Primo ogro do interior nunca tinha visto um viado antes [até me convidar pro seu casamento]

(ps: essa é uma história grande. não gosta, não lê!)

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O casamento do meu primo Francisco foi um dos maiores e mais legais eventos que já aconteceu na minha família, devido à uma série de fatores. Primeiro porque tava todo mundo saindo da quarentena e desejando qualquer festinha que fosse; segundo pela nossa família já não se ver ou se encontrar com os parentes do interior há muitos anos; e, por fim, que tudo isso aconteceu há tempo de rolar uma grande festa agostina - festa junina em agosto. Era quase no final do mês quando meus pais receberam o convite do meu próprio primo e decidiram que compareceríamos ao casório, ideia da qual não tive como escapar.

Vou ser bem franco: eu não tava com a mínima vontade de ir pro interior. Há anos que não via ninguém, da última vez que fui ainda era criança e agora eu havia me tornado um cara de 18 anos, viado, afeminado, do corpo gordo, as coxas grossas e um puta rabão enorme, do tipo que recheia muito facilmente uma calça e eu ainda tenho que pular várias vezes pra poder encaixar tudo dentro do jeans, de tão buzanfudo que sou. Ou seja, além de imaginar o sítio dos meus tios como um lugar sem internet e com nada pra fazer, eu ainda seria confundido o tempo todo com uma mulher pelos meus parentes e não estava com a menor paciência pra isso. Como se nada disso bastasse, existia ainda um último fator crucial pra eu não querer ir: meu primo Francisco. Ele era um moleque todo mal educado, grosso, com jeito de ogro e arrogante por si só, alguém que eu sempre preferi manter numa certa distância, pelo menos no passado. Mas mesmo com tudo isso, não teve jeito, meus pais me obrigaram e acabou que eu fui, totalmente puto por ter que participar do casamento do meu primo.

Bom, é aí que vem o tapa na cara. Pra começar minha queda, os terrenos dos meus tios não eram um sítio, mas sim uma enorme fazenda, com criação de animais, áreas naturais, preservadas, plantações, um riacho, campo de futebol, piscina e até o começo de uma floresta, que se estendia para além da propriedade da família. O casarão era enorme, com vários cômodos, biblioteca, sala de informática, wi-fi liberado e salão de jogos. Quando vi tudo isso, fiquei me mordendo por dentro, arrependido por ter criticado antes de ter visto.

Mas nada disso foi tão impactante quanto a visão do primo Francisco: alto, barbudo, da pele parda, meio queimada de sol, visivelmente peludo, vestindo uma camiseta fina e com os pelos do peitoral dividido aparecendo; os braços massudos, bem grossos e firmes, com as veias descendo até às mãos enormes e calejadas, de quem trabalha o dia todo; a cara de brutamontes ruim e mal educado era a mesma, com sobrancelhas grossas e escuras; o cabelo começando a faltar na cabeça, já nos 28 anos de idade, com o futuro jeito de caipira pai de família, todo rústico, descalço e meio jeca no modo de falar e de andar. Vestindo calça jeans, com um volume de pacote enorme acumulado entre as pernas e os pezões de fora, pra quem quisesse ver, enchendo minha boca d'água logo de cara.

- Pode chegar, pode chegar, família! - o primão nos cumprimentou.

Ele fez questão de abraçar cada um de nós com um aperto forte e desavergonhado, nem aí pro fato de ser enorme, estar todo suado e com os pelos do peitoral quase esfregados na nossa cara. Assim que chegou em mim, Francisco arregalou os olhos e não me reconheceu.

- Ora, e quem que é tu?!

- Ué, não tá me reconhecendo, primo? - eu ri. - Sou eu, o Laurinho! Esqueceu?

O marmanjo ficou de boca aberta, me olhando de cima a baixo e sem saber o que dizer. Quando ele reparou que eu tava usando uma saia escura até à altura dos joelhos, olhou imediatamente pra cara dos meus pais e apontou pra minha roupa.

- É Laurinho mesmo, tia? Mas..

- Claro que sou eu, Chicão! - chamei pelo apelido e aí ele acreditou.

- Má porra, como é que tu cresceu e ficou tão.. diferente, ein, priminho? Carai!

Sem medo e sabendo que era mesmo eu, o cavalão do Chico perdeu a vergonha e me deu um abraço forte, bem sincero e um tanto quanto íntimo. Ficou tão colado em mim, que senti aquele tórax parrudo e peludo roçando no meu corpo, deixando um cheiro forte de testosterona na minha roupa e em mim.

- É, passou um bom tempo, né? Hehehehe!

- Porra, piá! E quanto tempo! HAhahah!

Confesso que fiquei com o cuzinho piscando pelo Chicão logo de cara, e acho que ele também deve ter sentido alguma coisa, porque o abraço foi duradouro e o puto ainda desceu as mãos grossas e calejadas pelas minhas costas lisas, como se quisesse mesmo sentir o quanto minha pele e meu físico mudaram com o passar do tempo.

- Tu tá outra pessoa, tá não? Orra, Laurinho, tá é muito grande, ó!

- Tô mesmo! Hihihi! - concordei. - Mas olha quem fala, né?

