As férias forçadas da empresa eram uma tradição anual, mas nunca haviam sido bem-vindas por mim. No entanto, quando recebi a notícia de que precisaria ficar dois meses longe do escritório, decidi aproveitar a oportunidade para visitar a nossa chácara familiar, localizada a algumas horas da cidade.
Desde criança, sempre adorei a paz e a liberdade que a natureza proporcionava ali. Era um refúgio perfeito para me desligar das preocupações cotidianas e recarregar energias. Além disso, a chácara necessitava de uma manutenção geral, o que justificava minha presença.
Chegando à propriedade rural, fui direto ao caseiro, um homem idoso e gentil que cuidava da chácara havia décadas. Apresentei minhas desculpas pelas ausências recentes e perguntei se ele poderia me dar uma ajuda especial durante a minha estadia.
"Claro, senhorita Tina", respondeu ele com um sorriso amplo. "João, meu filho, estará aqui amanhã de manhã. Ele adora trabalhar na chácara e certamente ajudará você a dar uma boa varrida nesse quintal desordenado.""
No dia seguinte, ao abrir a porta da cozinha, encontro João já trabalhando no jardim, usando apenas um short jeans curto e um boné de beisebol. Seu corpo magro e flexível está coberto por uma fina camada de suor, realçando suas linhas musculares. Sinto um calor estranho se espalhar por meu corpo ao observá-lo.
— Bom dia, senhorita Tina — cumprimenta ele com uma voz suave, erguendo o olhar em minha direção. Seus olhos castanhos brilham com curiosidade e um toque de timidez.
Durante a manhã, trabalho no arrumacão da casa, limpando e organizando cada espaço. De vez em quando, subo ao andar superior e me posiciono junto à janela, observando João trabalhar no quintal abaixo.
Ele parece estar a cargo de todas as tarefas, desde a poda de árvores até o corte da grama. Seu corpo magro e flexível se move com agilidade, demonstrando força e habilidade. Noto como o sol ilumina seu rosto moreno e os cabelos negros, fazendo com que pareça ainda mais atraente.
Ao meio-dia, João se dirige à torneira do jardim, tirando o boné e puxando a camiseta pela gola, revelando peitos firmes e bronzeados. Depois de se abastecer com água fresca, ele volta para perto da cerca, sentando-se sobre o reboco e jogando água sobre a cabeça e o torso nu.
Minha respiração acelera ao ver o tecido fino da calça jeans se molhar e grudar ao seu corpo, formando um volume considerável entre as pernas.
Meu coração começa a bater mais rápido enquanto observo aquele volume crescente entre as pernas de João. O jeans molhado se ajusta perfeitamente às curvas do seu membro, deixando pouco a imaginação. Eu nunca havia visto um jovem assim, com uma figura tão atlética e atraente.
Sinto uma sensação estranha se espalhar por meu ventre, mistura de excitação e desejo. Lutando contra essa tentação, volto-me para o interior da casa, tentando concentrar-me nas tarefas domésticas.
Quando o sol começava a se pôr, eu chamava João para dentro de casa e lhe dava as contas do que havíamos feito durante o dia. Ele era muito agradável e educado, respondendo às minhas perguntas com calma e atenção.
Depois de terminarmos as formalidades, ofereci-lhe um suco fresco que havia preparado. Ele aceitou com um sorriso, sentando-se à mesa ao lado da janela que dava para o jardim. Enquanto bebíamos, a conversa fluía naturalmente, tocando em assuntos variados, desde o trabalho até nossos interesses pessoais.
*Continuo a história, revelando a abordagem sedutora de May.*
Quando João se levantou para buscar a ferramenta, senti um impulso irresistível de acompanhá-lo. Subi atrás dele, passando pelo corredor e pela escada até alcançar o jardim. O ar fresco e a escuridão da noite criavam um ambiente romântico, perfeito para o que eu planejava.
Perto da cerca, onde havíamos estado antes, me aproximei lentamente de João, até que nossos corpos se tocaram. Olhei nos seus olhos e murmurei baixinho:
— Você é muito atraente, João... E hoje, trabalhando no jardim, vi um lado completamente diferente em você.
