A coroa na praia
A Saionara se mudou para outra cidade ao conseguir uma vaga de trainee em uma multinacional.Quem era eu para não a incentivar a agarrar essa chance?
No segundo fim de semana, depois da partida dela, eu precisava inventar o que fazer para passar meu tempo ocioso.
Resolvi ir até Caiobá no litoral do Paraná, onde temos um apartamento. Sai logo cedo e nem na serra peguei tempo ruim, o que é raríssimo. Fora da temporada aquele lugar parece uma cidade fantasma de tão vazia que fica.
As vezes gosto de passar um fim de semana sem balada, sem agito. Cheguei, abri todas as janelas e cortinas do apartamento. Aproveitei para correr na areia da praia e ver o mar, na volta encontrei a mãe de um amigo meu no elevador carregando uma caixa de mantimentos. Dona Janda, (na época tinha 46 anos, pele morena, cabelos pretos lisos, olhos verdes e um corpaço inacreditável. Seios pequenos e uma cintura violão, tipicamente brasileira). Com certeza era a mãe mais gostosa de todos meus amigos. Eu já tinha tocado muitas em homenagem a ela,principalmente depois da primeira vez que a vi de biquini. Nossos encontros aconteciam na maioria das vezes na época de temporada quando nossas famílias faziam churrascos no andar da piscina ou passávamos o dia na praia em frente ao prédio. Nos cumprimentamos formalmente, ela perguntou como estava a faculdade e mandou um beijo para minha mãe.
Tomei uma ducha e me joguei no sofá da sala e liguei a tv. Acabei adormecendo e acordei com o interfone tocando. Era dona Janda, oi Ricardo desculpe incomodar mas você poderia me ajudar com o aquecedor?
Na hora pensei, será que ela está sozinha? O que uma mulher como ela vem fazer sozinha na praia? Quando cheguei lá ela estava de camiseta e um shorts jeans comportado, mas que não escondia o quanto ela é gostosa.
Fui até a área de serviço, tentei ligar o aquecedor e nada. Aí ela falou: vou ter que ir embora, como é que vou tomar banho?
Ofereci meu apartamento para ela usar o banheiro e em vista das circunstâncias não recusou.
No banheiro do corredor, em todos apartamentos é possível entrar pela cozinha e por uma porta que abre direto no box acessar o banheiro. Isso evita que quando alguém chegar da praia ou piscina entre pela sala. Essa porta é de alumínio e na parte superior é de vidro martelado para permitir a entrada da luz. Foi esse banheiro que disponibilizei para ela. Não consegui me conter, quando ela já estava no no banho a alguns minutos passei pela área de serviço e entrei no quarto de empregada. De lá eu podia ver a silhueta dela da cintura para cima sem ser notado. Me deu uma vontade enorme de me masturbar, mas me contive. Pensei: Ricardo, usa a cabeça de cima.......faz o almoço. Preciso segurar ela aqui. Vou fazer um macarrão, coloquei água para ferver e arrumei a mesa para duas pessoas. Peguei um molho pronto e coloquei queijo parmesão, pimenta e noz moscada. Quando ela saiu do banho falou que cheiro bom é esse? Respondi: nosso almoço, e puxei a cadeira para ela sentar. Enquanto terminava perguntei se ela aceitava um vinho. Ela disse que não era muito de beber, mas se fosse suave tomava uma taça. Peguei um dos vinhos de meu pai e acertei em cheio.
Ela começou a perguntar da faculdade e contei como era e falei dos planos para o futuro. Eu não deixava a taça dela ficar vazia, e a conversa mudou para namoro. Falei que era uma fase que eu estava aproveitando bastante, que as vezes namorava e as vezes só ficava com alguém.
Ela perguntou se esse ficar envolvia sexo. Respondi que normalmente sim.
Dona Janda já embaladinha disse que casou com 19, no começo era bom, mas engravidou muito cedo aos 20 anos e nada foi como era antes.
Aí eu falei: mas agora eles cresceram, só o Rodrigo ainda mora com vocês. O casal tem mais tempo para ficar junto.
