Minha esposa vestida para transar parte 7

Um conto erótico de Lukeeluciana
Categoria: Heterossexual
Data: 18/05/2020 13:41:10
Nota 6.00

MINHA ESPOSA VESTIDA PARA TRANSAR PARTE 7

Gozei ouvindo a Luciana falar de suas transas e curtindo com a minha cara por ter chupado porra por tabela. Mas, dormi logo em seguida, estava cansado da viagem e ela cansada de tanto levar pau nos buracos.

Tinha reunião no dia seguinte, e saí cedo deixando minha esposa na cama. Somente no final da tarde tive um tempinho e fui numa loja comprar algumas lingeries para presenteá-la. Queria fazer um final de semana bem especial. Após a compra liguei para ela e questionei sobre os caras virem já no dia seguinte para nosso apartamento, pois, me lembrava dela ter dito que eles viriam no final de semana. Ela riu alto e falou:

“_Não é neste final de semana não, corninho. Agora já quer ver sua esposa entrar na vara todo dia é? Eles combinaram de vir no final da semana que vem, não amanhã.”

“_Ah tá. Eu achei que era neste fim de semana já. Estava preocupado. Achei mesmo que era muito caralho para você agüentar de novo.”

“_Então...” - Ela falou isto dando uma pausa - “Mas, só que tem uma coisa. Eu não vou ficar sem cacete mesmo assim...”

Já pensei que ela iria preparar alguns momentos especiais para nós comemorarmos sua transformação em putinha e já fiquei animado.

“_Claro que não minha amada. Pode se preparar que eu vou te comer como nunca. Nem vou levar trabalho para casa estes dias.” Mas, assim que terminei a frase ela já soltou outra:

“Pois é. Lembra que eu te falei dos porteiros saberem que eu ia dar para todos aqueles machos? Agora eles também querem me comer.”

Claro que eu quase engasguei e também ralhei com ela, mas, bem lá no fundo eu já sabia que era inevitável que isto acontecesse e é claro que ela também sabia. Afinal ela nem fez questão de ser discreta nas suas putarias no apartamento. Antes ela saía comigo com roupinhas curtas e aquelas calcinhas enfiadas no rego, mais recentemente ela descia sempre vestida como uma putinha, desfilando generosamente toda sua sensualidade e gostosura pelo prédio. Era certo que não ia demorar muito para que eu ficasse conhecido como chifrudo e ela como uma piranha oferecida.

“_Minha amada, você sabe que não dá. Se você transar com algum deles aí no nosso apartamento vai ficar muito exposta. Eles vão querer te foder toda hora. Você não vai ter mais paz.”

“_Amorzinho você não está entendendo. Eu não quero mais paz. Eu quero é mais cacete.” – Ela falava exatamente assim já há algum tempo. Sempre muito desbocada e com um tom de voz rouca e excitada – “_E foi você que me fez virar esta mulher tão tarada. Agora já tô arregaçada mesmo, quero mais é foder.”

Ela ia foder era com a minha vida no condomínio, isto sim. Argumentei mais uma vez: “_Fica tranqüila, nós teremos todo o fim de semana para aproveitar. Comprei até umas calcinhas novas, bem cavadinhas para você usar.”

“_Ah é? Que bom meu amor, porque eu estou querendo mesmo estrear algo novo. Mas, não vai ser com você não. Já marquei com o porteiro do dia de amanhã, ele vai vir para o trabalho e depois do expediente vai ficar para jantar conosco e depois ele vai “ficar a noite toda”. Se você quiser pode até ficar conosco também e ver sua esposinha ser fodida por outro na nossa cama. E ainda com esta lingerie que você acaba de comprar, não vou deixar nem o porteiro tirar, vai me foder com calcinha e tudo. Depois eu deixo você chupar minha buceta melada e tirar a calcinha com porra como você gosta desde que começou a me liberar para sair com outros homens, lembra?”

É claro que eu me lembrava, só não imaginava que chegaria a tal ponto de eu ser corno na minha casa, no meu quarto e ainda ser esnobado tanto deste jeito pela minha mulherzinha amada.

