Carona para a Amiga

Um conto erótico de Rui
Categoria: Heterossexual
Data: 29/02/2016 18:54:41

Encontrei Tatiane no cruzamento de uma das ruas mais movimentadas da cidade. Estava absorta, olhando para uma vitrine, quando a abordei de surpresa, pelas costas.

- Ai! Seu maluco. – Ela reclamou, dando-me uma bolsada, enquanto eu me divertia às custas do susto.

Passado o momento da gracinha, nos cumprimentamos com um abraço e pude saborear a suavidade e o calor da sua pele morena contra a minha.

- A quanto tempo não te vejo! – Ela comentou, me olhando de cima a baixo, quando nos desgrudamos. – Deixou até crescer uma barba... –

Sorri, puxando-a para dar uma voltinha.

- E você continua gostosa, como sempre. –

Ela devolveu com um sorrisinho sacana, sem conseguir esconder o agrado.

- De bobeira? –

Ela confirmou. No que, prontamente, convidei-a para passarmos um tempinho colocando o papo em dia, num lugarzinho próximo dali, que eu frequentava.

- Rapidinho... – Ela concordou. – Porque combinei de encontrar o meu namorado daqui a pouco. –

Confesso que paralisei. Já estava pensando em todo o tipo de besteiras e, de repente, me vem essa notícia.

Tatiane, namorando? Que desperdício!

Mas fomos, mesmo assim.

Muito mais desanimado do que no início, guiei-a até uma agradável lanchonete, que a noite se transformava em barzinho, onde eu sempre parava quando estava por aquelas bandas. Pegamos uma mesa e começamos a relembrar histórias e pessoas do passado.

- Encontrei com a Ju... – Tatiane contou, alegre por estarmos desencavando tanta coisa. – Está casada e já tem um filho. –

- Nossa! – Não consegui esconder a admiração.

Ela me olhou com uma cara divertida.

- Vem cá, Rui... Aquela história é verdade? -

- Que história? – Dissimulei, sabendo exatamente a história a qual ela se referia.

- Aquela... Você sabe! – Ela insistiu, contendo a gargalhada. - Que você, o Thiago e o Caio transaram com ela na festa de aniversário do Pê, todos juntos, atrás dos banheiros do clube. –

- Aquele filho da puta do Caio contou? – Me entreguei, rindo também.

- Eu sabia! – Tatiane exclamou. – A Leia bem que me disse, que a Ju contou, que você... –

E estancou aí.

- Eu? – Perguntei, curioso.

- Nada. –

- Agora quero saber. –

- Esquece... É bobeira de menina. –

- Vai me deixar curioso? –

- Já disse que é bobeira. –

- Então me fala, ora. –

Tatiane, meio vermelha, se viu sem saída. Ainda rindo, falou baixinho, embora não houvesse ninguém por perto.

- A Ju contou pra um monte de gente que você... Que você tinha um... –

E delimitou um tamanho com as duas palmas.

- Sério? – Disse, surpreso. Meio tímido e, ao mesmo tempo, orgulhoso. – Que eu tenho o pau grande? –

- Ela disse que era gigante. Até doeu pra entrar. –

E acabamos rindo da situação embaraçosa. Uma história de, no mínimo, cinco anos. Da época em que ainda estávamos no ensino médio.

Depois da risada, silêncio. Ficamos nos olhando, de repente sem assunto.

Foi a Tati que ousou.

- Tem mesmo? –

- O quê? – Devolvi meio que no automático, surpreso.

- O pau grande? -

- Eu... Não sei... Nunca medi. – Na hora, deu-me uma crise modéstia.

- Sério? –

- É. – Menti. – Acho normal... Sei lá. –

- Hum... –

- Porque? – Foi a minha vez de apertar.

- Não sei... Curiosidade. –

Assenti.

- Nunca viu um pau grande? –

- A conversa é sobre pau, agora? – Tatiane buscou a tangente.

Mas eu estava disposto a aproveitar a deixa.

- Você que começou. –

- Alguns... – Ela ponderou. – Mas nenhum chegou a doer. –

- Talvez a Ju seja mais apertada que você. – Provoquei, e mais uma vez gargalhamos.

Mas eu ainda não tinha me dado por satisfeito.

- E o teu namorado? –

- O que tem ele? –

- Cara bacana? Estão juntos a quanto tempo? –

- Ah.. Bacana, sim. Gosto muito dele. – Ela contou, tentando soar segura. – Está caminhando para o segundo ano de namoro. –

- Sujeito de sorte... – Olhei para ela, que estava ainda meio ruborizada. – Só quero saber o que é que ele tem, que eu não tenho... –

- Que conversa é essa? – A atenção dela voltou-se cem por cento.

Foi como numa pescaria, quando a isca começa a balançar.

