MAIS QUE UMA SIMPLES PUNHETA MATINAL

Um conto erótico de O BEM AMADO
Categoria: Heterossexual
Data: 21/07/2021 16:01:13

Uma das coisas que mais me agrada ao acordar pela manhã é a possibilidade de fazer o que eu quiser, principalmente se estiver sozinho; nesse dia acordei açodado por uma deliciosa ereção pujante que estimulava corpo e mente a extravasar; bem depressa me livrei da camiseta e dei início a uma punheta feita com bastante vagar para apreciar tudo que ela podia me proporcionar; minha mente passou a viajar por imagens de mulheres com quem eu já tinha me encontrado para uma boa foda, ampliando o tesão e a vontade de prosseguir na masturbação.

Tudo caminhava bem e eu somente queria aproveitar o momento …, até que tive a sensação de que alguém me espreitava! E era uma sensação tão intensa que me incomodava e tirava minha concentração do que estava a fazer ali sozinho. Então, uma desconfiança surgiu dentro de mim. “Sandrinha! É você que está aí?”, perguntei em tom sonoro aguardando uma manifestação. Demorou um pouco, mas ela apareceu vindo do canto oposto da porta do quarto, trazendo no rosto uma expressão encabulada, mas também um pouco marota!

-Faz tempo que você está aí, não é? – perguntei com firmeza.

-Er …, sim …, um pouquinho – ela respondeu evitando um risinho sapeca – É que dá um tesão ver …

-Ver? Ver o que? – insisti no questionamento – Ver um homem se masturbando?

-Ah, é claro, né – respondeu ela com certa impaciência por eu saber a resposta – É gostoso ver …, essa coisa dura …

-Hum, entendi – emendei com ar de safadeza – Quer vir aqui para ver melhor?

Imediatamente, Sandra acenou com a cabeça exibindo uma expressão maliciosa e um olhar cobiçoso. “Pode vir, mas tem uma condição …, tem que tirar a roupa!”, arrematei com tom insinuante. Sandra olhou para mim e sua expressão demonstrava sua hesitação; passados apenas alguns segundos, ela tornou a sorrir e tirou a roupa correndo para a cama e deitando-se ao meu lado; depois de me encarar com mais um sorriso curioso, ela deitou a cabeça sobre minha barriga e começou a acariciar meu ventre. “Vai! Faz que eu quero ver!”, pediu ela em tom ansioso.

Retomei a masturbação ao mesmo tempo em que acariciava os cabelos de Sandra observando sua nudez viçosa e incitante; novinha com peitinhos durinhos e mamilos arrepiados; uma bundinha roliça compunham a perfeição do corpo feminino jovem e repleto de viço; a carícia de sua mão sobre meu ventre arrepiavam a minha pele e intensificavam minha ereção com a glande quase dobrando de tamanho. Vez por outra, Sandra olhava para mim e sorria.

Sem aviso ela desceu a mão até as bolas e segurou-as entre os dedinhos levando-me à beira da loucura. Que toque macio e delicioso era aquele? Eu pensava e suspirava de tesão, com a excitação no auge e caminhando para o limite de um macho. “Tá gostoso …, isso que eu tô fazendo com a mão?”, perguntou ela com tom inocente.

-Tá! Tá sim …, muito! – balbuciei eu incapaz de me expressar de outra maneira.

-Então, deixa eu fazer um pouco? – tornou ela a perguntar mirando meu rosto com uma expressão pidona.

Lentamente, fui soltando a rola enquanto ela se incumbia de cingi-la entre os dedinhos iniciando movimentos de sobe e desce procurando manter um ritmo constante e fluente; de vez em quando, ela perguntava se eu estava gostando e eu somente conseguia acenar com a cabeça já que o tesão tomava conta de minha vontade. Sandra tornou a deitar a cabeça em meu ventre bem próximo da rola mantendo a cadência da punheta e suspirando suavemente.

A certa altura, Sandra acelerou os movimentos tornando a masturbação mais rápida enquanto apertava um pouco mais o membro entre os dedos, tencionando que eu atingisse meu ápice …, e uma incontrolável contração muscular antecedeu um longo espasmo que redundou no clímax, com meu pau inchando e começando a pulsar para expelir sêmen e aliviar minha tensão.

