ZÉ DO FOLE É ESTUPRADO NO INFERNO! - PRIMEIRA PARTE

Um conto erótico de SayMan
Categoria: Sadomasoquismo
Data: 19/04/2013 07:21:40
Última revisão: 20/04/2013 14:08:58

ZÉ DO FOLE É ESTUPRADO NO INFERNO!

Eu sou SayMan, e esta é uma história irreal adaptada a partir de um inacreditável fato da vida real.

As coisas não iam muito bem para Zé do Fole. Apesar de ser um sanfoneiro dos bons, estava lhe faltando serviço.

Há tempos Zé do Fole não era contratado para tocar numa boa festa. A despensa estava ficando vazia. Dolores, preocupada,

olhou para o esposo sentado em sua espreguiçadeira a sonhar enquanto contemplava o horizonte tórrido da caatinga. O problema não era a seca,

até que São Pedro estava sendo generoso naquele ano. O problema mesmo era que Zé do Fole não gostava de de roça, e se

dedicava mesmo era àquilo que mais gostava de fazer: tocar sua sanfona nas noitadas onde as festas eram quentes.

Para Zé do Fole, nada era mais prazeroso do que soltar os dedos e vê a poeira subir em meio ao arrasta-pé da sertanejada.

E aí o forró comia na noite.

- Ai, Zé, eu tô tão percupada. - Lamentou a mulher. - O que será de nóis si num surge arguma festa logo, meu Deus?

Zé deu uma baforada em seu cigarro de palha, depois deu uma cuspida que quase matou de susto o cachorro magrelo, que

saíu fora num pinote de leão.

- Isquenta a cabeça, não, criatura. As coisas vai miorá, é só tê fé.

- Mais Zé, a dispensa só tem um pôco de fejão e um tantim ansim de arroiz.

Zé do Fole se levantou baianamente de sua espreguiçadeira remendada e deu dois passos a frente.

- Vô buscá uma maniva* pra tu cuzinhá prus minino cumê na janta. (*MANIVA= MANDIOCA)

- Num tem mais maniva, Zé. Nóis já cumeu tudo. Ai, hômi, eu tô tão aflita...

Zé do Fole se virou pra sua esposa e de repente seu coração se condoeu. Sentiu uma imensa ternura por aquela criatura

que tanto o apoiava, sem se importar com nada. Mulher conformada e guerreira, uma verdadeira nordestina.

Zé se aproximou da esposa e passou a mão em sua face escurecida pelo sol. Passou o dedo no relevo da ruga de aflição

que marcava sua testa. Intimamente Zé sentiu uma dor no caração, então uma voz silenciosa o condenou: Tudo culpa tua,

Zé do Fole. Essa mulher merecia ter um homem melhor, mas ao invés disso, olha o homem que ela ganhou por marido:

tu, um zé ninguém, um inútil de marca maior. Teus filhos mereciam ter um pai melhor, mas olha o que a vida lhes deu por pai:

tu, um desqualificado, um perdedor.

Zé do Fole se agitou subitamente, como se aquela voz não fosse a voz de sua própria consciência.

- Eu nun sô um perdedô, não. E vô prová, Dolores. E vai sê hôji!

- Que é qui deu in tu, hômi? Ficô doido, foi?

Zé do Fole reagiu com um sorriso nos lábios, deixando à mostra o largo espaço vazio no lado direito da boca

devido a ausência de alguns dentes.

- Você vai vê só, Dolores, hôji eu toco de quarquer jeito. Nem qui seja nus quintos dus inferno!

- Cruz-credo, hômi, pára cum isso! Nossa miséria num chega a tanto, não! Se benze logo, vai!

Mas Zé não deu importância ao medo de Dolores. Em vez disso, entrou para dentro da casa de taipa, foi pro quarto

e começou a se vestir.

- Ô, xente, hômi! Pra onde tu vai ansim, hêin?

- Vô tocá, Dolores, num importa si pra Deus ou pru Diabo. Só sei qui hôji eu toco.

- Hômi, dêxa disso. Num é bom brincá cum essas coisa...

- Bestêra, ôxent.

E assim, Zé do Fole deu um forte abraço na esposa e ouviu o tchau inocente da cambada dos oito filhos,

o mais velho com apenas 13 anos. E Zé seguiu esperançoso, montado em seu jegue, a sanfona à postos. Zé estava tão confiante

que já começou a tocar sua sanfona enquanto o jumento andava, num ensaio de preparação para alguma festa que decerto

sem saber já o esperava. E Zé seguiu, cortando o sertão e espalhando pelo ar seco o som de sua música.

De repente, Zé viu surgir do meio da caatinga um belo e enorme cavalo preto, mais negro que a noite. Um belo animal.

Montado no animal, um homem forte e bem apresentado, cheio de garbo e uma postura de verdadeiro príncipe. Zé ficou

impressionado de ver uma figura tão altiva e nobre naquele sertãozão esquecido de Deus.

O sol já começava a se por no horizonte.

