Juliana escrava adolescente, 6
Eu virei uma escrava sexual. Eu já não sabia mais como era ter uma vida normal. E já não me lembrava mais de como eram as coisas antes do Maurício me escravizar.
Um dia, depois que ele chegou. Ele comeu o meu cuzinho. Eu já não reagia mais. Só ficava de quatro e ainda abria a minha bundinha para facilitar o serviço dele. Afinal, o quanto antes ele terminasse seria melhor para mim.
- Cadelinha, hoje eu vou fazer uma coisa diferente. Vá para o meu quarto e deite na cama.
Eu fui andando de quatro, entrei no quarto e deitei na cama dele. Eu já estava nua. Então eu pensei que ele iria tirar a minha virgindade. A única coisa que ainda restava de dignidade em mim.
Depois de alguns minutos, ele entrou no quarto. Estava com umas cordas nas mãos.
- Para que essas cordas? O que eu fiz de errado? Por favor, não me amarre.
- Cala a boca, cadelinha. Agora ponha as mãos na cabeceira da cama, senão quiser apanhar.
E mesmo chorando, obedeci. Então ele amarrou as minhas mãos bem abertas na cabeceira da cama. Depois ele amarrou as minhas pernas bem abertas também. Eu fiquei bem imobilizada e pedia pra ele não me estuprar.
- Por favor, senhor. Não me machuque, não tire a minha virgindade. Por favor. Eu vou fa....
Eu não consegui terminar de falar, e ele tapou a minha boca. E depois me amordaçou. Aí ele me deu uns tapas na cara. Só pra ver eu chorar.
- Assim que eu gosto. Bem quietinha e paradinha. Agora eu vou pra cozinha e já volto. Não saia daí, há há há.
Como se eu pudesse sair dali.
Depois, ele voltou trazendo uma lata de leite condensado. Ele despejou o leite em todo o meu corpo. Depois começou a me lamber. Primeiro no pescoço, depois na minha barriga, depois nos meus peitinhos. Ele ficou muito tempo chupando os meus peitinhos, ele chupava e mordia de leve. Depois ele foi descendo, descendo, até chegar na minha bucetinha.
Eu não estava gostando daquilo, mas o canalha sabia o que estava fazendo. Então eu comecei a sentir um fogo no meio corpo. Eu realmente comecei a me excitar. Ainda bem que eu estava amordaçada, por que eu não queria que ele ouvisse os meus gemidos.
Mas ele percebeu que eu fiquei excitada.
- Hum, tô vendo que a sua buceta está molhadinha. Você tá gostando né cadelinha.
Eu chorava de vergonha. Eu queria que ele parasse. Mas ao contrário, ele só aumentou a sua chupada.
Ele chupava a minha bucetinha inteirinha. Aquilo estava me levando à loucura. Eu rebolava na língua dele. E de repente, eu não aguentei mais e gozei.
- Ah, ahhh ahhhhhhh.
Era a primeira vez que alguém me fazia gozar.
Eu fiquei tremendo na cama. Depois ele me desamarrou e retirou a minha mordaça, mas mandou eu permanecer deitada. Aí ele voltou a me chupar. Ele abriu bem as minhas pernas e enfiou a língua na minha vagina. Aquilo estava muito bom. E sem querer, eu pedi pra ele continuar.
- Ai assim, mais, mais, mais. Ahhh, não para, não para. Ah Ahhh ahhhhhhh.
Então, eu gozei mais uma vez.
Depois que passou aquele momento, eu voltei a si e fiquei chorando enquanto ele fazia comentários obscenos, me chamando de vagabundinha de putinha e tal.
Depois de me humilhar, ele me mandou embora. À noite, ele me ligou.
- Cadelinha, eu tenho uma notícia triste pra lhe dar. Eu vou viajar a trabalho e ficarei uma semana longe. Então você terá que ficar esse tempo todo sem o seu dono.
Eu fiquei muito contente com essa notícia. Afinal, eu teria um pouco de liberdade, ele não iria abusar de mim.
Aquela semana passou voando, e quando ele me ligou ordenando que eu voltasse pra casa dele, pois ele disse que queria recuperar o tempo perdido, eu estremeci toda de pânico.
No dia seguinte, eu voltei pra casa dele. E pra minha surpresa, ele recebeu uns dias de folga.
- Oi, cadelinha. Eu peguei três dias de folga, não é maravilhoso?
- Sim senhor, é maravilhoso.
- Mas agora, vamos ao que interessa. Tire a roupa e coloque a sua coleira.
- Sim, senhor.
Eu então, fiz o que ele mandou. Quando ele me viu pelada, ele ficou furioso.
- QUE MERDA É ESSA? POR QUE VOCÊ NÃO ESTÁ DEPILADA?
Eu havia me esquecido completamente que deveria estar sempre lisinha pra ele.