Quem me dera respondeu ela, o meu marido agora comprou um carro conversível e só quer novidade. Não quer admitir que o tempo passou, que envelheceu é ridículo. Comigo é uma por mês, as vezes mais, mas é daquele jeito. Sem capricho, sem preliminar. Hoje nem quis vir comigo porque ficou na sala vendo tv até as 5h da manhã. Ela riu e falou: aproveite garoto que depois de casar o castelo é grande para limpar e o príncipe não quer saber de você.
Aproveitando que ela estava embaladinha, me levantei e falei, conto de fada não existe e de pé segurei nos ombros dela e a beijei. Ela aceitou meu beijo e o beijo carinhoso se transformou em um amasso. A levantei e dei um abraço. Ela tremia, minha nossa não acredito que vou fazer isso a abracei com mais força e ela opaaaaa, não é príncipe mas tem espada. Rimos, e ela falou nunca peguei em outro pau, isso é loucura.
Peguntei se ela queria pegar e antes que ela respondesse segurei a mão dela e fiz pegar no meu pau. Ai isso é bom, e apertou. Baixei a roupa com cueca e tudo e fiz ela pegar nele. Ela perguntou: está assim por minha causa. Sim, por você desde que vi você de biquíni a primeira vez. Ela não largava meu pau.
Dei um chupão no pescoço dela e continuei. Desde aquele dia que desejo você,agora te chamo de você que vai ser minha putinha e meti as mãos nos peitos dela. Você com aquele biquíni amarelo na piscina inspirou muitas punhetas, gostosa. Fala mais Ricardo.
Continuei: tirei a blusa e abri o sutiã, desde aquele dia sonhava em te possuir. Ela quis se ajoelhar e eu não deixei, falei: hoje você vai receber prazer primeiro. Pense em você gostosa! Caí de boca em seus mamilos, ela passava as mãos em meus cabelos. A encostei na parede e meti a mão no meio de suas pernas sobre o shorts. Ela gemeu alto e falou: as cortinas estão abertas. Respondi: já falei que sua preocupação tem que ser com teu prazer e voltei a chupar seus mamilos.
Ela dizia, isso é muito bom, não sei se a tontura é só da bebida estou molinha, continua...assssimmm. Abri o botão do shorts e ela suspirou alto. Desci o zíper bem devagar. Perguntei: posso tirar? Ela respondeu: deve. Coloquei uma mão de cada lado e baixei o shorts bem devagar e falei: que coxas...morenas...torneadas, que mulher. Recebi um beijo guloso como resposta. Ela enfiou a língua com vontade em minha boca. Segurei a calcinha e parei o amasso. Agora deixe eu ver essa buceta encharcada e baixei a calcinha. Hum depiladinha, linda. Dá uma volta, ÔÔ rabão gostoso. Adoro ver o corpo feminino nu, até hoje me dá um tesão inexplicável ver o quadril de lado, ainda mais se tem uma marquinha do bronzeado. Peguei a calcinha na mão e joguei pendurei na cadeira falando: essa você não vai ver mais. Vai ficar de lembrança para mim. Me ajoelhei bem devagar olhando para ela que me olhava de boca aberta. Sou seu súdito, tirei sua sandália e beijei seu pé...ela falou isso é demais...fiquei mordiscando aquele pezinho e fui subindo pela perna lisinha....aquela mulher se cuidava. Passei pelo joelho e cheguei na coxa. Sou louco por essa parte do corpo feminino, apesar de minha vontade de jogar ela no chão e enterrar meu pau dentro dela, me contive, apreciei o momento. Quando cheguei no meio da coxa ergui a perna dela e coloquei aberta sobre meu ombro. Fui beijando e mordiscando por baixo da coxa até chegar na virilha. Ela se torcia de tesão, olhei para buceta encharcada fingindo que ia colocar a boca, mas chupei a virilha. Adoro fazer isso, a outra perna de dona Janda fraquejou. Segurei com força e ela continuou em pé, agora coloquei minha língua para tocar seus grandes lábios. Eles estavam quentes, molhados e levemente salgados. Quando coloquei seus grandes lábios presos levemente entre os lábios de minha boca tenho certeza que ela gozou levando os quadris três vezes para frente. Abri a buceta com os dedos e chupei. Ela segurou meus cabelos e continuei a chupar. Seus gemidos agora eram altos e sem controle, enfiei meu dedo dentro dela e chupei seu clitóris...ela gemeu alto, apertou minha cabeça e falou vou cair...levantei e a segurei fazendo ela descer suavemente no tapete. Ela ficou inerte por algum tempo, respirando fundo. Aproveitei e beijei sua boca falando: sinta teu gosto. Talvez esta frase tenha sido um pouco forte demais para ela. Deitei sobre ela e a abracei, ela retribuiu me abraçando carinhosamente e pediu: me beija outra vez, foi o que fiz, mas minha cabeça de baixo saiu do aperto que estava no meio das coxas e encostou na barriga dela. A respiração dela que já estava acalmando voltou a ficar ofegante. E ela falou: acho que agora você vai me comer não é? Fiz que sim com a cabeça. Me levantei esfregando meu corpo no dela e fiz meu pau e meu saco passar sobre sua boca. Alcancei minha carteira e tirei as camisinhas.