Senti que as mãos do caipira iam chegar na minha raba, mas aí ele parou e finalmente soltou meu corpo, porém continuou olhando pra mim, sem acreditar que eu cresci tanto. Eu e meu rabo, pelo jeito que o putão tava me olhando.

- Mas e aí, como é que tá a vida lá no Rio? E os parente lá, tá correndo tudo bem?

- Ah, tá tudo na mesma coisa, né? - trocamos uma ideia enquanto entrávamos pelo casarão. - O pessoal tá começando a sair agora em agosto, depois de tanto tempo em casa. Tava foda! E vocês aqui?

- Brabo, priminho. Aqui tudo na merma, tudo na merma.

Até tentei passar um tempo conversando com o Chicão, mas os pouquíssimos segundos foram suficientes pra me dizer que ele não havia mudado em seus hábitos de bichão do mato, de macho criado solto. Eu mal comecei a falar, o pilantra sentou na poltrona da sala, abriu as pernas e enfiou o mãozão por dentro da calça, livre, leve e solto pra mexer no caralho enorme que devia ter escondido ali.

- E as namorada, priminho? Tá namorando muito lá no Rio? - mesmo que a pergunta dele parecesse proposital, eu sabia que o puto era todo ogro, mas que não tinha a malícia do sexo sodomita.

Por isso sorri e respondi normalmente.

- Ah, não sou de namorar meninas, não, sabe, primo? Hehehehe! Sei lá, não sou muito chegado.

- Não é chegado? - ele não acreditou, sem parar de encher a própria mão no meio do caralho na calça jeans pacotuda. - Então tu beija quem lá no Rio?

Minha boca cheia de água, eu com medo de falar e acabar babando na frente dele. Achei melhor deixar meus pais conversando ali e inventei uma desculpa pra ir pro quarto de hóspedes desfazer as malas, só pra não acabar abocanhando aquela pica na frente de todo mundo.

Quando cheguei no quarto de hóspedes, dei de cara com meus outros primos, todos mais ou menos da minha idade e também primos do Chicão. Ficamos por ali conversando, matando saudades e falando de nossas vidas, enquanto desfiz as malas e pus algumas coisas no lugar.

Depois de uns vinte minutos, quando eu tava me preparando pra sair do quarto, a porta abriu e o primão Francisco chegou pra falar conosco. Eu parei exatamente no vão da porta, preparado pra sair, e aí ele passou por mim e me roçou como se nada tivesse acontecido, deixando aquele cacete porracento e pesado amassar minha bunda sem querer. O pior é que ele REALMENTE não fazia de maldade, e justamente por isso fazia, por não achar que eu ia me excitar ou ter malícia diante dessas ações. Meu primo sabia que eu era diferente, mas ele não tinha muito dessa coisa de viado, porque sua vida sempre foi trabalhar na fazenda e dentro de casa, sem contato cotidiano e direto com o resto da sociedade. Francisco não saía, não conhecia muito fora do interior e até mesmo sua noiva, Filó, era filha do único vizinho que existia ali perto, há quase três quilômetros da fazenda.

- E essa roupinha aí, Laurinho? Tá dando meia hora de cuzinho, é, seu viado? HAHAHHAHAAH! - um primo que estava no quarto me zoou, e logo os outros começaram a rir.

Como éramos íntimos, eu nem me importei com a presença do Chicão ali e tratei de responder.

- Tá curioso por que? Tá interessado no pacote aqui, seu puto?! HEhehehehe!

- UAHUAHAHUAHAH! - todo mundo caiu na gargalhada com a minha resposta.

Apesar da zoação, eles me respeitavam e me entendiam, por isso tínhamos essa liberdade de brincar. Quem não entendia nada era o Chico, que, sem mais nem menos, veio pro meu lado, meteu a mão na minha saia e levantou o pano.

- O GAROTO?! - eu o repreendi. - Que isso, tá maluco!?

Só que ele não entendeu minha reação e fez cara de dúvida.

- Tu usa saia de mulher? Também tá usando calcinha, priminho?

Os outros moleques voltaram a rir, todo mundo fazendo aquele estardalhaço e eu caindo na risada junto com eles. Francisco era o maior, o mais forte, o mais viril, másculo e lotado de testosterona naquele quarto, porém ao mesmo tempo era também o mais inocente, com o maior jeito de bobo e cafuçu ao mesmo tempo. Eu, vendo essa mistura deliciosa que era o meu primo, não consegui ficar puto com ele, só tratei de explicar.

- Isso é só uma roupa, Chico. E roupa não tem sexo, entendeu? É só um pedaço de pano, cada pessoa decide como vai usar e o que usar. Que nem você e essa calça jeans apertada aí, entendeu? - transformei minha seriedade em piada. - Todo lugar onde você vai, essas bolas marcadas na calça chegam antes de você, primo! Tá parecendo cantor de sertanejo, porra! HEhehehe!

- UAHUAHAHUAHUA! - os moleques não perdoaram e continuaram rindo.

Mas, inocente e bobão que só, o Francisco não ficou sem graça, pelo contrário, ele apertou o malote e riu junto com a gente, se orgulhando do seu estilo descontraído e muito à vontade, apesar de ser um ogro todo parrudo e com aparência de macho rústico.

