DESEJO SERTANEJO - O INÍCIO DE TUDO

Um conto erótico de O BEM AMADO
Categoria: Heterossexual
Data: 19/02/2021 23:22:58

Conta-se que nos rincões do sertão nordestino, um rico e influente fazendeiro apaixonou-se perdidamente por uma jovem que residia com os pais no entorno de sua propriedade; tratava-se de uma bela moça, de longos cabelos e olhos negros que pareciam encantar que para eles olhasse; possuía um corpo de formas bem delineadas e repletas de exuberância que contrastavam com sua tenra idade, mas que impactavam fortemente todo o macho cobiçoso, que acaba por se render ao desejo de possuí-la. Seu nome era Antônia, mas todos a conheciam como Toninha, sendo uma criatura benquista por quem a conhecia.

Tobias, o fazendeiro, estava arrebatado por Toninha, desejando tê-la para si a qualquer custo; em pouco tempo, descobriu que ela vivia com seus pais que eram lavradores habitando uma moradia paupérrima de péssimas condições; através de um amigo, ele se aproximou da família oferecendo-lhes uma oportunidade em suas terras; o pai de Toninha, um sertanejo calejado e sempre desconfiado agradeceu e perguntou o que deveriam dar em troca, ao que Tobias rapidamente respondeu que não queria nada em troca, senão dar a ele e sua família algum conforto.

Em poucas semanas, a família mudou-se para as terras de Tobias, que lhes ofereceu uma pequena casa mobiliada que ficava próxima da sede ao lado da residência do seu capataz, cujo nome era Lourenço, bem como ativou o pai de Toninha para cuidar dos jegues e das criações de porcos e galinhas. A mãe de Toninha foi muito bem recebida por Elza, a esposa de Tobias que a incorporou na lida com as tarefas domésticas orientada pelas demais empregadas e que com o tempo assumiu integralmente as tarefas diárias, sentindo-se grata pela ajuda de Tobias.

Quanto a jovem Toninha, esta foi matriculada em uma escola como única exigência de Tobias para que a família continuasse sob sua proteção, ao mesmo tempo em que Elza incumbiu-se de lhe comprar roupas novas, sapatos e também ensiná-la a usar maquiagem; nas tardes sempre calorentas do sertão, Elza ensinava Toninha a tocar piano, fazendo com que a moça se apaixonasse pela música. E sentado em sua poltrona preferida, fingindo ler um livro, estava Tobias apreciando a beleza da jovem, assim como a dedicação de sua esposa que tratava a garota como se fosse a filha que jamais teve.

Todavia, a medida em que o tempo seguia seu curso, o fazendeiro não suportava mais o desejo que açodava se corpo e sua alma. Embora as noites com Elza ainda mantinham o fogo que os unia, ele sentia uma necessidade incontrolável de ter Toninha para si. Em uma dessas noites, ao se recolher, Tobias deu com Elza nua sentada em uma banqueta mirando-se no enorme espelho de cristal enquanto escovava seus cabelos. A nudez de sua mulher era algo que sempre o excitava e aquela noite não seria diferente.

-Você me quer, meu homem? Quer possuir tua fêmea? – perguntou Elza olhando para o reflexo de Tobias no espelho.

-O que tu achas, minha prenda? – perguntou ele que num gesto instintivo, arrancou as roupas exibindo com orgulho seu membro rijo de glande inchada.

-Então, o que esperas? – retrucou Elza enquanto ficava de pé, inclinando-se sobre o móvel e arrebitando seu traseiro com as pernas abertas e oferecidas.

Tobias avançou contra a mulher, segurando-a pela cintura e esfregando sua ferramenta na vulva quente e lambuzada extraindo gemidos da fêmea que projetava seu corpo para trás, ansiosa por ver-se preenchida por seu macho sempre guloso. Tobias arremeteu com força, enterrando seu membro inteiro na vagina úmida e constrita, passando a segurar nas mãos as tetas de bicos durinhos apertando-os com ardor e ouvindo os clamores sussurrados de Elza que gingava apetecendo-se de prazer.

Enquanto golpeava com furor desmedido, o fazendeiro foi surpreendido com a imagem de Toninha passeando por sua mente, deixando-o ainda mais excitado, ampliando as estocadas ao som dos gritos histéricos de sua esposa. Imaginou a jovem servindo a ele com todos os seus buracos ainda intocados e entregando sua virgindade em uma bandeja de prata. Repentinamente, Tobias pressentiu que alguém os espionava; sem perder o ritmo dos movimentos, ele olhou sobre o ombro em direção da porta, porém nada viu …, mesmo assim, a impressão permaneceu.

Com a imagem de Toninha assediando sua mente, Tobias, que já havia proporcionado um mar alucinante de orgasmos em sua mulher acelerou seus golpes até que uma contração muscular típica acrescida de um forte espasmo o levou ao clímax, ejaculando caudalosamente dentro de Elza que gingava, esforçando-se em manter-se plena de sêmen do seu homem. Um pouco cambaleante, Tobias recuou enquanto seu membro fenecia aos poucos, escorrendo para fora do estojinho e deixando vazar parte da preciosa carga.

Logo, o casal com passos incertos arrastou-se até a cama onde desabaram suados e exauridos ante tão prazeroso esforço. Com Elza colada ao seu corpo, Tobias não conseguia esquecer a impressão que tivera sobre alguém espioná-los, e por um momento supôs que pudesse ser Toninha, embora ela não dormisse na sede e sim com seus pais. Aquilo martelou sua mente até que vencido pela cansaço adormeceu.

