002 - Surubona no Sítio com Norinha e Amigos

Um conto erótico de Lúcio
Categoria: Grupal
Data: 05/12/2020 19:16:28
Última revisão: 09/12/2020 19:36:47

Este conto é uma continuação diferente de “Velho Safado Comeu a Ruivinha no Meu Sítio”, pois acontece antes, durante e depois dos eventos do anterior.

Meu nome é Lúcio, tenho 45 anos. Sou casado com Sônia e sou amante da sua melhor amiga, Melissa, nossa vizinha do lado e que não sabia que estava perto de se tornar enteada de Marisa e Márcio.

No entanto, isso fica para outro conto. Este começou com o meu filho, Fernando. Ele já tem 25 anos e está terminando a faculdade de direito. Ele é o que eu chamaria de “semi-almofadinha”. Gosta de cantar vantagem, se mostrar o culto e bonzão, bem-sucedido, mas nunca nem mencionou a ideia de mudar para um apartamento próprio. Só depois que tiver se formado e ganhando muito bem. Assim, é fácil, né?

Fernando namorava com uma colega de faculdade, Letícia, há uns dois anos. Letícia tinha 24 anos e 1,71m. Sua pela era amendoada, lindos cabelos castanhos-claro que vai até quase a cintura. Ela é bem magrinha, com seios pequenos e uma bundinha correspondente. Mas, suas coxas são bem torneadas, coisa que percebi pelo seu hábito de nos visitar direto da academia, onde usava uma calça legging. Ela já morava sozinha em uma quitinete que pagava com o estágio, já que sua família era de outra cidade. Com nossa intimidade, muitas vezes ela ficava o final de semana todo conosco seja aqui no apartamento ou no sítio.

Uma vez, aconteceu um causo diferente. Meus sogros, seu Raimundo e dona Odete, vieram nos visitar. Com três quartos ocupados, decidimos que a dona Odete dormiria no quarto da nossa filha Luana e o seu Raimundo no quarto de Fernando. Apenas não contamos com o fato da Letícia vir dormir conosco aquela noite.

Eu estava ocupado assistindo Netflix quando a Letícia chegou e nem reparei direito. Ela já era praticamente da casa. Ela acabara de chegar da academia, suada e preguenta. Roupa coladinha no corpo e foi para o quarto do Fernando tomar banho. Pouco depois, seu Raimundo chegou sozinho do passeio. Querendo tomar banho, ele deve ter visto que o banheiro do quarto do Fernando estava ocupado e foi para outro.

Minha visão periférica registrou ele passando com a toalha enrolada. Ele devia ter uns 64 anos. Caminhava para o quarto, de banho tomado, para trocar de roupa. Ao chegar lá, deve ter percebido a porta do banheiro entreaberta e uma voz feminina gritando:

— Esqueci a toalha em cima da cama. Pega para mim.

Meu sogro obedeceu, pegou a toalha, deu uma batidinha na porta e foi entrando. Letícia estava esperando fora do box, peladinha. O susto dos dois, que achavam que conversavam com Fernando e dona Odete, foi tão grande que o velho deixou cair as duas toalhas.

Meu sogrão viu os seios pequeninos da minha norinha, duas peras pequenas e durinhas, com os biquinhos apontando para frente. Bem como sua bundinha empinadinha e sua bucetinha pequenina e de pelinhos ralinhos. (Como eu sei essa descrição toda? Em outros contos.). Letícia também arregalou os olhos com a visão da jeba do meu sogro, maior que a do Fernando, com veias saltando e duríssima.

Ele só saiu do seu transe, de tão vidrado no corpo da sua “no-norinha”, quando ela chamou sua atenção repetindo meu nome algumas vezes. O velho sorriu, disse um “sim” e estendeu a toalha para ela. Letícia se enxugou, sem fazer muito esforço para esconder nada. “Agora não adianta mais, você viu tudo que tinha para ver”.

Depois que se enrolaram nas suas toalhas, ambos concordaram em não falarem nada para ninguém a respeito. Aquilo tinha sido um fato isolado e contar para os outros só levaria a repercussões indesejáveis e exageradas. Uma pena que eu ouvi tudo...