- Fica marcado assim, Laurinho? - ele olhou pra baixo e tentou se manjar. - Carai, é sem querer! Heheheh!

- Tá zoando?! Aposto que você tá sem cueca e faz de propósito, seu tarado! Hahahahah!

- Tô mesmo, porra! Não gosto de andar com isso tudo de pano igual cês, não, tá doido!

- Sabia!

Todo mundo rindo, uma algazarra e uma sem vergonhice que só, o Chico com a mão na minha saia e mostrando a parte de baixo do meu rabão pra todos os outros primos no quarto, sem querer. Ao mesmo tempo, eu com a boca cheia d'água, vendo aquele brutamontes com a mala desenhada e as bolas evidentes na coxa, debaixo do jeans surrado da roupa de cowboy parrudo. Só de olhar, eu sabia que o bofe era caralhudo e pentelhudo, bem do jeito de macho que eu gosto, porque dá pra engolir a pica enquanto o nariz afunda na floresta de pentelhos e a mão dá aquela massagem gostosa nas bolas gordas do pilantra.

Não fiquei muito tempo no quarto, pois sabia que o Francisco era um puta gostoso e que eu não podia me aproveitar disso, uma vez que ele era bobão e ingênuo. Mesmo que seu corpo fosse o de um macho trabalhado pela fazenda, todo natural, peludo, rígido e maludo, eu não tinha o direito de avançar no meu primão, principalmente pelo motivo da festa ser seu casamento, ou seja, em breve ele não seria mais noivo da Filó, e sim marido, homem e macho dela. Resumindo, Chicão tava comprometido e eu não tinha direito de passar por cima disso, por isso fiz resistência e passei a evitá-lo disfarçadamente.

A longo prazo, foi muito difícil ficar longe do Chico, porque parecia que ele tava fazendo de tudo pra ficar perto de mim, pra conversar comigo e interagir. Eu não soube se tudo isso foi por conta dos anos distantes, sem a família se ver, ou pelo simples fato da minha raba estar gigante na saia, só sei que, pra onde eu ia, o cowboy gostoso e com jeito de cafuçu do interior vinha atrás de mim, oferecendo ajuda e dando qualquer desculpa pra passar um tempo comigo. Pra ser bem sincero, comecei a desconfiar que o Chicão talvez estivesse mesmo na minha intenção, porque várias vezes peguei o pilantra olhando pro meu rabo, e, mesmo que eu o flagrasse, ele não parava de olhar. Essa reação natural de continuar me manjando me deu a impressão de que ele só tava mesmo curioso, sem intenções de me comer ou de fazer putaria, até porque, era capaz do Chico nem saber sobre sexo anal, de tão tradicional que ele era, todo bichão do mato. Quando ele me viu tentando montar num cavalo, por exemplo, já veio logo correndo pra me ajudar, mesmo sem eu ter pedido.

- Deixa que eu te subo, priminho! Xá comigo!

Disse isso e colocou as mãos enormes na minha cintura, depois me apertou e me pôs pra cima como se eu não fosse nada, fazendo tudo isso com aquele jeito único dele, todo bruto, nada delicado e com força em excesso.

- Valeu pela ajuda, primo! - agradeci.

Ele me olhou, deu aquele sorriso amarelado e pôs a mão em cima do pacotão volumoso de cobra dentro da roupa, como sempre fazia, sem ostentar malícia. Era natural pra ele, como todos os outros movimentos e hábitos que só quem convivia com o ogro sabia que ele tinha.

- Que nada, Laurinho! Tamo aí pra isso, pô!

Só de ter o toque proibido do Francisco na minha pele, pareceu que todo o resto do meu corpo quis senti-lo, sentir sua pressão, sua força, a pressa e a fome de seu quadril de macho rústico. Infelizmente, só a Filó tinha o prazer e a sorte de saber o que era ter um filho da puta daquele tamanho montado nela, socando na xereca e jogando leite quente no fundo do útero.

- Bora dar um rolé pelo mato? - ele convidou.

De cima do cavalo, olhei pra baixo e o vi de pé, com os pezões calejados de fora, uma mão por dentro da calça, mexendo no pirocão preto e com dois batatões enormes esbugalhados de lado.

- Eu e você? - perguntei. - Só nós dois?

O marmanjo mexendo por dentro da roupa e eu só querendo pedir pra cheirar, lamber e chupar aquela mão, os dedos, pra sentir a primazia do gosto de macharia. Conhecendo o puto, ele até toparia, porém faria isso na ingenuidade e eu não queria desse jeito, queria que viesse dele mesmo.

- É, ué. Já tá tudo pronto pra festa mais tarde, Laurinho, dá tempo de te mostrar o riacho.

Pensei um pouco.

- Ah, então vamos!

Sem mais nem menos, ele deu um impulso e pulou pra cima do mesmo cavalo que eu, se posicionando com o corpaço parrudo todo colado na minha traseira. Na mesma hora, meu cuzinho empinado foi massivamente roçado, sarrado e pincelado pelo malote do cowboy, e aí eu pisquei descontroladamente, chegando a tremer com meu corpo grudado no do Francisco.

