Supremacia Feminina e As Patroas - Capítulo VII - Crueldade - Final

Um conto erótico de William Faichart
Categoria: Sadomasoquismo
Data: 18/11/2020 23:44:57

Supremacia Feminina e as Patroas, de William Faichart.

Capítulo 7, Crueldade, Final.

Mirage, 17 de Março de 2006

Sexta-Feira/Feriado

Acordei por volta das quatro da manhã. Estava com um mal estar, mas não era um mal estar físico, e sim psicológico. Me sentia triste, de certa forma, estava falhando no meu dever como filho. Era herdeiro de praticamente tudo naquela ilha, mas abandonei. Pensava em meu pai. Será que pensava em mim? Será que um dia ele viria atrás de mim?

————

Aquela sexta-feira, era feriado, aniversário de Mirage, 468 anos faziam a descoberta da ilha. Em comemoração à essa data, era de tradição que minha família organizasse uma grande festa, na Praia do Ponto Verde. A praia ficava toda interditada, quase toda Mirage saíam de suas casas para curtir. Haviam muitas apresentações artísticas, shows de calouros era a principal atração para os jovens e adultos. Apresentações de mágica, oficina de fanzine e o grande playground, que era montado na areia da praia, encantava as crianças. Comes e bébes era à vontade, o povo se esbaldava. Era uma super festa, dada todos os anos. Como meu pai dizia, para manter o povo sob controle, é necessário dá-los o pão e o circo, e meu pai sabia fazer o circo muito bem. Enquanto o povo festejava, meu pai aproveitava para fazer palanque, discursava em cima do palco, isso apenas para demonstrar o quanto era poderoso e rico, e a grande maioria do povo o contemplava. Iludidos e alienados, pensava eu. Mas quem era eu para pensar isso? Um mero capacho! Um verme nas mãos de Sabrina e das mulheres da lanchonete. Se meu pai controlava o povo de Mirage, Sabrina me punha de quatro diante dela, onde e quando quisesse. Sabrina e Roberta provavelmente iria à festa, Rose e Raissa talvez fossem curtir também. Se estivesse em condições normais, certamente eu não perderia. Já que estive lá, ao lado de meu pai, em todos os anos de minha vida, mas aquele ano era exceção. Tinha trabalho no Laritas.

————

Mesmo acordado, permaneci deitado em meu colchão, nos fundos da lanchonete, por umas boas horas. Quando me dei conta já passava da oito da manhã. Levantei rapidamente para iniciar a tarefa de limpar a lanchonete. Era o dia em que teria o menor trabalho. Pelo fraquíssimo movimento do dia anterior, não havia tanta sujeira para limpar. Haviam mesas que nem chegaram a ser usadas, estavam limpas, intactas. Mesmo assim, havia começado a trabalhar tarde demais, terminei um pouco mais tarde do que estava habituado, olhei no relógio faltava pouco mais de dez minutos para abrir. Então, ergui a porta de aço. Antes que eu pudesse retornar ao balcão, Roberta aparecia com o seu Corolla, estacionando em frente à lanchonete. Roberta pilotava seu carro com Sabrina ao seu lado, no banco de trás, para minha surpresa, estava Vitória. Estaria Roberta dando uma carona para Vitória? Pensava eu inocentemente. Rapidamente voltei a porta, me coloquei de joelhos e fiquei as ordens. Roberta e Sabrina abriram as portas do carro quase que no mesmo instante. Sabrina estava com sua mochila, vestia uma camiseta preta da banda punk Misfits e shorts bem curtos também preto, e nos pés calçava sua sapatilha lilás, a mesma que estava no dia anterior, no supermercado. Os pés de minha dona devem estar com cheiro maravilhoso e muito forte! Me lembrei de como chulé de sapatilha era delicioso! Seus pés ficaram várias horas preso dentro das sapatilhas, deviam estar muito suados. Me excitei. Parei de pensar nisso, quando Vitória, abriu a porta de trás, onde estava, usando seu uniforme habitual, de cabeça baixa, mas com algo diferente, um adereço em seu pescoço. Era uma coleira, de couro preto, em tiras finas, na nuca tinha um gancho. Meu corpo começou a tremer ao ver aquilo, senti meu coração na boca, estava com mal pressentimento. Vitória se pôs de quatro em frente a sua dona. Roberta vestia um paletó feminino preto, com uma camisa branca, calça jeans azuis, e nos pés calçava uma bota sem salto de cano médio, até a metade de suas coxas, trazia nas mãos sua bolsa. Abriu sua bolsa, e retirou uma corda elástica preta, era a outra parte da coleira de Vitória. Enganchou a corda a sua coleira, alçou em suas mãos e veio para lanchonete. As três entraram, Sabrina veio até mim, me deu um leve tapa no rosto e ordenou:

— Verme, fique de pé e abaixe a porta de aço, tranque e me dá as chaves, agora!

————

Completamente desorientado com a cena que acabará de ver, fiquei sem entender o porquê daquela ordem. A lanchonete não vai abrir hoje? Pensei. Eu abaixei a porta, tranquei e entreguei as chaves á Sabrina.

— Agora vai lá no escritório, e pegue as duas cadeiras, a estofada, e a outra. Traz elas pra cá. Anda! Ordenou Sabrina.

A situação estava cada vez mais incompreensível para mim, mas eu não precisava entender, bastava eu fazer o que Sabrina mandava. Fui ao escritório, trouxe a cadeira estofada da Roberta primeiro, coloquei escorada de costas para a porta, próximo de onde Sabrina e Roberta estavam. Voltei para pegar a outra de madeira, trouxe e a posicionei ao lado da estofada. Roberta me entregou sua bolsa, soltou a corda da coleira que segurava e se sentou na cadeira estofada. Sabrina abriu a sua mochila, retirou uma sacola de plástico preta com algumas coisas dentro, que no momento não pude ver o que era, me entregou sua mochila, sentou-se ao lado de Roberta, colocou a sacola em seu colo e me orientou:

— Coloca a minha mochila e a bolsa da Roberta em cima da mesa. Mandou enquanto com os braços esticados, apontava para a mesa mais próxima de onde estavam.

Rapidamente eu fiz como Sabrina havia mandado, e me coloquei de joelhos à frente das Irmãs Laritas. Roberta e Sabrina me olhavam fixamente, enquanto eu ousava olhar atentamente para elas. Sabrina enfurecida com essa atitude. Me deu um tapa muito forte na cara. Quase um murro de mão aberta, na hora senti meu rosto ficar muito quente e arder muito. Mesmo sem poder me olhar, sabia que meu rosto quente como estava, já havia se formado um vergão no formato das mãos de minha dona. Abaixei minha cabeça. As duas riram alto. Sabrina na sequência em um tom firme, disse:

— Isso, olhe pra baixo, seu trouxa! Eu já disse que é para você olhar pro chão, e levantar essa sua cara apenas quando eu mandar! Quando eu estralar os dedos!

— Perdão Senhora Sabrina!

Permaneci ajoelhado e de cabeça baixa, Roberta e Sabrina passaram a me ignorar por alguns instantes enquanto conversavam, eu apesar de escutar, não conseguia dar atenção ao que diziam. Estava muito intrigado com o que teria dentro daquela sacola preta, enquanto olhava fixamente para os pés delas, desejando muito descalçá-los e cair de boca neles.

— Não acredito que vamos conseguir tudo isso, Rô. Dizia Sabrina

— Vamos sim, vai dar tudo certo. Que horas marcou com ele? Perguntou Roberta.

— Disse que vou esperar até no máximo o meio dia.

— Ah, então ótimo! Acho que temos tempo suficiente.