Entreguei na mão dela e falei abre. Ela segurou e vi suas mãos trêmulas, mas ela abriu o pacote. Girei meu quadril e falei, põe. Segurei meu pau e ela vestiu a camisinha. Aquele era um momento especial para ela, mas também era para mim. Olhei em seus olhos e falei, pronta? Ela me abraçou e falou põe. Apontei meu pau procurando o buraquinho da buceta, encostei e senti ele entrando, fiz bem devagar sentindo tudo. Coloquei minhas mãos atrás da cabeça dela e falei, olha ele lá dentro. Fui tirando devagar e enfiei outra vez..olha gostosa ...é bom? Está uma delícia, continua... põe tudo. Tirei e empurrei mais um pouco. Quando ficou bem lubrificado, tirei quase tudo e soquei com força. Comecei a bombar forte e ela segurou minhas costas.
Puta merda que pau gostoso..acelerei tirando quase tudo e deixando quase só a cabeça. Senti meu pau entrando muito fácil e soquei tudo. Estávamos suando, bombei tirando um pouco e metendo até o fim. Ela agarrou minhas costas e enfiou as unhas. ahhh, gozei outra vez...não parei de bombar porque queria gozar também e senti quando meu pau começou a pulsar...fiz força para sair muita porra. Me larguei sobre ela que falou, ahh que menino danado.
Tirei meu pau de dentro dela e falei: quero mais. Puxei ela pela mão e fomos para o quarto.
Limpei meu pau na torneira da pia. Ela estava na cama e meu pau foi amolecendo. Ela colocou ele na boca que mole coube inteiro. Beijou meu saco e chupou. Passou a língua e colocou uma bola na boca e fez o mesmo com a outra. Beijou minha barriga e enfiou a língua em meu umbigo, desceu para minha coxa e risos..chupou minha virilha como fiz com ela...isso é bom. E caiu de boca no meu pau que foi endurecendo. Segurou na base e mamou...chupou a cabeça, passou a língua e engoliu outra vez. Quando ficou bem duro, olhou para mim com cara de safada, pois a camisinha e sentou.
Que mulher bonita. Ela sentando no meu pau com as pernas abertas e aquelas coxas morenas, uma barriga firme e seus seios começando a balançar, aquela boca vermelha, os cabelos perfeitamente lisos e brilhantes...olhei nos olhos dela e sorri. Ela falou que foi? Eu disse nada, aproveita e fode. E logo ela batia com força nas minhas coxas, senti medo de ela quebrar meu pau numa daquelas socadas, mas estava incrível. A respiração dela começou a ficar ofegante.
Perguntei,: cansou? Ela balbuciou: ahãn...me virei para ficar por cima e meti forte...não demorou e gozei outra vez.
Ficamos ali deitados e ela riu: quero mais...e quero de quatro.
Seu pedido é uma ordem Janda...risos, só porque que está me comendo perdeu o respeito? Você é minha puta nessa cama, te chamo de como quiser...vai putinha, fica de quatro. Fiquei olhando aquela buceta inchada. Não resisti e enfiei um dedo e depois outro....o que é isso Ricardo e senti minha mão molhada....bombei com os dedos sentindo ela fazendo força para apertar. Segurei sua cintura com meu braço esquerdo quando meus dedos da outra mão faziam a parte divertida. Meti a boca naquela buceta arregaçada e em pouco tempo ela gozou. Meu pau estava querendo diversão e soquei com tudo dentro dela. Entrou fácil...ela gemia muito...você vai tá acabando comigo.