Como parecia que ela já havia mesmo decidido, resolvi voltar ao escritório e terminar uns relatórios para deixar tudo pronto sem precisar voltar no final de semana. Com isto acabei me demorando e só cheguei em casa depois das 11h da noite. Ela havia deixado comida pronta no fogão e uma surpresa sobre a mesa: tinha deixado três pares de roupa e um bilhete me pedindo para escolher qual daquelas que ela deveria usar no dia seguinte, pois, iria sair cedo para ir ao cabeleireiro, shopping, etc. Todos os trajes eram bonitos, mas extremamente sexys e curtos. Um era shortinho e camiseta regata, outro um vestidinho preto e bem curto e a última opção uma mini-saia amarela meio apertada e uma blusinha só com uma tirinha para ser amarrada. Escolhi esta opção, pois, qualquer uma ela pareceria uma verdadeira puta mesmo. Esquentei algo, comi e fui deitar. Como ela já dormia, deixei-a descansar. Afinal, amanhã seria outro dia cheio.

Só não esperava acordar e ela já ter saído. Nem a vi, mas, resolvi deixar rolar. Fui ao supermercado, pois, precisava pensar no jantar para o nosso convidado. Tudo parecia meio estranho e ficou mais ainda quando eu passei pela portaria e vi que o cara estava lá. O novo comedor da minha esposa até que parecia um sujeito legal, bem aparentado e meio grandalhão, não quis tirar conclusões e passei longe dele. Mas quando voltei ele me chamou. Perguntou-me se eu queria ajuda com as sacolas, mas nem esperou resposta, já pegando umas e subindo comigo. Ele já me sacaneou no elevador:

“_Comprou bastante hoje Doutor. É para o Jantar?”

“_É sim.” Eu confessei.

“_Que bom, que esta noite eu quero me regalar. Quero comer até não agüentar mais”. Eu bem sabia que não era da comida que eu levava na sacola que ele falava. Mas, antes que ele dissesse algo mais indelicado eu o olhei meio que repreendendo e acho que ele entendeu o meu desconforto. Calou-se e quando a porta abriu já dentro do apto, soltou as sacolas que carregava e disse que precisava voltar para a portaria: “_A noite vou ter bastante tempo para aproveitar” e saiu sem esperar resposta.

Passei a tarde preparando tudo e quando a Luciana chegou estava irreconhecível: havia cortado o cabelo, se maquiado, havia feito uma verdadeira preparação. Parecia que ia para um casamento e não para foder com o porteiro do prédio onde nós morávamos...

Nem lhe falei do encontro com o cara ela já foi indo para o quarto e disse que precisava se trocar e já voltava. Era realmente tarde já e não deu nem tempo a campainha tocou. Fui atender já imaginando quem eu iria encontrar. Havia passado apenas 30 minutos do horário da troca de turno e o cara já estava na nossa porta, ansioso para traçar a minha esposa.

Após entrar pedi que ele aguardasse no sofá da sala, que é anexa à cozinha e justamente neste momento a Luciana chegou com as calcinhas na mão. Eu as havia deixado sobre a cama do quarto para ela escolher qual vestir. “_Amor estou na dúvida. Qual será que o Jorge iria gostar mais?”

Somente quando terminou a frase foi que ela olhou o cara que a observava sorridente da poltrona. Eu, meio encabulado ainda, disse-lhe tentando descontrair: “_Porque você não pergunta aí para ele?”.

Ela permaneceu estática com as calcinhas penduradas nos dedos, enquanto ele levantou calmamente e escolheu uma vermelha, de tirinhas do lado e apenas um pedacinho de pano na frente. Sem nada dizer ela se dirigiu para o quarto e, quando voltou ela estava com uma camisolinha curta, bem sensual, de tecido bem fininho e da cor branca, o que permitia se apreciar totalmente a lingerie sob a sua roupa. Não estava nua, mas, era como se tivesse. À frente tinha a bucetinha apenas com os pelinhos cobertos, enquanto os grandes lábios se destacavam ao lado da calcinha enfiada na rachinha, atrás nem se via nada de peça que usava. Um verdadeiro arraso. Claro que ela queria um elogio, mas, não era meu. “_Nossa, que delícia. Sempre vi a senhora deslumbrante passando, mas, nunca imaginei que podia ser ainda mais gostosa. Minha nossa que tesuda!”

Depois disto e do cara chamar minha mulher de senhora, justamente na noite em que ela se aprontara toda para levar o seu cacete, eu não resisti e a chamei ao meu lado.

“_Luciana, querida você está arrasando. Precisava vir assim? Praticamente nua para o jantar?”