————

As duas riram. Eu ainda permanecia de cabeça baixa e com toda a atenção para os pés das duas. Vitória permanecia de joelhos ao lado de sua dona. Sabrina me perguntou:

— Você gosta dos meus pés! Não é?

— Gosto muito! Fui direto, e caí automaticamente no jogo dela, ansioso para ouvir ela dizer que eu poderia adorar seus pés.

— Ah, você gosta do meu pé, então? Gosta mesmo? Você gosta não! Você ama meus pés! Não é? Quer ver como estão suados? Meus pés transpiram muito, quer cheirar?

Sabrina com suas pernas cruzadas, com um dos pés servindo de apoio no chão e o outro suspenso no ar. Esticou seus dedos dentro da sapatilha que estava suspensa, soltando-a, mostrando primeiramente seu calcanhar, e em um movimento magistral, deslizou sua sapatilha, que quase caiu no chão. Só não caiu porque Sabrina fez questão de segurá-las com seus dedos, me permitindo ver apenas o seu dedinho. Meu pau pulsava. Mas que brincadeira era aquela? Porque Sabrina me provocava daquele jeito? Queria muito, muito, adorar os pés de Sabrina, mas minha libido estava toda entregue a ela. Precisava da sua permissão. Olhando Sabrina balançar sua sapatilha de um lado para o outro, caindo lentamente, mostrando um dedo de cada vez até ficar pêndula apenas pelo dedão, optei por implorar:

— Por favor senhora Sabrina, me deixe sentir o cheiro dos seus pés, eu amo seus pés, seu chulé é maravilhoso. Me deixe lamber seus pés, me deixe tirar todo o suor deles com minha boca, eu imploro! Estou muito excitado, não aguento mais.

Sabrina deixou sua sapatilha cair no chão, descruzou suas pernas e com seu pé descalço, me deu um chute forte no saco. Doeu muito! Doeu tanto, que me fez cair no chão de tanta dor. Gemia alto, Sabrina falou:

— Cala a boca! Para de gemer! Pouco me importa a sua vontade! Tá excitado agora, seu lixo, Verme! Levanta, é pra ficar ajoelhado na minha frente!

Me recuperando da dor que estava intensa e com meu pau já nem tão duro, e nem tão mole, diria eu, borrachudo. Me ergui e fiquei na posição que estava antes. Sabrina cruzou as suas pernas novamente e balançando o seu pé descalço de um lado para o outro, mandou:

— Põe a sapatilha de novo no meu pé. Anda! Agora!

————

Tive que me concentrar muito para pôr a sapatilha de Sabrina com delicadeza, devido a enorme dor que sentia. Assim que terminei de calçar, Roberta esticou sua perna à frente, e falou em voz alta:

— Tira minha bota, agora!

— Sim senhora Roberta. Prontamente respondi.

Abri o zíper bem devagar, descalcei devagarzinho uma das botas de Roberta. Aproveitando ao máximo aquela honra que estava me sendo concedida. Logo surgiu um pé completamente suado, envolvido com uma meia preta, suas meias pareciam brilhar de tão suadas, o cheiro dominou o ambiente. Tremi de excitação, meu pau voltou a ficar completamente duro. Desejava muito os pés da Roberta, mas minhas vontades não eram nem de longe mais minha prioridade. Sabia que só uma coisa me permitiria ter aquele prazer, a ordem dela. Estava prestes a colocar a bota no chão, para poder descalçar o outro pé, Roberta me advertiu:

— Enfia o seu nariz dentro da minha bota, imundo! Respira dentro dela!

Me livrando da dor pouco a pouco, meu pau voltou a pulsar. Rapidamente e forcei o Zíper da bota para abrir o máximo que podia, meti o meu nariz dentro e comecei a cheirar forte. Roberta segurou a bota com uma das mãos e com a outra, forçou minha nuca. Me fazendo ficar com o nariz totalmente preso dentro da bota, e disse:

— Você está cheirando? Cheira com vontade!

