As voltas que a vida provoca XVI - Conclusão

Um conto erótico de jornalista77
Categoria: Heterossexual
Contém 1831 palavras
Data: 30/08/2015 03:05:58

- Pode deixar, Fred, eu cuido deles agora. Obrigada pela sua ajuda, querido - disse Juliana. Monique e Alexandre empalideceram e não disseram uma única palavra ao vê-la surgir no corredor dos quartos, vestindo uma lingerie vermelha, espartilho bem decotado, calcinha minúscula, meias 7/8, saltos altos, cabelos soltos esvoaçantes e uma maquiagem leve, mas que ressaltava os traços fortes de seu rosto. Fred se despediu e foi embora. Juliana caminhou até o bar, serviu duas taças de vinho e foi até os dois, sentados, estáticos, no sofá. Entregou as taças a eles, sorrindo e se sentou em uma poltrona logo em frente, cruzando as pernas. – O que foi, meus queridos? Vocês parecem que viram um fantasma. Não gostaram da surpresa? – perguntou. – Gostamos... gostei, sem dúvida. Você está linda, borboletinha. É só que não esperávamos isso tudo – disse Monique com dificuldade para falar. – Você nos convidou para jantar, mas não disse que iria convidar os dois. Por quê? – perguntou Alexandre. – Essa é a surpresa, Alex. E vai haver o jantar sim, não se preocupe. O prato principal serei eu. Eu espero que gostem do tempero – falou.

Monique sorriu baixinho com o que ela disse. Ela e Alexandre estavam muito excitados e Monique já não disfarçava. – A que horas o jantar será servido? – Juliana riu da pergunta. – Em breve. Primeiro, todos os convidados devem estar com fome. Mas, pelo visto, só um deles está. O outro, ainda não – respondeu, olhando para Alexandre. – Sem problema. Assim, sobra mais pra mim – disse Monique, fazendo menção de que se levantaria, mas Juliana fez um gesto com o dedo para ela se manter sentada. – Calminha. O jantar foi servido para dois e há o bastante para os dois. Se um deles não estiver com apetite, cabe a mim fazê-lo ficar com fome – falou. – Vocês duvidaram que era possível nós morarmos juntos e eu pretendo provar que estão errados. Eu quero vocês e vocês me querem. Relaxem e vamos nos divertir – disse. Juliana descruzou as pernas, sensualmente, se levantou e deu um passo na direção do sofá. Ergueu sua perna direita e a apoiou na coxa de Alexandre, encostando em seu pau duro. Curvou-se pra ele, pegou sua taça e a levou a sua boca. Depois, a colocou na mesinha de lado. – Vamos tirar sua timidez e aguçar seu apetite, amor. Tira a minha meia, por favor – pediu, caprichando na voz sexy. Alexandre suava e, com as mãos trêmulas, começou a desenrolar a meia, lentamente. Juliana olhava fixamente para seus olhos e sorria.

Depois de tirar a meia e a sandália, ela se curvou novamente e lhe deu um selinho. – Obrigada, querido – retirou o pé de cima dele, deu mais um passo para a esquerda e colocou a outra perna na coxa de Monique. – Você também pode tirar minha meia? – pediu. – Com o maior prazer – disse ela. Monique começou a retirar a meia, aproveitando para acariciar a coxa e a perna de Juliana e lhe dar beijos. A menina se arrepiava. Olhou para Alexandre e acariciou seu rosto, colocando um dedo na boca dele para chupar. Depois de ter a meia tirada, também deu um selinho em Monique e voltou a ficar de pé. – Agora, quem vai tirar meu espartilho? – perguntou, olhando para um e outro. Colocou o joelho esquerdo no sofá e se curvou por sobre Alexandre. – Você – disse ela, agarrando seu pau por cima da calça. Ele começou a abrir o espartilho e expor seus seios. Ao mesmo tempo, começaram a se beijar. Com a mão esquerda, puxou Monique para tirar sua calcinha. Ela se ajeitou no sofá e começou a chupar a boceta ensopada de Juliana. Alexandre mamava seus seios e Monique engolia sua xana e cuzinho. Juliana abriu a calça e colocou a rola de Alexandre pra fora. Ficou de quatro no sofá, empinou bem a bunda para Monique e iniciou uma chupeta. Punhetava, lambia e chupava a piroca dele enquanto Monique a enlouquecia com a língua. Juliana teve o primeiro orgasmo da noite e Alexandre gozou, enchendo sua boca de esperma.

