ENTREGANDO O EX-NOIVO BEM DOTADO DE PRESENTE PARA MAMÃE (Continuação de Preparando Meu Ex-Noivo...)

Um conto erótico de Sula_Fofinha
Categoria: Heterossexual
Data: 09/05/2017 20:21:07
Última revisão: 30/05/2017 21:10:34

Mesmo depois de ser mãe aos dezoito anos e estar com mais de quarenta, mamãe parecia estar ainda no auge da beleza. Com um corpinho de fazer inveja a muitas jovens e um rosto que escondia a idade, ao meu lado ela parecia mais uma irmã do que minha mãe e isso me dava muito orgulho.

Apesar de ter traído papai, mamãe estava longe de ser uma mulher promíscua. Papai foi o primeiro e por muito tempo único homem de sua vida. A traição, que aconteceu porque ela pensou que estivesse sendo traída, aconteceu com um único homem, foi um erro pelo qual ela pagou caro além de carregar até hoje o remorso por ficar sabendo que papai não a procurava porque tinha uma doença até então não diagnosticada que comprometia seu desempenho sexual. Além do marido e do amante, mamãe namorou um colega de trabalho quando esteve separada de papai. Portanto, mamãe chegou à viuvez tendo relacionamento íntimo com apenas três homens, o que, para muitas jovens hoje em dia é quase nada.

Mamãe havia passado os três últimos anos da vida de papai dividida entre as responsabilidades de cuidar do marido e de manter o emprego de gerente de um hipermercado para dar conta das despesas médicas. Ela abriu mão de muitas coisas para ficar a maior parte do tempo ao lado de papai, tarefa que quem acompanhou não teve dúvida que foi feita com amor. A morte de papai doeu muito nela que quase pediu demissão do bom emprego que tinha por causa de depressão. Felizmente ela teve forças para reagir e tocar a vida adiante. Coube a mim, que também havia deixado de lado alguns prazeres, fazer com que mamãe descobrisse que estava livre para aproveitar a vida. Aos poucos fomos reagindo à situação. Mamãe passou a ser minha companheira e confidente. Íamos juntas ao cinema, shopping, etc. Em casa, conversávamos sobre todos os assuntos, sem tabu. Foi nessa época que mamãe se abriu sobre sua vida sexual, desde o começo ainda na adolescência, as brincadeiras com papai, como ele a fez mulher, o envolvimento com Seu Jorge e como um cafajeste daquele a transformava numa depravada e, sem que eu tivesse visto, fiquei conhecendo por descrição o ex-namorado já citado. Por minha vez, eu contei a mamãe tudo o que eu já relatei neste site que já havia acontecido até então, com mais detalhes além das aventuras que talvez eu nem irei escrever. Eu me abri como se ela fosse minha terapeuta. Mamãe ficava visivelmente mais interessada quando o assunto era o meu ex-noivo Roberto, o Rô. Ele ainda não havia saído da minha vida, mesmo estando próximo de se casar com outra. Era com ele que eu saía quando estava sem namorado. Para mim, era melhor eu me satisfazer com alguém já conhecido, mesmo comprometido, do que me aventurar com desconhecidos. Roberto foi o homem mais bem dotado com quem já transei. Dono de um pênis tão largo que eu tive dificuldade de me acostumar no sexo vaginal e que quase me arrebentou no sexo anal na primeira vez. Era justamente esse dote do Rô que despertava a atenção de mamãe que parecia não acreditar. Dizia ela que era impossível segurar um pinto e não conseguir encostar o polegar na ponta dos outros dedos; que isso era coisa de fantasia pornô ou de quem tinha mão pequena. Porém, ela não deixava de se interessar pelas minhas histórias e me encher de perguntas sobre aquele que ela ainda hoje considera o namorado mais bonito que eu já tive.