Eu de olhos fechados, arrepiado, com as mãos para trás, cheirei, cheirei alto. Roberta segurou a bota firme por mais uns 30 segundos, depois á soltou deixando cair no chão, esticou o outro pé e falou:

— Tira a outra.

Devagar eu descalcei a outra bota de Roberta, que esticou à mão à requisitando, eu a entreguei. Roberta novamente repetiu o ato, forçou minha nuca contra a sua bota. Nesse momento meu corpo se contorceu todo, tive um calafrio, respirei profundamente, com muita vontade. Roberta novamente a soltou deixando a bota cair no chão, depois de uns instantes. Em um movimento rápido me sufocou, colocando um de seus pés em meu rosto, forçando seus dedos contra o meu nariz. Me obrigando a cheirar suas meias pretas, completamente úmidas. Estava em êxtase de prazer, respirava ofegante por entre os dedos de Roberta, que me deixou cheirar um dos seus pés calçados por aquela meia imunda por mais um longo tempo. Então, Roberta bruscamente afastou o pé em que eu cheirava do meu rosto, os colocou no chão, ergueu o outro e ordenou:

— Tira as minhas meias com a boca, e coloca elas dentro da bota, agora!

Levei minha boca ao tornozelo de Roberta e com meus dentes tentei tirar a primeira meia, com muita dificuldade levei a meia até a metade do calcanhar, a meia grudava no pé de Roberta. A parte a mostra do seu calcanhar estava repleta de fiapos de meia e outras sujeiras misturadas com o suor dos seus pés. Roberta impaciente, encolheu seu pé e me deu um tapa no rosto:

— Chega! Você vai demorar mais de uma hora para tirar essas meias.

Roberta sozinha descalçou suas meias, as colocou emboladas dentro da bota. Mostrou seus pés avermelhados de suor, entre os seus longos dedos haviam sujeira acumulada. O chulé de Roberta hipnotizava não apenas a mim, mas também a Vitória. Que permanecia de joelhos ao lado de Roberta, e certamente estava louca de tesão com aquela cena. Devia estar sendo uma tortura para ela, ver aquilo e não poder participar. Mas longe dela fazer algo que não fosse uma ordem de sua Dona. Roberta ergueu um de seus pés, a frente do meu rosto, mostrando seus longos dedos, suas solas impregnadas de chulé, e falou:

— Agora, seu trouxa! Você vai limpar o meu pé! Chupa dedo por dedo. Vai, anda!

Roberta abriu seus dedos para que eu pudesse ver a sujeira entre eles. Eu segurei o seu pé, comecei chupando o dedão, passei a língua entre cada dedo, removi com minha língua toda a aquela sujeira, senti o gosto salgado daqueles pés suados em minha boca. Fui tomado pelos seus pés, chupei cada um dos dedos com muita vontade. Não resisti e coloquei todos os dedos do pé em minha boca, Roberta fez força para enfiar ainda mais o pé para dentro, e falou:

— Abre bem essa boca! Quero meu pé inteiro dentro da sua boca, e não pare de chupar! Abre a boca. Anda!

Roberta forçou seu pé ainda mais contra a minha boca. Eu dava tudo de si para ainda poder chupar aquele pé, abri a boca o máximo que pude. Era óbvio que o pé de Roberta não caberia inteiro dentro da minha boca. Chegando ao meu limite, engasguei. Tirei rapidamente a boca do pé de Roberta, coloquei minha cabeça de lado e comecei a tossir e cuspir no chão, ergui minha cabeça e tomei um tapa forte na cara de Roberta, que disse:

— Olha o que você fez! Vai! Lambe esse seu cuspe do chão, limpa tudo!

Meu corpo me deu um sinal de repulsa, mas no mesmo instante me agachei e comecei a lamber e sugar todo o meu próprio cuspe do chão, permaneci cumprindo essa ordem por mais de um minuto, me ergui novamente e recebi outro tapa:

— Seu inútil! Vai agora o outro!