- Boa noite!

A voz do homem pareceu ecoar como o som de uma cachoeira. O sorriso do cavaleiro revelava belos dentes, perfeitos e tão

brancos que Zé nunca nem sequer imaginou que fosse possível.

- Boa noite... - respondeu timidamente, o olhar a meia altura e a voz fraca e insegura de alguém que

está diante de um rei.

- Você me chamou, Zé do Fole? - Perguntou o homem, com sua voz poderosa.

- Eu? Não! Eu num chamei não sinhô!

- Ora bolas! Mas ouvi alguém me chamar, e pensei ter sido você?

O olhar do homem parecia perscrutar o interior da alma de Zé do Fole.

- Não, não sinhô, eu juro... Eu nem sei quem é u...

- Chega! Chega de conversa! A festa já está é atrasada, todos os convidados chegaram e só falta você pra dar o ritmo

da dança. Você precisa ser mais pontual, Zé, como os ingleses. Porque comigo é assim, se marca um horário, não pode atrasar

nem um minuto.

- Mas, eu...

- Eu nada! Desce logo desse morto de fome aí e sobe em meu garanhão comigo. Precisamos ir logo.

Sem mais nada dizer ou argumentar, Zé do Fole desceu do jumento e montou na garupa do cavalo negro. Imediatamente o

cavalo saíu num galope tão veloz que parecia voar. Zé via as coisas passarem cada vez mais depressa pela sua vista. Então,

tão de repente quanto começou a correr, o cavalo parou abrupto diante de um paredão onde havia uma caverna.

- Abaixe a cabeça! - Ordenou o cavaleiro garboso. - O teto da caverna é baixo e você pode se machucar. Este é o melhor

atalho para chegar em minha casa.

O cavalo começou a adentrar a escuridão.

- Agora feche os olhos! - Ordenou o homem, autoritário.

Zé obedeceu, como um servo fiel. Ou melhor, como um cachorrinho. Um segundo depois, uma nova ordem.

- Abra os olhos!

Zé do Fole abriu e não conseguiu acreditar no que viu diante de seus pobres olhos incrédulos e habituados a contemplar

a secura da caatinga sempre esbranquiçada e sem vida. Foi como num passe de mágica, da secura do sertão para o paraíso.

Tudo de repente ficara verdinho, todo florido e cheio de vida. Os pássaros estavam por todo lado. Uma cachoeira cristalina

caía do alto da serra, sobre a qual um arco-íris circundava. Zé do Fole sorriu feliz como criança que ganha uma cocada.

Não via um arco-íris há tanto tempo que nem se lembrava mais como era.

- Aquela é minha casa, onde você vai tocar hoje para meus convidados, só gente fino trato.

Era uma casa tão grande e luxuosa que Zé nem conseguia acreditar. Havia um movimento incessante de gente bem parecida

e ricamente trajada a circular por todos os lados. Zé do Fole nunca vira pessoas tão bonitas e limpas, perfumadas e alegres.

De repente Zé viu algo que fez seu corpo estremecer. Uma estranha mulher pasou poucos metros à frente descontraidamente.

Tudo seria perfeitamente normal, se a mulher não tivesse duas cabeças discutindo entre si sobre qual era o batom mais

bonito, enquanto uma terceira cabeça parecia se manter neutra a olhar eufórica e curiosa para os outros presentes.

- Deve di sê uma fantasia - pensou Zé.

O anfitrião conduziu pessoalmente Zé do Fole a um luxuoso e amplo salão de bailes. O lugar estava lotado.

O homem apontou para o palco, numa ordem para que Zé do Fole assumisse sua posição. Zé então subiu, timidamente, parando

diante de um enorme microfone no centro do palco. Por um momento, Zé ficou meio perdido e sem saber por onde começar.

Mas aí respirou fundo e meteu o dedo na sanfona, fazendo ecoar seu talento pelo amplo ambiente. O som era magnífico,

amplificado pelos tetos abobadados e pela aparelhagem que ele nunca vira antes na vida. E à medida que ele tocava, todos

dançavam eufóricos. E aquilo foi se intensificando cada vez mais, levando todos a um êxtase que ele não imaginava que sua

música fosse capaz de provocar. De repente, todo mundo começou a beijar todo mundo, enquanto se apalpavam

indiscriminadamente. E no momento seguinte estavam todos nus, numa orgia coletiva tão sádica que Zé do Fole chegou a se

arrepiar todinho dos pés à cabeça. Mas estava ganhando pra tocar, não pra criticar isto ou aquilo. Era totalmente irreal,

homem chupando pinto de homem ao mesmo tempo em que outro homem penetrava o chupante e um quarto homem chupava o ânus do

penetrante... Era tanta sacanagem que Zé já começava a perder a concentração.

CONTINUA EM: ZÉ DO FOLE É ESTUPRADO NO INFERNO! - SEGUNDA PARTE


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Comentários

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19/04/2013 11:42:27
Eita porra! eita trem doido sô! nota 10


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