Tempos depois, duas semanas depois da festinha em que o Zé Maria comeu a Marisa e o Márcio, nós voltamos ao sítio para uma estadia em família. Eu pensava que seria apenas eu, Sônia, Fernando, Letícia e Luana. Mas Sônia quis chamar seus pais, seu Raimundo e dona Odete. Chamara a Melissa, mas ela não podia ir. Fernando e Letícia chamaram uma amiga da faculdade, Vitória. Então, eu chutei o balde e chamei meus melhores amigos, Cristina e Jorge, além do Leonardo e da Érica, embora eles dois só viessem pro domingo.

Cristina e Jorge eram meus melhores amigos há mais de uma década. Os conheci logo que ambos saíram da faculdade e começaram a trabalhar na agência. Apesar da diferença de idade, ambos têm 33 anos, nós sempre nos demos bem. Isso, e as conexões deles, permitiram que ambos subissem rapidamente a postos de liderança. Naquela época, nós éramos três dos cinco sócios da agência e ela atuava como a presidente. Eram bastante queridos pela nossa família, como se fôssemos parente. Seu Raimundo e dona Odete os chamavam de “sobrinhos”, inclusive.

Tudo estava indo muito bem. A ausência da filha do caseiro facilitou tudo. Ela se chamava Judite e tinha 29 anos. Ela e Jorge tinham transado alguns anos antes numa ocasião similar. Ele pensava que ninguém sabia dessa pequena infidelidade, mas eu e Cristina tínhamos presenciado. Talvez eu conte mais sobre isso um dia.

Horas se passaram, já era perto de meia-noite. Estávamos eu, Sônia, Letícia, Fernando e Vitória na sala, assistindo televisão. Conversávamos muito, comentando sobre o filme, e outros assuntos. Nisso, minha esposa falou que ia dormir, me deu um beijo e falou que não era para eu demorar. Pensei que estava me chamando para sexo e acabei só esperando um pouco antes de seguir minha esposa.

Chegando no quarto, minha surpresa ao ver que ela estava vestida e alerta.

— Cala a boca e fica de olho.

— O quê?

— Por que você acha que ele trouxe essa Vitória? Ele quer tentar um ménage.

— A Letícia não toparia.

— Quer apostar?

A Vitória era mais alta que Fernando e Letícia. Era loira e branquinha. Tinha seios maiores e um belo par de coxonas. Admito que eu comeria ela. Minha surpresa era a ideia do meu filho querer trazer uma amiga da namorada e comer as duas no sítio da família.

Camuflados pelo fato de acharem que estávamos dormindo, ficamos observando do corredor escuro. De fato, Fernando não era nada bobo e, apesar de não poder dizer isso com todas as letras, no fundo queria comer as duas. Pensando em retrospectiva, tudo o que ele fez do almoço ao jantar e um bom tempo depois foi atiçando a imaginação das duas. Fiquei com a impressão de que a Vitória estava mais interessada do que a Letícia.

Até a escolha do filme foi premeditada. Não tinha me tocado que era um filme longo, de quase três horas e meia, para cansar todos os demais, com uma grande e excitante cena de ménage de quase dez minutos, para incutir a ideia em ambas. Ele ficou insinuando, insistindo, agora em sussurros para uma e para a outra. Foi quando ele propôs em comer ela e a amiga. Eu e minha esposa sabíamos que o silêncio não era um bom sinal, mas logo a Vitória aceitou, dando um pulo do sofá. Ouvimos parte da conversa.

— Amiga, o Fernando quer comer nós duas!

— Tá louca!?

— Nananinanão. E nós vamos para esse ménage agora.

Saímos do quarto e discretamente fomos para o lado de fora, onde sabíamos que eles teriam esquecido uma janela aberta. Chegamos a tempo de ver enquanto Fernando e Vitória tiravam a roupa da nossa norinha e jogavam na cama. Logo, Fernando pôs sua cabeça entre as pernas da namorada e começou a chupá-la.

Quando a Letícia já estava completamente rendida, eles trocaram. As duas se ajoelharam no chão, enquanto Fernando se sentava na borda da cama. Vitória começou um boquete devagar passava a língua na cabeça, ia descendo engolindo tudo. Logo, Letícia passou a acompanhar a amiga e as duas começaram a revezar o boquete. As duas iam chupando até se engasgar, Letícia engolia o cacete do meu filho e Vitória passava a língua nas bolas.