Eu percebi que a curiosidade de mamãe escondia o desejo de ter uma experiência com aquele rapaz e perguntei para ela se toparia ir para a cama com o Rô. Ela concordou com a condição de eu não ter interesse de voltar a ter um compromisso com ele. Eu não tinha mesmo esse interesse, mas tive que jurar para ela. Então combinamos que eu convidaria o Roberto para ir à nossa casa na noite seguinte. O fato de ele estar comprometido não seria problema porque a noiva dele morava em outra cidade e eles só se viam nos finais de semana. Convite feito, convite aceito. Roberto nunca recusou um convite meu. Então combinei com mamãe que eu ficaria no meu quarto enquanto ela o recebia. Sugeri que ela o esperasse vestida com uma calça de academia como ele gosta e uma camisetinha leve, que eu sabia que chamava a atenção do meu ex-noivo. Mamãe iria dizer que eu tive que sair e iria demorar, mas que era para me esperar.

Exatamente no horário combinado a campainha tocou. Do meu quarto não dava para ouvir com clareza o que eles conversavam, mas percebi que mamãe não precisou argumentar muito para o Rô ficar. Não tive como espiar os dois na sala, portanto eu vou repassar o que mamãe disse. Eles ficaram conversando sentados no sofá. De vez em quando mamãe se levantava para pegar alguma coisa na parte de baixo do rack empinando bem a bunda na direção do Rô numa intenção clara de oferecer o traseiro para ele apreciar. Depois ela voltava a sentar ao seu lado bem encostada. Os dois ficavam cada vez mais descontraídos; riam bastante, se abraçavam. De repente trocaram um beijo bem demorado. A mão de mamãe deslizou para cima do volume da calça do Rô tentando abrir o zíper, o que só conseguiu com ajuda do parceiro. Quando Rô colocou para fora aquele colosso que eu conhecia muito bem mamãe exclamou: “Nossa! É grosso mesmo!” tão alto que eu ouvi lá no meu quarto. Começou a manipular a ferramenta do meu ex- noivo. Logo ela colocou na boca tudo o que podia daquela tora até os dois fazerem uma pausa para se livrar totalmente das roupas. Roberto sentou-se no sofá e puxou mamãe para se sentar em seu colo de frente para ele, mas ela resistiu e virou-se para ficar de costas como se tivesse posando para foto pornô. Mamãe pensou que eu estivesse espiando e queria mostrar aquele pintão entrando apertado na buceta dela. Mamãe tentava fazer um movimento ritmado, mas a posição não era muito confortável. Mesmo assim ela gozou rapidamente e deitou de vez sobre o Rô. Então ele a fez deitar de costas no sofá e experimentar outra coisa que tinha curiosidade: ser penetrada sem foder. Eles ficaram um bom tempo conversando e se beijando naquela posição até que finalmente Rô iniciou o vai-e-vem fazendo mamãe gozar novamente. Após um breve descanso o casal se levantou, desta vez para ir ao quarto de mamãe continuar o que começaram na sala com o conforto de uma cama de casal. Foram muitos gemidos e sussurros que eu quase não resisti à tentação de assistir pela porta que estava totalmente aberta. Mamãe disse que havia deixado assim de propósito para que eu pudesse ver os dois transando em várias posições Após mais um breve silêncio os sussurros voltaram até que mamãe começar a gritar:

_Ai, cuidado! Aí não! Quer me dividir ao meio?

_Calma, sogrinha! Relaxa! Sua filha também pensou que não ia aguentar, mas depois acostumou. (respondeu meu ex não tão alto, mas suficiente para eu escutar do meu quarto).

_Aaaaaiiiiiii! Devagar! Eu não vou aguentar. (continuava ela).