- Vai dizer que não percebia, Tati? Que eu passei o ensino médio inteiro tentando chegar em você? –

- Eu não! Que mentira! –

- É sério. Lá naquela festa, que você ficou com o primo da Vanessa... Eu fiquei puto. Estava planejando chegar em você. –

- Menino, que loucura! Ressuscitou o Júlio César... –

- Era esse mesmo o nome do filho da puta. Estragou tudo! – Confirmei, já partindo para a próxima. – E sempre que a gente fazia trabalho juntos, no mesmo grupo, eu ficava louco de vontade de tentar alguma coisa... –

- Deixa disso, Rui. –

- É verdade. Eu sempre te achei linda. Maravilhosa. Ainda mais, agora. –

Vermelha, a ponto de explodir, Tatiane teria se escondido num buraco, se tivesse achado algum. Mas, mesmo assim, a intuição me dizia que a conversa estava agradando de alguma forma.

Ficamos um bom tempo olhando um para a cara do outro. Eu sério e ela com um sorrisinho sem graça, sem saber como reagir. Resolvi que o melhor era dar-lhe tempo.

- Tenho namorado. – Ela finalmente quebrou o hiato.

- Eu sei. – Concordei.

- Melhor não falar mais nisso. –

- Tá bom. –

Peguei um guardanapo e rabisquei meus contatos, tanto de celular quanto de redes sociais, e entreguei-lhe. Depois levantei, dei-lhe um beijinho na bochecha, fui ao balcão acertar a conta e saí.

Dois, três, quarto, cinco, seis, sete... Treze. No décimo terceiro dia havia uma solicitação de amizade dela, para mim.

Vou comer essa menina, pensei comigo mesmo. Com certeza vou.

Insisti no papo. Dessa vez mais brando, sem tocar no assunto daquele dia. Eram horas e mais horas de conversar virtuais, comigo sempre ousando. Aos pouquinhos, mas em crescimento gradativo.

Revirei de cima a baixo os álbuns da morena-jambo, admirando seu belo corpo. O rostinho bonito, os cabelos dourados, a boca carnuda, os olhos vivos, os peitinhos pequenos, a barriguinha lisa, a bunda redondinha, as pernas torneadas.... Imaginei-me fazendo todo o tipo de putarias com aquela menina, ao mesmo tempo que conversava com ela sobre amenidades.

Tempo ao tempo, confiei.

E não sofri decepção.

Aconteceu que o namorado falhou uma vez. Disse-lhe que voltaria da viagem a trabalho na terça-feira e depois adiou para a quinta. E depois para o sábado.

Tati me confidenciou que achava que estava sendo traída.

- Paranoia sua... – Rebati, mas sem muita ênfase na certeza.

Só que ela parecia bem segura. Me enumerou uma série de “comportamentos suspeitos” do sujeito, que não me pareceram lá grande coisa, mas que para ela eram praticamente conclusivos.

Tive o cuidado de não jogar muita lenha na fogueira, mas naquele dia ouvi bastante reclamação dela, a respeito do namoro. Coisa que não havia acontecido até então.

Tratei como um grande acontecimento. Uma oportunidade clara, finalmente. E a animação me fez ficar mais criativo.

No dia seguinte, saí do meu bairro em direção ao centro e fiz hora num shopping center. Quando deu o horário marcado, chamei ela pelo celular.

- Vai voltar para casa como, hoje? –

- De táxi... O carro ficou com ele. Por quê? –

- Porque estou aqui perto do seu trabalho. Se quiser, posso te dar uma carona. –

Tati relutou, mas eu insisti.

- Então tá bom. Aceito a sua carona. – E tratou de pontuar bem a palavra “carona”, para passar o recado de “nada mais”.

Mas eu não sou do tipo que desisti fácil.

Fui um pouco antes do horário acertado e já a estava esperando, quando ela desceu. De lá, antes de chegar em casa, acabei arrastando-a até um barzinho.

Faísca leva ao fogo. Cerveja leva a confissões.

Não demorou, e Tati estava confirmando que ficara mexida, desde que conversamos.

Nos beijamos. Ou melhor, tentamos engolir um ao outro.

- Isso é loucura. – Ela soltou o clichê, quando nos desgrudamos, depois de um bom tempo de amasso.

- Eu estou louco. – Retruquei.

- Eu também. – Ela concordou.

- Então parece certo. –

E foi quando Tatiane se entregou. Me pediu para achar um motel. O mais próximo que eu conhecesse.

Como se precisasse pedir...

Pulamos para dentro do carro, e nos agarramos mais um pouco lá dentro, até eu conseguir dar a partida e rumar para um motelzinho que eu conhecia naquela região. Decente, mesmo não sendo dos melhores. Mas perfeito, dada a urgência.

Meu pau parecia que ia explodir.

Entramos no quarto já nos despindo. Me livrei da calça e da camisa, e ela do vestido e dos saltos.

- Os saltos não. – Pedi.

E ela atendeu. Recolocou os calçados pretos, que combinavam com a lingerie azul-marinho.

- Assim? – Fez pose, como seu eu fosse fotografá-la para uma revista sensual.