Fernando não aguentou mais e pediu para parar para não gozar logo só com o boquete. Disse que queria comer logo a gostosa da amiga da namorada. Letícia não gostou muito, mas Vitória logo se empolgou.

Fernando e Vitória se beijaram na frente de Letícia como se eles fossem os namorados. Ele se deitou na cama e, uma mão, foi posicionando o pau na entrada da buceta de Vitória, que foi se encaixando devagar. Ela foi sentando devagar, sua buceta engolindo o cacete do meu filho aos poucos.

Logo, eles começaram um vai e vem gostoso na cama. Tão hipnótico que até a Letícia estava delirando com a visão. Minha notinha batia uma siririca assistindo seu namorado comendo a amiga dela.

No entanto, Fernando não aguentou muito tempo por causa do boquete e da empolgação e gozou, enchendo a camisinha dentro da buceta da Vitória de porra.

Sônia perguntou se eu queria ir embora ou assistir até o final, escolhi a segunda opção. Lá dentro, o trio deu uma breve pausa para relaxar e se recompor, mas Letícia ainda estava muito excitada. Ela se sentou no colo do Fernando e começou a beijar o namorado. Não demorou para que ela e Vitória estivessem se revezando. O pau de Fernando voltou a endurecer e Letícia finalizou batendo uma punheta para ele.

Logo, Fernando colocou a namorada de quatro na cama e começou a meter nela com força. Letícia gemia num misto de vontade de gritar e vergonha de acordar os demais. Eles logo mudaram a posição com ele sentado na cabeceira da cama e ela cavalgando em cima. Eu e Sônia podíamos ver os peitinhos da nossa norinha vibrando a cada estocada, enquanto ela pedia para socar mais forte e Vitória do lado, assistindo e lambendo os beiços.

Letícia estava louca de tesão. Cavalgava, rebolava, pedia para meter mais forte. Vitória logo se posicionou entre as pernas dos dois e começou a chupar as bolas do Fernando e, quando dava, o caule do cacete do nosso filho. Além de uma pequena surpresinha...

— Amiga, isso é a minha buceta...

— Eu não me importo.

Vitória continuou chupando. Fernando não consegui segurar mais tempo e gozou gostoso dentro da namorada. O trio se deitou na cama, exausto.

Eu e Sônia sorrimos e voltamos para nosso quarto, nos deitar. Ela brincava que eu devia uma prenda a ela, que seria paga um dia. Ao nos deitarmos, nos abraçamos e no beijamos, mas não teve sexo para mim. Pensei que ver seu filho comendo a namorada e uma amiga dela finalmente seria a centelha que faria Sônia pensar num ménage envolvendo nós e Melissa, mas não rolou nem uma rapidinha.

Tentei dormir, mas acabei vindo em minha mente a imagem da Letícia durante o dia. Ela usando um shortinho jeans, deixando suas lindas coxas de fora e uma blusinha semitransparente, mostrando seu sutiã. Eu já tinha reparado em seu corpo várias vezes, principalmente suas coxas, mas nunca meu pensamento fluiu como nessa noite. Senti meu pau crescendo por baixo do meu pijama de algodão. E esse pensamento permaneceu até a hora em que cai no sono.

No comecinho da manhã, eu e Fernando fomos à cidade para comprar mais carne, aperitivos e carvão para churrasco. Não conversamos sobre nada do que eu e sua mãe testemunhamos, mas sabia que era razão de seu sorrisinho bobo. Mais de uma hora depois, voltávamos para o sítio. Na sala, percebi que mais amigos haviam chegado: Cristina e Jorge, Leonardo e Érica.

— Oi Lúcio! — disse Cristina. Minha amiga e sócia tinha uns 30 e poucos anos. Muito bonita, cabelos pretos lisos e longos iam até a cintura, tinha um quadril largo e bumbum gostoso, seus seios também eram grandes e voluptuosos. — Trouxe tudo para o churrasco?