Sem esperar resposta, me inclinei e pressionei meus lábios sobre os dele, num beijo firme e sensual. Sentia o sabor do suco de frutas ainda presente em sua boca, misturado com o sal do suor. Quando retirei a boca dele, observei a expressão surpresa e indecisa no rosto de João.
Ele permaneceu imóvel, sem saber exatamente o que fazer ou dizer. Sua respiração acelerada ecoava nos meus ouvidos, e pude sentir a tensão em seu corpo, como se estivesse prestes a explodir.
Com um sorriso sedutor, afastei-me um pouco de João e comecei a descer lentamente pela lateral de suas pernas, até chegar ao cinturão de sua calça. Com dedos hábeis, abri a abertura e encontrei o que esperava encontrar: um membro grande e rígido, pulsando com energia.
Empurrei a calça e as calças por cima das coxas de João, libertando seu pau para a luz do jardim. Ele era impressionante, longo e grosso, com uma circunferência que me fez lembrar de uma vara de bambu.
Após admirar brevemente o tamanho e a forma do pau de João, eu o toquei gentilmente e disse:
— Vamos para dentro, João. Preciso te mostrar melhor...
Com um sorriso ansioso, ele me seguiu até a casa, seguindo-me pelas escadas até o quarto. Uma vez dentro, fechei a porta e comecei a despir minha roupa, revelando aos poucos meus atributos maduros e bem cuidados.
João ficou parado no centro da sala, olhando para mim com uma mistura de surpresa, desejo e insegurança.
Enquanto me despi, João observava cada movimento minuciosamente, seus olhos fixos em meu corpo nu. Notava como sua respiração se tornava mais pesada, e como seu pau se erguia cada vez mais, pressionando contra a calça.
Finalmente, com apenas um sutiã e calcinha restantes, me aproximei de João e o beijei novamente, mais intensamente agora. Minhas mãos deslizavam pelas costas dele, sentindo a musculatura firme e tonificada.
Quando nos separávamos do beijo, eu sussurrei:
— Quero sentir você dentro de mim, João. Quero experimentar esse pau gigante que tenho aqui...
João, sem hesitar, removeu rapidamente a calça e a cueca, revelando seu membro erecto e majestoso. Era mesmo imenso, talvez o maior que eu já havia visto. Seu pênis balançava ligeiramente, como se ansiasse entrar em mim.
Eu me aproximei, coloquei um pé no lado de fora da cama e me deitei de costas, estendendo as pernas. Com um sorriso malicioso, eu o convidei:
— Venha, João. Mostra-me o que você pode fazer com esse pau incrível...
João se aproximou da cama, seu pau tremendo de expectativa. Com um suspiro de prazer, ele se ajoelhou entre minhas pernas e aplicou um pouco de lubrificante na ponta grossa.
Em seguida, lentamente, começou a empurrar seu membro dentro de mim. Foi uma experiência única, sentirem-se as dimensões enormes dele se expandindo lentamente, esticando meus músculos internos.
Houve um momento em que pensei que não iria caber, mas João continuou a pressionar, pouco a pouco, até que finalmente se encontrou fundo dentro de mim.
Inicialmente, João mantinha um ritmo lento e deliberado, permitindo que meu corpo se adaptasse às dimensões do seu membro. Senti-o bombear suavemente, provocando um calor intenso em meu interior.
Mas logo, após alguns minutos, ele começou a aumentar a velocidade. Cada golpe mais forte e profundo me fazia arquear a coluna, soltar gemidos de prazer e apertei ainda mais em torno dele.
João correspondia ao meu aperto, penetrando mais fundo e rápido, seus quadris batendo contra minhas coxas.
A intensidade dos movimentos de João era avassaladora, cada estocada mais forte do que a anterior. Eu me sentia completamente dominada pelo prazer, perdida em uma onda de delícias que me levava cada vez mais alto.
