MENINA PERVERSA – 23 – CRIS
Já fazia alguns meses que Cristina viera morar conosco.
Luciana vivia ligando para casa sob o pretexto de falar com a filha, mas me segurando no telefone durante muito mais tempo do que segurava Cristina. Definitivamente meu irmão não estava fazendo o serviço direito com ela.
O sexo com ela não havia sido bom para mim, mas obviamente deixou uma impressão em minha cunhada.
De alguma maneira, ela havia conseguido o telefone do meu serviço e a todo momento meu ramal estava ocupado com suas chamadas de tele-sexo.
Tive que prometer vê-la uma vez por semana para acabar com aquele aborrecimento.
O fogo de Luciana era algo espantoso. Diria até preocupante. Já era um problema lidar com cinco mulheres em casa, mas essa sexta parecia ter uma fome de pica que nenhuma das outras tinha.
Durante uma “viagem a negócios” gastei uns dias dando-lhe uma surra de rola tão grande que ela se acalmou um pouco.
Agora eu só precisava vê-la uma ou duas vezes por mês. E a qualidade do sexo melhorara agora que o seu desespero parecia ter arrefecido.
Jéssica me procurava pouco, mas quando fazia, era tratada como uma rainha.
Claro que ela deveria ter seus casos por fora, como eu também tinha. Afinal, nosso casamento era uma armadilha que aprisionava a ambos, mas certamente ela não descarregava em seus amantes a mesma volúpia que Luciana jogava em cima de mim no começo da relação. Não, eu dava a minha mulher uma surra de pica bem servida. Disso certamente ela não poderia reclamar.
Disso e da grana, que nunca faltava em casa. Mas até por conta disso, das várias horas extras que eu fazia – reais e imaginárias – meu tempo com ela era realmente escasso. Quando digo horas extras imaginárias, me refiro aos vários casos que eu tinha antes de começar a transar com Priscila.
Aliás minha vida pode ser definida em aP e dP tamanho o impacto daquela adolescente ruiva na minha existência.
Depois de Priscila, quase não tinha fôlego para dar conta das bocetas da minha vida.
Todo santo dia Carol e Cristina queriam transar.
Cristina herdara da mãe o fogo. Se eu não enchesse seu rabo de porra pelo menos duas vezes no dia, já começava a choradeira. E a filha da puta sabia me provocar.
Se a situação já era surreal antes de Jéssica voltar, com minha mulher em casa se tornou quase insustentável.
Durante as primeiras semanas, Cristina aproveitava cada brecha para se agarrar na minha pica, chegando a se esgueirar por debaixo da mesa durante o jantar para me fazer gozar em sua boquinha faminta.
Já havia perdido as contas de quantas vezes a comi na presença da minha mulher, enquanto tentava desesperadamente fazer Jéssica se distrair com alguma coisa.
Ana Paula era nossa maior cúmplice.
Desde que ficaram noivos, Fábio viajava “a negócios” com irritante frequência. Minha impressão era de que ele já se sentia casado. E, portanto, assegurada sua fêmea de estimação, partia para caçar outras bocetas. Eu mesmo fizera aquilo com Jéssica quando fomos forçados a contrair matrimônio por conta de uma gravidez indesejada, mas nunca a negligenciei tanto e tão cedo como ele fazia com Ana Paula. E, diferente de mim, o viado ainda era ciumento.
Como caralhos alguém pode abandonar a mulher, ainda mais uma potranca como a Ana Paula para pegar cocotinhas por aí e ainda se sentir no direito de ter ciúmes?
De qualquer maneira, minha primogênita vivia mais em casa do que no apartamento. E sempre distraía a mãe enquanto eu comia minha sobrinha sedenta de pica.
Naquela manhã, ela sorrira por saber o que rolaria no quarto ao me avisar que Carol e Cristina não queriam “sair da cama” e eu teria que lhes “obrigar”.
Depois de dar um trato na minha caçula no banheiro, eu a peguei pela mão e fui até o quarto de hóspedes.
Mal cheguei e minha sobrinha, ginasta e contorcionista, já veio metendo a língua na minha boca, enquanto enchia a mão com meu pau latejante.
O beijo dela era tão faminto, como se pudesse devorar-me a língua num chupão.
— Vem, titio. Já te falei que quero essa tua pica gostosa no meu cuzinho todo dia, vem...
Diferente de Renatinha, que gozava pelo cú até se mijar toda, Cristina só dava a bunda para mim porque sabia que eu era tarado por cuzinhos, mas isso não tirava a graça de enrabá-la dioturnamente.
— Vem também, Rê. Deixa eu chupar essa xaninha gostosa, deixa princesa.
Não deixando minha caçula responder, Cristina já jogou a prima na cama e caiu de boca em sua xoxotinha, abrindo o espacate na cama e levantando aquele rabo delicioso para mim.
Uma das várias taras de Cristina consistia em fazer sexo em posições exóticas. E uma das suas preferidas era justamente o espacate ou side split que consiste em abrir as pernas de modo que estas formem um ângulo de 180° e fiquem paralelas ao solo [ou, no caso, à cama]. Eu já transei com ela no estacionamento da FPG enquanto ela realizava um front split, ou seja, uma abertura frontal com a perna no meu ombro, enquanto eu bombava minha pica violentamente na sua xoxotinha.
Meti um pouco em sua boceta para lubrificar e logo enfiei no seu rabo. E eu devo confessar que é uma visão e tanto meter no rabo de uma adolescente com a visão de suas pernas a 180º na cama, enquanto ela chupa a xana da minha caçula.
— Vai, tio... enfia essa pica no meu cu, vai... fode sua sobrinha com força, titio... come essa putinha... vai... adoro sua rola no meu rabo, tiozinho... me faz gozar pelo cu, faz... aiiiiiiieeeeee... que caralho gostoso você tem, titio...
Cristina gemia e falava putarias enquanto não estava com a boca na boceta da minha caçula. Isso quando lembrava de tirar a boca para falar.
Pela cara da minha caçula, percebi que a Cristina estava com os dedos no cu dela.
— Não, Cris... no meu rabo não...
Diferente da Carol, minha sobrinha não curtia chuva dourada, mas ela gostava de provocar Renatinha para que ela mijasse na cama.
Não demorou muito e minhas ninfetas começaram a gozar.
— Ai titio... ‘tô gozando... aieeeee... goza no meu rabo, vai tio... enche meu cuzinho de porra... quero cagar gostoso seu leitinho, tiozinho... vai... me enche de porra...
Sem me fazer de rogado gozei fartamente no rabo da minha sobrinha.
— Ai, Cris... não vale... você sempre faz isso — Renata reclamou com a prima.
Como sempre, Cristina parou de estimular a prima assim que ela parecia chegar ao orgasmo.
Minha sobrinha calou Renata com um beijo de língua bem gostoso, seguido de um selinho.
— Quem gosta de mijo é a Carol, priminha. Vai lá que ela deve estar louca para chupar essa carne mijada...
Uma alegria súbita tomou Cris que caiu na gargalhada, talvez pela expressão de cachorrinho pidão da Rê.
Para mim, a menção à Carol era a deixa que eu precisava.
— Meninas, tenho que ir “tirar a Carol da cama”. Alguém quer vir comigo?
— Ah não, tio. Vai lá e leva a Rê. Depois você me come a caminho do ginásio, tá? — disse Cristina com uma piscadinha.
— Vamos, Rê.
— Ah não, papai...
Renata fez cara de birra, mas assim que fiz menção de abandoná-la, seguiu-me como uma gatinha manhosa.