Ninfeto Safado

Um conto erótico de Dominus
Categoria: Homossexual
Data: 23/05/2014 16:10:16
Última revisão: 23/05/2014 17:23:24

Vou encurtar as apresentações. Se quer saber mais sobre mim, leia minhas aventuras anteriores. Ah, e também, para que não fiquem me perguntando depois: sim, todas as minhas aventuras são reais. Não sou ficcionista, só conto um pouco das minhas próprias aventuras.

A aventura que narro agora ocorreu há umas 2 semanas.

Fazia tempo que não encontrava um Ecstasy de qualidade. Uma velha amiga, quando questionada a respeito, logo me contou que seu irmão, figurinha fácil nas

variadas raves de SP, sempre tinha coisa boa. Certa tarde, portanto, fui com ela ao ap. do dito irmão, saber das belas balinhas.

A figura que nos atendeu, à porta do apêzinho bem de cara pro Vale do Anhangabaú, era das mais intrigantes. 18 anos, menos de 60kg, 1,60M, acredito. Bem branquinho, de trejeitos bem efeminados, cabelo pink raspado embaixo, arrepiado em cima.

De imediato já achei interessante. Conversamos um pouco, combinamos que eu voltaria para buscar a encomenda dali a 2 dias.

Fui então quando combinado; dessa vez fui só, durante o dia, perto das 12h. Ele me atendeu à porta de shortinho de vôlei cor-de-rosa e regatinha curta feminina.

Assim que abriu, nossos olhares se cruzaram e houve um "choque". "Opa, algo vai acontecer aqui". Estendi a mão para cumprimentar; quando ele apertou minha mão, juntei-o pela cintura num cumprimento mais "próximo", um "meio-abraço", na verdade já o pesando e medindo.

Segui-o até o quarto, uma bagunça completa. Roupas por todos os lados, pratos sujos, embalagens de McDonalds. Pegou um potinho de plástico transparente cheio até a boca de comprimidinhos azuis.

"E aí, é boa mesmo?"

"Não é a melhor que eu já tomei, mas é boa! Eu gostei! Não sei se você vai gostar!"

"Então me dá uma, pra provar."

"Só se você tomar agora."

"Só se você tomar também!"

Rindo, ele abriu o potinho, jogou um comprimido na mão e dali pra garganta. "Sua vez!"

Achei muita graça naquilo e entendi de pronto qual era a ideia. E gostei, naturalmente. Ele estendeu a mão e me ofereceu a bala. Abri a boca e ele a colocou na minha língua.

Engoli e começamos a rir muito, nos entreolhando, quase já sentindo a energia sexual daquele momento; expectativa.

Serviu-me um copo de Tang de laranja com vodka vagabunda, de uma jarra que já estava por ali começada, colocou um som eletrônico qualquer no PC e se jogou num dos pufes que havia por ali. Deitei-me no outro, bem do lado, bebericando e aproveitando para conhecê-lo melhor.

Em cerca de 20 minutos, já pude sentir a temperatura corporal aumentando. Bala boa. Aquela sensação na pele e a cabeça alta. Percebi, por trás de um sorriso, que meu anfitrião também já estava sentindo. Sorriu-me de volta.

Criou-se aquele "momento crítico", em que sabemos o que vai acontecer a seguir. O olhar já diz tudo. No minuto seguinte eu estava sobre ele, arrancando-lhe as roupas, lábios colados, bocas quase se comendo, sentindo o calor e a fricção da pele, naquela intensidade louca que só o MDMA traz.

A coisa ferveu. Tirei toda a roupa, deixei a cueca; ficamos um longo tempo ali naquele pufe, naquela catarse, aproveitando apenas o contato, apenas o atrito, o calor, o suor, os cheiros, os gostos.

Dei-lhe 10 segundos para respirar e ele pediu para sair debaixo. Rolei para o lado e ele veio parra cima de mim, querendo arrancar minha cueca com os dentes. Ajudei, libertando o cacete torado, já todo melado, pesado, que o fascinou imediatamente.

