Também vou contar.

Um conto erótico de Cátia
Categoria: Sadomasoquismo
Data: 02/08/2014 17:39:54

Ao ler as histórias que li aqui nesse espaço parecidas com a minha motivei-me a confidenciar também nesse espaço os estranhos episódios que se passam em minha vida, constatando que eu talvez não seja a única louca... Bom, vamos aos fatos. Àquela vez que peguei carona com Seu Manoel dono do açougue (é um bom nome para um português(ele é português, mas não tem nome de português na verdade)) foi só porque estava chovendo. Com sinceridade eu não ia aceitar se não fosse aquela chuva repentina que me pegava de surpresa em minha caminhada do meu prédio até a estação do metrô. Eu o conhecia mais de passagem que de outra coisa. Não era sua freguesa. Não comprava carne lá. Achava-o super indiscreto e atrevido com seus olhares insistentes sobre uma mulher que conhecia e chegava a conversar com o marido... Sim, embora bem mais velho que meu marido Flávio (tudo nome fictício, é lógico) era “amiguinho” dele o descarado. Meu marido é professor de artes marciais e é sócio em uma academia (não vou aqui entrar em detalhes por motivos óbvios) e se eu soubesse dessa chuva teria aceitado a carona dele às dez horas quando ele saiu para a academia. Mas a entrevista era às três da tarde! Eu tinha que passar sempre em frente ao açougue do Seu Manoel quando saía de casa a pé e era sempre vítima de sua indiscrição que chegava a sair de dentro do açougue para me olhar. Eu percebia, mas fingia que não via. Eu não falava nada com o Flávio para evitar confusão, possíveis atritos, mas dava vontade... Coitado do velho perto do Flávio... Naquele dia minha roupa social de calça comprida de linho bege e camisa de ceda branca levemente transparente que, se molhada, iria expor, com efeito, os desenhos bordados do sutiã... E meus cabelos? Enfim, toda pronta pra uma entrevista de emprego aguardada há duas semanas... Naquele dia, não teve jeito quando eu passei lá e os pingos já aumentavam e o seu forte sotaque português atraiu minha atenção porque eu nem percebia que já estava de frente para o açougue. –Dona Cátia (nem sabia que ele sabia meu nome), a chuva está aumentando, a senhora vai à estação do metrô? Vai ficar toda molhada até lá. Para ir a pé na chuva é longe. Olha meu carro aí parado. Carlinhos! A alcatra ainda está no freezer! Toma conta aí que eu vou levar a esposa do Flavinho até lá no metrô... Apertando o controle da chave ele ia destravando as portas enquanto falava para que eu entrasse logo. Sem alternativa diante da chuva que apertava e assim meio sem jeito eu fui entrando pela porta do carona que ele escancarou pra que eu entrasse. –Olha os seus cabelos como estão lindos escorridos assim... De fato meus cabelos não são tão lisos como estavam; eu havia feito escova especialmente para esse dia, não podia molhá-los. Dentro do carro fechado o velho português cheirava a carne crua e sua enorme barriga quase se encostava ao volante. –Mas estás muito cheirosa também! Aonde vais assim tão mais linda ainda que de costume? A trabalho? Eu fazia sim com a cabeça me preparando pra dizer que era uma entrevista quando o estrondo de uma trovoada me fez dar um pequeno gritinho que arrancou uma risada do português. Eu ri também e a chuva pareceu desabar de vez lá fora. –A senhora tem um sorriso encantador também... E ele foi falando demonstrando seu jeito atrevido nas primeiras palavras depositando os olhos sobre as minhas pernas. –Hoje a senhora está com essa calça, mas a vejo passar sempre de vestido ou saia. Que pernas lindas a senhora tem... Imediatamente parei de sorrir. –Chamando-a assim de senhora, uma moçoila que facilmente passaria por minha filha. Seu Manoel tem sessenta anos exatamente. Completamente careca (deve raspar os pelinhos restantes deixando a careca lisa e brilhosa), ostenta um bigode branco que tampa toda a sua boca. Parecia viver com aquele jaleco branco comprido com pequenas sujeiras de carne que ia até quase os joelhos cobrindo quase toda uma sempre velha calça de jeans azul, mas não conseguindo disfarçar sua enorme barriga e gordura desproporcionais. Era baixo, um pouco menor que eu e bem mais baixo que meu marido. Eu meço 1.66 e peso 57 k, tenho pernas lisas e realmente belas como ele dizia e orgulhosa adoro andar de vestido ou saia... Tenho 27 anos e sou casada há quatro e não tenho filhos. Fiel convicta, sou morena clara, cabelos lisos pretos (que só ficam escorridos com ajuda de “escovas” mesmo), seios pequenos e bumbum levemente arrebitado. Chamo mesmo atenção, sem falsa modéstia e sei do quanto Flávio se orgulha disso. Agora, um homem velho e feio que não se punha no seu lugar, casado há trocentos anos com não sei lá quantos filhos e talvez netos e me conhecendo (agora via que sabia até meu nome), pelo menos sabendo do meu marido, onde moro e tudo mais, ficar me olhando como ele olhava, aí já é demais. –A senhora não me leve a mal, mas é que eu tenho uma coisa com pernas bonitas de mulheres bonitas. Tenho uma coleção de fotos... Só pernas bonitas... A água no para brisas parecia dificultar cada vez mais a visão e o transito pareceu parar de vez e a minha preocupação com o tempo aumentava. A estação era