Minha mãe, minha irmã e a festa de aniversário (6)

Um conto erótico de lobo curioso
Categoria: Heterossexual
Contém 7147 palavras
Data: 26/02/2025 11:54:59

CAPÍTULO 6 (Com um gostinho de pouco)

Lá estou eu, deitada na minha cama, nua, relembrando as imagens que tanto me impactaram neste dia maravilhoso e estranho, o dia do meu aniversário de dezoito anos!

Olhando para o teto, vejo passar aquelas cenas tão difíceis de esquecer e tão impensáveis ​​há apenas um dia. Lembro-me vividamente dos momentos em que descobri aquelas roupas sensuais das minhas meninas, seus vestidos que eu nunca tinha visto antes ou aquela lingerie sexy, sem falar quando elas se despiram na minha frente ou o momento em que eu fiz isso na frente delas, as oportunidades gloriosas de acariciar seus corpos magníficos, de poder beijar suas respectivas bocas, de finalmente sentir o corpo de sonho da minha irmã abraçado a mim, aquele momento inesquecível de tê-las ambas ajoelhadas aos meus pés me dando um boquete de sonho ou sem dúvida, o mais forte, quando tive a oportunidade de foder a mamãe. Porra, não acredito que meu pau está voltando à vida depois de todo esse desgaste, mas é inevitável ficar duro de novo lembrando de cada um desses momentos.

Fiquei assim por mais de uma hora, sem conseguir dormir, e então me lembrei que a mamãe devia estar com o celular carregando na mesa da sala. Aproveito que os dois estarão dormindo e vou verificar. Levanto-me furtivamente, sem me vestir, caminhando lentamente até chegar à sala de estar. Com certeza, lá está o telefone da mãe, totalmente carregado. Sento-me em uma das cadeiras e começo a olhar as fotos. Elas são incríveis. Mesmo que eu tenha vivido isso, tudo parece loucura ou um sonho. Em algumas apareço nua em primeiro plano, em outras os seios perfeitos da Carla, ou a buceta da mamãe quando estou comendo, depois há vídeos incrivelmente eróticos ou melhor, de cunho pornográfico, com cenas impossíveis, nas quais nem parece que fui protagonista de nenhuma delas... Volto, para curtir cada imagem, podendo aproveitar o melhor dessa noite, como aquela buceta da minha irmã em close que a mamãe tirou quando coloquei o dildo prateado nela. O corpo da Carla é incrível. Amplio a foto com os dedos para me deliciar com cada centímetro, cada cantinho, principalmente com sua pequena fenda, que mesmo inexplorada, será a delícia do primeiro pau que ali entrar. Agora que percebi, a câmera do celular da minha mãe mostra uma resolução incrível, porque ao aumentar a buceta da Carla você consegue ver claramente seu clitóris, sua abertura deliciosa e seus fluidos brilhando ao redor dele. É inevitável que enquanto com uma mão eu percorro as imagens na tela, com a outra eu comece a me masturbar diante de um espetáculo tão impressionante.

De repente levo um susto quando percebo que alguém está me batendo na cabeça atrás de mim. Eu viro minha cabeça. É minha irmã Carla que veio furtivamente e agora está atrás de mim. Ela está usando uma regata curta e justa que destaca seus mamilos e uma calcinha branca tipo tanga.

- O que você está fazendo? – ele me pergunta.

- Nada. – respondo, admirando novamente sua figura naquele traje que me parece tão provocante.

- Nada? Bom, parece minha buceta de perto... - ele diz, dando-me outro tapinha na cabeça.

- Pois é, eu estava calmamente revendo as fotos desta noite.

- E nua! – ele exclama, observando meu pau, que está novamente em sua expressão máxima.

- Droga, não pensei que você fosse me pegar.

- E se masturbando! – ele acrescenta, olhando para minha mão balançando suavemente meu pau. - E se a mamãe acordar? - ele acrescenta.

- Acho que ele também não vai ter medo de me ver nua, depois do que aconteceu hoje à noite.

Eu me viro apenas o suficiente para vê-la novamente. É realmente alucinante. Ele percebe minha paixão, sorri para mim e dessa vez não me dá um tapa na cabeça, mas um beijo leve na cabeça.

- Você está linda, Carla! – digo-lhe, olhando-o de cima a baixo.

- Cale a boca, idiota! – ele diz, colocando o braço em volta do meu pescoço e encostando a cabeça ao lado da minha para olhar as fotos comigo.

Porra, eu consigo sentir o cheiro dela, o toque do cabelo dela no meu rosto, e tenho uma vontade enorme de beijá-la.

- Lembrando o que aconteceu? – ele me diz.

- Sim. Você também não conseguiu dormir?

- A verdade é que não, não consigo tirar da cabeça tudo o que aconteceu.

Estou postando outra foto onde meu pau aparece em primeiro plano.

- Que forte! – ele diz ao vê-la e admirá-la pessoalmente lá embaixo.

− Shh, fique quieta ou você vai acordar mamãe! – Eu o aviso, vendo que ele está falando muito alto.

- É verdade. – ele me diz e dá de ombros, cobrindo a boca.

- Espero que ele não tenha ouvido, porque vamos ter uma confusão.

- Vamos vê-los em outro lugar?

- Para onde?

- Vamos para o meu quarto. – ela me diz, arrancando o telefone da minha mão e me dando o outro para que eu possa acompanhá-la até lá.

