Depois...

Um conto erótico de João Pinheiro
Categoria: Homossexual
Data: 01/06/2005 07:51:39
Assuntos: Homossexual, Gay

Acordo com um torpor que me percorre todo o corpo. Algo com uma dor de cabeça que vem fina e apenas incomoda, além de um gosto amargo na boca e um ardor leve no ânus. Olho para mim mesmo e percebo que estou sem roupa alguma, o abdome e o peito com algo semelhante a uma secreção.

Tento erguer-me da cama e, ao meu lado, vejo o corpo nu de outro homem, deitado de bruços e dormindo serenamente. Sinto um calafrio de imaginar o que se deu e procuro recordar os fatos que antecederam o sono do qual acabava de despertar.

Passo instintivamente a mão pelo ânus e sinto-o melado. Levo o dedo ao nariz e reconheço o odor forte de esperma. Certamente era daquele macho deitado a meu lado, que deve ter ejaculado dentro de mim.

A memória demora a atualizar os últimos acontecimentos, precisando fazer um esforço para que voltem ao nível consciente o que ocorreu nas horas precedentes à descoberta de mim mesmo sobre aquela cama.

Aos poucos vou lembrando...

Houve uma festa no apartamento de um dos colegas de trabalho, para onde fui após o expediente, por volta das oito da noite. Fiquei lá até por volta das onze.

Conversara bastante com um grupo de executivos da área de propaganda, entre os quais estavam dois casais e um homem de cerca de quarenta anos, cabelos grisalhos e sem barba, de porte atlético.

Não bebera muito, embora desejasse esquecer os atropelos do dia de trabalho, cheio de casos desagradáveis, inclusive um prejuízo por ter batido involuntariamente o carro da empresa no estacionamento.

À saída, chovia bastante e Carlos, o homem que estava no meu grupo desacompanhado me ofereceu carona, pois estava sem carro.

Lembro que conversávamos sobre trabalho durante a festa e que ele, como que percebendo que o assunto não me agradava, rapidamente passou a falar de outras coisas. Tratamos de carros, esportes e, finalmente, de sexo.

Ao sairmos, o tema voltou à baila. Foi nessa ocasião que ele se revelou ousado e bastante direto, perguntando se eu já havia experimentado uma relação homossexual.

Recordo que titubeei antes de responder, pois me vieram à mente as recordações da infância, de tudo quanto me havia acontecido e que havia experimentado, com meu avô e com um colega de escola.

Essas lembranças chegaram de súbito, cortando a conversa que mantinha com meu interlocutor.

Voltei a mim quando ele estalou os dedos próximo ao meu rosto perguntando se eu estava em transe. Sacudi a cabeça negativamente, talvez na esperança de que ele esquecesse a questão, mas ele repetiu a pergunta.

E, sem esperar minha resposta, foi logo confessando que havia tido alguns casos no passado, mas há algum tempo se mantivera casto.

Explicou-me que fora casado durante quase dez anos, mas que não dera certo, pois ele não conseguia manter-se fiel. E que suas traições sempre ocorreram com outros homens e não com mulheres.

Carlos falava com uma naturalidade que me deixou perplexo, sobretudo porque eu mesmo jamais teria a sua coragem para revelar detalhes tão íntimos de suas preferências sexuais a um desconhecido.

Então ele me desnudou por completo – cheguei a pensar que ele lera meus pensamentos – ao falar que só havia contado isso porque percebera que eu o compreenderia. Disse a seguir que se sentira atraído por mim, sentindo que poderia haver algo entre nós. Mas que, se ele estivesse enganado, nada aconteceria e ele simplesmente me deixaria em minha casa e depois sumiria para sempre de minha vida.

Eu estava pasmo, sem conseguir acreditar no que estava ouvindo. Carlos me cantava abertamente, expondo-se como eu jamais teria coragem de fazê-lo.

Desci a janela para respirar um pouco do ar da noite e tentar colocar em ordem as minhas idéias, a essa altura completamente embaralhadas.