Desta vez eu não contive a minha curiosidade e fui conferir se mamãe iria mesmo aguentar o Rô num anal. Na posição em que os dois estavam eu pude ver tudo direitinho. Mamãe já não falava nada. Estava ofegante passando uma mão sobre os olhos, provavelmente para enxugar as lágrimas. Roberto, com o pau dentro dela, deslizava suas mãos entre nuca e a cintura de mamãe em movimentos repetidos enquanto dizia que ela era muito gostosa, que “a Sula tinha a quem puxar”, que dali para frente eles iriam transar sempre, etc. Assim foi até ele começar a fazer um vai-e-vem ritmado. Tanto mamãe quanto seu novo amante passaram a gemer alto. Eu, por experiência, sabia o que mamãe estava sentindo. Era a segunda vez que eu via mamãe transando e diferentemente da primeira, era com o meu incentivo e eu estava satisfeitíssima por isso. Mamãe passou a falar coisas sem sentido, dizer palavrões, que aquele cuzinho já tinha um novo dono e que ele poderia arrebentar todas as pregas. Eu fiquei tão excitada vendo aquela cena que nem me preocupei se poderia ser vista pelo casal. Felizmente eles estavam tão concentrados no que faziam, que talvez não notariam a minha presença nem mesmo se eu estivesse dentro do quarto ou talvez nem ligariam. Finalmente Roberto gozou no rabinho de mamãe, tirou o pau ainda duro de dentro dela e os dois se deitaram lado a lado para descansar. Voltei ao meu quarto mantendo cuidado para não fazer barulho. A excitação de ver minha mãe transando com meu ex-noivo me fez ficar com a calcinha encharcada. Tirei a peça e fiquei apenas com uma minúscula camisola. Em seguida eu ouvi novamente o casal conversando no outro quarto e um deles ir até o banheiro. Voltei à porta do quarto de mamãe e vi que era ela quem estava deitada na cama. Então ouvi o barulho da água do chuveiro. Peguei uma toalha minha, fui ao banheiro e a ofereci ao Rô que ficou assustado ao me ver. Entrei no box, fechei a torneira do chuveiro e dei um demorado beijo antes de fazê-lo se enxugar. Puxei-o até o meu quarto onde deitamos na minha cama de solteiro. Comecei chupar o seu pau que, aos poucos, foi enrijecendo e quando ficou “no ponto”, com o Rô por baixo, coloquei-o dentro da minha buceta. Só então eu tirei a camisola e fiquei curtindo a pulsação daquele cacete dentro de mim. Expliquei a que tudo aquilo fora combinado entre mim e mamãe e quis saber o que ele havia achado da ex-sogra. “Tão gostosa quanto a filha”, disse ele com um sorriso safado. Então, pedi para ficar por baixo dele para que me fizesse gozar. Louca de tesão como eu estava, não demorei para chegar ao orgasmo e interromper a foda antes que ele também gozasse. Pedi para que ele parar e sair de cima de mim e fomos até o quarto de mamãe, onde ela parecia que esperava por nós. Então eu disse a ela: “Vim devolver o seu brinquedo novo que eu tomei emprestado”. Dei mais um beijo no Roberto e saí, desta vez, fechando a porta. Era mais de duas horas da manhã quando ouvi o Roberto sair do quarto de mamãe. Ela o acompanhou até a sala onde ele se vestiu para ir embora. Mamãe voltou para o quarto e me encontrou deitada nua na sua cama. Ela também continuava nua e deitou-se ao meu lado naquela cama que estava com várias manchas de sêmen, algumas delas com traços de sangue. Comentou sobre o que achou daquela noite. Rimos muito, falamos sobre outras coisas, tudo entre abraços e carícias... Não, não houve relação lésbica incestuosa. Tirando apenas o fato de estarmos nuas na mesma cama, tudo o que rolou foi carinho normal entre mãe e filha e eu aconselho a qualquer mulher que esteja lendo para sentir como é especial sentir o corpo da própria mãe. Minha filha começou a descobrir isso ainda bebê e até hoje tomamos banhos juntas e, quando meu marido viaja, nós dormimos na mesma cama e, quase sempre, nuas. Meu menino também teve esse contato especial comigo, mas só até a pré-adolescência.