Segurei o outro pé, e dei uma lambida do calcanhar até os dedos. Tomei outra advertência de Roberta, mais um tapa na cara.

— Eu disse pra você chupar os meus dedos e limpar entre eles. Agora, vai! Abre bem essa boca, você vai engolir meu pé de novo!

Novamente Roberta enfiou com vontade o pé dentro da minha boca. Roberta sem qualquer pudor mexia os dedos sem parar, e eu com meus olhos derramando lágrimas, lutava para satisfazer o sádico desejo de Roberta. Não aguentei mais. Engasguei de novo. Desta vez fiz de tudo para não cuspir, mesmo assim algumas gotas caíram inevitavelmente no chão, me agachei para limpar.

————

Roberta se cansou e recolheu o pé, permaneceu com eles descalços no chão, pegou novamente suas meias de dentro de sua bota, forçou-as contra minha boca. Sem oferecer qualquer resistência eu á abri, Roberta colocou as duas dentro, tentando enfiá-las tudo, porém não conseguiu. Parte ficou para fora, assim ela deixou. Sabrina retirou da sacola preta uma fita adesiva prateada, entregou para Roberta. Que cerrou a minha boca dando três voltas com a fita. Envolvendo toda minha boca e prendendo atrás, a minha nuca e a ponta das minhas orelhas. Tudo acontecia muito rápido, minha mente não conseguia processar. Apenas me comportava como um boneco feito para entreter aquelas Deusas. Tentei o mais rápido possível me recompor. Sabrina tirou da sacola preta o outro objeto que lá estava, era uma algema de ferro preta. Sabrina largou a sacola no chão, ficou com a algema em mãos, descalçou rapidamente suas sapatilhas, imediatamente subiu aquele maravilhoso cheiro que só os pés de Sabrina conseguiam ter. Com calma ela pegou uma de suas sapatilhas, veio em minha direção e me sufocou. Encaixou a parte da sapatilha que envolvia seus dedos em meu nariz, me fazendo respirar o seu chulé. Cheirei profundamente, enquanto Sabrina mantinha suas mãos firmes segurando-as. De olhos fechados não vi Roberta se aproximar e enrolar a fita prateada, prendendo também a sapatilha de sua Irmã em meu rosto. Roberta deu dez voltas, vinte, talvez mais, deixando a sapatilha totalmente presa. Estava impossibilitado de falar, com a boca presa e sentindo o gosto das meias maravilhosas de Roberta. Era incapaz de respirar qualquer outro ar que não fosse de dentro da sapatilha de Sabrina. Aquilo era um sonho? Mergulhei em um prazer inexplicável. Mesmo sem tocar no meu pau. Gozei involuntariamente. Tive espasmos por todo meu corpo, me encurvei, quase colocando minha cabeça no chão. Roberta percebendo falou:

— Que foi? Gozou verme, foi?

As duas riram muito, enquanto eu tentava me recuperar e me preparar para a uma próxima ordem. O chulé de Sabrina instigava minha libido, em poucos instantes depois da gozada, meu pau endureceu novamente. Sabrina ordenou:

— Levanta e fica de pé. Anda!

Eu completamente atordoado, todo trêmulo, sentindo o coração pulsar na cabeça do meu pau, me levantei, olhei para Sabrina, que me encarava.

— Quero que você tire toda a sua roupa! Agora! Mandou Sabrina.

Demorei alguns segundos para raciocinar. Mas obedientemente atendi o desejo da minha dona. Devagar tirei meus sapatos e minhas meias, depois minha camiseta, abaixei minha calça, ficando apenas de cueca, parei por alguns instantes.

— Eu mandei você ficar pelado! você é imbecil? Anda, tira essa cueca, põe essa piróquinha pra fora. Anda, agora!

