Par Perfeito : Ne, minha namorada ninfeta (6) na casa dos pais DELA - parte 2

Após assistir - e PARTICIPAR - daquela loucura com a Ne no quarto dela, na casa de seus pais, que ESTAVAM NA CASA, inclusive com familiares!!! - eu fiquei louco...

O quarto dela bem quente, ainda que com o ventilador de teto ligado (mais para fazer barulho que para refrescar) e a janela dupla com a seção de vidro totalmente aberta, para 'aliviar' um pouco o calor do ambiente, mas a de madeira cerrada (claro! Para que não fôssemos vistos da janela porém, com os vidros abertos, não impediria que ouvidos atentos nos descobrissem, o que depois que saímos do quarto me trouxe a desconfiança que o cunhado dela poderia ter nos escutado)...

Eu, apesar de vestido, e começando a suar, estava ainda mais 'seco' que Ne, toda suada, seus longos cabelos pretos parcialmente úmidos (totalmente do meio pras pontas) parecendo que a viaapós um banho, molhados e grudando nas costas; aquele corpo gostoso dela com algumas gotas de suor que escorriam por entre seus seios eriçados e suas coxas roliças, e sua bucetinha melada brilhando do seu gozo que a tinha consumido há pouco...

Muito tesão no ar e, enquanto ela relaxando da sua gozada intensa, eu 'vibrava' (quase isso) de tão excitado e já não pensava direito nem estava mais tão temeroso quanto antes...

- Você quer também, né? - me pergunta Ne percebendo que continuo excitado enquanto ia agarrando e alisando ela, e já começava a tirar minha camisa...

Não queria mais saber de nada...

- Estava me segurando, afinal aqui é perigoso, mas quero, tesuda. Vem... - respondi enquanto Ne se retorcia e rebolava sua bunda ali sentada na cama à minha frente comigo apertando meu pau ainda dentro da calça...

Agora era eu quem queria comer ela, não me aguentava mais...

Ne ainda se tremia um pouco e estava 'molinha' do gozo (que, pelo visto, tinha sido tão intenso quanto demonstrou - tudo que eu queria) mas, apesar da provocação, tentava negar falando que os pais dela estavam ali, que já tinha um tempo que estávamos no quarto que precisávamos nos refrescar um pouco rs... enquanto eu retrucava que a porta estava trancada, e que já que tínhamos aprontado aquela loucura toda - como que a lembrando do que havia acabado de fazer ao entrarmos ali... - então... porque não terminar? rs...

Ela negava mas o tesão estava presente por mais que o racional quisesse/tentasse o contrário; e continuava a me provocar, se esfregava em mim e eu sentia aquele corpinho gostoso e ainda quentinho do gozo e do esforço dela em gozar pouco antes, e meu pau não descia. Minha vara continuava ali bem dura entre nós a cutucar sua bunda. Ainda que dentro da calça, pois continuávamos sentados, a impressão que dava é que iria rasgar o tecido e se meter dentro dela a qualquer momento.

Já sem camisa, eu agora desafivelava o cinto como dava e abria o botão da calça, tentando puxar o zíper pra baixo, esmagado por Ne que continuava a se esfregar em mim...

- Delícia, vamos transar. Não aguento mais... - falei me levantando rapidamente dali e abaixando as calças...

Ne se levantou e disse que era melhor sossegarmos porém com uma cara de diabinha daquelas... preferi assumir de outra forma e, independente dela (parecer) resistir, meus arroubos de macho me impediam de parar com tal oportunidade (eu pensava agora foda-se; com a porta fechada eu vou - ao menos - te comer um pouquinho) e, agora já quase nu, só vestido com minha cueca slip, comecei a agarrar aquela gostosura.

Meu jeito de 'polvo' (como eu mesmo nomeava) a agarrava inteira - Ne, e também algumas outras mulheres com quem estive antes, me diziam adorar aquilo, e que se sentiam como se fossem várias mãos, braços e pernas envolvendo seu corpo... #ficaAdica ;-)

Eu não desgarrava dela, cheirando e mordendo sua nuca, lambendo suas orelhas (o que a deixava toda arrepiada - e tesuda) enlaçando sua cinturinha e apertando seu corpo contra o meu pra que ela sentisse meu pau duro cutucando a região baixa da barriguinha dela... e então Ne, entre seus momentos de (alguma) lucidez e devaneio, começou a ora me descer a cueca ora tentar me travar.

Percebi seu joguinho e ia conduzindo também nossa farra, agarrando e beijando muito aquela ninfetinha que tanto me atiçava... Aos poucos a 'resistência' dela se ia e Ne se liberava aos meus avanços. Era visível que estava novamente muito excitada e eu continuava apertando ela (agora inclusive - muito - na sua bunda redondinha e arrebitada, apertando suas nádegas, inclusive uma contra a outra - pra que também espremesse sua buceta, que me impedia de tocar, e atiçasse ela mais indiretamente). Sabia que provocando de forma cada vez mais intensa, minha putinha não suportaria muito tempo e fazia minha parte naquele tortura percebendo seus gemidinhos baixinhos (ela vinha em meus ouvidos com as mãos fechadas sussurrando algo como não podemos, seu puto, está me deixando louca mas não dá, páaaaaara, gostoso, eles estão aqui fora e podem ouvir, páaaaaaaara) enquanto também já cedia se roçando em mim e eu a puxava o tempo todo contra mim, agora sentando em sua cama e a obrigando a sentar em meu colo de frente pra mim, com sua buceta perceptivelmente encharcada (senti, em pouco tempo, o calor e a umidade da calcinha ensopada melando minha calça - PQP!!! Era tesão demais)...