- Não vai cair, ein, moleque!

Pra garantir que eu não ia escorregar, o galalau passou o antebraço peludo pela parte da frente do meu corpo e me puxou ainda mais pra si, praticamente sentado e montado no meu lombo.

- Isso, assim é bem melhor, piá! - falou.

- Me segura, primo! - pedi. - Senão eu vou cair! HEhehhe!

Diante de tudo isso, minha única conclusão foi a de que o Chicão tava descobrindo o que era viado, graças à minha presença na fazenda, e estava gostando bastante dessa descoberta. Ele podia não ter se dado conta ainda, mas sua atração por mim foi ficando cada vez mais evidente, desde os pequenos detalhes até às situações nas quais ficamos juntos e ele simplesmente não conseguia parar de me olhar.

Nós ficamos estacionados um no outro durante uns cinco minutos, que foi o tempo de todo o trajeto pelo meio da pequena floresta no final da propriedade. Era Francisco quem guiava as rédeas do cavalo, ou seja, meu corpo ficou todo no enlace e na posse do comando dele, quase como se ele guiasse tanto o animal quanto a mim. Isso pra não falar do balanço dos galopes do bicho, que só me fez escorregar e rebolar gostoso no pacotão de pica do primão mais velho.

Quando chegamos no riacho, fiquei deslumbrado: era uma queda d'água de tamanho médio, com várias pedras e outras quedas secundárias, culminando numa espécie de laguna que era literalmente uma piscina natural e de águas cristalinas, bem no meio da floresta. Dava pra ver as folhas no fundo do rio, além de alguns peixes e girinos nadando em grupo, de tão límpida a água, mas não foi nada disso que tirou meu ar dos pulmões. A verdadeira visão foi a naturalidade com a qual o primo Chicão se livrou daquela calça jeans surrada, a jogou de lado e ficou completamente nu, bem do jeito que veio ao mundo, sem medo de ser feliz.

- E aí, piá! Vamo ou não vamo cair nessa poça? - me perguntou.

- Eu vou, eu só tô.. Só estou.. - mas eu não consegui responder.

O cowboy era bem como eu imaginava, com a pancinha de parrudo meio peluda e uma selva de pentelhos abaixo do umbigo. O corpo todo duro, devido o trampo pesado, os músculos saltados e a pele parda, suada e muito atraente. As dimensões do físico rústico pareciam exageradas, chegando até o caralho do brutamontes, que tava mais ou menos meia bomba e com o cabeçote da peça de fora, avermelhada e respirando. Não tava dura, mas a inclinação já se fazia evidente, assim como as medidas de gorda, de grossa e de pesada. Uma tromba pentelhuda, molhada de mijo, muito mais escura do que o restante do corpo do safado e com um par de bagos massudos e obesos logo abaixo, pendurados e carregados de galões de leite maciço de noivo caipira. Rolona pouco da comprida, mas farta, muito bem servida, escura e com cara de quem ainda tinha muito pra crescer, pra inchar, envergar e estalar.

- Se tu vai ficar aí me olhando, então eu vou me adiantando, priminho! - ele avisou.

Só consegui fazer que sim com a cabeça, depois vi o gostoso correndo e pulando pra dentro do rio, com aquele jeito todo natural de ser e sem nem desconfiar do quão excitado eu tava. Muito natural, todo másculo e peludo, deixando as águas cristalinas da laguna cobrirem seu corpaço parrudo, uma cena que me deixou anestesiado, preso à visão do primo mais velho nadando e relaxando no riacho.

Hipnotizado, andei até à calça jogada nas pedras, peguei o tecido grosso e surrado e levei no nariz, enquanto Francisco ainda estava no fundo dos mergulhos. Só de encostar na mesma roupa que aquele macho usava durante horas, empesteada com seu cheiro natural e viril, já fiquei trêmulo das pernas. Enchi o fôlego e deixei o cheiro bruto e amargo daquele putão encharcar meu sistema circulatório, caindo direto na corrente sanguínea. Era uma mistura de doce e salgado ao mesmo tempo, resultando num amargo característico da testosterona, tudo por conta do suor do saco que o galalau acumulou no jeans ao longo do dia de trabalho pesado na fazenda. Quando dei por mim, ele tava da água me olhando.

- E aí, tu não vem, não? Vai ficar aí de bobeira cheirando a minha calça, num sol desses?

- Já vou. - fiquei sem graça, mas sinto que o primão não viu a maldade na minha atitude. - Tô indo!

Comecei a tirar a roupa e, assim como ele, resolvi ficar nu. Pra que? Desci meu short, coloquei o rabão pra fora e fiquei pelado, aí o Chicão não mergulhou mais, até parou de piscar os olhos e permaneceu imóvel, me observando. Mesmo da água, ele não conseguiu ficar sem manjar, me vendo ir até ele, até eu parar na beira do rio.

- Que foi? - perguntei.

E aí o marmanjo não conseguiu esconder a surpresa.

- Caraca, tu tem mó bundão, priminho! Orra, ó só o tamanhão disso?!

Fiquei ainda mais sem graça, mas até pra dizer isso o Chico soou ingênuo. Pareceu que pra ele era só uma curiosidade o meu rabo ser imenso, sem nenhuma maldade nisso, sem nenhuma utilidade aparente. Era apenas engraçado.