Tirei a minha cueca, meu pau saltou pra fora ficando apontado para frente.

— Olha a piróquinha minúscula dele Rô!

As duas caíram na gargalhada. Nunca pensei que meu pau fosse pequeno, até aquele dia. Fiquei em pé, sem saber o que fazer. Na verdade, naquela altura eu apenas aguardava a próxima ordem, de Sabrina ou de Roberta. Minha alma pertencia a elas.

— Vai verme, dá uma rodadinha pra gente ver essa bundinha. Anda! Ordenou Roberta.

Todo nu, exceto pelo meu rosto e minha boca. Eu assim fiz, girei o meu corpo devagar, quando fiquei de costas, parei, pensei em deixar elas verem minha bunda como queriam. Elas riam muito, virei de frente novamente, pude ver que realmente consegui satisfazê-las, ao menos pude fazê-las rir. Sabrina falou:

— Coloca essa cueca de volta! Não quero mais ver essa coisinha feia!

Eu peguei minha cueca do chão, as coloquei novamente. Roberta instruiu Vitória:

— Vitória, pegue o restante das roupas dele e jogue tudo no lixo do banheiro. Não vai fazer falta. Vai!

Vitória saiu da posição estática em que estava, foi cumprir com sua ordem. De quatro ela recolheu todo o restante das minhas roupas, deixou apenas meus sapatos. Aí então se levantou e foi em direção ao banheiro. Depois de uns instantes, voltou e se colocou de joelhos ao lado de Roberta, onde estava.

Aquilo estava irreal demais para minha compreensão. Minha expressão pasma, fizeram com que Sabrina batesse palmas duas vezes, para me acordar.

— Ajoelha, capacho, anda, aqui ó, na minha frente! Mandou Sabrina;

Me ajoelhei diante dela.

— Coloque suas mãos para trás e junte seus pulsos. Anda!

Eu fiz como Sabrina ordenou. Ela entregou a algema para Vitória, que concluiu a tarefa. Prendendo meus braços para trás. Vitória voltou para a sua posição. Depois disso ninguém mais falou, ficamos assim por alguns minutos. Até que Roberta quebrou o silêncio:

— Sabrina, já são quase onze e meia?

— É verdade, seu papaizinho já deve estar a caminho, idiota.

Senti um frio na barriga, como meu pai poderia estar a caminho? Ali foi quando comecei a entender o motivo do mal pressentimento que estava sentindo naquele dia. Sabrina em um tom sério falou:

— Olha pra mim! Quero que preste bem atenção no que eu vou te dizer! O Laritas não é mais nosso, e você não vai mais trabalhar aqui.

Em choque, Sabrina tirava minha alegria, assim como se tira um doce de uma criança. Sem poder responder, apenas observava tudo que ela me dizia com atenção. Sabrina continuou:

— O Laritas estava mal das pernas, já estávamos nos acostumando com a ideia de vender a Lanchonete para o seu pai, para evitar a falência. Até que a galinha dos ovos dourados apareceu. Você.

As Duas riram. Meu coração batia forte, mas ainda estava sem entender o que se passava. Sabrina clareou minha mente:

— Sabe, quando você apareceu aqui. Eu nem notei a sua presença, era indiferente pra mim o que você queria na lanchonete. Mas nesse mesmo dia a Roberta veio me dar uma informação, e me deixou muito intrigada. Ela me falou que quando veio te chamar para o escritório você estava parado igual uma besta, babando pelos os meus pés. E mais sabendo disso minha irmã te testou no escritório, tirou os sapatos, encostou os pés na sua perna. E pronto! De novo! Você paralisou e ficou igual uma besta admirando os pés dela também. Depois disso fui conversar com a Rose. Comentar sobre seu caso. Ela confirmou tudo que minha irmã dizia. Pronto, enxerguei aquilo como uma oportunidade. Passei o resto daquele dia apenas pensando nisso. Me veio muitas ideias boas.

