Vou contar uma história que aconteceu há uns dez anos, quando conheci a Karol (fictício). Ela com seus 20 aninhos, falsa magra, carinha e corpo de safada. Loira, com uma buceta carnuda que marcava a calça, que deixava qualquer homem de queixo caído.
Na época, trabalhava em uma empresa que havia transferido sua estrutura para a parte norte da cidade. Dois meses depois da mudança, Karol começou a trabalhar lá. Era impossível não reparar nela. Cada vez que ela passava, pra lá e pra cá, meu coração acelerava. Era paixão à primeira vista, ou melhor, à primeira passada.
Agora, vamos à história. Alguns meses depois, houve uma festa de um dos gerentes da empresa, e quase todos foram convidados, incluindo ela. E ao vê-la chegar, que visão! Karol apareceu com um top preto que deixava parte da barriga à mostra e uma saia curta que valorizava ainda mais suas curvas. Que delícia de mulher.
A festa estava rolando, e depois de algum tempo, todo mundo já estava meio alto, relaxado, solto. Eu, é claro, não conseguia tirar os olhos dela. E sempre que buscava pelo seu olhar, ela estava me olhando de volta, com aquele olhar que parecia dizer: "Eu te quero agora."
A noite foi avançando, e a tensão entre nós só aumentava. Cada olhar trocado era como uma faísca, cada risada compartilhada, um convite. Eu sabia que ela estava me provocando, e eu, é claro, estava caindo na armadilha.
Em um momento da festa, ela se aproximou de mim, com um sorriso malicioso nos lábios.
"Você não vai me convidar para dançar?" ela perguntou, com um tom de voz que deixava claro que não estava falando apenas de dança.
Sem pensar duas vezes, segurei sua mão e a puxei para o meio da pista. A música era envolvente, e nossos corpos se moviam juntos, cada vez mais próximos. Sua mão deslizou pela minha cintura, e eu senti o calor do seu corpo colado ao meu.
"Você é um perigo, sabia?" sussurrei no ouvido dela, sentindo o cheiro doce do seu perfume.
Ela riu baixinho, e sua respiração quente no meu pescoço me deixou ainda mais excitado.
"E você gosta disso, não é?" ela respondeu, com um olhar que me deixou sem palavras.
A dança continuou, e a provocação só aumentava. Minhas mãos deslizavam pelas suas costas, sentindo a pele macia sob o tecido fino do top. Ela se inclinou para trás, deixando que eu a segurasse, e nossos olhares se encontraram novamente. Dessa vez, não havia mais dúvidas. O desejo era mútuo, e estávamos prestes a cruzar a linha que havíamos evitado por tanto tempo.
Depois de algum tempo, ela me puxou pelo braço e sussurrou:
"Vamos dar uma volta?"
Sem hesitar, concordei. Saímos da festa e fomos em direção ao banheiro, um lugar mais privado, onde a luz era fraca e a privacidade, garantida. Assim que a porta se fechou, encostei-a contra a parede, e nossos lábios se encontraram em um beijo quente e cheio de desejo. Minhas mãos exploravam seu corpo, sentindo cada curva, cada detalhe que eu tanto havia imaginado.
Ela gemia baixinho, e eu sabia que não conseguiria me controlar por muito tempo.
"Você é tudo o que eu imaginava," eu disse, enquanto beijava seu pescoço.
Ela riu, e sua mão desceu até minha calça, sentindo a ereção que já estava latejando de tesão.
"Então mostra pra mim," ela sussurrou, com um olhar que me deixou completamente entregue.
Sem perder tempo, puxei sua saia para cima, revelando a calcinha úmida que cobria sua buceta carnuda. Minhas mãos apertaram suas nádegas enquanto ela desabotoava minha calça, libertando meu pau já completamente duro.
"Quero sentir você agora," ela disse, com um tom de voz que me deixou ainda mais excitado.
Encostei-a contra a pia do banheiro, e ela se inclinou para frente, empinando a bunda deliciosamente. Coloquei a ponta do meu pau na entrada da sua buceta, já molhada de tesão, e comecei a penetrá-la devagar, sentindo cada centímetro dela me envolvendo.
"Assim... assim..." ela gemeu, enquanto eu ia fundo, sentindo o calor e a umidade do seu corpo.
Os movimentos foram ficando mais rápidos, e eu sentia ela se contrair a cada metida. O som dos nossos corpos se encontrando ecoava pelo banheiro, e eu sabia que não ia aguentar por muito tempo.
"Vou gozar," eu avisei, sentindo o tesão acumular.
Ela se virou rapidamente, ajoelhando-se diante de mim, e sem hesitar, levou meu pau à boca, sugando com uma intensidade que me fez explodir. Gozei na sua boca, sentindo cada onda de prazer percorrer meu corpo enquanto ela me olhava nos olhos, com um sorriso malicioso.
Quando finalmente nos separamos, o som da festa ainda ecoava lá fora. Ela se levantou, limpou os lábios com um sorriso safado e disse:
"Até a próxima."
E eu sabia que aquela era apenas o começo de uma história que iria muito além daquela noite.