Eu pulo da cadeira ao sentir o puxão da sua mão. Já disse que observar a Carla é um exercício do qual a gente não se cansa, mas vê-la andar na minha frente com aquela camiseta pequena que ela usa para dormir e aquela calcinha minúscula numa bunda que é o cúmulo da perfeição, é algo que me deixa arrasado. Ela se vira por um momento para me ver segui-la, completamente nu, espantado e com o rabo balançando.

Chegamos ao seu quarto e ele me manda fechar a porta com cuidado. Então ficamos de frente um para o outro, observando um ao outro. Não perco nenhum detalhe, mas ela também não, dando uma boa olhada em todo o meu corpo, fazendo isso lentamente, explorando mais de perto meu pau duro que está diante de seus olhos.

- Como os vemos? – ele me pergunta com certa ingenuidade sem tirar os olhos da minha tremenda ereção.

A lâmpada acende e, sentado na cama, sou eu quem estendo a mão para convidá-la.

- Venha, sente em mim. – Eu digo a ele.

- Nacho! – ele protesta como se fosse loucura, o que de certa forma é, mas depois do que aconteceu hoje à noite, parece inocente para mim.

- O que está acontecendo? Não vamos surtar por causa disso agora, Carla.

- Sim, mas…

- Eu me comportei bem, você se acalma. – Eu confirmo para ele caso ele tenha alguma dúvida se quer romper o acordo com a mamãe.

Ela poderia ter dito que não, que estava sentada ao meu lado para olhar as fotos, mas não, o que acontece a seguir me surpreende novamente, apesar de já ter vivenciado, mas o corpo lindo da minha irmã está na minha frente, me oferecendo novamente um close daquela bunda ótima mal coberta pela tira fina da sua calcinha. Lembro-me das muitas vezes em que fui vê-la jogar vôlei com meus amigos e todos surtavam quando a viam espremida em seu short preto de lycra apertado que formava aquelas curvas perfeitas de seu bumbum. Agora estou com essa bunda na minha frente e não consigo acreditar. Ela se inclina um pouco para frente e consigo ver o contorno de sua fenda aparecendo entre suas nádegas. Que maravilha! Ela vira a cabeça e sorri para mim, ela sabe que estou alucinando.

− Vamos, abra espaço para mim! – ela me diz sorrindo, abrindo mais as pernas e abaixando a bunda lentamente até sentar no meu colo novamente. Ela poderia ter feito isso de joelhos também, mas não, ela se senta com a virilha bem no meu pau.

- Porra! – digo num longo suspiro quando a sinto.

− Cale a boca agora ou você vai acordar, mãe!

- Carla, isso é incrível!

- Não crie muitas expectativas, você já sabe que mamãe nos disse que tudo tinha acabado. - ela me diz, fazendo beicinho e me olhando nos olhos.

Não sei se é isso que ela realmente quer, porque senão ela não teria colocado seu corpo prodigioso em cima do meu, mas prefiro não dizer nada, e sim sentir essa sensação novamente. Estou fascinado novamente pelo fato de ter aquele calor no meu corpo nu e como o tecido da calcinha dela mal consegue cobrir o contato dos nossos sexos. Agarro sua cintura fina e ela começa a folhear as fotos, enquanto continuo admirando suas costas, sua cintura fina, sua bunda, suas coxas e, acima de tudo, o calor que sua boceta emana sobre meu pau duro. O que menos me importa são as fotos no meu celular.

- Você está com muita dificuldade de novo! – ele me anuncia em voz baixa com a boca bem próxima da minha.

"Sim", respondi hesitante.

- Você se recupera muito mais rápido do que a mamãe me disse.

- Com você é fácil voltar a estar em ótima forma.

- Hehe… Minha buceta te inspira? – ela me pergunta lascivamente enquanto balança meu pau repetidamente, fazendo a pequena protuberância de seu sexo acariciar todo o comprimento do meu membro.

- Você me inspira por completo! – digo suspirando enquanto belisco seus mamilos por cima da blusa fina.

- Ei, não vá muito longe! – ele protesta, como se isso fosse um pouco ousado da minha parte, considerando que já ultrapassamos todos os limites.

"Desculpe", digo, tirando minha mão de seus seios.

- Foi tudo incrível, certo? – ele diz em voz baixa.

- E muito! – Respondo sem parar para acariciar sua cintura e quadris. Não ouso voltar para os peitos dela, mesmo estando ansioso por isso.

- Não acredito em tudo o que fizemos, Nacho. – ele avisa enquanto olha as fotos.

− Foi maravilhoso, Carla! – repito e meu pau estremece sob o calor que emana de sua pequena fenda. Posso sentir a umidade saindo da sua calcinha.

- E louco!

- E muito!

- O que você mais gostou, Nacho?

- Você vai me dizer o que eu não gostei, porque tudo me pareceu incrível, irmãzinha. Desde o começo, poder te ver nua, acariciar seus corpos, comer aquele coelho... é uma delícia.

- Você realmente gostou de me chupar aí?

- Droga, eu poderia passar horas.

- Você se saiu muito bem.

- Você gostou?

Carla me afirma balançando a cabeça e mordendo o lábio inferior. Então ela solta uma risadinha nervosa, o que me deixa espantado, lisonjeado e animado, sem dúvida, porque ela se vira para me dar um beijo na bochecha.

- Eu também gostei de comer seu pau. O sabor é muito bom. – ele acrescenta.

- É uma pena que esta noite tenha durado tão pouco. – Acrescento, beijando seu ombro.

- Sim, mas a verdade é que foi muito difícil, tudo foi fora do normal.

- O que?

- Nacho, bem, tudo…! Você não acha que é muito pesado?

- Pois é, a verdade é que tudo é incrível.