— Sim, por isso demoramos tanto... Espero que sim.

Neste momento, notei a minha colega de trabalho, Érica, deitada de bruços, lendo, no sofá da sala. O shortinho curtíssimo, branco, revelava seu pequeno bumbum. Pequeno, mas muito bem-feito e deliciosamente empinado.

— Enquanto vocês preparam tudo, vou jogar um pouco de sinuca com o Leonardo — disse Cristina. Minha amiga virou e foi a sala de jogos. Por uns instantes, observei seu belo traseiro, a malha do vestido se esticando com o balanço de seu rebolado.

Olhei para fora. Jorge e Fernando já preparavam o churrasco. Resolvi descansar um pouco e me sentei na poltrona bem diante da minha amiga. Érica imediatamente se sentou também e cruzou as pernas, mostrando seu belo par de coxas. Além das belas coxas, Érica possuía seios lindos, grandes e empinados. Percebi que meu olhar interessado a excitava, pois seus mamilos se projetavam rijos sob o tecido fino. Pelo visto, ela não usava sutiã por baixo da blusinha. Ela disfarçou e ergueu o livro cobrindo-os. Olhei o título, “Metafísica”, de Aristóteles. Érica sempre foi a mais intelectual da turma toda, apesar de ser uma engenheira civil, interessava-se (e tinha um grau de conhecimento muito maior que todos nós) por quase todo tipo de tema. Quase todos os homens que a viam, desejam-na, mas ela fingia que nem percebia. Era a esposa absolutamente fiel.

— Terminou de ler as obras de Platão? — perguntei.

— Estou lendo em paralelo quando são temas parecido para ter acesso às duas visões discordantes. Depois, vou ler “A República” e “Política”.

Devo admitir que quanto mais ela falava de coisas assim, quanto menos eu entendesse o tema que ela dizia, mais excitado eu ficava. Uma vez, bati uma punheta com um vídeo dela explicando, por quase 50 minutos, alguma coisa semi-incompreensível de um tal Hegel.

Continuamos a conversa, de forma agradável, por um tempo. Ela adorava encontrar alguém com quem falar sobre seus estudos e eu adorava ouvi-la falar sobre isso. Então, Cristina e Fernando entraram por portas diferentes. Ao verem o meu filho, as duas soltaram um risinho maroto.

— Fernando, a Letícia nos contou umas coisas interessantes a seu respeito — disse Cristina, envolvente.

— Contou!?

— Sim — confirmou Cristina.

— O quê?

— Você sabe muito bem do que estamos falando.

— Ficamos curiosas... — completou Érica, mordendo os lábios. Os bicos de seus seios rijos projetando-se sob a blusinha denunciavam sua excitação.

As duas saíram antes de dizerem mais alguma coisa. Imaginei se estavam falando sobre meu filho conseguir dar conta de duas mulheres ao mesmo tempo na cama. Mas isso não condizia com a personalidade das duas.

O churrasco foi muito bom. Comemos à beça, nadamos na piscina, dançamos. As horas passaram. Era perto de umas três da tarde. Eu e meu sogro estávamos já na rotina de checar alguns cômodos para termos certeza de que não tínhamos esquecido nada.

Em um corredor, ouvimos um barulho parecido com um gemido. Curioso, olhei para o meu sogro e ele também indicou que vinha da sala. Decidimos ver o que era e abrimos a porta, dando de cara com meus amigos, Jorge e Cristina, fodendo loucamente. Na nossa frente, Cristina cavalgando intensamente no cacete do seu marido, Jorge, que chupava seus peitos.

Jorge deu uma parada brusca e Cristina olhou assustada para nós dois.

— Fecha a porta!

Seu Raimundo obedeceu e fechou com a porta com nós dois dentro. Ele teve uma grande presença de espírito naquele momento.

— Relaxem. Não viemos participar, só ver o que estava acontecendo.

Ele se sentou na poltrona do lado e agiu como se já tivesse visto algo assim milhares de vezes. Aos poucos, Jorge se recuperou do susto e retomava os movimentos. Com o cacete do marido bombando novamente em sua buceta, Cristina acabou envolvida e entrou no clima.