Sua ousadia chegou ao extremo: disse que desejava transar comigo, mas que não queria forçar coisa alguma, teria de ser algo consentido por ambas as partes. Ele me queria e me indagava se a atração era reciproca. Eu simplesmente não consegui sequer respirar.

Ele diminuiu a velocidade e estacionou junto ao meio-fio. Colocou as mãos sobre o volante, olhou em minha direção e perguntou-me, com todas as letras, se eu queria fazer sexo com ele.

Balbuciei alguma coisa que nem eu mesmo entendi. Ele voltou a tomar a iniciativa e disse que faria como eu quisesse. Se fosse para ele ser o passivo, seria; se pudesse ser também ativo, melhor ainda. Mas que a decisão era apenas minha.

Por frações de segundo me voltaram as lembranças de pombinha, de Ronaldo e de tudo o que eu havia experimentado no passado e que parecia estar sepultado com o final daquelas aventuras.

Eu havia tido alguns relacionamentos com mulheres, inclusive fazendo com elas o sexo anal e, durante anos, não voltara a ter qualquer caso com alguém de meu próprio sexo.

A proposta de Carlos, no entanto, era tentadora. Senti meu ânus contrair-se e perceber que o desejo por um outro macho não havia desaparecido por completo.

Quando consegui articular as primeiras palavras estas foram uma concordância à nova experiência. Carlos queria ir para minha casa, mas eu não estava preparado. Morava sozinho há apenas três meses e passava a imagem aos vizinhos do condomínio de que era direito e levar um homem comigo em plena madrugada poderia destruir essa impressão.

Concordei quando ele ofereceu o seu próprio apartamento, num residencial localizado próximo ao aeroporto. Gastamos cerca de meia hora para chegar lá. Durante o percurso Carlos aproveitou para saber mais de mim, pois até então apenas ele falara de si.

E foi perguntando se eu já tivera outros casos, se haviam sido casos demorados ou se foram apenas transas de ocasião. Ficou surpreso quando lhe falei que não gostava de me envolver com meus parceiros e que sempre fizera sexo pelo prazer, sem qualquer envolvimento afetivo, embora tivesse sido amante de Ronaldo por quase três anos – o tempo que levamos para concluir o segundo grau.

Expliquei-lhe minhas condições, inclusive quanto ao fato de não ser beijado na boca em nenhum momento. Ele riu, como vendo nisso uma piada, mas concordou plenamente com os meus termos.

Chegamos a sua casa –uma construção de um só pavimento, no final de uma das ruas do conjunto. A garagem foi aberta por controle remoto e em poucos segundos estávamos chegando ao seu quarto, um aposento sobriamente decorado em azul piscina, com uma enorme cama de casal ao centro e o banheiro – era uma suite – numa das extremidades.

Foi tirando sua roupa e me convidando a fazer o mesmo, enquanto me servia uma bebida, que não consegui identificar qual era. Depois de alguns goles me convidou para que fôssemos tomar um banho.

A sala de banho da suite possuía uma banheira enorme, que levou cerca de cinco minutos para ficar cheia. Já nu em pelo Carlos entrou e olhou em minha direção para que fizesse o mesmo.

Despi-me do que restava de minhas roupas e caminhei rumo à banheira. Ele me tomou pela mão e começou um banho de língua que eu não esperava. Nas transas que eu tivera com meus amantes anteriores geralmente era eu a realizar esse tipo de preliminares. Agora estava experimentando recebê-las.

Eu parecia um brinquedo sob as mãos fortes de Carlos que, atendendo às minhas condições, em nenhum momento tentou beijar-me a boca.

Em compensação, sua língua me percorria o corpo inteiro. Chupou delicadamente meu pênis, meus mamilos, mas o que me fez mesmo suspirar foi quando senti-o sobre meu anel, que há anos não era acariciado daquela forma. Demoramos mais de uma hora naqueles folguedos, pois eu retribui seus afagos e quase o faço gozar precocemente com um boquete.