- Eu nem acredito, e eu estava mais ciente do que você.

- E eu ainda não acredito! – Afirmo com entusiasmo

− Cale a boca, abaixe a voz! – ele me avisa.

- Foi a melhor experiência da minha vida. – acrescento.

- Para mim, também foi muito mais difícil do que eu havia planejado, mas chegou um momento em que me senti muito estranho, como se tivéssemos feito algo muito errado. Algo me disse que tínhamos que parar…

- Não sei por que, Carla...

- Porra, sua mãe fodeu!

Naquele momento a imagem no celular mostra a cena da poeira na cadeira com minha mãe e a verdade é que mesmo vendo eu ainda não acredito. Mamãe se move na imagem, ritmicamente em cima de mim, fazendo com que toda a minha masculinidade a penetrasse, algo que para mim era prodigioso, mesmo vendo agora, mas pela cara da nossa mãe, ela também não parece estar passando por um momento ruim.

- E por que você não me deixou? – acrescentei brincando com o cabelo dela.

- Idiota!

- É verdade.

- Você teria gostado? – ele pergunta e faz um movimento com o qual noto mais sua bunda contra minha pélvis.

- Porra, você sabe que sim, irmãzinha, eu teria dado qualquer coisa. – Acrescento, acariciando seus seios por cima da blusa novamente, mas dessa vez ela não tira as mãos de mim.

- Bom, você colocou o vibrador em mim, foi quase como se estivesse me fodendo, não foi? – ela comenta, meio ronronando.

- Sim, quase, hehe… mas não é a mesma coisa. Depois de foder a mamãe eu vi que não é nada parecido. Não nego que gostei de colocar aquela coisa na sua boceta ou gozar no seu corpo.

- É verdade, você me deixou muito sujo. Você sempre libera tanto assim?

− Bom, depende, mas sim, eu me recupero rápido e agora posso te dar outro banho de leite, se você quiser – digo a ela brincando, sem parar de acariciar seus seios e pressionar minha pélvis contra sua bunda.

- Enganar! – ela me diz e tira minhas mãos de seus seios.

- Embora eu quisesse gozar dentro de você. – acrescento.

Carla fica em silêncio por alguns momentos, ela parece pensativa, mas não consigo parar de apreciar seu corpo, seus quadris, sua cintura... Tê-la em cima de mim assim é algo que vou querer manter para o resto da vida.

- Bom, eu não nego que eu gostaria de transar, mas havia algo que me impedia de fazer isso. Desculpe, Nacho, não estou pronto. – ele acrescenta, virando seu rostinho triste, olhando-me diretamente nos olhos.

- Eu sei. Não se preocupe. Mamãe me ensinou a maravilha de foder.

- Eu preferia que você fizesse isso com meu brinquedo. Gostei muito mais do que fazer sozinho. – ele me interrompe.

- Imagino, mas não acho que seja a mesma coisa que ter um pau dentro

- Eu acho... Como foi transar com a mamãe? – ele me pergunta, assistindo novamente na tela a cena dos dois fazendo sexo na cadeira.

- Nossa, eu não saberia como expressar isso. Foi algo único. Eu sempre sonhei com esse momento e não tem nada a ver com o que eu imaginava.

- Transando com ela?

- Sim, e com você.

- Sério? Você já pensou em me foder antes de hoje?

- Você tá brincando, Carla? Milhões de vezes!

Adoro ver o sorriso dela, aquele que deixa seu rosto ainda mais bonito quando seus dentes brancos iluminam seu rosto. Além disso, sua timidez, não sei se é intencional, o faz parecer mais sensual.

- Eu não acredito em você. – ele me diz desafiadoramente.

- Juro, Carla. Já faz tempo que estou me masturbando pensando em você. Sempre sonhando em poder te foder e hoje eu estava tão perto…

- Mas eu sou sua irmã, Nacho, como você pode pensar isso?

- E daí? Você não pensou em algo assim?

Há um momento em que Carla fica em silêncio e continua a rolar silenciosamente as fotos, acho que pensando nisso, mas acho que ela não ousa admitir. Tenho certeza que você já pensou nisso.

- De qualquer forma, o que aconteceu hoje também não é muito normal - acrescento, querendo ficar do lado dele e apoiar sua incerteza.

- É verdade, é uma noite especial, só isso. Não devemos pensar em nada além desta noite. Você sabe que a mamãe não quer que isso aconteça de novo.

- E você? – Ouso perguntar a ele.

- Eu, o quê?

- Você quer que seja repetido?

- Bom, não Nacho, não somos mais crianças, brincando ou fazendo sexo um com o outro. Acho que tudo isso serviu como uma primeira experiência para nós, pelo menos é isso que minha mãe vem me instruindo e treinando, me preparando para meu futuro parceiro, mas não levando isso adiante.

- Menos foda, você não fez isso.

- Nacho! – ele me repreende, porque parece sentir que já lhe repeti esse fato tantas vezes e ele não ousou.

- Ok, desculpe, irmãzinha, mas eu teria gostado tanto...

- Eu sei, eu também.

Há outro longo silêncio enquanto nós dois continuamos olhando as fotos e minhas mãos continuam subindo por suas coxas finas e robustas. De vez em quando, vou até seus seios e os acaricio lentamente, sabendo que ela não parece chateada com isso. Belisco seus mamilos que estão duros, acaricio seu umbigo, a parte interna de suas coxas…

- Vamos Carla, você já pensou em fazer isso comigo? – pergunto a ele.

- Em te foder?

- Sim, claro que pensei nisso.

