Como Virei Escravo do Meu Chefe (parte 5)

Um conto erótico de Daniel
Categoria: Gay
Data: 20/07/2021 10:18:48
Assuntos: Gay, Sadomasoquismo

Medo e tesão podem ser uma combinação perigosa as vezes.

Te faz ir para caminhos sem volta. Experimentei pela primeira vez ser um escravo e agora fico com a sensação de que nenhum outro sexo será tão bom quanto aquele.

Coração batendo a mil por hora. A expectativa era muito grande, meu pau ficava duro o tempo todo. Numa esquina, paro para comprar uma cerveja que vou tomando pelo caminho numa tentativa de espantar o calor da tarde e também me acalmar. Sim, estou bastante nervoso. As batidas do coração estão aceleradas, minha mente é um turbilhão de imagens e palavras provocativas trocadas em dezenas de mensagens. A porta do apartamento 57 se abriu e adentrei a masmorra, um quarto gelado, escuro, com uma música alta, ao entrar logo a porta se fechou sozinha – era tudo como mágico, parecia um sonho – e uma voz de comando me mandava apenas ajoelhar. Sem ver ninguém, já que a porta aberta escondeu meu anfitrião. “Mãos para trás”, escutei e imediatamente fui vendado. De tudo, o fato que mais me assustava era o começar de olhos vendados. Não poder ver ao vivo o seu rosto ou o local onde eu estava me deixava mais ansioso e com os batimentos mais acelerados. Segui as orientações às cegas, pela voz.

Arrepios, calafrios, era medo? era tesão? por um momento pensei – meu Deus, o que que eu tô fazendo aqui? – mas eu não sairia de lá por nada, o show estava pra começar. Minhas mãos suavam, sentia meu coração na boca, quando senti o toque das mãos sob minha cabeça, uma voz em meu ouvido dizia: a palavra de segurança é amarelo. Eu tremia, meu tesão foi a mil, meu pau duro arrebentava por cima do meu short, meu cú piscava involuntariamente, e eu queria me entregar cada vez mais. Nesse intervalo de tempo, pensamento, sensações, vieram a venda, a máscara, e algemas. Lá estava eu entregue, à serviço, ajoelhado em um capacho de espinhos, extremamente só e indefeso. Ele pegou no meu peito, e apertava, apertava, apertava, eu gritava e me contorcia de tesão. Foi quando começaram as ordens: fique de pé, imóvel. Fui agarrado com força por trás e uma mão exploradora coberta por luvas de couro começou a desabotoar minha camisa. Senti os dedos alisando os pelos do meu peito e roçando meus mamilos. O tesão e o medo já estavam à flor da pele e eu nem sequer estava despido. Sentia na nuca a respiração e a barba do meu dominador, que se afastou e ordenou que eu tirasse a camisa. Depois o tênis, as calças e as meias, ficando só de cueca.

“Agora tire a cueca”. Minha cueca ao perto das 18:00h já estava toda melada de tanto que meu pau havia babado, muita excitação, nunca havia sentido algo assim antes. Ao baixar a cueca meu pau duro de tesão saltou vibrando para fora. Mal começamos e já estou aqui com a barraca armada. Mas como trair minhas próprias sensações, que em breve estariam sob o controle do outro? Agora pelado, de pé, as mãos ainda para trás e pernas abertas, pau meia-bomba em ascensão, me senti completamente vulnerável, talvez como um soldado capturado pelo exército inimigo e sem saber qual seria o próximo lance. “Sente-se”, veio de novo o comando. “Agora deite-se”. Obedeci e fiquei assim por alguns instantes: na horizontal, vendado, braços esticados junto ao corpo.