Carlos então disse que estava na hora de irmos adiante e consumar nossa transa. Perguntou-me se eu desejava ser ativo ou passivo e não pôde ocultar um olhar de satisfação quando escolhi a segunda opção. Quis saber se eu fazia questão da camisinha e concordou quando falei que era mais seguro para ambos.

Ele então saiu da banheira, envolveu-se num robe amarelo e, voltando-se, carregou-me em seus braços, levando-me para a sua cama. Falou que havia meses que não transava e desde já pedia perdão se fosse um pouco ríspido, mas que tentaria se controlar.

Revelei que igualmente não fazia sexo com outro homem há algum tempo e pedi-lhe que fosse com calma, para não causar-me muitos estragos, o que certamente seria difícil, haja vista as dimensões de seu membro, algo em torno de 20cm por 4,5cm.

Carlos me colocou cuidadosamente sobre os lençóis e atirou longe o robe. Abriu uma gaveta do criado mudo e retirou um tubo, que imaginei fosse de alguma pomada hidratante para facilitar a penetração. Junto com o tubo veio uma camisinha, que pedi-lhe para ser eu a colocar-lhe, com o que concordou imediatamente.

Ele sentou-se à beira da cama e eu, já deitado, virei-me em sua direção. Rapidamente desembalei o preservativo e segurei seu pênis com minhas mãos. Desenrolei a camisinha e, voltando a enrolá-la, coloquei-a na boca e dirigi-me àquele mastro, que já se mostrava pronto para dar prosseguimento à batalha.

Gastei cerca de cinco minutos para revestir o membro de meu novo homem. Preparado, Carlos tratou de me preparar. Levantou-se e colocou sob meu corpo dois travesseiros, posicionando-os debaixo de meu ventre, fazendo-me empinar a bunda.

Voltando para a borda, abriu ligeiramente minhas pernas e aninhou seus lábios em volta de meu anel, massageando-o com a língua e dando pequenas estocadas que me faziam quase delirar.

Senti um frio percorrer minha espinha quando seus dedos me tocaram o orifício lambuzando-o com o gel. A massagem prosseguiu, agora com os dedos, que foram vagarosamente introduzidos. Primeiro o indicador, depois o médio e finalmente o anular. Os três dedos dentro de mim dando voltas arrancavam suspiros que eu não conseguia evitar. Eu suspirava sobretudo quando Carlos os retirava e sentia um vento frio no ânus.

Carlos fez então algo que nenhum de meus amantes fizera antes: passando a mão livre por baixo de meu corpo, segurou meu pênis e colocou-o de tal maneira que – imagino – estivesse à sua vista. Tirando os dedos de meu anel, voltou a passar a língua em volta do orifício e, de vez em quando sua língua deslizava por sobre meu pênis, estrategicamente posicionado para receber aquele carinho, o que me fazia revirar os olhos de tanto prazer e gemer, pedindo que viesse logo sobre mim.

Ele então voltou a introduzir os três dedos em meu ânus e, colocando-se de joelhos sobre a cama, aproximou o pênis da entrada do prazer.

A lubrificação e as lambidas em meu pênis me entonteciam e apenas lembro de haver murmurado que ele fosse com calma. Quando porém senti a cabeça do membro tocar em meu anel, mesmo revestido pelo preservativo, toda cautela foi para o espaço e eu forçava a bunda para o alto, de encontro ao seu corpo, querendo que ele metesse tudo de uma vez.

E era isso o que eu queria, mesmo. Os anos todos sem viver uma relação semelhante me haviam feito quase esquecer do tesão que era receber um membro daquela envergadura dentro de mim.

Carlos bombeava com o pênis e, menos desvairado que eu, ia conduzindo sem pressa a penetração. À resistência de minhas pregas, ele não insistia: voltava e chegava quase a retirar todo o membro, o que me levava à loucura, pois em meu frenesi eu não queria que ele saísse de mim. Em seguida, voltava a pressionar, indo um pouco mais fundo em minhas entranhas.