Mais uma vez, ela está pensativa e lenta para reagir ou quer encontrar uma maneira de reconhecer isso. Até que ele finalmente confessa:

- Admito que ultimamente sim. Desde que minha mãe me sugeriu a festa e me deu os detalhes, eu me transformei. Nunca olhei para vocês de outra forma que não fosse como irmãos.

- Ainda somos irmãos. – digo rindo.

- Eu sei, mas outro componente sexual estranho apareceu desde que começamos o plano com a mamãe. Comecei a te ver mais bonito, prestei mais atenção no seu corpo, você é muito bom e quando mamãe me dizia como você ia me comer lá embaixo ou como eu tinha que chupar seu pau... e tudo mais, bem, então eu sentia desejo e queria muito que você me acariciasse...

- Buff, se você continuar assim, eu vou gozar embaixo de você. – digo-lhe animadamente, acariciando novamente um seio.

− Cale a boca! – ele me repreende, me dando uma cotovelada para que eu abaixe a voz.

- Bom, o que mais você sentiu esses dias com a mamãe pensando na minha festa?

- Bom, é isso, poder me preparar para chupar um pau pela primeira vez, quando a mamãe me ajudou com o vibrador e tudo mais.

- E não é a mesma coisa, claro.

- Bem, não, claro que não, é muito melhor chupar um de verdade.

- O meu é só carne! – respondo rindo.

- Hahaha… Que idiota você é!

- E me diga, o que era diferente do vibrador? – Eu insisto.

- Bom, tudo, a maciez, o formato, o calor que você exala, o sabor... tudo. Garanto que no começo pensei que seria nojento.

- E não foi assim?

- De jeito nenhum. Pelo contrário.

Penso novamente no boquete que minha irmã me fez e ainda mais comparando com algumas das fotos em que você pode vê-la tentando engolir meu pau com dificuldade.

- E o vibrador? Como você perdeu a virgindade? – pergunto a ele.

- Bom, eu ainda sou virgem.

- Sim, Carla… mas quero dizer que te machucaria na primeira vez.

− Bem, com base em tentativa e erro, menos do que eu pensava. A verdade é que a mamãe fez questão de que eu não sentisse dor alguma, me deu massagens e cremes e eu estava relaxando bastante, até que aquele tecidinho rompeu. Ela me confessou que não teve essa oportunidade e que fazer isso com o namorado inexperiente pela primeira vez foi um pouco doloroso, então eu queria me preparar e ter minha vagina pronta para receber um pênis pela primeira vez sem que fosse desconfortável e gostando completamente.

- Poxa, que pena não ter completado! – Acrescento, beliscando seus mamilos novamente,

Carla olha para mim novamente, e percebo que ela está incomodada com minha insistência, mas é frustrante ter chegado tão perto e não ter conseguido. Acho que é estranho para ela também e ela tem sentimentos confusos de certa forma. Eu entendo você.

- E você com a mamãe? Como você se sentiu quando entrou? – ele me pergunta, enquanto continua a rolar as imagens, parando em uma em que a mamãe está com a boca aberta e os olhos fechados.

- Bem, é maravilhoso. Eu também não imaginava que fosse assim, mas o calor que a buceta dela emite é incrível, dá para sentir cada aspereza, como um abraço bem diferente de uma mão ou qualquer outra coisa, mas gozar dentro dela foi incrível. Eu nunca imaginei que minha mãe me deixaria fazer isso.

- A mamãe toma pílula, então não tem problema nenhum, além disso, acho que ela queria te dar esse presente.

- E você? Você me deixaria fazer isso dentro de você?

Carla permanece em silêncio, ela até interrompe o movimento involuntário do seu corpo no meu, acho que ela ainda está chateada com meu pedido insistente, mas minimizo:

- Eu sei, irmãzinha, me perdoe, não quero te sobrecarregar, eu só queria saber se se você tivesse me deixado entrar na sua preciosa boceta, você teria me permitido enchê-la com meu sêmen.

Dizendo isso, eu nem consigo acreditar que disse isso e esse fato me faz tremer e acho que o dela também, consigo senti-la tremendo.

− Nesse caso, acho que sim, na verdade eu treinei para isso.

- Então você também toma pílula?

- Claro. Também estou tomando isso há alguns meses, pronto para hoje.

- O que aconteceu ontem, você dirá.

- Isso, hehe.

Aproveito a oportunidade para acariciar suas coxas novamente, enquanto empurro com minha pélvis, enfiando meu braço protuberante ainda mais fundo sob ela. Adoro sentir o corpo dele, que não me pesa em nada. Olhando para cima, percebo que nossos corpos estão refletidos no espelho do seu armário.

- Carla, você notou nosso reflexo?

- O que? – ele pergunta e sorri ao ver nossa imagem no espelho.

- É verdade! Parece que estamos transando!

"Bem, para isso você teria que estar nua também", acrescento com total confiança, beijando seu pescoço macio.

Minha irmã vira o rosto e me encara como se eu tivesse dito o maior ultraje do mundo, e talvez eu tenha dito.

- Nós dois ficaríamos ótimos nus aqui! – digo euforicamente.

- Não podemos, Nacho! – ele responde sem hesitar, diante dessa alternativa, mas sua recusa me parece tão absurda...

- Não, eu só estava dizendo para tirar uma selfie no espelho para ver como fica, tenho certeza que a foto ficou legal - acrescento, parecendo natural em um pedido tão louco.

- Uma selfie? Com ​​o celular da mãe?

- Claro, é para nos vermos, depois apagamos.

- Mas se eu ficar nu…

- Vamos, eu não vou te penetrar, Carla, eu quero te respeitar, é só uma foto. – Eu o interrompo seriamente.

