Vizinha Carente

Um conto erótico de Davi Gavião
Categoria: Heterossexual
Data: 26/02/2012 16:20:12
Última revisão: 15/03/2012 16:03:49

Olá, me chamo Davi, tenho 25 anos, 1,70 m de altura, sou moreno, cabelos e olhos castanhos escuros, 65 kg, sou magrinho, mas tenho uma certa musculatura. Gosto praticar esportes como andar de bicicleta, correr e natação, por isso estou com o corpo mais ou menos definido.

Há um mês fui convidado pela empresa que trabalho para ser gerente financeiro de uma filial que fica em outra cidade da que eu residia. A proposta era muito boa, mesmo sabendo que teria que me mudar e começar em outra cidade. Porém valeria a pena, afinal de contas sou solteiro e não teria problemas em me adaptar.

Chegando à nova cidade tratei de alugar um apartamento. O bairro era muito bom e a minha nova moradia era bastante aconchegante, eu estava muito bem instalado.

Logo no primeiro dia conheci alguns vizinhos, mas fiquei encantado com Susana. A gente se conheceu na entrada do elevador. Ela morava no 18º andar e eu no 19º. Estávamos sozinhos e durante a subida fomos conversando. Notei logo de cara que ela era casada, então me contive um pouco.

Susana é morena, tem 30 anos, cabelos lisos escuros até altura dos ombros, seios médios firmes, 1,65 m de altura, 60 kg, olhos castanhos bem claros, quase cor de mel (muito lindos, chamam a atenção de qualquer um), tem as coxas grossas e uma bunda maravilhosa. Ela estava usando uma blusa um pouco decotada, mas nada que revelasse muita coisa e calça jeans que valorizava as suas curvas.

Passados alguns dias me encontrei com Susana num supermercado próximo do nosso prédio. Ela toda sorridente veio conversar comigo. Ela me perguntou se estava gostando da cidade e se eu já tinha conhecido muito coisa. Eu ainda estava me adaptando e disse a ela que ainda não tinha saído. Ela então ficou de me mostrar alguns lugares que ela gostava e combinou de sairmos ela, o marido, eu e minha namorada. Falei para ela que não tinha namorada, estava solteiro. Notei que ela só queria certificar se eu estava com alguém.

Logo em seguida chegou o marido dela, Arnaldo, e Susana me apresentou a ele. A princípio um sujeito calmo, bem humorado e pareceu ser boa pessoa. Despedimos-nos e fui terminar de fazer minhas compras. Na saída do supermercado vi de longe Susana e o marido, eles pareciam estar discutindo, eles não me viram, mas notei que o clima não parecia nada bom entre eles.

Passaram-se dois dias e me encontrei novamente com Susana, só que dessa vez no estacionamento. Ela parecia aborrecida, fui cumprimentá-la e descobrir o motivo do seu mal humor. O pneu do carro dela estava furado e ela estava atrasada para o trabalho e não daria tempo de trocar pelo estepe. Ela era corretora de imóveis e tinha que visitar uma cliente que a aguardava. Ofereci-lhe carona e disse para não se preocupar que tudo daria certo. Susana ficou muito contente pelo meu gesto.

Como o caminho era longo, a gente ficou conversando sobre várias coisas e ela sempre mudava o assunto para relacionamentos, sempre me perguntando por que eu estava solteiro, como um rapaz bacana e bonito como eu estava sozinho, essas coisas. Eu apenas sorria, e lhe dizia que não tinha encontrado uma pessoa legal, apenas algumas ficantes. Ela então começou desabafar sobre o seu relacionamento, e que ele não estava nada bem naquele momento, que pensava em se separar e que estava se sentindo carente. Olhávamos olho no olho enquanto ela me contava tudo isso. Mas no momento não aproveitei da situação e apenas me concentrei no caminho.

À noite chego do trabalho e meia hora depois o interfone toca:

- Oi Davi, tudo bem? É a Susana. Queria te agradecer pela carona de hoje, se não fosse por ela teria perdido uma grande cliente.

- Oi Susana, imagina, estou sempre à sua disposição sempre que precisar.

- Mas não foi só pela carona que eu queria te agradecer. Foi pela nossa conversa, foi muito bom desabafar com alguém. Eu estava precisando falar, precisando de um ombro amigo.

- Vizinhos são para essas coisas.

- E como retribuição eu preparei uma torta e gostaria de te convidar para experimentá-lo.

- Ok, Susana, será um prazer partilhar essa refeição com vocês.

- Com vocês não, eu estou sozinha, Arnaldo viajou hoje à tarde, foi participar de um congresso e só deve voltar daqui cinco dias. Estou solitária, rsrs.

- Não sei se devo ir, afinal você é uma mulher casada e não ficaria bem ir na sua casa na ausência de seu marido, os vizinhos podem comentar.

- Não há o que se preocupar, os vizinhos não vão nem saber que você esteve aqui, venha pela escada e não vai encontrar ninguém e você é meu convidado como amigo, não vejo problema nisso.

Imediatamente desci as escadas e toquei a campainha do apartamento dela. Ela abriu a porta e me convidou para entrar muito sorridente.

Susana estava usando uma blusinha preta e notei que estava usando um sutiã branco com renda, pois dava para ver um pouquinho. Estava com um shortinho branco bem curto, que dava para ver a calcinha marcando ele. Parecia ser uma calcinha bem pequena. Daquela maneira os traços de Susana ficavam mais evidentes. Como ela tinha coxas torneadas e uma bunda deliciosa.

