Diário de uma negra escrava tarada em sexo (texto de antes da libertação dos escravos)

Um conto erótico de predadora (Geralda)
Categoria: Heterossexual
Data: 16/07/2014 23:55:19
Última revisão: 21/06/2015 23:28:57
Nota 9.91

Esse conto é de época e fala da vida de uma escrava que viveu no século XIX. Não tem nada a ver com sadomasoquismo, nada contra quem gosta desse tipo conto, mas, esse conto não tem nada a ver com o tema.

Sou o Pedro, tenho 30 anos de idade, sou divorciado há cinco anos, não tenho filhos, faço faculdade de teatro há três anos, e trabalho na divulgação de eventos.

Tenho um amigo de infância chamado Joelson, ele é um cara meio tosco, mas, é muito legal, costumo passar minha ferias na casa da minha tia Noêmia, ela mora no interior da Bahia, um lugar muito bonito, com um belo rio, e diversas fazendas com todo tipo de frutas e animais selvagens. O Joelson também ainda tem família por lá, como já disse, somos amigos de infância e quando éramos crianças, morávamos nessa cidade.

Estávamos de férias e fomos juntos pra cidade, o Joelson ficou na casa da fazenda do avô dele e eu fiquei na casa da minha tia Helena.

O Joelson é neto do senhor Manoel, um velho com uns 75 anos de idade. Ele vive em uma fazenda próxima a cidade, essa fazenda é muito antiga, segundo ele diz, a casa grande foi construída em 1854, ou seja, no século XIX. Tinha até escravos. A senzala está lá até hoje, fica a uma distância de uns 300 metros casa grande, o Joelson diz que a senzala é mal-assombrada, que a noite costuma-se ouvir os fantasmas dos escravos gemendo de dor dos castigos dos impostos pelos feitores de escravos. Eu não acredito em fantasma, sou do tipo que só acredita no que é provado pela ciência, mas, respeito quem acredita.

Não é sobre fantasmas que vou falar, vamos ao que interessa:

Estávamos eu e o Joelson explorando o porão em baixo da casa grande da fazenda e encontramos um baú no canto de uma das paredes do porão, eu e ele arrastamos o tal baú pro meio do salão do porão e depois quebramos um arame que prendia a tranca do baú, quando abrimos encontramos apenas um monte de papeis velhos, mas todos embalados em saquinhos de plástico, Joelson pegou um dos papeis e rasgou gritei desesperado e falei: Não faça isso seu maluco.

Ele: Deixa de besteira cara, são só papeis velho, isso não serve pra nada.

Eu: São antigos e provavelmente tem valor histórico.

Ele sorrindo e em atitude desafiadora, rasgou mais um papel e falou:

Ele: Essa porra não vale nada, isso só é papel velho! E estão estragando as nossas férias.

Eu – Então da eles pra mim, já que não vale nada pra você?

Ele – tenho que falar com meu avô primeiro, mas, por mim essas porras vão para lixo.

Olhei pra ele serio e disse:

Eu – Você não está rasgando a papelada? Então porque você tem que falar com o avô?

Pegamos todos aqueles papeis e levamos para o avô dele ver, o velho olhou a papelada e falou:

Senhor Manoel: Isso é só os papeis da negra Tiana, aquela aprendeu a escrever com a Sinhazinha Rose e era metida mais que tudo no mundo.

Ela falava até a língua dos gringos da tal Londres, o tal inglês, se quiser pode tocar fogo nisso tudo, isso não vale pra nada, e foi escrito pela aquela velha negra metida. Não a conheci, mas, meu pai dizia que ela era uma negra metida à rica.

Peguei aquela papelada toda, sabendo que tinha uma preciosidade nas mãos, era muito papel, umas quinhentas páginas, um papel diferente do que tem hoje em dia, era um papel mais grosso, e estava bem embalado em plástico, bem condicionado, cheguei à conclusão que alguém tinha manipulado aqueles papeis recentemente, tinha embalado o papel pra não estragar, ainda bem porque pela data da papelada, se não tivesse embalado daquela forma teria perecido.

Perguntei ao senhor Manoel se alguém mexia naqueles papeis, ele sorriu e disse que só a Matilde mexia lá no porão, “a Matilde era uma moça negra de uns 20 anos que estava sempre lá na fazenda, ela era amiga da família do Joelson, mas não morava lá”. Perguntei ao Joelson onde morava a Matilde, ele sorriu e falou:

Joelson - Já quer pegar a negrinha seu tarado, eu sempre tive tesão nela, tem uma bundinha linda, uma vez peguei na xota dela, mas ela ficou puta da vida, e disse que ia falar com meu pai, o que você quer com ela tarado?