- Gostou, Chico?

- É diferente, né, Laurinho? Não conheço nenhum macho com um bundão desse tamanho, orra! Hehehehehe!

Francisco veio andando pra beira do riacho e seu corpo foi sendo descoberto da água. Quando o nível do rio ficou mais ou menos no umbigo dele, o puto, desinibido que só, revelou que a rola tava ainda mais meia bomba do que antes, devido nossa conversa.

- Você nunca viu homem rabudo assim que nem eu, primão?

- Nunca, rapaz! É normal na cidade, uns macho bundudo assim?

- É super normal! Eu faço academia lá no Rio, aí malho a bunda. - expliquei.

Ele parou do meu lado, pôs as mãos na minha cintura e virou meu corpo com extrema facilidade, todo bruto em seu jeito de querer me ver, me analisar sem pedir. Essa atitude de cachorro vira lata me deixou muito excitado, cheio de tesão pra ser feito de puta por aquele macho peludo e tirado a cowboy parrudo, então acabei ficando na ponta dos pés, só pra me manter arrebitado e completamente exposto à visão rústica do pilantra do Chicão.

- Caralho, é por isso que tua bunda é durinha, então? - ele fez a pergunta e deu uma tapa firme com a mão espalmada na minha nádega. - Ó só? Porra, Laurinho, tu parece até uma égua!! HAhahahaha!

Pronto, foi poesia pros meus ouvidos. O cuzinho latejou tão firme, que eu dei um tranco e as nádegas se contraíram ainda mais na mão calejada do cowboy parrudo e peludo. Olhei pra ele, vi a cena do brutamontes me apalpando sem malícia e me senti afogado num mar de chamas, doido pela curra violenta do Chico.

- SsSSS, gosta de bundão, primo? - falei. - É bom segurar um rabão duro assim, é? fFFF!

O ogro não entendeu bem o porquê de eu ter gemido, porém teve certeza que eu tava gostando muito daquela situação. A curiosidade e a ingenuidade do meu primo, somadas ao fato dele ser meio bruto no jeito de lidar, de mexer, de pegar em mim, de me descobrir e de testar o que meu corpo podia fazer, me deixou delirando.

- Acho maneiro quando macho malha, tá ligado? - Francisco me explicou. - Mas nunca tinha visto o povo da cidade malhando bunda assim, não. Só vejo mermo braço, as costa, essas coisa.

- É que a maioria dos caras só malha braço e costas mesmo, primo. Eu não, eu malho muito a bunda, que é pra ela crescer e ficar dura desse jeito assim, tá sentindo?

Empinei meu corpo e ele apertou os dedos fincados na minha buzanfa, sem medo de me sentir, de me passar seu fogo enterrado na terra da pele e da carne.

- Porra, tá dura é pra caralho! Nem peixeira amacia uma carne dessa, Laurinho, ó?

Arrebitado e com o lombão todo de fora, tomei outro tabefe em cheio na nádega e novamente meu cuzinho entrou em chamas, piscando e querendo atenção daquele bicho do mato cafajeste.

- É bom bater num rabão assim, é, primo? FfFFF! - tava complicado de me segurar, principalmente com a mão calejada e experiente daquele ogro cobrindo a bunda toda. - É assim que você bate na Filó, é?

- Tá maluco de bater na Filó? Ela me mata, Laurinho! Hehehehe!

Quando dei por mim e olhei pro lado, percebi que, ingênuo ou não, o Chicão tava com aquela bigorna preta ESTALANDO de dura, EMPENADA pra cima e com a uretra parecendo um VERGALHÃO todo torto, lutando pra dar conta de sustentar tanto peso, tanta massa, tanta quantidade de piroca pra cima.

- Que isso, Chicão!? Tá feliz, é?

Ele nem ficou sem graça por eu ter percebido seu pau durão e apontado pro céu.

- Normal, homem! Às vezes acontece, orra! Tu não fica assim, não, é, doido?

Francisco estava em ponto de bala, com a tromba parecendo uma mistura de músculo e braço, ou então uma estaca tomada de veias, de inchaço, de massa, com o prepúcio grosso cobrindo só até metade da chapoca vermelha e faminta.

- Fico, claro que fico, Chico! - expliquei.

O sacão pendurado até encolheu um pouco, de tanta pele que foi repuxada pra traduzir a ereção descomunal daquele membro escuro e da ponta avermelhada. Primão era todo pentelhudo e delicioso, dos pés à cabeça.

- Mas tô achando que você tá assim é de tanto olhar pro meu lombo, primo! Hehehehe!

Ele não entendeu minha resposta, mas continuou com a mão apertando minha raba, mantendo os dedos calejados e grossos presos na carne.

- De tanto olhar pro teu lombo?

- É, pra minha bunda. Você tá olhando pra minha bunda e tá galudão assim, seu safado!

Só que o nível de ingenuidade do Francisco pra sexo anal era enorme, ao ponto dele continuar sem entender a relação existente entre o tesão que estava sentindo e a visão da minha bunda.

- Mas por que? Galudão quando tô olhando pra tua bunda?