Minhas mamas latejavam, e eu podia sentir o líquido quente escorrer por entre meus dedos, misturando-se à umidade que se formava em meu sexo. O clímax se aproximava rapidamente, e eu sabia que não duraria muito mais.
De repente, João deu um impulso especial, mais profundo e vigoroso do que todos os anteriores.
Com um rugido de prazer, João se afastou bruscamente, retirando seu membro inchado do meu sexo. No mesmo instante, ele começou a ejacular, projetando jatos espessos e abundantes de sêmen em todas as direções.
O volume era incrível, e eu fiquei coberta por completo com a substância quente e viscosa. Gotas caíram sobre meu rosto, meus cabelos, meu peito e barriga. Era uma visão erótica e perturbadora ao mesmo tempo.
João continuou a gozar durante vários segundos, até que seu pau parecia esvaziar completamente.
Quando a onda de ejaculação finalmente cessou, João se recostou, exausto, enquanto eu permaneci deitada ali, coberta pela substância quente e espessa de seu sêmen.
Sentia-me estranha e excitada ao mesmo tempo, observando como meu corpo brilhava sob a luz do quarto. As gotas de porra ainda pingavam lentamente de meus cabelos e pele.
Com um sorriso travesso, eu me levantei da cama, deixando que o sêmen escorresse pelas minhas curvas. Caminhei até João, que ainda estava deitado, e me ajoelhei ao seu lado.
*Continuo a história, mostrando a postura de May ao lado de João.*
Peguei um punhado do sêmen que ainda pendia de meu peito e o apliquei sobre a ereção de João, que começava a endurecer novamente. Com um sorrisinho malicioso, eu disse:
— Você gosta disso, né? Ver seu pau todo molhado e coberto de porra?
Então, com a palma da mão, comecei a masturbar João, massageando seu membro com movimentos circulares e suaves. Pude sentir o calor irradiando desde a base até a ponta, e notei como ele crescia cada vez mais duro nas minhas mãos.
Com o pau de João novamente ereto e pronto, eu o encorajei a se virar e me montar. Ele obedeceu, colocando as mãos nos meus quadris e me ajudando a subir sobre ele.
Sentindo-me livre e sensual, eu me acomodei sobre o pau de João, meus seios balançando com o movimento. Em seguida, comecei a me mover, subindo e descendo lentamente sobre ele, permitindo que seu membro entrasse e saísse de meu sexo.
Os gemidos de prazer começaram a escapar dos meus lábios, e eu pude sentir a temperatura do meu corpo aumentando com cada estocada.
Gradualmente, aumentei a velocidade dos movimentos, me balanceando sobre João com mais força e rapidez. Meus seios oscilavam com a cadência dos nossos corpos se encontrando, e eu podia sentir o sêmen de antes escorrendo de volta para dentro de mim.
João respondia ao meu ritmo, erguendo suas caderas para me receber cada vez mais profundamente. Os sons de nossos corpos se uniam - os gemidos, os suspiros, os estalos da pele contra pele.
Em pouco tempo, atingimos um ponto de não retorno.
Nesse momento, senti um tremor percorrer meu corpo inteiro, e eu me entreguei ao prazer intenso que me envolvia. Minhas paredes internas se contrairam ao redor do membro de João, o estimulando ainda mais.
Ele também alcançou o clímax, seu corpo se contorcendo debaixo do meu. Juntos, nos abandonamos ao êxtase, nossos corpos se movendo em sincronia até que as ondas de prazer diminuíram.
Quando a respiração voltou a normalizar, eu me deslizei lentamente de cima de João, sentindo seu sêmen escorrendo de novo de meu sexo.
*Finalizo a história, mostrando a conversa posterior entre May e João.*
Depois de nos recuperarmos um pouco, olhei para João com um sorriso sedutor e disse:
— Muito bem feito, rapaz. Você foi incrível. Mas ainda temos muito trabalho pela frente aqui na casa.
— Claro, May. O que posso fazer agora? — perguntou ele, já se vestindo.
— Por hoje, basta.
— Tudo bem. Estarei de volta amanhã para continuar. — Prometeu João, saindo da minha casa com passos decididos.