Eu - Não quero nada disso que você está pensando, só quero perguntar sobre os papeis.

Joelson - Essa porra de papeis de novo, isso é só um monte de lixo cara, joga essa merda no mato e vamos pegar umas meninas na cidade!

Eu olhei pra ele serio e falei: esses papéis são documentos históricos.

Ele sorriu as gargalhadas e falou: isso foi escrito por uma escrava seu burro, quando uma coisa é escrita por uma escrava vai ser documento histórico, se você entregar isso pra um historiador ele vai ri da sua cara.

Não falei nada, mas fiquei pensando, como alguém pode ser tão burro, claro que um documento escrito por alguém que não tinha acesso a educação, como um escravo, teria muito mais valor histórico do que escrito pelo dono do escravo.

Levei aquela papelada toda pra casa da minha tia onde eu estava hospedado, li parte daquela papelada e tive muita dificuldade com algumas palavras de época, mas consultei a internet e consegui decifrar a parte que li, e dizia mais ou menos o seguinte:

Meu nome é Tiana, fui escrava do Coronel Amándio até o fim da escravidão no Brasil, e mesmo depois do fim da escravidão continuei morando aqui na fazendo Ribeirão do Acre, hoje tenho 62 anos de idade. Falo e escrevo fluentemente o inglês e tenho conhecimentos de matemática, português, historia do Brasil e do mundo, geografia e um pouco de ciências. Todo esse conhecimento adquiri lendo muito, tudo que caia em minhas mãos, e sempre tinha livros pra ler, graças a minha Dinha, senhorinha Rose. Vou começar minha historia a partir dos 12 anos de idade.

Fui comprada pelo coronel quando tinha apenas seis anos de idade, e logo quando cheguei à fazenda me tornei mucama da senhorinha Rose, ela era a esposa do coronel, ela não era brasileira, era inglesa e tinha casado com meu dono o Coronel Amándio por imposição dos pais dela, isso era muito comum naquele tempo.

O coronel era o senhor e dono de 45 escravos, entre crianças e adultos, dos quais 27 eram mulheres e 18 homens.

Eu era escrava particular de dona Rose, ela era muito boa pra mim, era muito raro ela me dá um cascudo, ou me bater com uma palmada na bunda, ela gostava muito de mim, me ensinava a lê e escrever, me dava livros pra ler em inglês e me ajudava a lê-los, nossa dia a dia juntos era tranquilo, mas na hora de aprender, era a pior hora do dia, nessa hora que eu apanhava mais, ela não era muito tolerante com quem tem dificuldade em aprender determinada coisa, e sempre me batia quando me perguntava alguma coisa que tinha me ensinado, e eu respondia errado ou não respondia rapidamente, por isso me dedicava aos estudos com muito afinco, e depois de alguns anos até já lia os livros dela escritos em inglês. Quando fiz treze anos ela me chamou, mandou-me sentar na cama e me falou: Tiana minha menina, você vai ter que ser forte querida, eu fiz tudo que pude pra evitar o que vai acontecer, mas não sou sua dona, o seu dono, como você já sabe é o senhor meu marido, e ele te quer pra cama, como faz com toda negrinha que lhe pertence, mas não se preocupe o senhor meu marido só costuma procurar as negrinhas nos primeiros dias depois de desvirgina-las, depois ele perde o interesse, e o feitor não vai se atrever a querer pegar minha escrava mucama, ele sabe que não gosto que mexa com minhas mucamas. Está vendo a mancha no meu olho, foi ontem à noite, eu fui pedir pro meu marido não te pegar pra cama, ele meteu a mão na minha cara e falou que se eu ficasse me metendo nos assuntos dele, ele ia te vender pro primeiro fazendeiro que viesse aqui, por isso não discuti mais com ele, melhor que ele tire sua virgindade do que te perder pra outro fazendeiro.

