Olá, Somos Mario e Patrícia, ambos 37 anos, casados a quase 18 anos, escrevo texto onde relato da forma mais precisa possível as experiencias que estamos tendo desde que resolvemos realizar nossas fantasias cuckold (corno manso e hotwife).
Era sábado e tínhamos ido a uma cidade participar de uma evento social. Patrícia estava linda, um vestido tomara que caia azul escuro, com um decote ousado, usava um sutiã invisível, daqueles que colam nos seios, dava a impressão de estar sem, a calcinha, de fato estava sem, segundo ela para não marcar o vestido.
Por volta da 00:00h resolvemos deixar a festa e ir para o Hotel, o fato dela estar sem calcinha estava martelando na minha mente e pulsando na minha cueca, hehehe…
De longe avistei que um rapaz caminhava sozinho na calçada e a rua estava deserta, fiz a proposta:
Amor, desça a parte de cima do vestido, fique com os seios de fora e vamos pedir uma informação para aquele rapaz?
Ela respondeu:
-Já começou né!? Vc quer?
Respondi prontamente:
-Sim…
-Então tá.
Ela pediu que eu abrisse o zíper do vestido nas costa e abaixou até a cintura, tirou o sutiã e puxou a barra do vestido até o final da coxa, em uma posição que quase se via a buceta dela, mas não dava pra ver realmente. Acelerei o carro e paramos ao lado do rapaz, ele aparentava ter uns 25 anos, um pouco moreno, cabelo curto e sem barba, carregava uma sacola que parecia ter algumas peças de roupa dentro, talvez voltasse de algum trabalho, abri o vidro e perguntei:
-Amigo, como faço para chegar no hotel Ibis?
O rapaz continuou na calçada, que era bem larga e ele estava próximo ao muro, iniciou uma tentativa de explicar a direção, percebi que daquela distância, não dava pra ele ver as condição que a Patrícia estava naquele momento. Então falei:
-Chegue mais perto por favor, não estou conseguindo ouvir.
O rapaz se aproximou, a luz do poste clareava o corpo de Patrícia, como ela é muito branquinha, e o interior do carro preto, seu corpo destacava naquele contraste maravilhoso. Quando percebeu o rapaz fez uma cara de espanto e se afastou um pouco e disse:
-Perdão senhor, não foi minha intenção…
Interrompi ele dizendo:
-Não se preocupe, não é a sua intenção, mas é a nossa.
Patrícia disse:
-Vem cá, pode chegar mais perto.
O rapaz ainda sem entender nada e com muito receio se aproximou da porta do carro, olhava o rosto e o corpo da Patrícia, olhava pra mim, e voltava a olhar pra ela. Eu pra quebrar o clima de medo disse:
-Delícia né!? Linda demais não acha?
-Sim, senhor. Muito bonita…
-Não precisa me chamar de senhor, dá uma pegadinha nos peitos dela pra você ver como são durinhos.
O rapaz meio sem jeito, hesitava em avançar, e Patrícia incentivou:
-Pode pegar meu bem, vai perder essa chance?
O rapaz começou a tocar nos seios dela ainda com certo receio, mas já se soltando um pouco, eu observava a todo momento se alguém estava por perto, mas a rua estava bem parada. Patrícia começou a tocar seu clitóris e gemer, o rapaz pegava nos seios, passava pelas coxas, tentava chegar na buceta mas Patrícia não permitia. Ela terminou de tirar o vestido pelos pés e ficou completamente nua, o rapaz não acreditava no que estava acontecendo.
Já mais relaxado, sugeri que ele tirasse o pau pra fora:
-Quer uma punhetinha amigo, tire o cacete pra fora aí, hoje é seu dia de sorte, minha esposa vai te dar esse presente.
O rapaz já estava louco, colocou a sacola que carregava sobre o teto do carro, desabotoou o cinto e a calça e tirou o pau pra fora.
A rola dele era bem mediana, até pequena na verdade, acredito que uns 12cm mais ou menos, mas pelo menos estava limpa, pelos aparados e sem cheiro forte, o que fez com que Patrícia apreciasse mais o ato.
Ela se ajeitou no banco e virou o tronco levemente para o lado dele, o rapaz estava na altura ideal, visto que ele estava em cima da guia da calçada e o carro estacionado bem próximo.
O pau do cara estava duríssimo, Patrícia abriu o porta luvas do carro, pegou um pouco de lubrificante e começou a punhetar o rapaz com uma mão e se masturbar com a outra, o rapaz se contorcia de prazer, pegava nos seios dela, passava as mãos no cabelo, nos braços, já estava relaxado e curtindo o momento.
Me aproximei e comecei a masturbar Patrícia, estava louco pra ligar a luz interna do carro, mas não fiz com receio de alguma aproximação.
Com as duas mãos livres, Patrícia virou mais um pouco pro lado do rapaz e começou a massagear o saco dele com a mão esquerda e acelerar com a direita, o rapaz tentou levar a boca da Patrícia no pau dele na intenção de ganhar uma chupada, ela resistiu e eu sinalizei com a cabeça pra ele dizendo que não.
O rapaz começou a respirar com mais intensidade, e percebi que o pau dele começou a latejar, Patrícia virou a rola dele um pouco para o lado procurando se livrar dos jatos quando a porra viesse, mas acho que a mudança de posição, diminuiu o estímulo e a gozada não veio.
Ela então limpou a mão na blusa do rapaz tirando um pouco do lubrificante e voltou aos trabalhos, eu já estava preocupado com a demora, mas não apressei os dois. Ela acelerou o ritmo e começou e começou a provocar o rapaz:
Dá essa porra pra mim vai… Goza pra mim, vai!!!!
Amigos, pelo menos em quantidade de esperma, depois dessa noite posso afirmar: Tamanho não é documento.
O rapaz voltou a respirar ofegante, seu cacete começou a latejar forte e uma chuva de porra que eu nunca tinha visto deu um banho na Patrícia, que não quis mudar de posição pra não acontecer o que tinha acontecido antes, o que ela fez foi só olhar pra cima pra não tomar na cara. Pescoço, busto, seios e as pernas da Patrícia, o banco do carro, a porta e até o painel ficaram sujos de porra, acho que ele estava de jejum sexual a um bom tempo, pois foi muita porra, com jatos impressionantes, muito fortes.
O rapaz pegou a sacola e se afastou um pouco para limpar a rola pra guardar na calça, eu acelerei o carro e seguimos em frente.
Fechei os vidros, Patrícia teria que seguir pelada, era impossível vestir roupa naquela situação, tinha porra escorrendo no seu corpo todo e não tinha como limpar. Parei em uma farmácia 24h, comprei lenços umedecidos, foi o que encontrei para ela improvisar uma limpeza básica e poder se vestir.
No final tudo deu certo, chegamos bem no hotel e ela foi se lavar. Até hoje nos divertimos com as lembranças desse dia inusitado.