Era a primeira vez que via meus amigos pelados. Cristina tinha seios enormes e bicudos. Eram perfeitos para uma espanhola. Sua barriga era enxuta e tinha um belo par de coxas. Sua bucetona inchada pelo cacete do marido, tinha de lábios volumosos e alguns pelinhos ralinhos morenos.

Meu sogro não parava de olhar para Cristina. Seus olhos a comiam por inteira. Mesmo com sua calça folgada, dava para ver que ele estava excitado. Acho que isso empolgou os dois. Jorge acelerou os movimentos e os peitos de Cristina balançavam para cima e para baixo no ritmo da trepada.

Ambos pareciam bastante empenhados em causar boa impressão. Meu sogro nem piscava, como se tivesse medo de perder algum momento. Ele e Cristina trocaram olhares silenciosos. Ele passou a mão por sobre a calça e ela, provocar, alisou sua própria buceta.

Jorge começou a gozar, mas não parou de meter na buceta da esposa. Tinha entrado no jogo. Tirou o cacete todo esporrado, removeu a camisinha e colocou o cacete para que Cristina, de joelhos, chupasse e limpasse.

Só depois de tudo isso, eles se sentaram no sofá, ainda pelados. Ainda pareciam com tesão, mas agora estavam com vergonha sem acreditar no que tinha acabado de rolar. Os dois conversaram comigo e meu sogro, ralhando pela indiscrição. Falaram sobre a importância de bater na porta antes de sair entrando por aí e da falta de noção de continuarmos na sala mesmo depois de sabermos o que estava rolando.

— Mas sempre quisemos uma plateia mesmo. De certa forma, vocês realizaram uma fantasia nossa.

Avisei que estávamos perto da hora de hora de ir embora. Os dois se levantaram para se vestir e o meu bom-senso me lembrou que era melhor só destrancar a porta depois que eles tivessem vestido. Meu sogro tinha uma ideia diferente.

— Posso ganhar um abraço de cada um?

Cristina e Jorge olharam-se por um longo tempo e deram de ombros. Não custava nada o abraço. Mesmo eles ainda suados e pelados.

Seu Raimundo abraçou Cristina. Ela acabou ficando com os seios gigantes colados ao tórax dele em um longo e apertado abraço. Quando eles se afastaram, meu sogro olhou para baixo dando uma bela conferida nos seios dela.

Em seguida, foi a vez de Jorge abraçar o meu sogro, sentindo seu corpo nu agarrado ao dele num longo abraço. Ao separarem, se encararam felizes.

Nem Cristina e nem Jorge entenderam, mas eu achei que tivera entendido. Seu Raimundo era muito amigo do seu Zé Maria, nosso vizinho do lado. Se o pai da Melissa tiver contado a ele sobre a vez em que comeu a Marisa e o Márcio, talvez o meu sogro tivesse tido ideias parecidas envolvendo os meus dois melhores amigos.

Quase quinze dias passaram desde esse incidente e fomos a turma toda para um barzinho. Estávamos eu, Cristina, Jorge, Regina, Leonardo, Assis e Ricardo. Entre um chopinho aqui e um chopinho ali, eu cometi o erro de contar para todos sobre as demonstrações de carinho entre seu Zé Maria, Marisa e Márcio.

Naquela época, Cristina, Jorge e Assis nada sabiam. Regina contou a versão da história que nos livrava de alguns pecadilhos, mas logo Ricardo mostrou o vídeo para eles. Surpresos, Cristina e Jorge se entreolharam, como se conversassem mentalmente, e, com os olhos cada vez mais brilhantes, Cristina pediu uma cópia do vídeo.

Assim, criamos novamente o grupo do whatsapp, agora com sete membros.

Com o passar do tempo — e dos goles — nossa conversa foi ficando cada vez mais íntima, ao ponto de nos desafiarmos a contar os pecadilhos de cada um. Assis tomou a iniciativa.

— Eu sou um comedor de casadas compulsivo. Mas apenas com mulheres casadas.

— Claro. Toda noite, comendo a própria esposa — falei brincando.

Desafiado, o quarentão calvo pegou o celular e mandou no grupo m vídeo no qual a Olívia, nossa vizinha evangélica, casada e “santinha” do andar de cima, estava de joelhos e chupando o seu cacete.