Pra você vê o tanto que gosto de você minha pequena, fazia muito tempo que não apanhava do marido, e apanhei pra te defender, quando me casei com seu dono, ele me batia quase todos os dias, qualquer coisa era motivo pra me bater, tudo bem que ele é meu marido e tem direito de me bater, mas não tem mulher que aguenta apanhar todos os dias, por isso o enfrentei e disse que se ele me batesse por qualquer motivo eu fugiria pra Londres e ele iria me perder, ele saiu com raiva, mas parece que entendeu meu recado e por isso é muito raro ele me bater, eu tenho que fazer alguma coisa muito errada pra apanhar, ele se conscientizou que só pode bater na esposa se ela merecer apanhar de verdade, e não por qualquer motivo, voltando ao que nós estávamos falando:

Ele vai te levar pro quarto dele e fazer coisas com você, faz tudo que ele quiser, você já deve ter visto os negros pegar as negras na senzala, é daquele jeito, só que o do seu senhor é bem menor, e por isso não vai doer quase nada, faz tudo que ele quiser.

E o que ele vai querer Dinha? (É como eu chamava senhorinha Rose).

Ela olhou pra mim e falou: ele vai mandar você chupar a coisa dele, depois vai chupar a sua giginha, depois vai meter a coisa dele na sua giginha, vai doer um pouco no começo, mas depois fica muito bom.

Ele vai fazer comigo o que a senhora faz com o negro Bira Dinha?

É, mas já lhe falei que se você ficar falando do negro Bira e eu por ai, eu mando-te da uma surra de mijar sangue.

Pode deixar Dinha, eu não conto pra ninguém, pode deixar!

Eu sei que você não vai contar, e quando você tiver deitado com o senhor meu marido e já tiver sido usada por ele algumas vezes, eu vou mandar o negro Bira te pegar, você vai gostar dele, ele é muito gostoso, faz muito bem a coisa, muito melhor que o meu marido que pensa que só tenho quando ele esquece as negrinhas e me procura pra fazer, às vezes demora até três meses, se não fosse o negro Bira eu não seria uma mulher realizada, mas com o negro Bira você tem que fazer só por trás, não pode botar menino no mundo pra ser escravo e sofrer nesse mundo injusto que vivemos.

Como é por traz Dinha?

Por traz é no buraquinho do seu feofó. Ela falou isso e sorriu muito, não entendi, mas sorri também, eu achava que era desrespeito não sorri quando a senhorinha sorria.

Os dias se passaram e senhorinha rose me mandou tomar um banho caprichado que o coronel queria me pegar hoje, eu tremi dos pés a cabeça, mas fiz o que ela mandou, depois fiquei conversando com ela e recebendo as instruções de como deveria me portar, era a terceira vez que ela falava a mesma coisa pra mim, isso me fazia pensar o tanto que aquela mulher gostava de mim, não era um amor de mãe pra filha, mas era o amor que se tem a um animalzinho de estimação que você gosta muito, e é melhor ser tratada como um animalzinho de estimação do que como uma escrava comum.

Finalmente fui chamada pro quarto do meu senhor, ele usava o quarto de hospedes pra fazer as coisas com as escravas, dizia que era desrespeito fazer no quarto da esposa. Cheguei muito tímida no quarto, ele pegou no meu queixo e falou: não tenha medo menina, você vai gostar, sou muito carinhoso com as minhas escrivãzinhas, com o tempo você é quem vai pedir pra fazer comigo, como muitas das meninas aqui da fazenda, tua irmã mesmo, a Zilda, depois que fiz com ela, a danada viciou e toda vez que passo fica com aquela cara de quem quer fazer mais, eu até já mandei o feitor Freitas mandar um escravo reprodutor botar um menino na barriga dela, acho que ela vai dá uma ótima parideira, é novinha e as escravas novinhas aguentam muitas barrigadas de menino. Se você não fosse à queridinha da minha mulher, eu iria colocar você pra pari também, mas você é a coisinha da minha mulher e não quero deixar ela triste.

Depois de falar muito ele colocou um dedo na boca e começou a chupar, depois colocou o mesmo dedo na minha boca a me mandou fazer o mesmo no dedo dele, eu fiz e ele falou: com o meu pau você vai fazer o mesmo, se morder vai apanhar muito, eu coloquei o pau dele na boca e comecei a chupar devagar, ele empurrava tudo na minha boca e depois tirava quase tudo, eu até engasgava porque se encostava à minha garganta, depois ele parou de empurrar na minha garganta e falou: agora você já sabe como faz, chupa sozinha que eu não vou mais empurrar não!