Soltei um gemido longo quando o gozo sobreveio e Sandra percebendo isso apertou ainda mais meu pau e esforçou-se em manter o ritmo da punheta enquanto eu ejaculava como um animal projetando jatos de esperma pelo ar que voltavam a cair lambuzando-me por completo, como também a minha parceira. Um arrepio me tomou de assalto quando a safadinha começou a lamber a glande com a ponta da língua, parecendo experimentar o sabor da porra.

Ao término de tudo, ela se levantou olhou para mim e sorriu. “Obrigado! Foi muito gostoso, mesmo …, e tem um sabor gozado! Agora preciso ir …, Tchau!”, despediu-se ela levantando da cama, pegando sua roupa e saindo do quarto; e lá fiquei eu …, todo lambuzado de porra, mas satisfeito com tudo …, com tudo mesmo! Saí da cama e segui com meu dia que prometia muitas tarefas, mas que era atenuado pela deliciosa experiência matinal!

Passaram-se semanas até que eu tivesse a oportunidade de deliciar-me com mais uma punheta ao amanhecer. E dei início ao meu ritual solitário sem me importar com mais nada, nem mesmo com a possível aparição de Sandra e seu jeitinho sapeca; cerrei os olhos e aproveitei as memórias suculentas que eram meu combustível pessoal …, aliás, sempre foram …, todavia, mais uma vez veio-me aquela sensação …, a sensação de que alguém me espreitava.

-Tem alguém ai? – arrisquei a perguntar em tom alto, imaginando que poderia ser a safadinha da Sandra mais uma vez. E a pessoa se fez presente …

-Dona Olívia? Puxa, me desculpe! – disse eu tentando cobrir meu corpo e esconder minha ereção, enquanto ela exibia um sorrisinho muito safado.

-Desculpar porque? Isso é natural em um homem – respondeu Olívia sem titubear – Aliás, que pau duro você tem aí, hein? Precisando de uma ajudinha? Ela disse isso apontando para a tenda armada debaixo do lençol, me deixando ainda mais encabulado e sem saber o que dizer ou fazer. Se de um lado eu podia entrar no joguinho dela e aceitar, de outro não tinha noção das possíveis consequências.

A sugestão me deixou embasbacado; Olívia era uma mulher bem madura e muito experiente; mesmo com certa idade ainda tinha muitos atrativos e atributos capazes de deixar qualquer macho de pau duro louco pra foder com ela. Todavia, não deixava de ser uma situação constrangedora dentro do quarto entre eu e ela. Olívia não esperou por uma resposta aproximando-se da cama e sentando na beirada.

-Será que eu posso ver essa piroca grossa e dura? – perguntou ela mais uma vez e com a mesma desfaçatez de antes, puxou o lençol até que meu pau estivesse bem visível para seu olhar guloso em um rosto cheio de expressões libidinosas.

Ainda sem cerimonialidade, ela cingiu minha rola com a mão retomando a punheta com movimentos dedicados. Me senti dominado pela mão de Olívia como se ela pudesse fazer o que quisesse sem que eu esboçasse uma reação contrária. “Puxa! Ele é bem grosso mesmo! E tá muito duro! Será que só uma punheta resolve isso?”, comentou ela trazendo uma proposta implícita. Olívia prosseguiu algum tempo me punhetando até que inclinou-se até que a glande estivesse ao alcance de sua boca.

Olívia lambeu gostoso com a ponta da língua enquanto persistia na punheta com uma mão e a outra apertasse minhas bolas deixando-me em um estado de submissão ao controle da fêmea; e as lambidas foram evoluindo até que ela acabasse abocanhando a pica, fazendo-a desaparecer dentro de sua boca, me premiando com uma deliciosa e suculenta mamada.

A vadia não vacilou em me mamar gostoso sempre apertando as bolas e aproveitando para apertar a glande entre seus lábios me fazendo gemer de tesão. A certa altura, Olívia parou com tudo, tornou a ficar em pé e começou a tirar a roupa. Ao vê-la peladinha, meu pau pulsou forte denunciando um novo estágio de excitação desmedida.

-Agora, vem cá – disse ela sentando-se ao meu lado e retomando a punheta – Mama os peitões da Olívia, mama …, chupa meus bicos que eu gosto muito!

Eu não estava em condições de recusar tal oferecimento e por essa razão segurei as tetonas gordas com as mãos apertando-as ao mesmo tempo em que lambia e sugava os bicos duros e pequenos como frutinhas frescas. Olívia gemia como uma vaca deliciando-se em ter os peitos saboreados pela boca de um macho, sem perder o ritmo da punheta apertando meu pau e massageando-o com extrema destreza.