- Porra, Nacho! – ele protesta, mas não com muita animação.

− Por favor!

Nesse momento, surpreendentemente, Carla está entre minhas pernas, de costas para mim, me oferecendo sua linda bunda a poucos centímetros de distância, mal coberta pela alça de sua calcinha que desliza sobre suas nádegas. Ele se vira para mim em choque e diz:

- Vamos lá! O que você está esperando? – ela me pergunta num convite claro para abaixar a calcinha.

Nossa, isso é forte. Antes que ela mude de ideia, agarro sua calcinha pelas laterais e a puxo para baixo, deixando-me atordoado mais uma vez por ter aquela bunda ao vivo e pessoalmente diante dos meus olhos. Carla, enquanto isso, se apoia no meu ombro e termina de tirar a calcinha. Ela se vira lentamente e me mostra um close da sua boceta raspada. É uma visão colossal, apesar de já tê-la visto mais de uma vez naquela noite fantástica.

- O topo também? – ela pergunta inocentemente, sabendo que meus olhos estão fixos em sua fenda.

- Claro! – digo eu com entusiasmo.

Ela faz isso de uma forma extremamente sensual, tirando a blusa pela cabeça e me oferecendo seu corpo completamente nu. Nem preciso dizer que meu pau dá um dos seus pulos. Ela me dá outro de seus sorrisos sedutores e se vira lentamente até ficar de costas para mim novamente. Seguro seus quadris e a ajudo a sentar no meu pau novamente, dessa vez, nós dois completamente nus. Deus, por um momento pensei que iria penetrá-la!

− Ah! – gememos em uníssono quando nossos sexos entram em contato.

Fecho os olhos por alguns instantes, captando com todos os meus sentidos aquela sensação incrível de tê-la em cima de mim.

- Você tem tanta dificuldade! – ela diz, movendo levemente a pélvis, fazendo sua fenda abraçar meu tronco.

- E você está encharcado! – ele acrescenta.

- Droga, eu também não sou de pedra! – ele diz.

Dessa vez não digo nada, mas olhamos nos olhos um do outro por alguns segundos através do nosso reflexo no espelho. Começo a tirar fotos e ela faz um movimento para cima e para baixo como se estivéssemos realmente fazendo sexo. Que sensação maravilhosa!

Minha irmã me olha de lado sabendo o quanto estou excitado, embora meu pau fale por mim, meu corpo inteiro estremece quando o sinto. Suas bochechas estão rosadas e seus mamilos estão mais duros, então aproveito para beliscá-los, ouvindo um novo gemido sair de sua garganta.

- Você já tirou as fotos?

"Sim", respondo com a voz embargada enquanto sinto a boceta da minha irmã cobrindo todo o comprimento do meu pau com seus fluidos.

"Deixe-me vê-los", ela diz, arrancando o telefone de mim e admirando as fotos, momento que aproveito para acariciar seus seios nus com ambas as mãos.

− Ok, é isso! Apague-os! – ela diz de repente, levantando-se do meu corpo, que ficou órfão por não senti-la mais.

- Mas Carla!

- Nada, já deixamos isso claro. – ela diz com pesar.

- Sim, mas olha como eu sou. – digo com uma cara triste e acariciando a dureza do meu pau entre os dedos.

Por um momento, Carla fica ali, olhando para ela, como se estivesse hipnotizada pela visão, e é então que aproveito para desafiá-la, sabendo que ela também está extremamente animada. Olho para sua boceta que está molhada, uma mistura de nossos respectivos lubrificantes naturais.

- Chupa, Carla! – digo de repente, encorajada.

- O que você diz?

- Vamos, não posso ficar assim!

- Eu também estou animado, Nacho, mas não posso fazer isso.

- Você já fez isso.

- Mas foi só hoje à noite.

- Bom, é por isso que, uma lambidinha e nós dois ficaremos felizes, eu sei que você quer...

É verdade, basta ver o brilho nos olhos dele. Ela é extremamente tarada.

- Gostaria que você fizesse isso de novo. – acrescento.

- Não posso te chupar, Nacho! - ela me diz séria.

- Por que não?

- Você sabe que não podemos fazer isso, Nacho. Nós prometemos à mamãe. É um acordo.

- Vamos, uma última vez. – Eu te imploro, espalhando minhas carícias por toda parte.

- Mas, mãe…

- A mamãe está dormindo. Ele não vai descobrir.

Puxo a mão dela e a forço a se ajoelhar entre minhas coxas. Permaneço sentado em sua cama, esperando ansiosamente que sua boca abrace meu membro.

- Não era isso que estava no plano.

- Eu sei, mas é o último favor que te peço.

− Nacho…

- Vamos, Carla, pelo sexo que não conseguimos nos livrar. Pelo menos chupe. – Imploro com cara de bom menino.

Ela olha para mim novamente e agarra meu pau que está no auge. Adoro a sensação da sua mão e dos seus dedos longos envolvendo minha glande.

- Tem certeza de que não vai me pedir mais nada? – ela me pergunta, mordendo o lábio inferior enquanto continua a me masturbar lentamente.

"Não", respondo com a voz embargada.

- Eu farei isso, mas fale baixo, não quero que a mamãe chegue e...

- Você tá falando sério, Carla? Vai me chupar? – pergunto entusiasmado, sem pensar que a convenci tão rapidamente.

- Se você continuar perguntando, vou me arrepender.