- É! Galudão, porque você deve tá pensando no meu cuzinho. Heheheh!

- Cuzinho? De cu?

- É, Chicão! De cu! Até parece que você nunca assistiu filme pornô, seu puto!

Enquanto conversávamos, aquela bengala preta e estufada do meu primo não parava de se mexer, dando estanques violentos no ar e pedindo boca, pedindo carinho, atenção e uma agasalhada completa, ainda que o próprio cowboy não tivesse se dado conta disso.

- Eu já vi pornô, homem! Mas o que tem a ver o teu cu nessa história, Laurinho? - fez a pergunta e apertou de novo minha nádega, ao mesmo tempo que seu cacete pulsou sozinho. - É cu de homem, orra!

Pareceu que ele tava ficando meio nervoso, eufórico pela ereção estalando e também curioso pelo assunto que eu tava apresentando a ele. Senti que o marmanjo queria fazer alguma coisa, qualquer coisa, só não sabia bem o que.

- Ué, você não sabe o que é sexo anal, Chicão?

Foi tanto tesão na minha pergunta, tanta pressão e dilatação, que, em câmera lenta, o prepúcio grosso e massudo do caralho finalmente escorregou pra baixo e deixou um cabeçote vermelhaço e muito inchado se arregaçar sozinho, sem a necessidade das mãos calejadas do cowboy.

- Sexo anal é botar no cu, é, Laurinho?

- É, Chicão! Sexo anal é comer o cu da pessoa, você nunca fez isso?

A cabeça daquela caralha parecia até uma moranga enorme, de tão viva, carnuda e aflita por uma quentura aveludada de goela, tipo a minha. Mesmo com um pouco de receio, meu tesão venceu e eu botei a mão diretamente naquela tora em pé, uma atitude que deixou Francisco sem palavras, só me olhando, me observando.

- Nunca fiz nada disso não, primo! Filó não gosta dessas coisa, não, tu tá ligado? E eu também não faço muita questão, se ligô?

O galalau olhou pra baixo, me viu alisando seu membro avantajado com os dedos leves e automaticamente a bigorna deu um tranco na minha mão, fazendo a chapoca vermelha inchar ainda mais. Era a visão nua a crua de um linguição toscano e parrudo de macho do interior, todo caipira, bobão e viril, da piroca rústica e com aparência de ignorante, de má educada.

- Mas se você nunca experimentou, como é que não faz questão? - perguntei. - E tipo, por que tá de pau durão olhando pro meu rabo? Hehehehe!

Sem parar de amassar minha raba no mãozão calejado, Chico riu e falou sincero.

- É curiosidade, homem! Quando eu fico assim, sei que é saudade de Filó! Hehehehehe! Aí eu volto correndo pra fazenda, pra tentar fazer um filho com ela.

A honestidade e a humildade do meu primo me deixaram desarmado. No fim das contas, Francisco ainda era um molecote que cresceu e virou um macho adulto, construindo família. No entanto, continuei com a mão querendo explorar e ensaiar uma punheta suculenta naquele membro enrijecido e latejante.

- Tão tentando ter um filho, é?

- Todo dia, Laurinho. Mas acho que Filó não quer, não. Acho que ela não gosta, não.

Mas eu não queria falar da noiva do meu primo, então voltei ao assunto de antes, que era a putaria, enquanto meus dedos não resistiram em sentir o peso de cada uma das bolas pretas daquele cowboy. Quanto mais eu mexia, mais e mais a peça ficava envergada, toda torta, esperando pra dar um bote.

- E vem cá, você nunca botou o pau na boca dela? Ela nunca te chupou, Chicão?

- Me chupar!? Pra que?

- Ué, Chicão?! Você não gosta de botar o pau na buceta dela pra fazer filho?

Fiz a pergunta e arregacei o couro do prepúcio todo, fazendo um filetão de babão grosso escorrer da ponta da chapoca avermelhada e cogumelada do ferro. Ele latejando na minha mão, porém sem dar um gemido sequer, todo controlado, apesar de entregue.

- Gosto, homem! É bom pra caralho, orra! Me sinto bem, me sinto macho! Mas na boca dela? Como é que eu vô embuchar Filó pela boca, primo?

Quase gritei pela resposta.

- Caraca, vocês dois só transam pra ter filho, Francisco!?

Ele ficou surpreso com minha pergunta.

- E não é pra isso, orra!?

- Também pode ser pra isso, mas existem vários tipos de sexo, primão! Você não sente prazer com a Filó? Tipo, não tem nada que você se imagine fazendo com ela que te deixe assim, de pau durão?

O ogro pensou por uns breves segundos, depois sorriu e me respondeu sem hesitação.

- Ah, até tem! Eu imagino eu e Filó se casando. Eu levando ela vestida de noiva pra cama e fazendo amor, daí ela embucha. Meu sonho com Filó é esse, comer ela depois dos casório e emprenhar na noite de núpcias. Na lua de mel.

Essa resposta só mostrou o quanto Chico era um homem de gostos simples e apaixonado pela Filó, por mais que seu corpo e seu jeito fossem o de um macho atraente e exalando testosterona.

