEU. CÁSSIO DEVIA TER FEITO IOR. MAS DE FATO, YAGO NUNCA FOI SEU AMIGO. SE FOSSE NÃO TERIA FEITO O QUE FEZ. CÁSSIO ESTAVA MACHUCADO E CARENTE E COM CERTEZA YAGO DEVE TER SE APROVEITADO DISSO. MAS TRAIÇÃO É ALGO QUE NÃO PERDOO NEM APÓS A MORTE. SE BEM QUE VC E CÁSSIO NÃO ERAM NAMORADOS. MAS HOUVE TRAIÇÃO SIM. MAS VC SÓ ESTÁ RECEBENDO DE VOLTA TUDO O QUE FEZ COM OS OUTROS. INCLUSIVE COM O PRÓPRIO CASSIO QUANDO ESTAVA COM O GARÇON. BEM FEITO PRA VC DEIXAR DE SER BABACA. ESPERO QUE CÁSSIO E YAGO SEJAM FELIZES.


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