Eu me ajoelhei nos seus pés, e comecei a implorar.
- Me perdoa, senhor. É que eu me esqueci disso, e eu vou me depilar agora mesmo. E nunca mais vou me esquecer.
- Você sabe que eu preciso te castigar. Eu não gosto de bater em você. Mas não tem outro jeito. Mas deixa isso pra depois. Vai limpando a casa, que eu vou dar uma saída, mas já volto.
Então, eu comecei a limpeza da casa. Mas estava muito preocupada. Eu sabia que ele iria me punir. E isso acabava comigo.
Depois de uns quarenta minutos, ele voltou. Estava com uma sacola na mão.
- Cadelinha, vá para a cozinha.
Eu que estava nua, usando só aquela coleira, fui pra cozinha andando de quatro igual a uma cadela. Isso era muito humilhante pra mim.
Chegando na cozinha, ele me mandou subir na mesa e deitar nela de barriga para cima. Depois, ele me puxou pra frente, fazendo eu ficar com a cabeça pra fora da mesa. Depois ele pegou uma cadeira, e colocou uma lata em cima dela, para dar na altura da mesa, e apoiar a minha cabeça.
Depois, ele amarrou as minhas mãos e pernas na mesa.
Eu não podia pedir pra ele não fazer aquilo. Mas tinha muita vontade. Eu apenas chorava de medo.
Depois, ele me amordaçou.
- Eu não quero ouvir nenhum grito, nem pedidos de perdão. Você errou, e vai ter que pagar.
Então, ele pegou um kit de depilação, esquentou a cera e começou a me depilar.
A cada puxada que ele dava era um urro de dor meu. Quando ele passou a cera no meu peitinho, eu olhei pra ele assustada, e tentei pedir com os olhos arregalados para ele não puxar a cera.
E olhou pra mim, deu uma risada maldosa, e ameaçou puxar.
Eu me contorci toda. Mas ele não puxou. Ele ficou rindo de mim.
- Há há há há. Tá assustada? Calma aí.
De repente, ele puxou a cera.
- Arrrg nummm aaaaaa.
Mesmo amordaçada. Deu pra ouvir o meu grito. E eu não podia nem ao menos passar a mão no meu seio que estava queimando. Pois eu estava bem amarrada.
Depois, ele depilou as minhas pernas.
Eu chorava muito. A dor estava insuportável. E ele não dava a mínima pro meu sofrimento. Ao contrário, isso deixava ele muito excitado.
Por último, ele depilou a minha bucetinha. Depois de me depilar inteirinha, ele enfiou a língua na minha vagina, e começou a me chupar.
Quando eu estava ficando excitada. Ele parou, deu a volta na mesa, retirou a cadeira que apoiava a minha cabeça, depois retirou a minha mordaça.
- Eu vi isso num vídeo erótico, e agora eu quero experimentar.
Então, ele empurrou a minha cabeça pra baixo, me mandou abrir a boca e enfiou o seu pau nela.
Agora, eu estava deitada de barriga para cima na mesa, amarrada, com a minha cabeça sem apoio e ele metendo o seu pau na minha boca.
Aquela posição era horrível, ele metia fundo até a minha garganta. Eu engasguei a toda hora, e cheguei a vomitar.
Ele ficou furioso e pegou o chinelo e começou a me surrar. Enquanto ele me batia, ele enfiava o pau inteiro na minha boca e socava sem dó.
SOC SOC SOC SOC
- Ah como é gostoso, ah ah, ahhh, ahhhhhhh.
Até que enfim, ele gozou. Ele encheu a minha boca de porra. E naquela posição era difícil engolir.
Mas enquanto eu não engoli tudo; ele não parou de bater em mim.
Mesmo com essa dificuldade, eu finalmente engoli a sua porra. Depois, eu abri a boca pra ele ver que eu havia engolido tudo.
Depois de verificar; ele parou de me surrar.
- Ótimo, minha cadelinha. Agora eu vou te soltar. E eu quero que você limpe a sujeira que você fez no meu chão. Você vomitou aqui. E isso é imperdoável.
Ele me soltou, e quando eu fui pegar um pano, ele me repreendeu.
- Aonde você pensa que vai?
- Eu vou pegar um pano pra limpar o chão.
- Negativo, eu quero que você limpe o chão com a sua língua.
- Com a língua?
- É isso aí. Vamos que eu estou com pressa.
Ele falou isso e pegou o chinelo.
Quando eu vi o chinelo na mão dele, eu me abaixei e comecei a lamber o chão. Eu tive que ser muito forte para não vomitar mais do que eu lambia.
Enquanto eu lambia aquele chão, o Maurício me filmava e dava risada.
Depois ele ainda me fez lamber os seus pés.
De todo o tempo que ele me escravizou, aquele dia foi o pior até então.
Mas, eu não sabia que ainda sofreria dias bem piores do que aquele.