— Eu as seduzo, pego a calcinha delas como troféu e as convenço a contar tudo para o marido. Ou transamos na frente do corno mesmo.

— Isso é nojento — disse Regina.

— Essas duas coisas me fascinam. A conquista e a dominação. A conquista, a casada é muito mais difícil que uma solteira. Ainda mais se tiver que convencê-la que o marido irá saber. A dominação, fazer o corno saber que é corno, provocá-lo, fazê-lo se submeter e assistir suas amadas esposas sendo fodidas por outro macho. No final, eles acabam ficando juntos de forma mais firme com nosso pequeno segredo. Eu acabo ajudando casais a superarem crises.

— Ridículo... — disse Cristina.

— Todas dizem isso no começo porque eu sempre anuncio minhas intenções antes — respondeu Assis, olhando para o anel de casada de Cristina.

— Eu pensei que o Rodolfo fosse teu amigo — comentei, citando o marido da Olívia.

— Amigos, amigos, esposas à parte. — respondeu. — Meu sonho é conseguir transar com todas as casadas do prédio. Posso estender para o grupo.

Nesse momento, ele olhou para mim, Jorge, Ricardo e Leonardo. Apesar de ser uma das mulheres mais gostosas do prédio, Regina era solteira. Era uma tara muito esquisita a do Assis.

Dias passaram e eu estava sozinho em casa. Mandei uma mensagem em código para Melissa, que respondeu algo que entendi ser “também estou sozinha, vem”. Tomei logo um banho, troquei de roupa e coloquei o melhor perfume que tinha. A Melissa merecia o melhor sempre. Toquei a campainha e esperei.

— Senhor Lúcio, obrigada por me ajudar a resolver o problema da televisão.

A encenação aleatória da vez para disfarçar caso algum vizinho saísse naquela hora. Entramos e sentamos no sofá. Preparei uns drinks para ela, conhecia bem sua cozinha, conversamos. Ela contou tudo que aconteceu com ela nos últimos dias e eu fiz o mesmo. Éramos confidentes um do outro, num nível maior que eu e Sônia ou ela e Sônia.

— Meu pai anda estranho.

— Como assim?

— Acreditaria se eu dissesse que tenho certeza de que ele anda se masturbando quase todo dia no banheiro? E levando o celular junto.

— Imagino.

— E deu agora que quer sair e visitar os vizinhos sempre que pode.

— Talvez ele tenha uma amante.

— Até parece...

Nós rimos e eu contei sobre o ménage do meu filho.

— Se a Sônia topasse algo assim, seria a solução dos nossos problemas. Não precisaríamos mais nos esconder.

— Talvez os teus pais ou os nossos filhos não aceitassem.

— Mas já resolveria a situação entre nós e a Sônia. Não seja pervertido. Não tenhamos pensamentos românticos sobre a Sônia, mas ela é a minha melhor amiga e não teria problema em dividir você com ela, desde que fossem você e ela.

— Entendo. Um dia, vai dar certo. Um dia, a gente revela para ela e seremos um trisal.

— Sim...

— Estava pensando... Faz quase um mês que a gente não consegue transar... O que você acha de...

Não foi preciso dizer mais nada. Logo, estávamos nus e aos beijos em cima do sofá da sala. Eu a deitei no sofá, me ajoelhei entre suas pernas e, vendo seus pentelhinhos loiros e ralinhos, cai de boca na bucetinha, chupando com gosto, enquanto ela gemia e se contorcia, apertando minha cabeça com as coxas.

Após um tempo, me ergui para deitar sobre ela ao contrário, com meu cacete encostando em seu rosto. Enquanto ela começava a acariciar o meu pau, beijando-o, lambendo-o, esfregando seu rosto nele, eu abri sua bundinha e comecei a lamber seu cuzinho. Melissa aproveitava para esfregar sua buceta no meu queixo. Eu chupava com vontade e intercalava minha língua na buceta e no cu. Ela retribuía me chupando e rebolando na minha boca.