Não insisto mais, acaricio seus cabelos e ela faz o mesmo com minha glande, o que faz com que um primeiro líquido pré-seminal fique pendurado a alguns centímetros da ponta. Não acredito que ela colocou a língua para fora e pegou aquele néctar para prová-lo. Ela me olha nos olhos, sorri para mim e, pegando meu membro balançando em sua mão, me masturba muito mais rápido. Adoro ver seu lindo rosto lá embaixo, enquanto de vez em quando ela olha para mim e sorri. Faço um gesto com o rosto para que ele coloque na boca. Depois de molhar os lábios, ela os pousa levemente sobre minha glande e esse calor me embriaga. Percebo sua respiração se aproximando da ponta e como aos poucos ela insere todo o broto, para me olhar novamente, colocar a língua por baixo e continuar engolindo. Ele chega na metade do caminho e para, pois deve ter ultrapassado seu limite. Eu sei que ele gostaria de engoli-la inteira como sua mãe, mas não posso pedir mais nada. Estou no céu!

- Meu Deus, Carla! – consigo dizer quando sinto sua língua e seus lábios segurando meu pedaço de carne queimando.

É inacreditável, mas minha irmã está chupando meu pau pela segunda vez hoje à noite e agora fora do roteiro. Ela abre a boca quando ele é completamente removido e volta a atacar, apertando os lábios, seguindo as instruções dadas pela mãe. Depois de várias investidas para dentro e para fora da boca dela, ele a puxa para fora, a admira e brinca com ela com os lábios, dando-lhe beijinhos, pequenas mordidas e dando tapinhas em seu rosto. Descobri o sexo neste dia em diversas ocasiões e continuo a revivê-lo como se fosse a primeira vez.

- Carla, que maravilha!

Ela sorri para mim novamente, lisonjeada pelo seu bom trabalho, e continua com seu trabalho, colocando meu pau mais da metade, tirando-o para fora, chupando-o e fazendo algo que ela também copiou da mamãe, e é quando ela chega na ponta, ela chupa com força para apertar meu broto entre seus lábios.

- Você faz isso tão bem, irmãzinha! Eu adoro!

− Obrigado. Eu também. Isso me deixa tão excitado.

Não vou conseguir aguentar muito tempo com a boquinha da minha irmã pressionando meu pau de carne, vou explodir a qualquer momento e estou fazendo o possível para evitar, tentando aguentar a sucção dela o máximo possível, mas ela está se esforçando cada vez mais, se aplicando totalmente naquele aprendizado que ela já domina perfeitamente e sei que ela também está gostando conforme progride.

- Carla, estou gozando! – Estou te contando porque não aguento mais.

- Faça isso na minha boca. – ele me diz, sem que eu acredite muito.

Ele coloca o broto entre os lábios e com a mão começa a me masturbar numa velocidade cada vez maior. O primeiro tiro sai com força e ela fecha os olhos ao senti-lo entrar em sua garganta, mas faz um esforço para não recuar. Uma lágrima sai de um de seus lindos olhos, mas ela continua a me absorver e me masturbar enquanto eu continuo a liberar jatos de sêmen que invadem sua garganta até minhas pernas tremerem.

Ela me olha diretamente nos olhos e me mostra com a boca aberta todo o meu sêmen depositado em sua língua. Ela brinca com aquele líquido branco que escorre por toda a sua cavidade, impregnando completamente cada fenda e me oferecendo um espetáculo digno do filme pornô mais incrível que eu poderia ver, mas não é um filme, é minha irmã brincando com meu sêmen na boca dela. Ela fecha os lábios e engole até a última gota, enquanto continua a acariciar meu pau, que ficou bem flácido depois da descarga.

- Carla, você é demais!

− Obrigado. – ele diz, levantando-se e me dando um beijo nos lábios.

Gosto de sentir sua boca novamente e também do fato de ele poder sentir o gosto do meu néctar misturado com sua saliva.

- Obrigado. Não sei como retribuir. - dizer.

Ela olha para mim e vê quais são minhas intenções, mas responde diretamente.

- Não, Nacho. Nós dissemos apenas um boquete.

- Vamos, irmã, eu te retribuo o mesmo favor e ficaremos em pé de igualdade. Vou te dar uma lambida e você vai ficar novinho em folha. Isso certamente apagaria esse seu calor.

- Não, é demais. – ela diz, resistindo e deitando-se na cama, olhando para o teto como se pedisse misericórdia aos céus.

Acaricio seu peito, desço pela cintura e passo meus dedos no sexo pulsante da minha irmã. Abraço seu corpo com força para continuar a beijá-la, brincando com nossas línguas, abaixando minha mão até seu peito, colocando meus dedos em sua pequena caverna. Ele não recua, eu sei que ele está a mil.

- Você está com muito calor, irmãzinha, precisa desligar isso. Você vai se masturbar sozinho?

- Porra, Nacho, não faça isso comigo!

- Você não quer que eu coma essa buceta de novo? Você está morrendo de vontade que eu faça isso.

Percebo que sua boceta e todo seu corpo estão no auge do calor. Eu a faço sentar na beirada da cama e a empurro para que sua boceta fique exposta e suas pernas abertas. Ela fica lá, cobrindo os olhos com as mãos, ela não consegue acreditar que está fazendo isso de novo... eu também não.