Aquela foi a primeira de várias noites em que eu e mamãe revezamos o Roberto. Isso não acontecia apenas em nossa casa nós três colocamos em prática algumas ideias, por exemplo, quando eu levei mamãe e o Rô a um motel. Deixei os dois lá e fiquei esperando que me ligassem para ir buscar só que depois eu não levei o Roberto para a casa dele e nem voltamos para a nossa casa. Mamãe dirigiu até outro motel onde deixou Roberto comigo. Tanto no primeiro como no segundo trajeto, enquanto uma dirigia a outra ia com o Rô no banco de trás fazendo um boquete para “aquecer”. Assim, mantivemos por meses esse triângulo em que o meu ex-noivo era o nosso garoto de programa. Por sua vez, Roberto dizia que a minha casa era o seu harém. Porém nós três só estivemos ao mesmo tempo na mesma cama numa única vez, quando fizemos a despedida de solteiro do Rô. Na antevéspera do casamento, nosso homem nos levou para a casa em que ele iria morar. Uma casa muito bem decorada com tudo novo. Como é tradição, a cama do casal estava repleta de presentes que nós tiramos com cuidado juntamente com a colcha. Os lençóis novinhos ele não deixou tirar. Partiu de Roberto a iniciativa de nos despir, começando pelo vestido de mamãe, depois o meu. Apenas de calcinha e sutiã, eu iniciei uma longa sessão de beijos calorosos com Rô enquanto mamãe se livrou das duas peças restantes, abriu as calças do nosso macho e começou a chupar a sua ferramenta, segundo ela, já duríssima. Como se tivéssemos combinado, mamãe e eu alternamos nossas bocas com a boca e o pau do Rô. Às vezes a minha língua se encontrava com a de mamãe como se houvesse uma disputa entre elas pelo pau do Rô. Após muitos beijos e chupadas, foi o Rô quem tomou a iniciativa de me deixar peladinha e dar um banho de língua bem demorado alternando entre mim e mamãe. Depois, com o Roberto deitado de costas e completamente nu, mamãe ajeitou-se sobre ele introduzindo aquela ferramenta grossa dentro de sua buceta. Eu, então, coloquei-me de frente para mamãe com minha buceta na boca do Rô. Mamãe cavalgou até ficar cansada; ela já havia gozado pelo menos duas vezes enquanto eu me contive para gozar apenas quando estivesse sendo penetrada. E assim foi na posição de cachorrinho. Mamãe fez questão de ajeitar o pau do Rô na entrada da minha grutinha. Não demorou muito para eu chegar ao orgasmo simultaneamente com o Rô que inundou minha buceta com seu sêmen e ainda fez com que mamãe lambesse seu pau até que ficasse limpinho o que ela fez com muito prazer. Exaustos, deitamos naquela cama com o Roberto entre nós duas. Da minha buceta escorria sêmen para o lençol. Roberto disse que não era para eu me preocupar com as manchas. Conversamos relembrando a trajetória de toda aquela aventura a três. Foi unânime a afirmação de que aquilo nunca passou por nossas cabeças quando eu e Roberto estivemos namorando seriamente e com certeza jamais teria acontecido se o nosso compromisso tivesse continuado. Roberto confessou que ainda gostava muito de mim. Mais do que da sua futura esposa. Quanto a mamãe, ele disse que era ótima e que ela o surpreendeu tirando de sua cabeça a imagem de uma senhora séria e colocando a de uma mulher fogosa e sem limites quando busca prazer. Talvez para confirmar a impressão que Rô tinha dela, mamãe começ ou a acariciar o pau dele enquanto beijava sua boca, passado em seguia a chupar gulosamente aquele falo que reagiu imediatamente. Eu, que apenas assistia ao começo daquela nova sessão de sexo, comecei a participar beijando o nosso parceiro enquanto massageava o clitóris de mamãe com meus dedos inexperientes em outra mulher. Roberto apontou para a gaveta do criado-mudo onde eu achei um tubo de lubrificante íntimo e depois apontou para o rabinho de mamãe. Passei aquele gel no reguinho dela e introduzi meu dedo lubrificado no seu cuzinho. Não foi preciso pedir para mamãe se colocar na posição para ser enrabada. Agora foi a minha vez de ajeitar o pau do meu ex-noivo na entrada do buraco a ser penetrado. Foi excitante ver bem de perto as preguinhas de mamãe quase arrebentando. Mamãe já estava acostumada a ser invadida por aquela coisa grossa, mesmo assim seu rosto tinha uma expressão de dor, assim como o meu também apresentava quando fazia anal com Rô. Continuei apreciando aquela visão, às vezes parando para premiar o Rô com um longo beijo. Enfim, nosso parceiro gozou no rabinho de mamãe e ao tirar o pau de dentro dele, pela primeira vez eu vi de perto o estado em que um rabinho fica logo depois de invadido. Apesar de tudo, aquilo me deixou ainda mais excitada. “Também quero”, foi o que eu quase disse, mas sabia que tinha que deixar o homem descansar para fazer direitinho. Ele e mamãe deitaram exaustos, enquanto eu excitadíssima e ansiosa não consegui relaxar.