— Muitas! Confirmou Roberta.

— No dia seguinte, combinei com a Rose, para que ela te tratasse da forma mais autoritária possível. Que te tratasse não como um empregado, mais como um verme imundo, que é o que você é! Passou aquele dia. Então, eu resolvi que era a minha vez de te testar. Usei meu tênis mais carnicento, nunca pensei que fosse voltar a usar eles, não sei porque ainda guardava esses tênis. Confesso eu arrisquei, já sabia que você era um capacho, podólatra de merda, mas não são todos os podólatras que gostam de chulé. Enfim, funcionou, assim que eu tirei, o fedor exalou pela lanchonete inteira. Aí te obriguei a levar meu tênis pro escritório, depois fiz você pegar o meu chinelo e colocar no chão. E você, além de ajoelhar para entregar os chinelos, ficou lá, igual uma anta, parado, sonhando com meu pé chulézénto. Estava esperando você tentar algo. Sei lá, pedir para beijar meus pés, pedir para cheirar. Você não teria sido o primeiro a pedir para beijar meus pés. Mas não, você como um bom covarde, não tomou nenhuma atitude.

Roberta riu novamente, Sabrina mantinha um semblante sério. Claro, agora as coisas começavam a se encaixar. Elas já sabiam de tudo desde o princípio. Era impressionante como nunca havia pensado nessa possibilidade. É claro! Sabrina não me humilharia daquela forma, se não estivesse bem certa do que estava fazendo. Respirava ofegante por dentro da Sapatilha de Sabrina, cada vez mais nervoso.

— Sabe, eu não te julgo por ser um covarde. Você se superou. Quem podia imaginar que você iria punhetar com as minhas meias no banheiro. Check, você foi flagrado! A partir daquele momento você era nosso! O resto você já sabe, não é?

Sabrina empurrou de leve minha testa com a sola dos seus pés.

— Não, você não sabe do resto. Depois que gravei você confessando sua tara, se declarando pra mim, e se colocando aos meus pés, que é o seu lugar! Foi fácil. O plano era simples, era fazer seu papaizinho pagar para nós, ou então mostraríamos a vergonha que é a Família Mariano, para cada morador de Mirage, gravado em DVD-R. Sabia que seu pai não gostaria de ter a imagem dele abalada na ilha. Afinal de contas, querendo ele ou não. Você ainda é o único filho dele. Logo, tudo nessa ilha será seu. Então, eu fui até a mansão do seu papai, disse que tínhamos uma proposta de venda da lanchonete. Assim, consegui fazer com que ele me recebesse. Seu pai quase infartou quando viu o vídeo, chegou a ser acudido pelo mordomo. Pedi 600 mil reais para esquecer todo o ocorrido. Mas seu pai fez melhor! Ofereceu 600 mil para mim e 600 mil para a Roberta e ainda um apartamento no centro de São Paulo. Em troca, além de não mostrar as imagens e o áudio a ninguém, teríamos que passar o ponto do Laritas para ele, sair da ilha e nunca mais aparecer por aqui. Não precisa nem me perguntar se aceitamos. A lanchonete vale quanto? 120 mil? nem isso?

Ficamos em silêncio por uns instantes. Sabrina completou:

— Ah, até esqueci que não consegue falar. Ainda está com a meinha suada da minha irmã presa na boca! Você é ridículo! Sabe, eu até gosto de te humilhar, mas não a ponto de te trocar por 600 mil. Trocaria você por muito menos, seu pedaço de merda! É isso! Aceitamos a proposta do seu papai!

— Seu pai não queria minha lanchonete? Agora ele vai ter! Disse Roberta.

— Só cobramos um pouquinho a mais. Falou Sabrina.

As duas riram bastante, até que fomos interrompidos pelo o telefone do escritório. Vitória prontamente se levantou e foi atender. Quando voltou, trouxe a notícia que viraria um trauma em minha vida.