Avançou com fome nas minhas bolas, no cabeção lustroso, gotejante. Ele espremia da base até a glande e lambia, deliciado, a gotinha transparente que brotava. Lambia o comprimento, mordiscava, beijava, esfregava no rosto, se perdia na rola, doidinho. Tirei-o de cima, joguei-o de volta no pufe e montei sobre seu peito, deixando-lhe a rola na cara.

Ele continuou se esbaldando. Prendi suas mãos para baixo, sob minhas pernas, e comecei a bater-lhe na cara com a pica pesada. Ele gemia, quase reclamando, mas gostando. Abria-lhe a boca, enfiava-lhe o caralho até a garganta, deixava engasgar, bombava um pouco na garganta, tirava, fazia-o beijar, lamber, e enfiava-lhe no fundo novamente.

Continuei ali até que o tesão escalasse a um nível enlouquecedor. Minha tora parecia que ia estourar! Sentia meu corpo fervendo por dentro; ambos suávamos muito. Percebi que ele tremia levemente. "Nossa, que tora! Quero sentar! Vai me abrir no meio! Vem!" Saí de cima, tirei-o do pufe nos meus braços (ele era minúsculo! Que delícia!), deitei-me e o posicionei por cima.

Depois de brincar um pouco no cuzinho, encaixou o cabeção no anelzinho e veio tentando encaixar. Gemia levemente, fazendo movimentos suaves enquanto o cacete cravava.

Teve um pouco de dificuldade, tirou um pouco, colocou novamente e veio descendo. Agarrei-lhe a bundinha deliciosa, lisinha, e comecei a dar pequenos trancos para baixo, sentindo-o encaixar-se na rola.

A essa altura estávamos praticamente derretendo. Sem tirar, alcancei uma garrafa d'água ali por perto, bebi, puxei-lhe os cabelos e passei-lhe um gole grande no boca-a-boca. Ele continuou grudado nos meus lábios, transformando-se num beijo longo, enquanto eu ondulava com os quadris de baixo para cima. Meu pau ia aos poucos laceando aquele cuzinho guloso. Girei o corpo, inverti a posição, ficando por cima. Coloquei seus tornozelos nos meus ombros e me preparei para empurrar.

Ele percebeu. Olhou-me faminto e pediu: "Vem! Soca!"

Não hesitei. Devagar, mas com força, cravei até as bolas. Ele sentiu no fundo, soltando um longo gemido, meio choro, meio suspiro. Mais parecia uma gata no cio. Deixei cravado por alguns segundos, depois iniciei bem lentamente o movimento, para fora e para dentro. Ele parecia ansioso para levar pra valer. Empurrava os quadris em minha direção e puxava meu tronco para cima de si, com as pernas.

Fui aumentando o ritmo quase sem perceber. Quando me dei conta, estava bombando freneticamente, com muita força, todo para dentro, todo para fora, segurando ambos os tornozelos do putinho para cima, com uma mão. Com a outra, estapeava com força a bundinha, enquanto dava estocadas. A cada empurrada ele gritava mais e mais alto. Deve ter incomodado a vizinhança em horário de almoço! Eu batia também para vê-lo gritar mais e ele parecia adorar aquilo, gritando loucamente.

Tirei, virei-o de bruços e deitei por cima. Sua bundinha estava muito marcada da minha mão. Vários vergões que estavam até em "alto-relevo". Alisei, dei mais alguns tapinhas, ele rebolava na minha mão e arrebitava para mim, enlouquecido. Adoro foder assim. Fui empurrando o cabeção no cuzinho novamente, cravando até o fim. Todo encaixado, passei os braços por baixo dos dele, pressionando-o, chupando-lhe o pescoço, lambendo, beijando, raspando a barba no cangote. Ele se contorcia, minúsculo, sob meu aperto.

Ergui o corpo com os braços, em posição de flexão, em cima dele no pufe, e iniciei o bate-estaca violentamente. De novo gritaria. Comecei a estocar mais forte, mais pesado; já quase não me aguentava mais pra gozar. Continuei quase até a exaustão e anunciei: "Vou gozar! Vem cá que vou jorrar na sua boca!" Fiquei de pé, ele se ajoelhou na minha frente, esperando sua dose. Segurei-lhe a nuca e fodi-lhe a a garganta, até encher sua boca numa golfada grande de porra grossa e quente.