“_Corninho, nós três sabemos bem porque estamos aqui. Eu para levar ferro, ele para me foder e você, bem só você que parece que não está entendendo bem né?”

Eu não esperava por esta resposta, mas, eu realmente estava me sentindo meio perdido com a situação. Parecia meio estranho, embora eu já tivesse visto a Luciana com outros no bar, inclusive beijando, se agarrando e tendo a bucetinha acariciada na minha frente, agora parecia que era diferente. Dentro do nosso apartamento senti como se algo estivesse fora da ordem.

Ela notou minha preocupação e puxou-me do lado, levando-me até o fogão ela abriu o forno. Naquele momento seu rabão ficou todo exposto, mas, não dava para eu reparar muito porque ela me pediu que eu visse a temperatura da carne (do forno, não dela) enquanto cochichava no meu ouvido:

“_Olha só, foi você quem começou tudo isto. Eu já entrei na vara, já aguentei um monte de cacetes a seu pedido, lembra? Começou me levando num bar em que pediu para eu foder com outro e acabou que você emprestou o nosso carro para quatro machos me conduzirem até um motel, depois eu tive que agüentar sete caralhos a noite toda, e também já dei aqui no nosso apartamento para uns dez na mesma noite, e sempre com seu conhecimento e incentivo. Então? A única diferença é que você não estava presente vendo eu ser comida.” Ela falava tudo discretamente, bem baixinho, enquanto observávamos o forno.

“_Portanto...”

Ela continuou:

“_A questão não é se eu vou foder com ele ou não, mas sim, se você quer assistir ou não. Porque se acha que não agüenta é só sair dar uma volta.”

Como eu não respondia nada, ela carinhosamente ergueu-se, me abraçou, beijou-me suavemente e simplesmente disse:

“_Venha comigo!”

Me pegou pela mão e foi dirigindo-se para a sala. Parou na frente do nosso convidado e assim que ele se levantou ela tascou-lhe um beijo, totalmente devasso, quase o engolindo com a língua e já foi descendo, abrindo-lhe o zíper, abocanhou sua enorme ferramenta. Logo já estava com quase tudo socado na boquinha. Era realmente grande, claro ‘,‘,que ele já estava duro e estourando. Ela queria quebrar o gelo inicial e conseguiu. Em seguida, tirou-o da boca todo babado e ainda escorrendo saliva de seus lábios me perguntou se eu não queria colocar a mesa enquanto ela ‘distraía’ o convidado. Entendi e me afastei para que ela o colocasse sobre o sofá e num rápido movimento só afastasse um pouquinho a calcinha e sentasse sobre o cacete. Numa estocada só ela afundou a ferramenta inteira dentro da buceta. Gemeu alto ao sentir que tinha entrado tudo. “_Hummmmmmmmmmmmm! Que baita pau gostoso! Que delíciaaaaaaaaaa! Mete seu pauzudo, mete tudo em minha bucetinha!”

Ela não costumava falar assim quando transava comigo e, nitidamente estava me testando ou querendo me excitar para curtir o momento. Mas, não funcionou e, deixei os dois transando na sala e voltei ao fogão, até porque nosso jantar já estava pronto.

Enquanto o cara comia minha esposa na sala eu colocava a comida na mesa ao lado. Podia observar a Luciana subir e descer sobre a vara, até a hora que ela parou porque ele a segurava pelas ancas e lhe dava fortes estocadas. Ambos gemeram forte e alto e percebi que ele havia gozado dentro dela. Tossi para lembrá-los que eu estava ali e, informei que a refeição estava na mesa.

“_Ah é corninho? Pois a sua refeição está aqui.” Disse minha esposa arreganhando as pernas sobre o sofá.

“_Venha me chupar. Me deixar limpinha para poder sentar-me a mesa.”

Nisto o porteiro já havia se levantado e virado as costas, olhei e vi que estava já se fartando com o jantar. Sem a presença dele me senti um pouco menos encabulado e enfiei a boca na xoxota melada da Luciana. Realmente estava quente e muito cheia, recheada da porra dele e do gozo dela. Luciana segurou minha cabeça, trançando as pernas sobre mim e fez com quem eu sugasse tudo, só depois me soltou e foi para a mesa sentando-se ao lado do seu macho, como se ele agora fosse o seu novo namorado.