Deveria ser umas quatro da manhã quando Roberto levantou para ir ao banheiro. Quando entrou no quarto me viu sentada na cama, esperando por ele, com o dedo em riste sobre a boca pedindo silêncio para não acordar mamãe. De quatro, no chão mesmo, com o cuzinho já lubrificado, eu nem precisei pedir. Rô sabia o que tinha que fazer... e fez. No estado em que nós estávamos, eu sabia que não iríamos demorar muito para gozar, mas foi ótimo enquanto durou. Só percebi que mamãe havia acordado depois que ela se levantou e foi participar beijando nosso macho e acariciando os meus seios. Sob a luz do abajur ela também pode ver o estrago que aquele pau é capaz de fazer. Satisfeitíssimos, voltamos os três para a “nossa” cama para um breve descanso, antes de irmos os três para o banho , já por volta das sete da manhã.

Usamos toalhas do enxoval para nos enxugar e depois a secamos com o ferro até então sem uso. Vestimos rapidinho e ajeitamos as coisas procurando não esquecer nenhum detalhe. Depois de enxugar o banheiro, fizemos um repasse no quarto para não deixar nenhuma evidência. A noiva do Rô chegaria na cidade naquela manhã onde ficaria até o dia seguinte, quando voltaria para a sua cidade para a cerimônia do casamento.

Tudo terminou naquela noite. Nós não fomos assistir a cerimônia porque, eu e mamãe éramos conhecidas da família do noivo e não ficaria bem uma ex-noiva estar presente naquela ocasião.

Dias depois, mamãe e eu resolvemos trocar a nossa casa por um apartamento. O corretor que negociou os imóveis, um rapaz bem mais novo do que mamãe, se interessou por ela e os dois começaram um namoro e hoje estão casados. Antes do casamento de mamãe eu fui morar sozinha no meu próprio apartamento e conheci o Henrique, por ironia, mais velho do que meu futuro padrasto e ficamos noivos.

Depois do que acabei de relatar a vocês, eu ainda participei de outro triângulo sexual. Desta vez, foi um pai e filho que eu conheci em um passeio a Parati. Desta vez, não rolou sexo a três. Quem sabe eu conte em mais detalhes num próximo relato?


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Comentários

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01/12/2018 02:57:52
Muito bom..espéro que volte
29/07/2017 22:18:27
Boa noite
30/05/2017 21:24:29
Amigos. A pedido de mamãe eu alterei o meu relato acrescentando um fato importante que foi omitido. Ao contrário do que afirmei primeiramente eu, mamãe e Roberto fizemos sim sexo a três. A omissão desagradou mamãe que quis compartilhar com vocês a nossa história com tudo o que foi importante e não desistiu de tentar me convencer disso. Tanto ela insistiu que me fez ver que tinha razão. Felizmente, este site permite que façamos alteração em texto já publicado. Peço desculpas pela omissão e por ter afirmado que nunca compartilhei uma cama com mais de uma pessoa. Foi uma única vez mas foi importante. Vale a pena ler.
11/05/2017 06:31:35
Retribuindo a visita, valeu a pena esperar a continuação. Que narrativa excitante, menina! Não foi só você que ficou com a calcinha encharcada. Imaginar a mãe com esse Roberto dotado foi de ficar abrindo e fechando as pernas de tesão. Parabéns e nota máxima com louvor. Beijos da Vanessa.
10/05/2017 19:30:43
Adorei teu conto Fofinha Sula. Entra em contato conosco na Secret Island para receber nossos vídeo contos e postar os teus. Beijoka da Carla Zéfira - Secret Island - Email:


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