Comemos a torta, falamos algumas coisas do dia-a-dia, da cidade, do condomínio e fomos ganhando intimidade até que a conversa foi ficando mais picante:

- Sabe Davi, eu e Arnaldo brigamos novamente hoje antes dele viajar, não sei se vamos continuar. Eu estou me sentido tão sozinha nesse momento, tão frágil.

- Susana, eu estou aqui, não se sinta assim, não gosto de ver uma mulher triste, gosto de ver você sorrindo, você fica muito mais bonita.

- Você me acha bonita Davi? Me acha uma mulher atraente?

- Susana, com todo respeito, você é uma mulher linda, tem um rosto invejável e um corpo de deixar qualquer homem boquiaberto, seu marido é um homem privilegiado.

- Mas ela não sabe aproveitar o que tem em casa e eu estou cansada de não ter o carinho que mereço.

Ficamos calados por uns instantes e trocamos olhares de sair faíscas. Quebrei o silencio e me aproximei dela:

- Então vou te dar o carinho que você merece.

Segurei a sua mão e ela entrelaçou com a minha e o beijo foi inevitável. Nossas línguas se encontravam loucamente. Abracei-a e acariciei a sua nuca com mordidas, ela ficou toda arrepiada.

Abracei-a por trás e ela ficou rebolando a bunda no meu pau que estava muito duro naquele momento. Eu estava acariciando seus seios e dessa maneiro a gente foi andando até o quarto.

Ao chegar no quarto ela me jogou na cama e fez uma sessão de strip-tease, foi maravilhoso vendo-a tirar a blusa, depois o shortinho. Ficou apenas de calcinha e sutiã e veio para cima de mim e começou a tirar minha roupa.

Eu tirei seu sutiã e comecei a chupar os bicos dos seus seios, eles estava durinhos. E enquanto fazia isso, acariciava a sua xoxota por cima da calcinha. Dava para sentir como aquela buceta estava inchada de tesão. Ela então alisava meu pau por cima da cueca.

Ela tirou minha cueca e começou um boquete maravilhoso, como chupava gostoso aquela safada. Quase gozei na boca dela.

Coloquei ela de quatro, alisei aquela bunda maravilhosa, tirei a calcinha dela e chupei a xana dela com muito gosto. O grelinho dela estava durinho e ela estava muito molhada, e gemia muito. Coloquei ela deitada e ela abriu bem as pernas para que eu continuasse chupando aquela buceta deliciosa. Como estava intumescida e molhada aquela xoxota e com Susana gemia de tesão.

Fizemos um 69 para completar as preliminares. Susana estava louca, quase gozando na minha boca, mas queria gozar no meu pau, queria senti-lo dentro dela e me pediu para meter.

Ela se deitou, abriu bem as pernas e disse:

- Vem, sou toda sua, me come bem gostoso, mete seu pau em mim, me fode vai.

Deixei ela mais excitada ainda, pois não atendi ao pedido dela prontamente. Fiquei pincelando o meu pau na entrada da sua buceta e fazia que ia meter mas não metia, ela implorava para eu enfiar meu pau na sua xana:

- Ai, não me tortura mais, enfia vai, me come gostoso.

Fui enfiando devagarinho e fui aumento o ritmo. Apesar da xana ser apertada, meu pau deslizava facilmente, pois estava muito molhada.

Susana subiu em mim e ficou cavalgando alucinadamente, senti ela gozando, ela gemia muito. Depois ela ficou de quatro e continuei metendo gostoso até gozar. Gozei dentro daquela xoxota. Estava sem camisinha (não recomendo isso), mas ela não se importou pois disse que confiava em mim e que usava DIU e não teria com que eu me preocupar.

Fomos tomar banho e lá embaixo do chuveiro abracei Susana por trás e continuamos fudendo. Nós estávamos muito carentes e muito sedentos por sexo.

Fomos para a cama e desmaiamos de sono, cansaço, bem estar. Dormimos abraçadinhos e de madrugada acordamos novamente e voltamos a trepar.

Transamos muito naquela madrugada e ela então me pediu uma coisa:

- Quer comer meu cuzinho? Meu marido não gosta, mas eu adoro e quero dar ela para você.

Não me fiz de rogado, coloquei ela de ladinho, pedi para levantar uma das pernas e comi aquele cuzinho apertado com muito gosto. Ela disse que estava adorando e acabou gozando enquanto eu socava no seu cuzinho e alisava o grelo dela.

No outro dia acordamos, tomamos café da manhã juntos, e fomos trabalhar normalmente. À noite ela foi para a minha casa e trepamos novamente como no dia anterior.

A gente transou durante todo os dias que o marido dela ficou fora, dormíamos alternadamente um dia na casa dela outro dia na minha. Fodíamos como um recém-casal em lua-de-mel.

O marido dela chegou e sempre que dá a gente marca pelo menos uma vez por semana para nos encontrar em um motel. Fazemos isso na hora do almoço, assim não deixamos vestígios.


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Comentários

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Sujeito de sorte você. Uma vizinha dessas é para conservar por bastante tempo. Adorei seu conto amigão.

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muito bom... nem precisa mandar email rs...valeu mesmo. 10. Se puder dar uma lida e pontuar meu conto BURAQUEANDO A FECHADURA - O DIA SEGUINTE, eu agradeço... é a continuação do outro de mesmo título...

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