Da senzala para minha cama, de escrava a baronesa XVIII

Um conto erótico de jornalista77
Categoria: Heterossexual
Data: 04/03/2015 20:11:07

Raquel estava grávida. A notícia me pegou de surpresa, mas, ao mesmo tempo, me encheu de alegria. Minha negrinha me daria um filho, um lindo moreninho ou moreninha e meu amor por ela aumentou significativamente. Dormi esta noite abraçado a ela com Juliana por trás de mim. Na manhã seguinte, reuni os empregados da casa e fiz o anúncio. As reações foram de grande felicidade, afinal Raquel havia rompido as resistências iniciais de Virgínia e, agora, elas eram boas amigas. Juliana voltaria pra casa naquela tarde e prometeu fazer umas comprinhas para o bebê. Ela estava tão excitada com a ideia quanto eu. Após o café da manhã, saiu para passear pela fazenda com um destino: encontrar Bernardo. A garota queria uma despedida. Caminhou pela fazenda, foi até a senzala, a cabaninha onde ele fodia as negrinhas para colocar-lhes menino, o galpão onde se ensacava o café, o riacho e nada. Continuou andando e, de repente, sentiu um barulho em uma moita e foi até lá. Para sua alegria, encontrou Bernardo urinando, segurando aquele pau maravilhoso que tanto lhe dava prazer. Juliana se achegou por trás, de mansinho, e o abraçou, enlaçando seu corpo forte e suado, beijando seu ombro e segurando sua rola. - Posso te ajudar a secá-lo? Estava te procurando pela fazenda toda.

Sem esperar resposta, Juliana se ajoelhou na relva e beijou a rola, carinhosamente. Quando Bernardo terminar de urinar, ela abriu a boca e colocou a cabeçorra arroxeada dentro, saboreando a mistura do pau com a urina. Ele logo endureceu e passou a exalar um cheiro novo, mas igualmente delicioso para as narinas de Juliana. - Eu vou embora hoje, mas não podia ir sem levar teu gosto e teu cheiro comigo, meu macho delicioso. Meu cu está ansioso para sentir tua rola preta toda dentro dele - gemeu Juliana sem tirar o pau da boca. Chupou com gosto, sua boca salivava e muita dessa baba escorria pelo seu queixo. Suas mãozinhas punhetavam o restante do pau que ficava de fora e Bernardo revirava os olhos de prazer. Aquela sinhazinha chupava como a mais vadia das negras que ela já havia tido em seus braços. Juliana queria receber seu gozo na boca e ele a atendeu, gozando forte e mandando uma enorme carga de esperma para a garganta da menina, que deixou cair em seu pescoço e seus seios. Ela adorava ser banhada pelo esperma grosso, quente e viscoso do escravo. Em seguida, tirou o vestido e se deitou na grama, chamando-o para ela. Bernardo se deitou por cima e os dois se beijaram com paixão.

O corpo de Juliana ardia e ela precisava ser penetrada. Ela abaixou a mão até a rola e, verificando que já estava bem dura novamente, se virou por cima dele, sentando-se em sua virilha e posicionando o pau na entradinha do cu. Em seguida, foi descendo. O cu estava seco e doeu, mas ela gostava dessa dorzinha e sabia que logo passaria. A cabeça do pau entrou em seu reto e ela deu um suspiro profundo de prazer. Continuou descendo até sentir os pelos pubianos dele encostarem em sua bunda, ela estava toda preenchida, entupida. Apoiou-se no peito forte de Bernardo e começou a cavalgar. Ele a segurava com suas mãozonas e forçava a penetração, chupava seus peitos, beijava sua boca e ambos gemiam cada vez mais alto. Juliana iniciou uma série de orgasmos poderosos, que tiravam seu fôlego e a faziam ter convulsões. Bernardo também gozou, despejando outra carga forte de esperma dentro dela. Caíram na grama abraçados e ensopados de suor. Juliana o encheu de beijos, agradecendo por tanto prazer que ele lhe dera mais uma vez. Após cerca de duas horas juntos, a garota se vestiu e voltou para a casa, com o rabo ardendo e o corpo todo exalando o cheiro inebriante de sexo bem feito. Ao entrar em casa, foi direto ao banheiro com a intenção de tomar um banho. Porém, eu estava lá e, quando a vi, a abracei e a beijei, caindo ambos na cama.