- Bom, parando pra pensar, a festa do casamento é daqui a pouco, né? Então vai dar pra realizar seu sonho ainda hoje, Chicão.

- É isso, Laurinho! É hoje! Hehehehee!

Ele esfregou as mãos ao dizer isso, só que nada mudou o fato de que o caralho ainda tava todo cabeçudo, ereto e apontando pro céu, sendo amaciado e massageado nos meus dedos. Eu, curioso que só, fazia de tudo, desde pentear os pentelhos até segurar um ovo de cada vez, só pra avaliar o tamanho deles.

- Então quer dizer que você nunca botou a Filó pra mamar?

- Nunca, Laurinho! E ela também tem nojo, homem.

- Ah, não acredito! Um pirocão desses e ninguém nunca mamou?

- Nunca, priminho! Hehehehehe!

Ele se mexia e a bengala sacudia junto, mas sem cair, sem abaixar, sempre bem articulada e apontada pra cima, mirada na minha fuça, como se indicasse onde queria entrar.

- Qual será o gosto que tem? - perguntei.

Ele não disse nada, só ficou me olhando e com aquela peça de pica envergada balançando pra cima e pra baixo, como se fosse um convite necessário à minha goela.

- Não sei, Laurinho.

Olhei pra cabeça da rola, vi o inchaço dominando e não me contive.

- Deixa eu experimentar? Aí aproveito e te mostro qual é a sensação de ganhar uma mamada direto na garganta.

Francisco ficou de olhos arregalados, sem saber o que responder. Até que, sem perder o jeito de inocente, o marmanjo olhou pros lados, viu que estávamos sozinhos e sua resposta foi dar dois passos à frente, na minha direção, me dando espaço e ficando numa posição de a postos, com os braços pra trás do corpo.

Eu não esperei duas vezes, caí de joelhos na beira do riacho mesmo e pareci um desesperado enchendo a boca toda na cabeça vermelha daquela piroca grossa e peluda. Fui com tanta sede e fome que, logo de cara, já deixei a espiga varetar minha garganta, só pro Chicão ter uma ideia do que era a sensação do sexo oral, da profundidade, da pressão aveludada, macia e quente que uma goela pode fazer num trabuco daquele tamanho. Chupei, suguei, amaciei na língua, nas amídalas, na goela, nos lábios, na saliva, em tudo que pude, temperando e boquetando como se fosse a última das pirocas do mundo. De tão empenhado, comecei a puxar o corpo do meu primo pra cima de mim, deixando ele até meio nervoso, já que era o primeiro boquete de sua vida. O suor começou a escorrer,

- FFFfff, que pirocão gostoso da porra, ein, primo? SssSS! Sabia que não tem macho roludo na cidade assim, que nem você? Tá em falta lá! Hehehehe!

- Não tem macho dotado assim? Hehehehe!

- No seu caso é super dotado, seu safado! Hahahahaha!

Voltei a mamar e esqueci totalmente da realidade. Quando me lembrei de que estávamos na beira do riacho fazendo putaria, abri os olhos e tentei olhar pra cima, pra ver o que meu primão tava achando do primeiro boquete da vida. Francisco estava de olhos fechados, a cara rústica toda amassada e deformada de prazer. A boca um pouco aberta, as sobrancelhas franzidas e o corpo torto, todo entregue ao poder de sucção da minha garganta, do conforto das amídalas e de todo o agasalho emprestado pela minha boca.

- Caralho, isso que é sexo oral, é, Laurinho?

Parei a mamação, olhei cara à cara pra caralha e fiquei analisando o quão bem feita e desenvolvida ela era, como se não bastasse ser cabeçuda e grossa. A uretra bem destacada, os ovos pesados dentro do saco e uma aparência de gasta, de bruta, que me deixou com o cuzinho inflamado pra receber uma visitada daquelas.

- Isso que é mamada, primo! Tá gostando, tá? - fiz a pergunta e voltei a cair de boca, sem dar tempo do cowboy parrudo responder. - GHHHHmmmmm!

Mamei como se não existisse amanhã, só queria parar de chupar quando afinasse aquele cacete na marra, de tão lustrado e polido que ia deixá-lo na minha goela. Minhas amídalas, além de agasalharem, podariam a estaca até ela amolecer novamente, depois de muita gala quente de macho peludo ser jogado no fundo da minha língua.

- GHHHHmmmmMM! - só eu tava gemendo, de tão relaxado que fiquei naquele boquete espetacular no meu primo.

Ele, por outro lado, chegou o corpo ainda mais pra frente e relaxou os joelhos, ficando com o quadril todo à vontade na minha cara, livre pro que eu quisesse fazer. Sem pensar duas vezes, abracei o ventre dele e o obriguei a socar ainda mais cacete na minha boca, mesmo sem o putão saber que era possível.

- GHHHHHMMM! - várias e várias vezes ameacei engasgar, até lacrimejei, mas sempre de orgulho e felicidade por estar conseguindo engolir a bengala toda. - MMMFfF!

Olhei pra baixo e vi até os dedos dos pés do brutamontes fincados na grama, de tão preso e na pressão que ele tava. Chicão deu só um gemido no meio de tudo isso, que foi justamente o último e mais pareceu um grunhido, movido por uma onda selvagem de orgasmo que arrepiou todos os pelos do corpo.