Comecei a tirar o que restava de sua roupa enquanto apertava e continuava a atiçar o tesão naquele corpo todo dela e, mesmo ainda com suas negativas, falei pra ela que não queria saber, que eu estava tarado demais nela e precisava aliviar toda aquela tensão da conversa com os pais dela e ia comer ela mesmo, ali mesmo, quisesse ou não; ainda que à força... isso a deixou brevemente com cara de assustada num momento e logo depois de safada... putona tesuda você, Ne!

Nesse tempo éramos interrompidos vez ou outra, principalmente pelo sobrinho dela (há de se dizer, um garoto muito bacana - mas naquele momento não estava colaborando com a gente rs) ou pela irmã que a chamava mas continuávamos naquele crescendo (como os momentos musicais de uma ópera - o Bolero de Ravel é bem assim)... Ne se recompunha como dava, voltando a se vestir minimamente (nada de calcinha e sutiã rs) e saía do quarto me deixando ali esperando ela, com meu pau que não descia rs... Logo voltava e eu continuava naquela brincadeira de gato querendo comer a rata RS 😈... Numa das saídas dela falei pra ela veja se pode pedir pra sua irmã deixar a gente namorar um pouco e, não sei o que a Ne fez/falou, mas tivemos um tempo maior pra gente e continuamos...

- Vai me abusar agora, é? Vai me estuprar, seu safado?

- ...do jeito que você está isto nunca seria um estupro, putinha!

Naquele momento Ne se entregou e, sem mais conversa, começamos a voltar (ela) a se despir e eu terminar o que faltava.

Deitamos na cama dela e logo estava guiando minha piroca, pincelando sua buceta e, antes mesmo dela protestar pedindo pra meter, logo metendo naquela gulosa com minha pica que, de tão melada que Ne estava, deslizava gostoso naquela 'caverninha' quente e úmida dela...

Era uma rapidinha tesuda onde eu metia com força (queria socar gostoso meu pau nela e saciar meu tesão rápido - sem mais interrupções - e assim fazia, investindo com força naquela bucetinha encharacada) e Ne virava os olhos e continha os gemidos como podia - Ne era um bocado escandalosa quando o tesão era intenso mas ali se continha como podia... até que (acho eu) ela não se aguentou muito - ambos estávamos muito atiçados pelo tesão e pelo proibido (na casa dos pais dela, e com não só seus pais ali mas também outros da família) - e acabou se contorcendo forte e espremendo deliciosamente sua xana no meu pau...

Delirei, adorei assistir ela perdendo o controle e se deixando gozar rapidinho; e então ela me surpreende...

- Não pode só eu gozar, né?

Olhei pra ela um tanto surpreso e disse que estava tudo bem, e que estava mesmo muito arriscado o que estávamos fazendo; mas ela não desistiu e falou que agora era minha vez com um sorrisinho safado naquele rosto lindo... Meu pau que não amolecia logo era tomado em sua boca.

Ne me chupava e vinha me beijar profundamente na boca dizendo pra eu provar que gostoso eram nossos 'sabores' misturados enquanto me punhetava um tanto sem jeito, mas com força; para então voltar a me 'mamar'... aquela 'bezerrinha' estava com fome mas eu queria o bolo todo não só a cereja... e logo voltei a deitá-la sob mim e metia novamente nela.

Agora com mais força ainda, um tanto rápido... por duas vezes meu pau dobrou - o que dói pra caramba! - nessas arremetidas; mas não queria saber... respirava e voltava a meter minha vara que não amolecia mesmo nestes dois erros de alvo rs... Seguia tirando e entrando nela, vez ou outra, ficava na entrada da xota dela, voltando a pincelar para então meter de novo... pensava que queria gozar fora e melar ela toda em sua barriguinha gostosa, o que contei pra ela.

Ne falou que também queria gozar, não exatamente reclamando pois me olhava, e então acelerei o que mais podia... vez ou outra a cama batia de leve na parede e estava louco (e complicado) aquilo mas segui assim... até que Ne se arqueou toda, virou os olhos, respirou fundo, fechou os olhos abrindo sua boca num gemido que não saía, apenas saía sua respiração ofegante, e gozooouuuuu...

Nossa! Lembro daquela cena até hoje e então não me aguentei, sentia que vinha em seguida... arranquei meu pau como pude dali, e comecei a gozar (soltando alguns jatos - o que me é raro quando ejaculo) e, também um tanto assistia Ne me olhando satisfeita, inclusive com um dos jatos indo e seu rosto e cabelos; enquanto me enlaçava pelas coxas por trás e as subia por minhas costas me obrigando a descer sobre ela e terminarmos aquela loucura em loucos beijos enquanto meu leite ficava se esfregando entre nossos corpos....


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Comentários

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29/06/2020 15:34:32
fiquei feliz por vc ter gostando de minha historia!!! Foi uma fase intensa em minha vida!!!
25/06/2020 18:06:59
Bela história de sexo. adoro.
25/06/2020 18:05:48
Queria participar nessa sessão de sexo.

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