Logo, eu me levantei e coloquei uma camisinha enquanto ela abria as pernas. Tínhamos um acordo. Os dois queriam um filho, mas só depois que resolvêssemos nossa situação com Sônia. Me deitei sobre ela e fiquei esfregando a cabeça do meu pau na sua buceta. Nos beijamos por um instante e enfiei de uma vez.

Comecei a socar com força, Melissa gemia muito e arranhava minhas costas com suas unhas. Continuamos assim por alguns minutos, até que eu a coloquei de quatro e voltei a penetrá-la. Segurava firme na sua cintura e metia sem dó, dando tapas na bunda dela. Era o que ela mais gostava.

Melissa abaixou a cabeça empinando mais sua bunda e começou a gemer que ia gozar. Eu comecei a socar mais forte enquanto ela se acabava em gozo, mas antes que chegasse a minha vez, ouvimos o barulho de alguém se aproximando no corredor com chaves. Olhei para Melissa e ela gelou com medo de ser os pais dela.

Não tive muito tempo para pensar. Levantei, peguei as minhas roupas, as dela e a puxei com pressa para o seu quarto, onde entramos no banheiro e fechei a porta. Liguei o chuveiro. Olhei para as nossas roupas. Graças à providência, tudo estava lá, incluindo minha cueca e a calcinha dela.

Mais calmo, entrei debaixo da ducha e comecei a tomar banho. Meu cacete ainda estava duro.

— Vem, Melissa!

— Tá maluco? A gente nem sabe quando dos dois chegou.

— Que nem aquela vez com a Sônia. — Argumentei, relembrando de uma vez que ela quase nos pegou no flagra. O que nos excitou ainda mais.

Melissa entrou no boxe e parou de costas para mim. Não disse nada. Apenas olhou para mim, com um sorriso. Olhei para sua bundinha, bela e atraente, entendendo o recado. Debaixo do chuveiro, abri novamente sua bundinha, que tinha chupado e dado várias dedadas minutos antes, comecei a penetrá-la.

Melissa rangeu os dentes e, apoiada na parede, empinou a bundinha. Logo, havia enfiado tudo naquele cuzinho que conhecia tão bem. Comecei a meter com tudo. Nossos corpos colados e em movimento, a prendia pela cintura, fazendo o corpo dela balançar todo. Metia com vontade. Só ouvíamos o barulho da água caindo no chuveiro sobre nós e o estalo do nosso corpo.

— Melissa?

Ouvimos a voz do seu Zé Maria, pai da Melissa, no quarto e ela gelou novamente. Antes que pudéssemos pensar em algo, ele bate na porta de novo do banheiro.

— Melissa? É você?

— Claro que sou, pai! — disse Melissa, tentando falar sem ofegar. O som do chuveiro ajudava. — Quem mais seria?

Eu permanecia engatado no cuzinho dela, os dois na expectativa dos próximos acontecimentos.

— Está tudo bem, Melissa?

— Claro! Por que não estaria? Não posso tomar banho sem privacidade agora?

— Claro que pode, filhinha. Desculpa. Vou preparar nossa janta. Vou fazer aquele musse que você adora.

— Obrigada.

— Musse do papai? — brinquei e Melissa fez uma careta, pois ela já tinha mais de trinta anos e ainda gostava de doces feitos pelos pais.

— Só de mal, não vou deixar você comer essa receita de família nunca.

Achamos que ele tinha saído e voltamos à nossa meteção. Senti meu pau ficar mais grosso dentro do cuzinho da Melissa e anunciei meu gozo, aumentando a velocidade das estocadas. Os estalos começaram a fazer mais barulho e Melissa deu um gemido um pouco mais alto, que foi ouvido pelo pai dela.

— Melissa? — perguntou ele, mais longe, mas se aproximando.

— Nada, pai! — gritou Melissa, em resposta. Eu não conseguia parar de meter e cada estocada fazia um estalo no contato entre a minha pélvis e a bunda dela.

Dei uma última estocada, profunda, ficando torto sobre ela, despejando todo meu gozo dentro da camisinha. Cinco jatadas que vieram junto com mergulhadas profundas do meu cacete naquele meu cuzinho favorito.

— Vou te esperar na mesa! — gritou seu Zé Maria, saindo do quarto.