- Desse jeito mesmo. –

Avancei para cima dela como uma fera faminta, ansioso pelo trabalho exploratório. Comecei pela boca, descendo para o queixo e depois fazendo curva para a orelha. De lá, direto pelo pescoço até o ombro, e depois reto, até o umbigo.

- Me come. – Ela pediu, apressada.

E eu quase atendi. Vontade não faltava. Mas a importância de fazer bem feito martelou na minha cabeça.

- Calma. – Pedi, já fazendo jeito de livrá-la da parte de cima.

- Quero ver. – Ela apontou para o volume da minha cueca.

- Vai. Mas agora a vez é minha. –

Retirada a peça, ataquei seus seios. Pequenos, com aureolas e mamilos escuros e delicados. Abocanhei cada um demoradamente, tratando-os como se fossem preciosidades de início, e depois praticamente mordendo-os.

Senti que ela ficou maluquinha.

Quando me dei por satisfeito, desci até a parte de baixo, ainda protegida pela peça intima, e livrei-me dessa última barreira. Encontrei uma maravilhosa grutinha, enfeitada por poucos e bem aparados pelinhos. Praticamente uma fendinha, bem desenhada e bonita de se ver. Quando abriu, exalou o cheiro maravilhoso de excitação.

Caí de boca, ávido pelo gosto.

Tati correspondeu com gemidos mais profundos e ritmados, apreciando cada movimento meu.

Cuidei dela até não poder mais. Usei tanto a língua que até doeu.

- Mete em mim. Agora. – Ela ordenou dessa vez, aflita. – Enfia essa pica todinha na minha buceta. –

E mais vaga ideia de camisinha sequer passou pela minha cabeça. Tudo o que fiz foi instintivo. Sacar fora minha cueca, direcionar meu caralho na entrada daquela maravilha e enfiar por inteiro, devagarzinho, curtindo o avanço de cada centímetro.

Algumas poucas bombadas e o gozo veio, aterrador. Me deixou com as pernas bambas, de tão forte, e inundou a bocetinha de Tati.

Foi porra da ansiedade, pensei. E o tesão que eu tenho nessa mulher.

Comecei a enumerar as desculpas para ela, totalmente desconcertado. Fiquei puto da vida, e envergonhado, por não ter conseguido me segurar. Mas ela, maravilhosa, não deixou-me fazer grande caso.

Pelo contrário. De um jeito único, soube virar o momento. Veio por cima, deixando-me deitar na cama, e já foi logo agarrando o meu membro meio desfalecido.

Cansou de tanto elogiá-lo, dizendo que era ainda melhor do que tinha ouvido falado, e de como morria de vontade de ser totalmente preenchida. E que queria senti-lo na boca também.

- Nossa! Será que ele cabe? É tão grande! E tão grosso! É o maior que eu já vi na vida. –

A conversinha mais manjada que uma mulher pode usar contra um homem. E também a mais efetiva.

Nem bem percebi, e eu já estava relaxado outra vez.

Tati foi colocando a glande na boca, fazendo uns movimentos com a língua e com os lábios que eu nunca tinha experimentado. Como se estivesse beijando e sugando ao mesmo tempo. E ao mesmo tempo também se preocupava em me masturbar devagarzinho com a sua mãozinha macia, de modo que não demorou eu já estava ficando preparado para outra.

Quando totalmente ereto, ela atacou com o boquete de fato. Chupou como uma verdadeira putinha, mostrando tudo que sabia. Com a linguinha ágil, foi da ponta até a base, e depois até o saco. Até engasgou, o que me deu um tesão incrível, quando tentou engolir o máximo que pôde.

- Pega uma camisinha. – Pedi, já ansioso para a minha segunda chance.

- Agora não precisa mais. – Ela não se fez de rogada. Posicionou-se acima e foi sentando aos pouquinhos, com calma, até me acomodar totalmente dentro dela.

Quando senti sua pele contra a minha, soltei um suspiro.

E ela, um gemido de alivio.

Foi a deixa para começar a foda. Primeiro, ela cavalgando vigorosamente. Em seguida, com o seu corpinho apoiado ao meu, e as minhas mãos segurando-a pelas nádegas, estocadas mais vigorosas ao meu comando.

Invoquei todo o tipo de distração para prolongar a foda o máximo possível.

E, já no fim, consegui mudar a posição para colocá-la de quatro, e terminar o serviço apreciando a maravilhosa sensação de encher aquela bundinha gostosa de tapas.

Gozei novamente. Dessa vez, com o sentimento de dever cumprido.

E terminou assim a nossa noite. Tomamos banho juntos, e fizemos mais algumas putarias, mas depois tive que deixá-la em casa. Não sei porque, Tati não quis dormir comigo.

Ainda transamos outras vezes. Catorze, para ser mais preciso. Cada uma melhor que a outra.

Depois, abruptamente, acabou. “Outra chance para o namorado”, foi o argumento dela.

“Quando quiser novamente, estarei esperando.”, ofereci-lhe.

E ainda espero.


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Muito boa Rui. Nota 10

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