— O Seu Mariano já está aqui. Avisou Vitória.

Sabrina levantou da cadeira, foi até onde estava sua bolsa, retirou uma chave pequena, veio até mim, e destrancou as algemas. Mesmo sem as algemas, permaneci com os braços para trás, e com os pulsos juntos. Imóvel, completamente sem reação. A única coisa que não podia acontecer, tinha acontecido. Meu pai havia me descoberto. Mesmo depois de me humilhar de todas as formas, mesmo eu entregando minha vida a elas. Sabrina e Roberta se desfaziam de mim. Me destruindo por completo. Me entregando para meu pai. Justo a quem estava querendo fugir. Já àquela altura, estava ciente, que só me restava, voltar para casa.

———

Não fui autorizado a tirar a sapatilha de meu rosto, nem as meias de Roberta de minha boca, não tirei. Olhei para a Sabrina dos pés até o seu rosto. Lá estava ela, linda com suas finas tranças, sorrindo, mais feliz do que nunca. Radiante! Havia caído a ficha. Talvez nunca mais eu a veria, nunca mais veria seus preciosos pés, que permaneciam descalços, no chão, lindos. Roberta se levantou, tirou sua cadeira de frente da porta, Sabrina tirou a cadeira que estava sentada, Vitória destrancou e levantou a porta de aço. Fui revelado ao meu pai, de joelhos, vestindo apenas minha cueca, com as meias de Roberta em minha boca, e com a sapatilha de Sabrina presa em meu rosto. Meus olhos encheram de lágrimas, nunca havia se sentido tão triste. O carro do meu pai estava parado atrás do Corolla de Roberta. Meu pai estava no banco ao lado de Leandro, seu motorista, que dirigia. Vitória foi ao encontro deles. Meu pai entregou a ela uma mala, e uma pasta. Vitória trouxe tudo para Sabrina, que conferiu. Na mala estava todo o dinheiro exigido pelas irmãs. Na pasta haviam as escrituras do apartamento. Então, Sabrina de forma cruel me deu o que seria, até então, sua última ordem:

— Agora seu lixo, você vai sair da lanchonete de quatro, até o carro do seu pai! Levante apenas quando chegar lá! Pode ficar com a minha sapatilha e com as meias da minha irmã de recordação para você. Nunca mais me procure! Você não é mais útil para mim. Vai, anda, some!

Completamente objetificado. Mesmo destruído, moralmente, psicologicamente. Mantive fiel a Sabrina até sua última ordem. De quatro eu fui até o carro do meu pai que já havia entrado no carro. Levantei, e entrei pela porta de trás. Leandro, deu partida, e fui embora da lanchonete das irmãs Laritas. Local que definitivamente foi um marco para minha vida.

Fim desta Saga...

Continua em uma outra história...


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Comentários

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  • Desejo receber um e-mail quando um novo comentario for feito neste conto.
28/11/2020 14:23:56
Excelente conto, parabens. Mas foi mancada as irmas terem discartado assim o cara.
28/11/2020 00:06:29
Continue está perfeito
20/11/2020 22:10:48
Que conto foi esse Fantástico!!!! aguardo a proxima história
20/11/2020 16:55:53
Fico muito grato pelos elogios. Peço desculpas pelo longo tempo que fiquei sem dar continuidade a este conto. Se puderem comentem! Críticas e elogios são sempre bem vindos. Os temas descritos neste conto não estão entre os prediletos dos usuários do site. Comentem, isso incentiva muito.
20/11/2020 15:07:44
Gostei muito. Sugiro que ele se torne escravo da menina que domina o irmão.Vai ficar muito interessante.
19/11/2020 16:41:16
Adorei isso é loucura demais, sádico pacas tomara que tenha uma reviravolta kkkkk
19/11/2020 13:37:27
Adorei esse final... continua essa história!


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