Na tarde do dia seguinte, enquanto Elza fora para a cidade resolver algumas coisas, o fazendeiro, depois de terminar suas tarefas, acomodou-se em sua poltrona predileta lendo um livro. “Licença, seu Tobias …, o senhor precisa de alguma coisa? Tomei a liberdade de lhe trazer esse copo com suco de graviola”, perguntou Toninha de pé na soleira da porta. Tobias olhou para a Toninha e sentiu seu membro enrijecer; ela usava um vestido estampado com alças cujo bojo enaltecia seus peitos firmes, e por ser curto exibia suas coxas bem torneadas.

-Oi, meu amor! Obrigado pelo suco! – ele respondeu com tom afetuoso – Mas preciso de nada não …, pode deixar o copo sobre a mesinha, sim …

Toninha aproximou-se e depositou o copo sobre a mesa como indicado e em seguida foi até a poltrona, inclinando-se sobre ela e beijando o rosto de Tobias que foi tomado de uma estupefação indescritível. Eles se olharam e o sujeito teve a nítida impressão de que Toninha ostentava uma expressão oferecida. “Gosto muito do senhor, viu …, posso lhe chamar de painho quando estivermos sozinhos?”, ela perguntou sussurrando no ouvido do fazendeiro. Antes mesmo que ele pudesse responder, Toninha levou seus lábios até os dele e os beijou delicadamente. Seguindo seus instintos de macho arretado, Tobias segurou Toninha pela cintura e fez com que sua língua explorasse a boca dela, sugando sua saliva e também recebendo em troca. Findo o beijo, eles se entreolharam mais uma vez antes que ela se retirasse do recinto, deixando para trás um macho excitado!

Durante o resto da tarde e pela noite, Tobias não conseguia esquecer aquele beijo intenso com que Toninha lhe presenteara e ainda sentia a excitação pulsar dentro de sua calça. Enquanto jantavam, Elza comentava as novidades que ouvira na cidade, sem sequer perceber que o marido não lhe dava a mínima atenção; foram para a sala onde a mãe de Toninha lhes serviu um café coado na hora, retirando em seguida. Sorvendo a bebida fumegante, Tobias não parava de pensar em Toninha e no desejo que ela despertara nele.

“Vamos nos recolher, meu amor?”, perguntou Elza já de pé tirando seu marido dos pensamentos que faziam sua mente viajar; ele aquiesceu e ambos foram para o quarto. E ele ficou muito surpreso quando Elza despiu-se completamente e caminhou até a cama, olhando para ele. “Vem, deita-te comigo, amor …, quero sentir teu corpo nu junto ao meu”, pediu ela em tom amoroso. Tobias conhecia muito bem sua esposa para saber quais eram suas intenções …, e naquele momento ele sabia que ela queria apenas carinho e afeto; deste modo, ele se despiu e eles deitaram-se abraçados e cheios de beijos e carícias.

A madrugada estava tão quente que Tobias acabou por acordar; suado e sedento, ele vestiu um calção e foi até a cozinha para beber alguma coisa gelada; estava encostado na geladeira, sorvendo um copo de suco de acerola quando ouviu uma vozinha delicada chamar sua atenção. “Painho? Tá com sede? Pois, eu também! Mas, minha sede é outra!”, disse Toninha em tom de sussurro. Ele se voltou a viu a jovem com o corpo contra a luz, enaltecendo ainda mais suas formas alucinantes.

Toninha aproximou-se exibindo sua nudez parcial, tendo os peitos à mostra e vestindo uma minúscula calcinha de renda; com uma naturalidade alarmante, ela chegou perto o suficiente para tocar o volume que se alargava dentro do calção apertando com força; Tobias ainda tentou reagir, mas não conseguia fazê-lo; sentia-se enfeitiçado por Toninha e sua doce sensualidade.

A jovem fitou o rosto atônito do fazendeiro e deu um sorriso maroto, enquanto puxava o calção deixando que seu membro pulasse para fora exibindo-se rijo e inchado; Toninha o segurou em uma das mãos ao mesmo tempo que a outra massageava as bolas também inchadas. “Nossa, Painho! Como ele é grande …, e grosso!”, sussurrou ela iniciando uma vigorosa masturbação em Tobias, cujo rosto ficou livido e a garganta seca. Toninha encostou sua cabeça no peito dele e seguiu no árduo trabalho manual de ordenha do macho.

Tomado por uma excitação insana, Tobias abraçou Toninha apertando-a contra si enquanto acariciava os peitos rijos e os mamilos durinhos que atiçavam ainda mais sua fome de sexo. Toninha não esmoreceu, mesmo percebendo a resistência física de Tobias, acelerando ainda mais a manipulação do membro e também massageando vigorosamente as bolas inchadas. “Painho vai gozar pra mim? Goza pra tua Toninha, goza …, goza que quero ver! Pois nunca vi um macho gozar! Goza!”, sussurrou ela mais uma vez provocando o macho.

Tobias contraiu todos os músculos, sentindo um poderoso espasmo que redundou no atingimento de seu ápice; mordendo os lábios, ele gozou ejaculando volumosamente; os jatos de esperma projetaram-se no ar, lambuzando o chão logo abaixo bem próximo aos pés do fazendeiro. Sem dizer uma palavra, Toninha pôs-se na ponta dos pés e beijou o rosto de Tobias, dizendo: “Obrigado, Painho! Eu adorei!”. Depois, foi embora.


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Comentários

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20/02/2021 08:49:12
Olá! Minhas fotos e vídeos de nudez aqui: />


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