- Que cheiro é esse no seu corpo e na sua boca, Juliana? Parece cheiro de esperma - disse. Ela ficou visivelmente envergonhada e começou a chorar. - E é, meu senhor, me perdoe. Eu estava com Bernardo e o esperma é dele. Não queria lhe trair, a Raquel me proibiu de vê-lo, mas é mais forte que eu - respondeu a menina aos prantos. - Você o ama, Juliana? Me responda com sinceridade - falei. - Não, meu senhor, eu amo meu barão. É meu corpo apenas que não resiste. Sinto um fogo subir dentro de mim, é algo incontrolável, selvagem, bestial. Quando sinto o cheiro dele, o beijo dele, quando vejo sua pele negra, brilhando de suor e do sol, meu corpo me obriga a me entregar. É mais forte que eu. Mas, ele só mete em meu cu, nunca na minha boceta. Por favor, me perdoe, não me mande embora - implorou Juliana. Em resposta, segurei seu rostinho e a beijei. - Jamais faria isso, meu anjinho. Eu prometi que lhe faria feliz e realizaria todos os seus desejos, lembra? Pois o farei. Peço-lhe apenas que tenha discrição, especialmente após nosso casamento, e não permita que ele meta na bocetinha para você não engravidar. Mas, se Bernardo lhe faz feliz, se você gosta da rola dele no seu cuzinho, ele continuará fazendo - Juliana me abraçou e me beijou com um sorriso lindo no rosto. Tiramos nossas roupas e começamos a nos beijar. A virei de bruços e vi muita porra saindo do seu buraquinho. Abri bem a bundinha, mandando que ela fizesse força para sair mais, e caí de boca, lambendo e engolindo aquele leite grosso. Depois, lambi seu corpinho inteiro, que ficava com um gostinho maravilhoso quando misturado ao gozo do negro e meti muito nela. Eu estava com muito tesão e a comi com gosto, gozando horrores dentro dela.

No final do dia, nos despedimos de Juliana com a promessa de ir à cidade em alguns dias fazer o pedido oficial por sua mão. Raquel a acompanhou até o carro, conversaram, se beijaram e a garota partiu. À noite, fomos para o quarto comemorar a gravidez. Me deitei na cama, esperando por Raquel que estava no banheiro. Ela voltou, usando uma camisola branca enorme até os pés. Estranhei aquela roupa, pois ela sempre vinha nua pra cama. - É uma surpresa pro meu sinhozinho. Mas, antes, meu sinhozinho me diz se é verdade que você bebeu todo o leite do nego Bernardo que saía do rabinho da Juliana - disse ela em pé em frente à cama. - É verdade sim, como você sabe? Ela te falou? - perguntei. - Falou sim. E disse que não foi a primeira vez. Meu sinhozinho gostou de lamber a porra do Bernardo? Quer que eu chame ele aqui pro sinhozinho lamber de novo? - perguntou de forma irônica. - Que conversa é essa, Raquel? Claro que não quero. Mas, gostei sim, é um gosto diferente, meio ácido meio doce. O cuzinho dela fica mais saboroso - respondi. - É gostosa mesmo. Mas, num vô chamá ele não. Meu sinhozinho é meu único homem - e tirou a camisola. Tomei um susto ao ver Raquel nua usando o cinto de castidade masculina que havia comprado. - O que é isso? Por que você está usando isso? - perguntei. - Meu sinhozinho pensa que eu esqueci da sua amiga piranha da capital? O sinhozinho tem eu e a Juliana, não precisa mais de piranha nenhuma. Hoje, vai ser seu castigo - pulou na cama para me beijar e começamos a transar. Raquel me virou de bruços e começou a lamber e chupar meu cu. Comecei a gemer de olhos fechados. Ela batia na minha bunda, me mandava rebolar e enfiava dois dedos. Subiu nas minhas costas e sussurrou baixinho nos meus ouvidos: - se meu sinhozinho gosta de lamber o leite do nego Bernardo, pensa que é ele que tá aqui - e enfiou o consolo improvisado na minha bunda. Dei um berro de dor e Raquel começou a meter. Alguns minutos depois, fiquei de quatro na cama e ela continuou as metidas. A dor foi diminuindo até que cessou totalmente e passei a sentir um prazer absurdo. Meu pau estava muito duro e uma onda crescente de tesão tomava conta do meu corpo até Raquel agarrar minha rola, punhetar um pouco e eu explodi em orgasmo. Formou-se uma poça enorme de esperma no lençol e caí por cima dela com Raquel em cima de mim. O pau dela permanecia dentro e ficamos juntinhos por vários minutos. Meu cu doía, mas meu pau, incrivelmente, não amoleceu e me vinguei: comi Raquel como nos tempos iniciais. Foi uma das melhores transas que tivemos.


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Comentários

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26/10/2017 13:26:38
Nossa... Que delícia!
26/10/2017 13:25:50
Nossa... Que delícia!
05/03/2015 08:29:18
Humm sera q o Bernardo vai comer o barao? Q delicia seu conto acompanho todos. continuacao bjus tesudos
04/03/2015 20:23:18
Cada vez melhor. Não fique sem publicar nenhum dia. É excelente.


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