Não conseguia parar; 2,3,4 jatos fortes, que ele se esforçava para abocanhar e lamber quando escapava alguma gotinha. Espremeu, lambeu e chupou até secar, depois continuou ali, lambendo meu saco, com o cacetão meio murchando, esfregando no rosto e com a outra mão batendo uma punhetinha (tinha um pintinho bem pequenino; duro, era do tamanho do meu polegar). Pôs a cabeça na boca e beijou, sugou com força, quase mordendo, gemendo pra dentro enquanto gozava ali no chão, algumas gotas de uma porra extremamente densa. Segurei-lhe os cabelos e empurrei sua cabeça para baixo, fazendo-o lamber toda a porra do chão, o que escorrera da minha e o que ele mesmo derramara.

Descansamos, comemos, passei o dia ali; trocamos telefones, fui embora tarde da noite. Transamos muito, o dia todo; deixei aquele cuzinho em farrapos.

Talvez eu narre também um nosso próximo encontro, quando ocorrer. Porque acho que definitivamente VAI ocorrer.

Passivos, efeminados, submissos, escravos, novinhos, esses eu não perdoo. Talvez você possa estrelar uma próxima aventura... procure-me no skype:


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Comentários

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Acredito que, em algum lugar, já devo ter respondido a idêntico comentário, razão pela qual, deixo de perder meu tempo respondendo a este. Parece que a eterna repetição é a tua marca... E... saiba: ânsias de "nivelar por cima" são comuns a todo aquele que sofre de complexo de inferioridade. Reveja teus conceitos. Você me parece por demais recalcado. Beijos. Muitos, só para te escolachar, rs.

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Naturalmente, existe outro detalhe a ser observado: A condição lamentável em que vive a suprema maioria das pessoas, nesta Terrinha Brasilis.

O horror é generalizado; as pessoas não tem condição intelectual para quase nada... e o pior é a noção errônea de que o certo é "nivelar por baixo", é "aceitar as diferenças", é "respeitar"...

Num tempo em que fazer certo é ser pedante e em que "devemos respeitar" o torto, o mal-acabado e o mal-feito, sob pena de se não o fizer, ser taxado de "pedante", "intolerante", "pernóstico", fica realmente difícil advogar em favor do correto.

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NídiaSGontijo : EU RI! Simplesmente porque não existe criatividade. Não sou escritor, apenas narro as aventuras que vivi. Sem invenção, criatividade, sem mistério, simplesmente as coisas como são. Considero o domínio do idioma em que escrevo um pré-requisito básico, seja para os que desejam ser ficcionistas ou para qualquer um que se considere minimamente culto.

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Li um comentário teu que achei desrespeitoso, sobre os escritores de séries e, francamente, fiquei indignada a ponto de vir até aqui, com o objetivo de ler teus contos. E descobri o motivo pelo qual você detona as séries: teus contos são todos iguais. A história contada é sempre a mesma, com pouquíssimas variantes. Deixo de votar nos demais contos, por achar desnecessário avaliar o que já avaliei, considerando a gritante similaridade. Belo português e pouca criatividade. Caso queira me chamar de semi-analfabeta ou de escritora de merda, faça o seguinte: me supere. Poderia te dar um dez, que deixo de dar ante o teu pedantismo.

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Gostei muito.

Você escreve muito bem.

Parabens. ^^

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Cara de boa?

Eu sei que eu erro e muito.

Porem isso não permite que vc

Venha chamar a minha pessoa de "praga semi-analfabeta".

A maioria dos contos nessa casa contem erros..

Mas se vc escreve perfeitamente bem parabéns.

Mas vc não tem o direito de criticar e humilhar os outros.

Fazer uma critica cara é louvavel e eu aceitaria tranquilamente.

Mais humilhar,xingar e reduzir e totalmente terrivel.

Não quero nada de sua parte.

Apenas respeito.

É um direito meu.

Então me respeite.

Farei o mesmo em relação a sua pessoa.

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Legal

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Kkkkk. 14 aninhos serve??

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