Falei: nem comecei...ela olhou para traz e chupei os dedos que tinha enfiado na buceta dela e chupei fazendo barulho. Peguei uma camisinha e encapei meu dedão. Apontei no seu cuzinho que trancou.
Ela falou assim é abuso...respondi: quer mais prazer? Insisti na pergunta...quer mais prazer? SIM EU QUERO. Então relaxa, mas nessa hora meu dedo já estava socado no rabo dela e meu pau deslizava em sua buceta. Tirei o dedão do cuzinho que latejava e apontei meu pau.
Pensei, puta que pariu, será que entra, mas encostei a cabeça e empurrei...ela falou paraaaaa! Parei mas não tirei e ela respirava gemendo....mas falou não tira só fica quieto. Ela fez força para tirar e segurei e quando ela relaxou meti. Ela me xingou, filha da puta, caralho como doeu....agora fooodeee...empurrei e ela rebolou. Soquei com força e bombei naquela bundona, ela gemia e rebolava. A cama fazia barulho e o prazer era indescritível . De repente ela urrou e se abaixou ahhh, gozei...que tesão , mas tira essa tromba do meu cu. Ri e caí do seu lado com a camisinha cheia.
Ela dormiu e fui para o banho, me deitei ao lado dela e cochilei. Fui despertado por ela de toalha amarrada na cintura.
Porra Janda, você sabe ser gostosa, vem cá, senta no meu colo e nos beijamos. Ela chupou meu pescoço e perguntou: quer mais? Puxei a toalha e ela masturbou me pau e deitou na cama. Vem estou sequinha quero sentir ele me rasgar.
Empurrei e entrou apertado. Que delícia estava apertadinha e fui enfiando, abrindo até molhar um pouco e eu começar a bombar. Estava uma delícia quando o celular dela tocou na sala. Fui atrás dela e abracei por traz. O cara perguntou o que el estava fazendo e ela respondeu que estava fazendo exercício, o que não era mentira. Ela avisou que só iria subir a serra no domingo depois do almoço, porque o tempo estava ótimo.
Passamos a noite transando e quando eram umas nove da manhã perguntei se ela trouxe biquini. Ela disse eu tenho, mas você está louco de pensar que eu vou para piscina do prédio. Eu disse nada disso conheço uma praia bem discreta, em vinte minutos a gente está lá e pode dar umazinha.
Nossa menino você só pensa nisso?
Com uma gostosa como você só.
No caminho não tive como não ficar de pau duro sentindo as coxas dela nas minhas e os peitinhos nas minhas costas. Ela percebeu e foi segurando meu pau e colocou a boca nas minhas costas. Eu sabia que minha moto ia me dar prazer, mas não nesse sentido.
Na praia tinham três meninas que ficaram olhando para nós o tempo todo. Peguei o protetor solar e passei naquele corpão. Convidei ela para ir o mar olhando cheio de malícia. Entramos na água até um pouco acima da cintura. Baixei minha bermuda e puxei ela ao meu encontro. Puxei a calcinha do biquíni e ela montou em mim e se esbaldou no meu pau, dessa vez sem camisinha. Eu nunca tinha trepado no mar e gostei da experiência ao ar livre.
Ela saiu desfilando do mar. Peguei nossas coisas e ela falou: vamos amor. Ainda demos uma rapidinha antes do banho. E ela disse chega, preciso ir embora. Foi tão bom que deu vontade de repetir, mas fiquei só com as memórias de um fim de semana inesquecível.
Só voltamos a nos encontrar no prédio no fim do ano e ela e o marido estavam cheios de carinho um com o outro. Quando conseguimos ficar a sós foi no elevador. Ela me abraçou e falou obrigada. Aquele fim de semana salvou meu casamento. No domingo eu estava morta, mas na segunda me soltei com meu marido e tudo mudou e me deu um selinho. Limpou o batom da minha boca, falou obrigada e desceu no andar dela.