O quarto estava imerso em uma luz suave, cortesia das velas espalhadas pela cômoda. Mariana, com seu corpete de couro preto e um olhar de comando, observava Lucas — agora Lívia — sentado na cama. Ele havia passado por uma transformação completa nas últimas semanas, e hoje era o dia de selar seu novo papel. A depilação a laser, feita em várias sessões, deixara seu corpo inteiramente liso, da cabeça aos pés, com a pele brilhando sob a iluminação tremeluzente. O cinto de castidade, um dispositivo de metal reluzente, estava trancado em torno dele, a chave pendurada no pescoço de Mariana como um troféu. Hormônios femininos, administrados diariamente, já suavizavam suas feições e arredondavam ligeiramente seus quadris.
Mariana abriu o armário e pegou um conjunto de lingerie preta — sutiã, calcinha e cinta-liga —, além de uma peruca loira cacheada. "Levanta," ordenou, com a voz firme e autoritária. Ela vestiu Lívia com precisão, ajustando cada peça até que estivesse impecável. "Perfeita," declarou, admirando sua obra. Lívia corou, sentindo a renda contra a pele depilada e o peso da peruca, enquanto o cinto mantinha sua submissão evidente.
"Hoje você vai me ajudar a receber uns amigos," disse Mariana, com um sorriso malicioso. "Eles vão adorar você." Lívia assentiu, nervosa, mas completamente entregue ao controle dela.
Mais tarde, a sala estava cheia. Cinco homens, todos altos e musculosos, ocupavam o espaço com uma presença avassaladora. Cada um deles tinha um físico impressionante, e seus pênis, como Mariana escolhera a dedo, ultrapassavam os 20 centímetros — uma exigência que ela não abria mão. Eles riam e conversavam, segurando taças de vinho, enquanto Mariana os apresentava a Lívia. "Essa é minha Lívia," anunciou, puxando-a para o centro da sala. Os olhares dos homens a devoraram, mas Mariana mantinha as rédeas firmes.
Ela se sentou em uma poltrona, cruzando as pernas com elegância, e gesticulou para que os homens se aproximassem. "Quero que vocês a inaugurem," disse, com um tom que não admitia recusa. Lívia, trêmula, foi posicionada de joelhos por Mariana, que se manteve distante, apenas observando. O primeiro homem, um moreno de pele reluzente, se aproximou, abrindo a calça e revelando sua ereção monumental. Mariana se inclinou para frente, unindo-se a Lívia apenas nesse momento: as duas começaram a chupá-lo juntas, suas bocas trabalhando em sincronia enquanto os outros assistiam, excitados.
Depois disso, Mariana recuou, voltando à sua posição de espectadora dominante. "Agora vocês podem ter ela," declarou, e os cinco homens avançaram. Lívia, ainda de lingerie, foi colocada sobre uma mesa ampla, as pernas abertas por mãos firmes. O primeiro a tomá-la foi um loiro de olhos penetrantes, que a penetrou no cu com força, deflorando-a enquanto ela gemia alto, o cinto de castidade balançando inutilmente. Um a um, os outros quatro a possuíram, seus membros enormes entrando e saindo em um ritmo implacável, enchendo o ar com sons de prazer e submissão.
Mariana assistia tudo com um sorriso satisfeito, os dedos tamborilando na poltrona. Ela não tocava Lívia, mantendo a distância como uma rainha observando seu reino. Quando os homens estavam prestes a terminar, ela se levantou e se ajoelhou ao lado de Lívia. "Na nossa boca," ordenou, e os cinco obedeceram. Um após o outro, gozaram, jatos quentes enchendo as bocas de Mariana e Lívia, que engoliram juntos, selando a noite em um ato final de cumplicidade.
Exaustos, os homens se despediram, deixando a casa em silêncio. Mariana olhou para Lívia, ainda deitada na mesa, o corpo marcado pela entrega. "Você foi exatamente o que eu queria," disse ela, limpando o canto da própria boca com um dedo. Lívia, ofegante e submissa, apenas sorriu, sabendo que pertencia inteiramente a ela.