Transpirava e tentava disfarçar o medo e minha respiração rápida, o coração galopando no peito. Meu pau levantou de vez, sem que em nenhum momento alguém o tivesse tocado desde a minha chegada à masmorra. Senti que duas tornozeleiras, com certeza de couro, eram presas em meus pés e na sequência acorrentadas à cama. Meus braços foram levantados e uma algema circundou meus pulsos, prendendo-os acima da cabeça. E lá fiquei, esticado, preso ao sofá-cama, sem controle dos meus movimentos. Meu pau pulsava como se tivesse vida própria, alheio à minha vontade. O ritmo da minha respiração foi aumentando, o suor escorrendo e encharcando minhas costas que foram se colando ao couro que revestia o colchão. Senti uma mão alisando a parte interna das minhas coxas, depois alisavam meu peito. Puta que pariu! Exclamei para mim mesmo, já sentindo o desespero aumentar sob o calor das mãos explorando meu corpo dos pés à cabeça. Uma mão segurou meu saco e apertou de leve meus bagos. Ato contínuo, um cockring (pulseira de couro com botões de pressão) se fechou, prendendo meu pau e meu saco e aumentando a pressão do sangue em meu pau, que eu não via, mas imaginava que estivesse completamente duro, a glande totalmente exposta e a cabeçona entumecida. Desespero total. Escuridão. Suor. Mãos passeando pela minha pele e apalpando minhas coxas com força. Um misto de tesão e medo incomparáveis e então… A dor. Prendedores de roupa começaram a beliscar meus mamilos eu estremecia. Apertei os lábios para não gritar, respirando forte pelo nariz. Senti que os prendedores nos mamilos eram puxados e manuseados de leve, provocando um puta desconforto e dor considerável. Meu corpo se contorcia involuntária mente sob o comando daquelas mãos tão hábeis. Os prendedores foram retirados dos mamilos e senti um breve alívio, ainda que eles estivessem pulsando de dor. Estavam tão sensíveis que uma simples brisa seria capaz de me fazer cair de joelhos, se estivesse em pé e não deitado e amarrado. Mas o alívio durou pouco.

Respirei fundo, aliviado. Por último, como um golpe de misericórdia, dois grampos de metal unidos por uma corrente foram presos aos meus mamilos. Gritei, sem controle, tomado pela dor e pelo êxtase. Agora duas mãos alisavam a sola dos meus pés, fazendo cócegas e aumentando meu sofrimento. Eu me debatia sem controle, sem saber se deveria rir ou chorar naquela situação de desamparo e entrega forçada. Quanto mais eu me contorcia em minha agonia, maior era a dor provocada pelos grampos pesados em meus mamilos. Meu pau parecia uma rocha e pulsava loucamente sem controle

De repente os grampos que prendiam meus mamilos foram retirados e uma língua quente e molhada percorreu cada um deles. Eu gemia de tesão e ao mesmo tempo me contorcia tentando me esquivar daquela boca sedenta. Foi então que senti os dentes se fechando em torno do meu mamilo direito. Meu corpo atado à cama se ergueu num arco involuntário provocado pela dor que só aumentava enquanto os dentes se cravavam mais fundo. E sem que eu tivesse um segundo de descanso, o mamilo esquerdo passou a receber o mesmo tratamento. Eu suava, gemia, arfava e me contorcia inutilmente. Caralho, pensei, topei a parada e agora estou sendo zoado por um cara … pelado do jeito que vim ao mundo e sem nenhum controle sobre meu corpo e minhas sensações. Sentia meu saco pesado, precisava muito me aliviar. Uma mão agora punhetava meu pau devagar e isso só aumentou meu delírio. Queria eu mesmo bater uma punheta com força, esporrar em jatos quentes, gozar urrando como um animal selvagem reprodutor numa clínica de ordenha. Esvaziar os bagos e sair dali rápido e aliviado. Mas não podia, meu desejo era o que menos interessava naquele momento. Pelado, preso, suando feito um porco. Até que tudo adormeceu. Consegui por alguns minutos me acalmar e apenas sentir a dor e o tesão me engolfando de vez. Era como se meu corpo deslizasse em câmera lenta para dentro de um túnel úmido e quente e pairasse acima da cama. Faíscas brilhantes dançavam pela escuridão atrás das minhas pálpebras cobertas pela venda de couro.