Eu comecei a empurrar e tirar da minha boca e lamber e passar a língua na ponta da cabeça, ele parecia está gostando muito e falava muito bem minha cabritinha, parece a Maria, uma escrivãzinha do meu pai que chupava uma pica bem assim como você, pega no meu saco e alisa minhas bolas, eu adoro quando alisa minhas bolas, eu fazia o que ele mandava e depois de uns 10 minutos fazendo isso, ele mandou deitar e abrir as pernas, eu estava com uma saia que ia até meus joelhos, as escravas não usavam calcinha, ou qualquer outra coisa por baixo da saia, (lembro-me até uma vez que a antiga dona da minha mãe e de mim levantou a saia de uma escrava que tinha sido comprada recente, a escrava estava de calçola, a senhora bateu na cara da pobre e disse que escrava na usava combinação, que isso era coisa de mulher livre, de gente de família), mas voltando ao assunto: Abri as pernas, ele levantou minha saia e mandou-me arreganhar mais, (não senti vergonha de ficar com as pernas arreganhadas, era comuns os escravos e o feitor passar a mão na giginha das escravas, e por varias vezes, um ou outro escravo já tinha passado a mão na minha giginha). Apesar de ter a proteção da minha senhora e ter menos experiência nisso que as outras escravas da senzala, mas, ele ficou olhando pra minha giginha cabeluda, abaixou a cabeça e começou a passar a língua nela, levei um susto quando senti um choque na espinha com a língua dele no meu clitóris, vou uma sensação muito gostosa, nunca tinha sido chupada antes. Já tinha sentido excitação quando o feitor me pegou no escuro, entre a senzala e a casa grande e ficou passando a mão na minha giginha, ele forçava o dedo em cima do meu clitóris e até doía com a pressão que ele fazia encima, mas, confesso que era uma delicia, ele só não me comeu naquela noite, porque a Benta, (escrava da cozinha), ia passando e falou: Seu feitor não está querendo interromper o senhor, mas, o seu coronel gosta de tirar os cabaço das escravas novinhas.

Ele ficou com raiva da negra e meteu a mão na cara dela. Mandou-me voltar pro quarto da sinhazinha. A negra me olhou revoltada e falou: Apanhei por sua conta negrinha assanhada, da próxima vez vou deixar ele tira o seu cabaço.

(Eu não dormia na senzala, geralmente dormia no quarto da senhorinha Rose, só não dormia lá quando o coronel queria fazer coisas com ela, o que era muito raro). Mas, voltando ao assunto: Sentia a língua dele na giginha e apesar do medo, amava a sensação, depois de alguns minutos fazendo isso, ele encostou a ponta do negocio dele na entrada da minha giginha, e foi enfiando bem devagar, fiquei morrendo de medo da dor que eu achava que sentiria, mas, pra minha surpresa entrou muito fácil, parecia que eu nem virgem era, o coronel só acreditou que eu era virgem porque saiu sangue, pouco, mas saiu depois ele ficou entrando e saindo de dentro de mim e falando que eu era igual à Maria, era muito apertadinha, e olhando pra minha cara falou que ia me comer todos os dias, que não ia deixar o feitor e nem os escravos me possuírem, que minha giginha era só dele.

Eu não gostava do hálito dele, mas, a rola eu estava amando, era muito gostoso transar, nunca tinha sentido uma coisa tão gostosa como aquela rola dentro de mim, e minha senhora tinha me dito que na primeira vez ia doer muito, e posso afirmar que não doeu nada, muito pelo contrario, foi uma dor deliciosa, agora sabia por que minha irmã gostava tanto de deitar com o feitor e com alguns escravos da senzala, é que aquilo era muito bom. Depois de meter por alguns minutos o senhorzinho gozou dentro de mim, ele me olhou com uma cara de riso e falou: Epa, gozei dentro, não consegui segurar, agora se você estiver madura vai ficar gravida de um filho branquinho, não gosto de escravo branco, todo mundo quer da regalia pra escravo branco, não vê o Josué, ele é filho do feitor e todo mundo fica paparicando o escravo, se você ficar prenha de filho meu, não vou da mordomia pro teu filho, vai ter que trabalhar igual aos outros escravos.

Eu ficava calada sem saber o que falar pro senhorzinho, ele me mandou ficar deitada peladinha e esperar que ele ainda queria meu cuzinho, ai fiquei pensando: Na giginha não doeu nada, mas, no cuzinho deve doer muito, olhei pro negocio do coronel e pensei: O negocio dele é mais fino que o negocio dos escravos da senzala, e as negras da senzala aguentam bem o pauzão dos escravos na bunda, então eu vou aguentar a do coronel fácil, fácil, mas não era bem assim, eu era pequenininha, franzina, e meu cuzinho apertado, então quando ele me mandou ficar de quatro e passou aquela gordura de porco no meu feofó, depois me mandou deitar a cabeça na cama e arrebitar bem a bunda pra cima, eu obedeci e ele colocou a ponta da cabeça do pau na entrada e foi enfiando devagar até entrar tudo, foi uma dor muito grande, quase gritei, mas lembrei das palavras do coronel, antes de enfiar na minha bunda, ele falou: se gritar apanha de correia de couro, por isso contive meu grito, e engoli seco aquele dor terrível, e ele nem se preocupou em esperar eu acostumar com a dor, foi logo bombando pra dentro e pra fora, eu gemia e ele falava: Tá gostando escrava, da rola do seu dono, fica descansada que você vai levar muita rola de hoje em diante.