Melissa ainda trincava os dentes. Ficamos assim, engatados e imóveis, por um bom tempo. Quando o meu caralho amoleceu um pouco, removi lentamente até ele conseguir escorregar totalmente para fora.

Ficamos abraçados debaixo do chuveiro, com a água caindo sobre nossos corpos colados. Nos beijávamos e nos acariciávamos. Aquilo era uma loucura completa, mas nós dois sabíamos que só teríamos paz de espírito quando nos resolvêssemos de vez com a Sônia. Subi minha mão por sua frente, acariciando seus seios, segurando seu queixo. Puxei o rosto dela para mim e colei meus lábios no dela, enfiando minha língua dentro da sua boca. Um beijo intenso. Logo, ela disse que precisava sair para o pai não desconfiar. Ela saiu do boxe, se enxugou com a toalha e se vestiu. Orientou-me a fazer o mesmo que, quando ela conseguisse fazer o pai (ou o pai e a mãe) saírem da sala, ela bateria duas vezes na porta e seria o sinal de que eu deveria sair correndo da casa.

Uma semana se passou. Tive poucas chances de falar com a Melissa desde então. Acabei indo na sexta para o barzinho com meus amigos. Estavam lá eu, Cristina, Jorge, Assis, Ricardo e Regina. Assis postara no grupo um vídeo dele comendo a dona Creuza, uma velhinha de 69 anos que morava no primeiro. Pior, o vídeo foi aparentemente gravado pelo marido dela. Ele realmente não perdoava nenhuma casada.

No barzinho, evitávamos falar sobre isso, mas era perceptível as tentativas de trocas de olhares entre ele e Cristina. Uma hora, precisei ir ao banheiro fazer o número 2. Com vergonha de uma possível zoação, não contei a ninguém aonde ia.

Pouco depois, ouço a porta abrindo e as vozes de Jorge e Ricardo. Os dois vão ao mictório e ficam lado a lado. Percebi que Ricardo conferiu o pau do Jorge. Quando foram lavar as mãos, Ricardo fechou a porta por um momento.

— Posso te ajudar a dar um jeito de impedir o Assis de seduzir a Cristina.

— Obrigado, mas confio na minha esposa.

— Lembra que é isso que todos os cornos disseram antes e depois?

— Digamos que eu aceite sua ajuda, o que você vai querer em troca?

— Lembra do vídeo do Zé Maria comendo um casal?

Ricardo liberou novamente sua vara e Jorge olhou, quase tremendo na base.

— Aquilo me deu vontade de comer um casal. E você e a Cristina são perfeitos para isso. Já são do grupo, ela é amiga da Regina, impediria o sonho do Assis e seria um ataque no Lúcio, comer os melhores amigos dele.

Toda vez que Jorge desviava olhar, Ricardo sempre trazia seu rosto com o dedo na ponta do queixo para olhar o cacete.

— Isso é loucura. Você quer nos comer, filmar e divulgar isso entre nossos amigos.

— Sim. Depois que botei na cabeça que queria comer um casal, comecei a reparar nessa tua bundinha, linda e empinada e comecei a ficar doido para te comer.

— Você está completamente louco.

— Não se preocupe. Não tenho pressa. Como o Assis disse, a sedução e a conquista são a parte mais prazerosa. E comer um cuzinho virgem e apertado, fazer um hétero virar mulherzinha, fazer uma mulher fiel transar comigo na frente do marido, isso vai ser muito prazeroso.

— Pode esquecer que isso nunca acontecer.

— É só uma questão de tempo.

Ricardo guardou o cacete dentro da calça e saiu. Pouco depois, Jorge saiu também. Acabei esperando quase até o barzinho fechar para todo mundo pensar que tinha ido embora. O grupo tinha atiçado demais a competitividade e os desejos secretos do Assis e do Ricardo. E, agora, estava com medo de que sobrasse para mim, para Sônia... ou para Melissa.

Muitas mais traições, vídeos, revelações, ménages e segredos aconteceram depois disso.

Quem vocês acham que comeu quem?

CONTINUA


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Comentários

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06/12/2020 17:26:39
Adorei continua assim obrigado
06/12/2020 02:35:22
Excelente!!!
05/12/2020 20:39:03
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