Ajoelho-me entre suas coxas e começo a brincar com meus dedos naqueles lábios molhados que circundam sua linda e pequena fenda. Eu me entretenho com eles, desenhando círculos ao redor deles, enquanto observo como ela morde os dedos, um sinal de seu tremendo calor. Em seguida beijo a pele da parte interna de suas coxas, que é extremamente macia, como se fosse de veludo, inalo o cheiro que emana de seu sexo e por um momento paro para observar sua pequena fenda, agora a tenho tão perto que tenho outra alucinação, duvidando se realmente está acontecendo comigo. Carla abre os olhos e nossos olhares se encontram por alguns segundos. Então começo a colocar meus lábios em sua virilha, chegando cada vez mais perto daquele sexo que espera ser recompensado. O ofego da minha irmã está ficando cada vez mais alto e eu não consigo mais me conter sem passar a língua por aquela linha vertical molhada que está me chamando. Dou uma boa lambida nela e ela geme ainda mais alto. Estendo a mão e aviso que ele está fazendo muito barulho, que a mamãe pode nos ouvir. Ela está alheia a tudo e apenas geme, colocando as costas da mão sobre a boca, mas é inevitável que seus suspiros fiquem cada vez mais altos, especialmente quando minha língua continua trabalhando nos grandes lábios, nos pequenos lábios e ocasionalmente entrando em seu pequeno buraco virgem. Ela mantém os olhos fechados e eu aproveito para acariciar seus seios até que minha língua alcança seu clitóris e é aí que ela solta um gemido bem profundo e alto. Eu me assusto e sento, colocando-me em cima dela, cobrindo sua boca com minha mão.

- Shh, Carla, você está fazendo muito barulho! – digo a ela enquanto ela ainda revira os olhos, tomada pelo prazer.

Ela morde meus dedos, perde o controle e fecha os olhos novamente quando minhas mãos beliscam seus mamilos duros, mas não tiro minha mão de sua boca, porque ela continua gemendo e não quero que mamãe consiga nos descobrir.

Num momento de movimento das pernas dela, do meu corpo sobre o dela, minha glande acidentalmente encosta na sua pequena fenda e me parece um momento incrível, poder sentir aquele abraço da sua pequena fenda, como senti quando ela estava sentada em mim, mas dessa vez, minha glande está encostada na entrada da sua caverna. Um único movimento poderia levar minha glande para dentro dela.

Carla abre os olhos com medo e eu paro, sentindo seu coração batendo forte contra meu peito. O sexo dela está molhado e queimando. Meu pau está prestes a explodir novamente.

- Nacho, não faça isso! – ele me diz, tirando minha mão de sua boca.

- Não, não se preocupe, não vou colocar em você, mas eu gosto de sentir você assim, você está queimando aí embaixo.

- Você também, eu posso sentir seu pau, mas não o coloque em mim, por favor.

- Não, não se preocupe. Deixe-me brincar um pouco sozinho…

Apoio minha mão esquerda no colchão e nossos corpos se separam um pouco, porque quero ver o contato do meu pau no sexo dela. É uma visão linda, seus grandes lábios acariciam todo o comprimento do meu pau como as pétalas de uma flor. Ela também olha para baixo, levanta a cabeça e depois se inclina para trás, quando passo minha glande por toda aquela fenda molhada. Nós dois gememos e não sei se nossos suspiros são altos ou baixos, mas sei que é maravilhoso. Carla morde o lábio quando minha glande atinge seu clitóris pela primeira vez e no segundo impacto seu gemido se prolonga e seus olhos reviram.

- Deus, que prazer! – ela diz.

- É incrível, Carla! – Respondo enquanto continuo pressionando meu pau com os dedos contra o canal formado pelos seus lábios vaginais e toda a extensão do meu membro é como uma faca quente cortando manteiga.

Minha glande está brincando com aquela entrada ardente e também beijando diretamente com sua bolinha, o clitóris, quando de repente ouço:

- Coloque em mim, Nacho!

Fico parado por alguns segundos e nós dois olhamos um para o outro. Não entendi bem o que você me disse, embora não pareça haver nenhuma dúvida.

- O que? – pergunto com a respiração agitada.

- Coloque em mim!

- Tem certeza?

- Foda-me, Nacho! – ele diz quase gritando.

Para evitar barulho, coloco minha mão sobre sua boca novamente e, ao fazer isso, minha glande desliza diretamente para dentro de sua fenda. Aquele momento é impressionante e nós dois abrimos os olhos novamente, percebendo aquele primeiro contato que já é uma pré-entrada no paraíso, só preciso de um empurrãozinho. Carla tira minha mão da boca dela e meus lábios tomam conta dos dela, como um visto antes de cruzar a fronteira. Nossas línguas brincam enquanto nossos sexos também querem participar.

Então as mãos de Carla são as que seguram minha bunda e ela me arranha e aperta com força, o que faz com que meu primeiro impulso seja me inclinar um pouco para trás e a glande saia um pouco, então ela me agarra pelo pescoço, ela não quer que eu escape, agora tenho certeza de que não há mais volta e ela quer com todas as suas forças ser penetrada e eu estou louco para fazer isso.

- Foda-me, pelo amor de Deus! – ele afirma em voz alta.

Com todas as minhas forças, eu entro na minha irmã, fazendo com que meu pau inteiro entre na sua boceta, que está queimando por dentro. Nós dois gememos naquele abraço maravilhoso. Sinto as paredes da vagina dela apertando meu pau, o caminho tem sido muito estreito, muito mais estreito do que quando eu coloquei na mamãe. Por um momento ficamos completamente empalados e eu não consigo reagir, só vejo o tremor da boca da minha irmã e fico preocupado.

- Doeu? – pergunto a ele.