Depois de tudo terminado ele me mandou ir pro meu quarto e dormir, beijou minha bochecha e falou: muito bem escrava, você foi muito bem e serviu seu dono como ele gosta, amanhã vou comer essa bucetinha gostosa que você tem quem sabe deixo você ficar com algum negro e emprenhar, não ia ser bom você emprenhar igual a sua irmã, você sabia que sua irmã tá prenha?

Eu olhando para coronel falei: Não senhor coronel, eu não sabia que ela está prenha.

Ele sorrindo falou: Tá sim e não é de mim, é do escravo Bira, mandei o feitor escolher um bom reprodutor e ele escolheu o escravo Bira, disse que o Bira é forte como um boi e os filhos dele seriam bons escravos. Vi sua irmã gemendo na vara do escravo Bira, ele tem um pau grosso e a putinha aguentou tudo e quase não chorou, tive que deixar a pobre chorar, com um pauzão daquele até na buceta a mulher chora.

Continuei calada só ouvindo o coronel falar, depois ele me mandou ir logo dormir e fui pro meu quarto e a senhorinha Rose já estava lá me aguardando toda curiosa.

Senhorinha Rose: e ai como foi? Aquele cavalo te machucou, ele meteu com força em você?

Não Dinha, ele não meteu com força, só doeu muito quando ele meteu na minha bunda!

Aquele filho da puta meteu na sua bunda, o desgraçado nunca comeu minha bunda, e você já de primeira comeu a bunda.

Olhei pra ela e falei: é porque sou propriedade dele!

Minha Dinha olhou pra mim e sorrindo falou: onde você aprendeu a ser tão esperta assim menina, acho que escolhi a negrinha certa pra ser minha mucama, depois ela me deu um beijo na testa e saiu do quarto me mandando ir dormir.

No dia seguinte fui à senzala falar com minha irmã, eu não costumava ir muito à senzala, vivia mais na casa grande, a única pessoa da minha família que vivia na fazenda era minha irmã mais velha e meu irmão que trabalhava na lavoura de cana, era um serviço muito duro e meu irmão que na época devia ter uns 18 anos parecia um homem de 30 anos, ele já tinha as marcas do sofrimento dos escravos que trabalhavam na lavoura de cana, minha mãe não veio com nós três quando fomos vendidos, ela ficou na antiga fazenda, ela já era velha e o coronel não quis saber de comprar ela também, me lembro de que quando o meu antigo dono perguntou ao coronel se queria levar minha mãe também, disse que ela era nossa mãe e deixava-a ir de graça pra não separara-la dos filhos, o coronel disse que não queria saber de negra velha na fazenda dele, disse que já bastavam as que tinham lá, e minha mãe não veio conosco, na época eu tinha seis anos de idade, senti muita saudade dela, até hoje sinto, mas voltando a minha irmã, eu não tinha muita intimidade com minha irmã, ela trabalhava no pomar e eu raramente saia do quarto da minha Dinha, estava lá sempre servindo ela no que ela quisesse.

Minha irmã estava na senzala quando eu fui lá e perguntei pra ela se ela estava mesmo prenha, ela me olhou e com uma cara triste disse que sim, disse que a negra Benta disse que ela estava com uns dois meses de gravidez, eu perguntei quem era o pai do filho dela, ela disse que o coronel tinha mandado o negro Bira fazer um filho nela, mas ela achava que o filho era do coronel, arregalei os olhos e perguntei por que ela achava isso, ela respondeu que o coronel tinha gozado dentro dela varias vezes e o Bira só tinha gozado uma vez e ela ainda tinha pegado uma garrafa e enfiando dentro e lavado o gozo do Bira, perguntei por que ela preferia que o filho dela fosse do coronel, disse que o coronel é ruim com os escravos que nascem branquinhos e sempre dizia que o menino era filho do feitor. Ela me olhou e disse que o coronel tinha levado dois amigos fazendeiros pra vê-la sendo fudida pelo Bira, disse que o ela tinha ficado em pé nua encostada no porte de castigo com a bunda empinada e o Bira enfiou nela com força e ficou enfiando por muito tempo enquanto o coronel, os amigos do coronel e o feitor ficaram assistindo ela ser possuída pelo negro Bira, depois ela me perguntou se o coronel já tinha me tirado o cabaço, falei pra ela que sim, ela sorriu e disse que agora ele ia ficar me comendo todo dia por uns 10 dias, depois não ia mais me procurar, ai eu é que ia sentir falta.