- OOORRSSSSSSHhhhh! FFFFFSSSSsSsssSSS! HMMMFFFsSSS!

Pareceu um bicho do mato, um leão, um predador acasalando e se libertando do tesão pesado do saco, resultando numa descarga monstruosa de esperma em quantidade absurda, com potencial suficiente pra alimentar uma família inteira de viados famintos. Tanto leite, que mesmo tentando engolir tudo, eu fracassei miseravelmente e muita porra vazou pelos cantos da boca, caindo na grama.

- Caralho, Chicão! SSsSS, seu leiteiro da porra! - meu rosto ficou amassado de argamassa da nata do saco dele. - Como que você ainda não engravidou a Filó esse tempo todo, tendo tanto leite assim!? Puta que pariu!

- HEhehehehe, foi mal, Laurinho!

Não bastasse o gosto e o cheiro, eu tava até pesado com a fartura láctea das bolas peludas do meu primo mais velho, literalmente de banho tomado pelo leite quente que ele esporrou na minha cara, na minha boca e também no chão.

- Gostou, primão? Primeira mamada, ein, garotão! Hehehehe!

- Orra, se gostei? Achei do caralho, hehehehe! - ao falar isso, ele puxou o caralho pra baixo e soltou, mostrando que ainda tava borrachudo e cheio de fogo pra cuspir mais leite. - Mas olha só o que eu fiz com a tua cara, Laurinho!

Quando olhei no reflexo da laguna, vi meu rosto lotado de muita porra do saco do cowboy. Eram glândulas, núcleos e pequenos acúmulos de muita nata das bolas de macho parrudo, do interior, trabalhador braçal e viril. Mesmo tentando me lavar na água do rio, não consegui tirar tudo e percebi que só teria sucesso quando voltássemos pra casa, então eu não tinha outra escolha, senão voltar com o gosto e o cheiro do leite do Chicão em mim. Sendo assim, da mesma forma como fomos tomar banho no rio, montamos no cavalo e voltamos pra fazenda conversando ainda sobre os detalhes íntimos da relação do meu primo com a Filó, sua noiva e futura esposa.

Assim que chegamos no casarão, percebi que já tava tudo arrumado para a grande festa agostina de casório do Francisco. Mesas, cadeiras, som, fogueira, comidas típicas, já estava tudo aparentemente no lugar, só faltando mesmo os primeiros convidados. A primeira coisa que fiz quando voltamos foi me mandar pro banheiro, na intenção de escovar os dentes e lavar o rosto, já que ainda tava cheio do cheiro do Chicão empesteado na boca e na fuça. No entanto, quando tava passando pelo corredor de dentro do casarão, minha mãe me parou e fez questão de vir falar comigo, me deixando um pouco apreensivo.

- Lauro, pode parando aí mesmo. Nós temos que conversar, mocinho!

Eu pensei fodeu!. Ela devia ter visto eu chegando de cavalo com meu primo cavalo, certamente estava desconfiada e agora queria explicações do porquê nós sumimos. Tentei pensar em algo rápido pra dizer, mas ela veio vindo e eu fui ficando ainda mais tenso, porque o cheiro da porra e do suor do Chico ainda estavam fortes.

- Mãe, tem que ser agora?

- Tem, filho! É urgente!

Não entendi nada.

- É o que?

- A gente pode conversar no quarto?

Pensei um pouco.

- Tá bom, vou só mijar rapidão e já te encontro lá.

- Tá, filho. Tô te esperando lá, nada de tentar me enrolar.

Escovei os dentes, limpei o rosto e não consegui entender nada daquele papo com a minha mãe. Quando finalmente cheguei no quarto pra conversar com ela...

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Parte 1.

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Comentários

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30/06/2020 00:49:49
Cade essa continuaçao, estou ansioso demais!
28/06/2020 17:02:12
Continua, conto maravilhoso!
28/06/2020 04:50:24
26/06/2020 13:29:45
Pega o pai do Chicão
26/06/2020 10:35:27
Ah mano o Francisco é um anjo vey KKKKK fofo demais, Laurinho também é um diabinho atentado e rabudo, amei demais esse conto cara!
26/06/2020 08:54:06
Perfeito! Que tesão.
25/06/2020 23:12:01
Muito bom
25/06/2020 22:40:22
Muito bom, aguardando a continuação...
25/06/2020 21:45:10
que delicia
25/06/2020 21:44:53
UAUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU. SERÁ QUE VAI TER MESMO CASAMENTO? NÃO CREIO QUE FILÓ SEJA A PESSOA CERTA PARA CHICÃO SE É QUE ME ENTENDEM. RSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSS CHICÃO ACABA DE DESCOBRIR O PARAÍSO OU PARTE DELE. FALTA O RESTANTE A SER DESCOBERTO AINDA. MAS O QUE SERÁ QUE A MÃO DE LAURINHO QUER FALAR DE TÃO SÉRIO COM ELE? VEREMOS. PARABÉNS PELO CONTO. CONTINUE RAÍDINHO.
25/06/2020 20:25:41
Muito bommmm, continua
25/06/2020 18:58:33
continua

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