Ela balança a cabeça, parece que a mesma coisa aconteceu com ela, estávamos tão preparados para esse momento que nem conseguimos acreditar, é o momento mais maravilhoso que podemos imaginar. Então eu puxo meu pau para trás e adoro a sensação de estar preso naquele buraco que aperta fortemente quando eu puxo para fora. Então eu empurro novamente e cravo nela com a mesma força, fazendo nós duas cambalearmos e emitirmos um novo gemido, então começo a entrar e sair, vendo o lindo rosto da minha irmã completamente desfigurado e emitindo suspiros e arfadas toda vez que meu pau enfia fundo em seu útero. Quando suas mãos apertam minha bunda novamente e percebo que ela está chegando ao orgasmo de uma forma alucinante, sinto-me feliz por fazê-la gozar assim, fico feliz bombeando sem parar e ela continua suspirando por um longo tempo em um suspiro intenso, ela abre a boca e acaricia minhas costas e braços. Não paro de meter na buceta dela que ainda está presa pelo meu pau, sinto os músculos dela grudando me fazendo sentir aquele aperto quente, macio, mas suave ao mesmo tempo. A buceta dela é incrível, porque é muito mais forte que a da mamãe, que já era maravilhosa, mas essa é muito mais apertada. Acho que o fato de ela fazer esporte faz com que os músculos dela fiquem mais desenvolvidos, ou ser virgem os deixa mais apertados, não sei, mas é algo maravilhoso e eu continuo colocando meu pau dentro e fora daquele lugar magnífico.

Ver minha irmã embaixo de mim, gemendo sem parar em uma gozada que parece não ter fim, sua boca aberta, seus olhos fechados, ela tremendo, seus mamilos completamente duros, força meu orgasmo a chegar rápido. É incrível que eu tenha algo a dizer neste momento e que meu pau tenha se recuperado novamente, mas minha irmã é muito mulher para mim e esta ocasião é tão maravilhosa...

Eu a beijo novamente, sentir aqueles lábios nos meus enquanto transamos é algo único também. Não quero que acabe, mas não aguento mais e de repente dou mais quatro estocadas naquela boceta incrível, até ficar tenso e com meu pau totalmente inserido, gozo dentro dela, sentindo como se estivesse invadindo seu interior com todo meu sêmen pela primeira vez. Meus gemidos também são intensos e ficam mais altos quando ela me beija e me acaricia ao mesmo tempo.

Ficamos juntos por um longo tempo, sem dizer nada, com nossos sexos unidos e aproveitando o momento sem querer sair daquele abrigo agradável. Quando eu tiro, meu pau já está bem solto e eu me sinto vazio ao tirá-lo completamente. Acho que a mesma coisa acontece com ela.

Olho para a vagina inchada da minha irmã, com um rastro branco saindo dela, enquanto ela está lá, exausta.

De repente, uma voz é ouvida atrás de nós.

- Crianças, pelo amor de Deus!

Eu me viro e caio de joelhos no chão, percebendo a presença da mamãe ali nos observando. Sem dúvida, nossos suspiros e gritos praticamente a acordaram. Olho para ela e ela está linda ali, de braços cruzados e aquela camisola branca tão fina, quase transparente, onde você consegue ver seus mamilos... Quando tento sorrir para ela, ela me interrompe.

- Tínhamos combinado que isso terminaria às doze e vocês não respeitaram o acordo.

Carla e eu olhamos uma para a outra e minha irmã se senta na cama. Agora é a vez dela falar.

- Desculpa, mãe, não conseguimos evitar.

- Sim, você poderia, mas não quis. Isso não foi como planejado.

- Bom, depois de hoje, acho que é a mesma coisa... e a Carla tinha alguns assuntos inacabados - intervenho, meio brincando, querendo amenizar o assunto.

- Cale a boca, Nacho! – ela responde energicamente.

Percebo a raiva da mamãe e entendo que ela esteja chateada, porque é verdade que tínhamos prometido que a noite seria apenas isso, uma festa especial e que não deveríamos continuar com algo que fosse tão excepcional, mas ela também tem que entender que nós dois nos empolgamos demais.

- Nacho, vá para o seu quarto! – ele me ordena e continua com sua cara séria.

- Mãe! – Tento implorar por misericórdia.

- Vamos, quero falar com sua irmã.

"Sinto muito", digo, finalmente saindo nu e preocupado por ter falhado com nossa mãe, porque não pensei que isso a afetaria tanto, depois de tanta loucura acumulada.

Da porta, vejo novamente o corpo nu de Carla, sorrindo para mim, mas com força, sabendo que cometemos um erro, um erro com o qual nossa mãe não contava e ela está preocupada que isso saia do controle.

- Mãe… eu. – começo a dizer antes de sair da sala.

- O que? – ele me responde secamente.

- Desculpe, isso não vai acontecer novamente.

- Espero que sim. – ele acrescenta e se senta ao lado da minha irmã, gesticulando para que eu feche a porta atrás de mim.

Entro no meu quarto e não consigo entender o que aconteceu, como transamos sem pensar, dando um certo brilho de sanidade a tudo, embora eu não consiga, assim como não entendo por que nossa mãe ficou tão brava, já que foi ela quem nos meteu nessa confusão toda, por mais que ela tenha insistido em deixar aquela noite única e especial. Talvez ele não contasse com o fato de que tanto Carla quanto eu poderíamos ter outros surtos fora do meio-dia daquela noite e nos deixar levar pela paixão e pelo desejo.

Sinto-me mal e tenho dificuldade em adormecer, por um lado recordando o momento maravilhoso que tive com a minha irmã, evocando cada cena... por outro vendo o quão furiosa ficou a minha mãe quando nos descobriu, mas tudo aconteceu tão rápido, tão involuntariamente... foi mesmo involuntário?


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