Minha chefe viuva - Parte 1

Um conto erótico de Baskerville
Categoria: Heterossexual
Data: 08/07/2010 00:40:13

Dona Roseane casou-se muito nova com um homem bem mais velho e muito bruto para ela. Ficou viúva aos trinta e nove anos, dois antes de conhecê-la. Era uma mulher de semblante triste sempre com o olhar perdido, e, segundo me contou depois, vivia sentindo pena de si mesma pela juventude perdida.

Embora houvesse perdido a vaidade durante os anos de casada, sempre foi muito charmosa. De pele clara, baixinha, até mesmo para mim que tenho apenas 1.65m, é dona de um lindo par de olhos cor-de-mel habitantes de um rosto que não esconde sua idade. Mas mesmo assim linda.

Foi minha chefe por um curto período de tempo quando eu lecionava numa repartição pública próximo ao centro de Natal-RN. Como morávamos perto ela sempre me deu carona mas, de início, dificilmente tratava comigo assuntos que não fossem profissionais. Resolvi, então, começar a falar sobre minha vida para ela dando a entender que aquilo era apenas pra não faltar assunto durante o nosso percurso juntos. D. Roseane também começou a se abrir pra mim e com o tempo passamos a ser muito íntimos. Infelizmente ela deu a entender que me estimava como um filho (na época eu tinha 21 anos).

Certo dia, quando voltávamos para nossas casas, ela reclamou que estava com problemas no computador e o filho dela, que entendia muito de informática, estava em Recife de férias na casa dos avós. Prontifiquei-me a ajudá-la visto que também entendo bastante do assunto. Ela aceitou e fomos para sua casa.

Resolvido o problema (que por sinal era muito simples) ela me chamou para jantar. Não tive como negar pois o prato era um dos meus favoritos: lasanha de camarão. Depois ela me pediu que, se não fosse incomodo, ficasse lhe fazendo companhia. É claro que aceitei na hora.

Ficamos conversando juntos no sofá até que ela disse sentir uma forte tensão no pescoço. Propus massageá-la. Ela apenas se virou de costas pra mim e levantou os longos cabelos negros e lisos. Quando toquei seu pescoço e sua orelha ela deu um forte suspiro motivando-me a avançar um pouco mais naquela massagem.

Mas antes que pudesse encostar meus lábios em sua nuca ela pegou uma das minhas mãos, beijou-a e passou a acariciar o rosto. Vendo aquilo puxei-a de encontro ao meu peito, exalei com gosto o perfume do seu pescoço e dei-lhe um beijo na boca enquanto meus braços já se entrelaçavam ao redor da cintura dela.

- Isso é errado. - Sussurrou D. Roseane. - Você é apenas um menino.

- Não sou mais considerado um menino pra muitas coisas.

- Mas você é muito novo pra mim.

- Já seu marido era muito velho, mesmo assim não foi um bom esposo.

Não houve mais palavras. Já tinha desabotoado o paletó feminino que ela usava e pude contemplar melhor aquele discreto decote que Roseane usava numa blusa branca. Ela ficou de frente pra mim deitada por cima. Não perdi tempo para acariciar aquela bunda durinha, proporcional ao seu corpo. Minha língua invadia a boca dela ensaiando o que logo mais faria com a sua boceta.

Comecei a levantar a saia dela. Senti suas coxas grossas, distanciando-se cada vez mais uma da outra enquanto a saia subia. Levantei meu tronco com as pernas dela ainda entrelaçadas em mim e nossas bocas coladas. Tirei a blusa dela observando aqueles seios avantajados, dentro do sutiã, pedindo para serem libertos e explorados ao mesmo tempo com carinho e voracidade.

Pus minha mão direita dentro do sutiã de Roseane puxando o seio esquerdo para fora. Fiquei mordiscando e lambendo o mamilo dela enquanto também desvencilhava o outro seio. Ora chupava um enquanto minha mão acariciava o outro e vice-versa. Subia lambendo o pescoço dela, beijava-a na boca e voltava para baixo. A mão de Roseane envolvia minha nuca forçando levemente minha cabeça em direção àqueles lindos peitões. Naquele momento meu pau estava mais duro que rocha.

Ela disse para irmos até o quarto que ficava no primeiro andar. Carreguei-a nos braços e fomos em direção à escada. Ela era muito leve, devia ter uns cinquenta quilos.