Com a boca cheia de porra, ela se virou e beijou Monique, compartilhando com ela o esperma de Alexandre. A advogada não se importou e bebeu tudo, chupando a língua da estudante com incrível tesão. Com a bunda agora empinada para Alexandre, Juliana usou as mãos para abri-la e pedir rola ao mesmo tempo em que tirava a calcinha de Monique para chupá-la. Alexandre se posicionou e a penetrou, empurrando-a mais na direção da boceta de Monique, que recebia a língua e a boca faminta de Juliana. Alexandre metia com força e rapidez. Monique gemia alto, segurando a cabeça de Juliana e logo também teve seu orgasmo. Juliana gozou pela segunda vez e, antes que Alexandre gozasse, saiu da posição, se levantou e pegou as mãos dos dois. – Vamos continuar no quarto, na minha cama – disse ela. Foram os três, nus, de mãos dadas, puxadas por ela. Quando chegaram, ela os deixou na cama e disse que voltava logo. Quando retornou, viu Alexandre e Monique se beijando na cama, lascivamente. Não disse nada e foi ao banheiro. Voltou com um consolo preso a um cinto e uma bandeja com morangos e chantilly. Juntou-se aos dois e iniciaram um beijo triplo, com as seis mãos passeando pelos corpos. Juliana chupava os seios de Monique e Alexandre, sua boceta. Monique punhetava Alexandre e brincava com o consolo de Juliana.

Juliana, então, mandou Alexandre se deitar na cama e Monique montar nele. Ela se sentou e se deixou ser penetrada até o talo. Apoiada no peito dele, Monique gemeu de prazer e um pouco de dor, pois não estava acostumada a receber uma rola dentro dela. Juliana veio por trás, a empurrou pra cima de Alexandre, lambuzou seu cu com o chantilly e a enrabou. Monique soltou um gemido profundo ao sentir dois paus dentro dela. Juliana a abraçou por trás, acariciou seus seios e beijou seu pescoço e sua orelha. Ela e Alexandre acertaram o ritmo das metidas e o tesão era total. Monique iniciou uma sequência de orgasmos múltiplos, que tirou seu fôlego e fez seu corpo ficar pegando fogo e totalmente amolecido nos braços de Juliana. Ela tirou o consolo do rabo de Monique e se sentou de lado, observando os dois transarem. Alexandre se virou, colocando-se entre as pernas de Monique e começou a comê-la no papai e mamãe. Os dois se beijavam e se enroscavam. Juliana viu a bunda de Alexandre ali bem pertinho e não resistiu. Aproximou-se e começou a beijá-la, mordê-la e lamber seu cu. Alexandre parou e olhou pra trás. Juliana sorriu para ele e perguntou se podia, com uma carinha bem safada. – Pode – respondeu Monique antes de Alexandre. – Hoje, você pode tudo, borboletinha – concluiu e, antes que Alexandre pudesse dizer alguma coisa, puxou seu rosto e o beijou, enfiando sua língua na boca dele. Juliana passou chantilly no cu e enfiou seu consolo. Alexandre soltou um urro abafado pelo beijo de Monique, que também o abraçava pelo pescoço, imobilizando sua cabeça. Agora, Alexandre era o recheio e novamente Monique teve um orgasmo delicioso e Alexandre não aguentou. Seu pau começou a inchar e explodiu em uma descarga violenta de esperma dentro dela.