Abri um champagne para brindar e também para impressionar nosso convidado e comemos e bebemos à vontade, como se fosse tudo normal, embora a Luciana estivesse sentada conosco apenas de calcinha e com a camisola já toda amassada. Após o jantar ela levantou-se e aumentou o som que já estava ligado. Puxou o porteiro pela mão e foram dançar na sala. Eu aproveitei para começar a tirar as coisas da mesa, mas, não demorou ela começou a gemer me chamando a atenção. O cara estava enfiando os dedos na sua buceta enquanto dançavam. Ela estava de frente para mim e com a bunda rebolando na pica do cara, enquanto levava dois dedos na buça, junto com o fiozinho da calcinha que se enfiava ali. Ficaram nesta brincadeira mais um pouco e ela pegou a mão do cara, levou até a boca e lambeu seu próprio melzinho e depois pela mesma mão começou a conduzi-lo para o corredor do quarto. Parou na porta e olhando para trás me dirigiu a pergunta: “_Você não vem? Agora nós vamos foder a beça.”

Eu olhei meio desconcertado e só balbuciei: “Vão indo, vou terminar a limpeza aqui e já vou.”

Quando finalmente tive coragem de chegar à porta do quarto a minha mulher estava deitada em nossa cama, com as pernas escancaradas em volta do cara que enfiava forte a vara em sua buceta.

Como ela havia deixado a porta aberta e a luz acesa soube que desejava mesmo que eu a apreciasse sendo arregaçada e, para completar o seu showzinho ela gritava desvairada e pedia pica. “Vaiiiiii. Enfiaaaa! Mete vai. Porra que gostosooooo! Me arregaça. Me fode. Acaba comigo. Hoje sou só sua! Ahhhhhhhhnnn!”

Ela falava, gemia, gritava, tudo ao mesmo tempo e na última frase eu entendi que decretou que eu não teria vez nesta noite. Provavelmente ela estava me vendo enquanto fodia, mas, se contorcia tanto que eu não consegui saber. Virei as costas e precisei dar apenas 6 passos para entrar no quarto de hóspedes. Deitei ouvindo os gritos da Luciana e os gemidos do macho que metia o cacete na minha esposinha. Quis me segurar, mas, não consegui, em minutos estava passando a mão na minha pica. Tirei o pau para fora da calça e me masturbei, gozando rapidamente com a excitação daquela ocasião. Depois acho que fiquei tão constrangido com o fato de ter gozado enquanto minha esposa rebolava no pau de outro no quarto ao lado, que dormi o restante da noite. Acordei pela manhã com uma buceta no meu rosto. A Luciana havia se postado de pernas abertas sobre minha boca e rebolava para que eu acordasse. O Cheiro de porra era enorme e ela ordenou:

“_Vai seu corno manso. Já que não teve peito para me ver sendo fodida a noite toda, se redima agora me deixando limpinha do creme que ele depositou no fundo do meu útero. Vai, me chupa!”

Chupei tudo, ela estava realmente muito melada. Naquela posição que estava bastou ela virar um pouco a mão e já alcançou meu pau fora da cueca e completamente duro.

“_Isto Luciana, vai com a boca e me chupa, quero gozar em sua boquinha também.” Eu falei. Mas a resposta foi diferente do que eu esperava.

“_Tá louco? Nem pensar. Não é todo homem que gosta de chupar porra por tabela que nem você.”

Eu me surpreendi porque achei que o porteiro já tinha ido embora. Porém ela rebolava sua xoxota na minha boca e me masturbava tão bem que não dava para pensar nisto agora. Simplesmente gozei deliciosamente naquela mão e terminei a chupada.

“_Pronto seu corno. Já teve os meus carinhos por hoje. Vou tomar um banho agora. Tenho que ficar cheirosinha.”

Falou enquanto saía e me deixava na cama com vontade de quero mais...


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Comentários

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  • Desejo receber um e-mail quando um novo comentario for feito neste conto.
18/05/2020 21:29:28
Adorei
18/05/2020 16:39:54
Bom português, um pela coragem de escrever, mas conteúdo do mesmo deste site para punheteiro que quer ver marido humilhado, é mais do mesmo, fantasia do boi castrado, que acha que maridinho é isso aí, vai rezando... Nada leva a crer em felicidade numa relação sadia. Sadia? Se fosse degenerar para todos serem felizes, tudo bem, mas não se conclui nada disso, somente um tesão desqualificado, amor perdido. Amor? É o que menos se espera a partir disso. Triste!

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