Enquanto subia com ela, coloquei-a no chão num dos degraus e tirei minha camisa e tênis. Deixei-a de costas para mim onde tirei por completo o sutiã que já não mais cobria os seios dela, fui beijando suas costas, descendo, enquanto subia o restante da saia até mostrar a bunda dela por completo. Minha boca ocupou-se da parte de trás enquanto minhas mão dedilhavam a xaninha dela por fora da calcinha já bastante molhada.

- O que você tá fazendo? - Peguntou ela gemendo apoiada no corrimão.

Estava claro que o falecido esposo de Roseane jamais tinha chupado ela. Baixei sua calcinha com os dentes, beijei a bundinha dela e depois virei-a de frente. Fiquei ainda mais excitado ao sentir o perfume que saia do meio das pernas dela. Lambi, chupei, explorei até onde pude com a língua aquela boceta maravilhosa. Girava os dedos explorando de todas as formas a grutinha dela, brincava com o clítoris... Ela ficou superexcitada quando passei a lamber a região que fica entre a xana e o cuzinho dela. Foi só enfiar os dedos molhados naquele rabo delicioso pra que implorasse para fodê-la.

Pus ela de costas novamente, baixei as calças, coloquei a camisinha, e fui comer aquela sereia numa das minha posições favoritas. Fui metendo naquela boceta apertada brincando com os dedos na parte da frente da xana dela enquanto com a mão livre a envolvi pela cintura onde nossos corpos suados ficaram grudados. Eu a empurrava para frente e ela para trás numa força descomunal. Ainda com força, porém devagar, começamos o vai-e-vem. Conforme Roseane ficava mais molhadinha nossos movimentos aceleravam cada vez mais e mais. Gozamos praticamente juntos. Ela quase caindo da escada e eu urrando como um louco. Avancei sobre as costas dela, beijando seu pescoço e depois ficamos de frente onde ela provou minha boca temperada com o gosto da própria boceta. Logo meu pau estava novamente em pé.

No banheiro lavamos um ao outro. Ela disse que nunca havia sido chupada e que aquela sensação era muito boa. Disse que, se ela me deixasse dormir em sua casa, iria experimentar muitas coisas novas. Ela topou.

Desliguei o chuveiro e, ali mesmo no box, ela fez o seu primeiro 69. Noooossa!!! A sensação da boca dela no meu pau era maravilhosa. Ela lambia a cabeça muito bem e acariciava meu saco de uma maneira sem igual. Lambi novamente com gosto a xaninha dela e pela primeira vez minha língua provou do cuzinho dela. Roseane perdeu a concentração na chupeta que fazia e por várias vezes seus dentes machucaram meu pênis. Quando senti aquela gruta bem molhadinha novamente saí de baixo para comê-la de quatro.

Rocei, girei, pincelei a cabeça da minha pica na entrada da boceta dela. Enfiei dessa vez com mais gosto que da primeira e comecei entra e sai com ela mais solta ainda rebolando no meu pau.

Chamei Roseane de safada e ela me pediu para xingá-la pois se excitava ainda mais ouvindo baixarias. Embora, naquele momento, pra mim ela fosse minha deusa, rainha, sereia... Deveria fazer a vontade dela e chamei-a de puta, vagabunda, cachorra... Disse que iria comê-la a noite toda de tudo quanto era jeito que eu quisesse e que não adiantaria de nada ela negar ou reclamar. Passei a fodê-la com força puxando os cabelos dela. A mulher enlouqueceu e quase me derrubou tamanha era a força que ela rebolou no meu pau gozando. Logo mais eu gozei também e tivemos novamente de tomar outro banho.

Não dormimos e, exaustos como estávamos no dia seguinte, não fomos trabalhar. Dona Roseane disse para não me preocupar já que ela era minha chefe.

No próximo conto relatarei sobre quando fizemos amor na praia ao ar livre e comi o cuzinho dela pela primeira vez.


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Comentários

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07/10/2019 20:10:10
Amei legal continua assim obrigado
28/07/2010 00:55:28
me adc no msn
10/07/2010 13:17:58
ADOREI O CONTO,MUITO EXCITANTE NOTA 10
10/07/2010 06:00:59
Estou de acordo que fazer amor com uma mulher carente seja muito bom.Nada melhor para um macho sentir que sua fêmea goza o acto sexual.
08/07/2010 18:18:16
muito bom, é sempre maravilhoso tranzar com uma mulher que embora tenha vivido um pouco mais que a gente, nao tenha muita esperiencia, maravilha de conto


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