Os três desabaram na cama, exauridos, especialmente Monique e Alexandre que mal se mexiam. Juliana era pura felicidade. Sentou-se na beirada da cama, olhando para seus dois brinquedinhos sexuais e comendo morango com chantilly. O cheiro de sexo tomava conta do quarto, a cama estava toda bagunçada, os travesseiros no chão e os lençóis amassados e ensopados de suor e gozo. Com carinha sapeca, Juliana abriu o criado mudo e tirou um vibrador lá de dentro. Queria continuar a brincar. Monique, porém, se antecipou e tomou o brinquedo da mão dela, puxando-a pra cama. Alexandre amarrou suas mãos com um lenço e Monique ligou o aparelho. – Agora, é nossa vez de brincar com nossa menininha. Minha borboletinha que está saindo do casulo esta noite – disse ela. As duas começaram a se beijar. Alexandre começou a mamar os seios de Juliana e a morder seus mamilos. Monique pegou o vibrador e o levou ao clitóris da amante, fazendo Juliana urrar de prazer. Alexandre mordia e puxava seus mamilos, Monique beijava seu pescoço e manuseava o vibrador. Juliana se retorcia na cama, corcoveava, gemia, gritava. Alexandre levou seu pau até a boca de Juliana que o engoliu e o chupou até ele endurecer. Em seguida, a colocaram de quatro e Alexandre enfiou em seu cu. Monique se deitou por baixo dela para chupar seus seios e manter o vibrador no clitóris. Alexandre a comia sem pressa, metendo e tirando lentamente e Monique brincava com os seios e a xaninha de Juliana, ora colocando o vibrador ora chupando o clitóris e os grandes lábios. Juliana teve um orgasmo maravilhoso, ejaculando no rosto de Monique, que bebeu o que pôde. Alexandre anunciou seu orgasmo e derramou sua porra no rabinho de Juliana. Depois que tirou o pau de dentro, a porra começou a escorrer e Monique esticou a língua para recolhê-la. Também chupou o pau dele e o deixou sequinho.

A noite durou até a madrugada e os três dormiram juntos. Na manhã seguinte, Juliana acordou sozinha na cama. Logo, começou a escutar uns gemidos vindos do banheiro e, ao abrir a porta, viu Monique pendurada na cintura de Alexandre, que a comia deliciosamente. Ela estava encostada na parede e o abraçava pelo pescoço e cintura. Se beijavam carinhosamente enquanto ele metia na bocetinha dela. Juliana começou a se masturbar na porta mesmo. Alexandre gozou dentro de Monique e Juliana também atingiu seu orgasmo. Ela se juntou aos dois e terminaram o banho. Um ano se passou e muita coisa havia mudado. Alexandre e Monique estavam casados. Ela engravidou na noite do jantar, pois não tomava anticoncepcionais há tempos e Alexandre gozou dentro dela mais de uma vez. Tiveram um garotinho, Renan. Com a ajuda dos dois, Juliana abriu um escritório de design e eles se mudaram para um condomínio. Havia a casa principal, onde Alexandre e Monique moravam com seu bebê, uma segunda para o pai de Monique e uma terceira onde Juliana morava sozinha com um quarto para Rafael, que ainda a chamava de mamãe. Juliana era agora uma borboleta adulta, linda, colorida e, acima de tudo, livre. Podia bater suas asinhas para onde quisesse e ter os namorados ou namoradas que quisesse. Alexandre e Monique ainda eram titulares, mas havia outros, muitos outros. Nesse exato momento, Juliana está abrindo a porta para Sérgio, um comissário de bordo negro enorme que ela conhecera em uma viagem e se tornara seu amante. Ela iria degustá-lo para depois, se aprovado, dividi-lo com Monique ou quem sabe com Alexandre. O tempo iria dizer.

P.S. É isso, amigos, espero que tenham gostado do final da história. Deixem sugestões de temas para minha próxima série, o que vocês gostariam de ler aqui, ok? Muito obrigado pelos comentários e leituras. Abração a todos e até a próxima. Acessem />


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Comentários

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Amei muito, maiscmais você nós deve um conto de amor, traição e reconciliação pense nisso, seria legal.porque o mundo amigo dá voltas e muitas por sinal fica a dica ok

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Excelente desfecho! Texto excitante...carregado de erotismo! Sempre aguardo tuas atualizações. Parabéns!

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Olá, FabioStatz, obrigado pelos elogios. Cara, comecei a fazer vários outros contos e o da arquiteta acabou ficando meio de lado. Peço só um pouquinho mais de paciência, certo? Quanto ao do condomínio, não tinha pensado nisso, mas é uma boa ideia. Vou me debruçar sobre ela e ver se elaboro uma história. Por enquanto, vou começar um novo hoje: "Artista precisa de sexo para suas criações artísticas - o início". Espero que gostei e que as pessoas voltem a comentar. Esse último teve poucos comentários. Abração.

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