Perguntei pra ela se ela sentia falta do negocio do coronel, ela sorriu e disse que não sentia mais não, disse que quando queria fazia com um escravo que era muito mais gostoso, perguntei com quem ela ficava ela falou que o feitor a pegava quase todos os dias, mas ela gostava mesmo era do Josué, (o Josué era um negro de uns 25 anos e era o negro mais bonito da fazenda, ele já tinha fugido algumas vezes e o coronel mandou cortar os dedos do pé direito dele, ele quase morreu, mas não morreu e o coronel ficou com remoço e ele não trabalha em nada, só fica na senzala comendo as negras que dão sopa pra ele. Na senzala a ordem do coronel é só transar quando ele deixar, mas essa ordem ninguém cumpre, e como o feitor pega as negras da senzala, ele faz que não vê quando uma negra tá dando pra um escravo na senzala, mas um negro nunca pode pegar uma negra a força, se ele fazer isso o coronel manda capar.

Minha irmã perguntou se eu ia vir à noite na senzala, disse que não, e perguntei por quê: ela me falou que os escravos reprodutores iam pegar a negra Tereza e a negra Judite pra emprenhar as duas. A negra Tereza e a negra Judite eram duas negras jovens de uns 16 anos cada uma, e a Negra Judite já tinha dois filhos e a negra Tereza tinha um filho. O coito dos negros reprodutores era um espetáculo assistido pelo coronel, o feitor e os escravos da senzala, era como o coito dos puros sangues que tinha na fazenda, o coronel assistia todos pra ver se o negro tinha mesmo gozado dentro da negra, depois a negra tinha que ficar deitada uma hora pra fecundar o óvulo. Eu só tinha visto isso três vezes, apesar de qualquer um na senzala poder ver, eu não gostava de ver, achava feio, e por isso não gostava de ver, mas depois que fiz com o coronel alguma coisa mudou na minha cabeça, e por isso quis vê dessa vez.

A segunda parte será postada em breve

Continua.


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Comentários

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23/12/2019 14:51:16
Muito bom, nossa, me deixou molhada.
06/02/2017 14:45:40
Procuro um amigo para comer minha namorada que more no acre ()
19/12/2014 04:33:36
Até o momento maravilhoso. parabéns. no aguardo
05/08/2014 00:49:30
muito bom adorei seu conto...
31/07/2014 11:16:26
Bem, Geralda, neste conto, você achou meu ponto fraco. Adoro histórias diferentes, em que a imaginação flui, baseado em fatos que ocorreram ou possam ter ocorrido. Este ¨japanisis brasiliensis taradus¨, também costuma explorar muito passagens históricas em seus textos. E nesse, você conseguiu criar um enrêdo maravilhoso, erótico e bem original, neste site tão cheio de transas por pura transas. A nota deveria ser mais do que dez. Espero acompanhar a continuação desse diário excitante da escrava Tiana. Acaba de ganhar um fã. Beijão!
19/07/2014 18:32:56
Antes de tudo, obrigada pela visita. Seu conto como colocou a colega é original, diferente. Um conto de época. Tenho certeza que meus antecessores afrodescendentes passaram exatamente por isso no século XIX, nas casas Grandes da Bahia ou em qualquer outro estado escravagista. O conto como disse está bem construido e ficou muito gostoso. Parabéns, Geralda.
17/07/2014 13:58:35
Gostei!
17/07/2014 10:18:39
Muito bom, Bem escrito e muito excitante. Parabéns. Grupo whatsapp
17/07/2014 05:21:37
Ótimo conto, a forma com que escreve, deixa-nos excitada, mas sem ser vulgar! Aguardo a continuação!
17/07/2014 00:00:57
aguardem a segunda parte. beijos
17/07/2014 00:00:07
escrevi esse conto e é produto da minha imaginação, não tem nada a ver com a realidade, apesar de tudo que está escrito acontecia mesmo na época da escravidão no brasil.

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