Implorei para ver seu rosto e ele permitiu. Tudo o q eu precisava naquele momento era olhar para o meu senhor e pedir para que ele enchesse minha boca com sua saliva. Estava com sede e o cuspe dele me satisfazia, retirada a venda. Fitei meu algoz. Por incrível que pareça, vi ternura naqueles olhos azuis. Suas mãos muito brancas não me torturavam mais, ao contrário, acariciavam minha pele com cuidado, como que dizendo “Acalme-se, está tudo bem”. As algemas foram removidas e baixei os braços devagar, sem conseguir disfarçar uma careta de dor ao sentir que cada um deles parecia pesar uns cem quilos. Meus pés também foram desacorrentados e me sentei na cama, devagar, sempre sob a supervisão cuidadosa e autoritária do meu macho “Levante-se, vamos para o quarto”. Ao chegar lá, fui preso à parede, pés e mãos imóveis. saco e pau amarrados e o tesão só aumentava. Nossa como eu gostava. A barba roçando forte em minha pele, pela barriga, peito, costas… eu ria, tinha aflição, gostava, aversão, versão, estava eu morrendo de tesão. Pentes arranhavam minha pele, e a boca, a boca, que boca…. a boca dele no meus peitos, nos bicos, como eu nunca tive igual, era um sem cessar de beijos, mordidas, chupões…. “Caralho, vou esporrar, vou esporrar, caralho… ahhhh” e Ele dizia para eu não gozar, e eu gritava, caralhoooo… não goza… caralhoooo… eu gozei, esporrei como nunca… era muito porra, dava pra lavar a sala com tanta porra. nunca tinha visto tanto… sentido tanto…. Meu corpo se contorceu num último espasmo, ao mesmo tempo em que o primeiro jato de sêmen voou acima da minha cabeça, depois outro sobre meu peito, mas um e mais um e mais um. Eu estava ainda com tesão, ainda queria mais. Ele me colocou em seu colo, e começou a espancar minha bunda, foram 20 minutos ininterruptos de tapas nas minha bunda. ardia muito e quanto mais ardia meu pau subia mais, e Ele percebia e me batia mais, e mais… eu delirei, não sabia mais o quem eu era, ou o que era tudo, só queria estar sentindo tudo aquilo.Ele parou, eu ainda deitado em Seu colo. Ele mandou eu descer ao chão, lamber suas botas, o que fiz como seu dedicado escravo

Tive meus mamilos muito trabalhados pela língua do meu SENHOR, as pontas dos dedos na lateral do corpo, a sua barba deliciosamente desbravando cada sentido possível da minha barriga, peito e mamilos. Que sensação incrível, jamais alguém tinha despertado tamanho prazer em mim e nunca pensei ser possível sentir tanto prazer. Então ele me mandou ganhar distancia, ainda com a corrente nas mãos e no pescoço, e rastejar até ele. Sem a ajuda das mãos aquilo parecia impossível. Mas meu tesão era tanto q eu me rastejei feito um animal até seus pés. Como recompensa ele deixou que eu sentisse o cheiro e gosto do seu pau. Mamei o meu senhor em agradecimento por aquele tesão inexplicavelmente maravilhoso que eu estava sentindo. Eu precisava sentir a porra quente dele escorrendo em minha garganta. E assim foi feito. Estava completamente satisfeito em receber aquela gozada do meu senhor. Mas eu queria muito uma última coisa. Novamente fiz uma súplica. Pedi que me deixasse gozar bebendo todo seu mijo.

Essa prática não era nova para mim. Sempre que rola, sento no chão do banheiro e gozo com o cara mijando sobre mim. Mas é claro que meu mestre, não deixaria que essa experiência fosse igual as outras. Pediu que eu esperasse no banheiro e então apareceu com uma coisa que já havia visto apenas em vídeos. Era uma máscara com funil na ponta. Quando olhei para aquilo já sabia: meu mestre queria que eu bebesse TODO o seu mijo. Sem desperdiçar nenhuma gota.

Com o funil em minha boca, minha respiração ficava mais e mais ofegante a espera do mijo chegar até minha boca. Foi ai que ele chegou. Um grande volume de mijo encheu minha boca e garganta. Falhei na missão de não derrubar nenhuma gota, pois a quantidade era tanta que escorria pela lateral da minha boca e molhava todo meu peito.

Gozei. Gozei bastante e estou gozando nesse momento que escrevo esse relato. Só de lembrar do gosto doce do seu mijo eu já sinto vontade de gozar novamente.


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