O processo da penetração, como expliquei, foi bastante lento, pois Carlos estava menos ansioso do que eu. Suas mãos massageavam minhas nádegas e as ia forçando devagar, para que o pênis se encaixasse melhor no canal do reto, movimentando-se no sentido de cima para baixo, indo até próximo de onde estava o meu membro.

Depois que todo o enorme pênis estava alojado em mim, Carlos começou a movimentar-se numa cadência ritmada. Suas mãos já não se limitavam às minhas nádegas, mas percorriam todo o meu corpo, chegando aos meus mamilos – que ele apertava sem muita força, quase suavemente – indo até minhas coxas, que apertava com mais intensidade.

Eu o sentia pulsar dentro de mim e respondia comprimindo seu pênis com os músculos do esfíncter, certamente aumentando-lhe o prazer. Suas arremetidas foram acelerando, até que ele sussurrou em meu ouvido que não agüentava mais, que iria gozar.

Eu o estimulei dizendo-lhe que se acabasse dentro de mim, que era isso o que eu mais queria – e, na verdade, não estava mentindo.

Não sei se foi imaginação minha, mas parecia-me sentir que os jatos de esperma que jorravam dele eram tão fortes que eu percebia o impacto na camisinha e o contato desta com as paredes do reto. Quando finalmente cessou a ejaculação, Carlos desabou sobre mim, sem que o membro saísse de onde se encontrava encaixado.

Ficamos alguns minutos naquela posição, o suficiente para que ele se restabelecesse. Eu estava contente por contemplar seu semblante de satisfação. Ensaiei retirá-lo de mim, mas ele me segurou pelos ombros. Disse-lhe que não se preocupasse.

Saí de seu abraço e, encolhendo-me na cama, agarrei seu membro, ainda envolto no preservativo e, retirando-o, fiz-lhe um novo boquete, chupando-o com maestria. Além de sorver as últimas gotas de seu sêmen, ainda colaborei para que o mastro enrijecesse outra vez.

Ele me perguntou o que faríamos a seguir e eu preferi responder com gestos. Conseguindo uma nova ereção de Carlos, posicionei-me sobre ele e, antes que ele fizesse alguma coisa para deter-me, sentei sobre seu cacete, que desapareceu através de meu anel.

Mandei às favas toda segurança: eu estava adorando ser fodido por aquele macho e a camisinha não me permitia senti-lo todo dentro de mim. Cavalguei-o com vontade e estava tão alucinado que quase não percebi que ele se colocara sentado e, segurando-me pelas nádegas, deitou-me de costas sobre a cama e tomou a posição de frango assado, descendo vagarosamente da cama.

Suas estocadas eram menos vigorosas do que da primeira vez, mas nem por isso menos estimulantes. Minhas pernas sobre os seus ombros me deixavam inteiramente à sua mercê e eu revirava os olhos de prazer, recebendo aquele mastro que me invadia por completo, ansiando por um novo gozo, desta vez todo dentro de mim.

Uma de suas mãos manipulou ligeiramente meu pênis e, em questão de segundos eu ejaculava sobre meu abdome. Não demorou muito e também ele voltava a gozar, agora inundando meu reto com seu mel.


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Pinta Grossa
12/06/2005 14:58:39
Gostei. Finalmente uma foda sem a "mão-dupla", comum em todas as relações de cunho homossexual aqui relatadas. Quer dizer, é o famoso "troca-troca" que, para mim, é altamente brochante! Já deixei muito parceiro no meio do caminho porque eles se revelaram partidários dessa forma de prazer. Um velho parceiro ativo meu, certa vez bebeu demais e permitiu-me que o comesse. No outro dia, quando se deu conta disso, desapareceu de minha vida, envergonhado. Neste presente conto, ainda há uma compensação do ativo que se excita manipulando e lambendo o pau do passivo. Isto, pra mim, tira um pouco do clima erótico, por isso, vou baixar um pouco a nota. Nota 8


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