Quando dei por mim, Olívia preparava-se para sentar na rola de frente para mim; perdendo totalmente o controle, tomei uma posição mais confortável e deixei que ela viesse em cima; foi a própria Olívia que segurou a rola enquanto sentava-se sobre ela; assim que ela desceu, o encaixe deu-se com perfeição, já que a greta da safada estava bem quente e lubrificada.

Sem perda de tempo, Olívia começou a subir e descer sobre a rola com suas mãos sobre meus ombros e seus olhos fixos nos meus. “Ahhh! Uhhh! Que rola grossa gostosa! Assim que é bom!”, murmurava ela com um sorriso descarado e olhar depravado. Deixei de lado todo o receio e segurei-a pelas nádegas rechonchudas acompanhando o ritmo dos movimentos de subida e descida aproveitando para apertar aquelas bandas carnudas, estapeando vez por outra ouvindo Olívia soltar gritinhos histéricos de prazer.

Fodemos gostoso e eu me esqueci completamente de tudo mais a minha volta, concentrando-me apenas em apreciar a trepada experiente daquela mulher madura e safada; o afã dela logo fez o suor irromper por todos os poros e sua respiração tornava-se mais acelerada e um pouco ofegante; e foi assim que ela teve o primeiro de vários orgasmos que chacoalhavam seu corpo impondo que ela celebrasse com gemidos prolongados e suspiros profundos.

Tempos depois e antes que eu pudesse avisar, meu gozo sobreveio, explodindo em uma volumosa ejaculação que inundou a buceta de Olívia com uma carga quente fazendo-a enlouquecer de prazer experimentando um derradeiro e prolongado orgasmo antes que desabasse sobre mim, suada e ofegante. Ela não perdeu tempo em recuperar-se e sair de cima de mim. “Porra! Foi uma foda muito gostosa! Agora, vou embora!”, disse ela enquanto recolhia suas roupas e corria para fora do quarto, me deixando prostrado e lambuzado sobre a cama.

Uma semana após esse evento, lá estava eu de pau duro mais uma vez logo pela manhã; mesmo com alguns compromissos pendentes cumpri minha própria regra de jamais perder uma ereção e logo segurei a rola manipulando-a açodadamente; algo me dizia que aquela seria, de fato, uma punheta solitária …, entretanto não foi bem isso que aconteceu, pois antes que eu desse conta da situação meu quarto foi invadido por Sandra e Olívia; seus olhares gulosos e suas expressões depravadas certificavam-me acerca da intenção de ambas.

Minutos depois eu tinha uma verdadeira disputa sobre a cama; de um lado Sandra massageando a bolas e me fitando ansiosa e de outro Olívia que já tinha meu pau dentro de sua boca, sendo que ambas procuravam alternar-se em suculentas mamadas em minha rola, divertindo-se com minha expressão embasbacada de quem era submetido a avidez oral de duas fêmeas taradas. Eu me continha para não gozar muito depressa, já que a visão e a sensação eram simplesmente imperdíveis e inesquecíveis.

-Essa putinha novinha você não pode fuder! – disse Olívia me encarando insinuante – Mas a buceta da velha aqui você pode meter quanto quiser …, e aí? Vamos?

Sucede-se então uma foda fantástica compartilhada a três; pus Olívia deitada sobre a cama e meti rola na sua greta quente e molhada enquanto Sandra colocou sua cabeça entre nós alternando sugar pica e lamber buceta, aproveitando ainda para massagear o clítoris de Olívia que mordia os lábios para não soltar um grito de tesão! Fiz aquela puta descarada gozar tanto que chegou a molhar os lençóis, como também aconteceu com Sandra quando pediu que eu dedilhasse um pouco a sua vagina. Não dei trégua para a velha safada socando rola com força e exigindo que Sandra linguasse o clítoris para ampliar ainda mais as gozadas de Olívia, até que fui vencido pelo meu esforço extravasando meu gozo dentro da buceta carnuda de Olívia que não segurou um gritinho ao sentir-se encharcada de porra.

-Puxa, bebê, você viu só? – comentou Márcia comigo dias depois no café da manhã – Não sei a razão mas Sandrinha, nossa filha e minha mãe estão tão felizes que chega a ser contagiante! Queria saber que bicho mordeu elas.

-Eu também queria – respondi com uma ponta de satisfação.


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