perto, mas parou tudo e eu já começava a ficar bastante preocupada com a hora. - A Neuzinha, minha mulher, até sabe. Já não fala nada. –Algumas das fotos eu mesmo tirei, outras eu achei por aí... Aqui têm umas que eu tirei, mas não sei se devo mostrar à senhora... São muito particulares. Percebendo alguma curiosidade em meu rosto e demonstrando que queria mesmo era me mostrar ele imediatamente abri u o porta luvas e retirou um envelope colocando-o sobre meu colo. O transito parado. Andava muito pouco... E olha que ali passa poucos carros. O envelope se demorava sobre meu colo. Ele me olhava com um sorriso sarcástico escondido dentro do enorme e ridículo bigode como que perguntando se eu ia ver ou não as fotos. Querendo ser simpática em sinal de gratidão pela carona, eu olhei pra ele com um sorrisinho nervoso por estar sentindo que ia mesmo perder a merda da entrevista e sem pensar muito fui abrindo o envelope e retirando as fotos já transtornada com toda aquela situação. –Mas essa é a Dona Janete! Ele deu uma pequena gargalhada fazendo que sim com a cabeça ao mesmo tempo em que balançando a enorme barriga. Para meu espanto naquela primeira foto a respeitável Dona Janete estava vestindo um minúsculo shortinho exibindo belas e esguias pernas brancas. Bom, deixa-me explicar quem é Janete. Janete é a vizinha da cobertura do meu prédio onde há apenas duas coberturas. Era uma senhora bem mais velha que eu que tenho 27 e deve ter uns 38/40 anos. É lindíssima mesmo, de rosto e de corpo, embora já com dois filhos de 16 e 14 (por isso acho que tem uns 38, se não tivesse filhos eu diria que tinha 30) anos mais ou menos e é casada com um homem que eu não sabia direito o que fazia, mas que já tinha sido até vereador, homem educado e respeitador, Seu Eduardo. Ela é alvo da admiração de todas nós no prédio por sua postura, beleza e simpatia. Já moravam lá quando eu e Flávio casamos e fomos pra lá. Mas foi quando eu passei para a segunda foto foi que eu realmente pasmei. Ela estava sentada sobre uma bancada de carne que devia ter dentro do açougue apenas de calcinha com as pernas entreabertas com os seios de fora parecendo estar com um olhar suplicante dirigido a quem tirava a foto. Uma nova gargalhada, agora mais alta, fez balançar o carro. E entre risadas que abafavam meu espanto e indignação Seu Manoel falava. –Janete é uma mulher estonteante, deliciosamente submissa. Nunca vi gostar tanto de apanhar... Tem orgasmos múltiplos, sabia? E você é a primeira pessoa que fica sabendo disso, Cátia... Aquilo que ele falava, as fotos, a entrevista... Tudo foi me dando um enjoo... mas não deixei de pasmada, passar às outras fotos. A seguir fui passando fotos com Dona Janete completamente consensual em várias posições que exibiam suas belas pernas de short, de saia, de vestido, de calcinha... Nua. Eu estava chocada. Nem podia imaginar... Até que cheguei a uma foto em que ela estava no mesmo lugar da primeira foto, sentada do mesmo jeito, mas já com a câmera bem mais próxima e era possível de ver uma mão direita gordinha parecendo esbofetear a face esquerda dela. Quem batia estava tirando a foto. Seu Manoel pôs a sua mão direita bem a minha frente para exibir o mesmo anel da foto e mostrar que era ele quem batia e tirava a foto. –Ela adora... oferece o rostinho... Mas tudo com muita discrição... Seu Eduardo nem desconfia... Foi o limite! Imediatamente abri a porta sem dizer palavra e saí na chuva em direção ao meu prédio de volta pra casa. Eu estava em estado de choque. Sinceramente. Passei aquele dia inteiro matutando o que faria. Contaria o ocorrido para o Flávio! Claro! Mas ele ia contar para o Seu Eduardo e a coisa poderia complicar muito... Fui pensando, pensando e decidi não falar nada. Que se dane! Que se devorassem, mas que não chegassem perto de mim. Claro que continuei desempregada, não é? A primeira vez depois disso que cruzei com Dona Janete ela me pareceu olhar-me de forma diferente, preocupada, inquisidora. Claro que eu a olhei de forma diferente, pensando em como podia... Ninguém nem desconfiava... Agora, ela não tinha por que me olhar daquele jeito estranho. Mas na segunda vez em que nos encontramos depois que vi as fotos, me surpreendendo completamente ela se dirigiu a mim perguntando se eu dispunha de um tempinho para conversar. Surpresa e sem ação fiz que sim com a cabeça e imediatamente ela se pôs a falar. –Seu Manoel falou que te contou... Meu coração disparou. Não esperava por essa. –Contou o quê? Tentei fazer de boba... –Por favor, querida, não comente nunca, por favor! Daí pra diante eu fiquei muda. –Ele disse que não resistiu, que é louco por você e queria ver sua reação. Temeu que você contasse para o seu marido, mas excitado com sua presença no carro dele não resistiu e contou, mas, por favor, não conte pra ninguém. Nem para o seu marido. Eu não tenho dormido direito preocupada com isso. Ele pode contar para o Eduardo. Sabe como são os homens. –Mas como isso aconteceu?... Consegui dizer. –Não sei, não sei... Mas aconteceu e se tornou um vicio. Quando vi estava entrando lá no açougue a primeira vez pela porta lateral onde ninguém vê a gente entrar, nem o Carlinhos, o funcionário que ele tem lá. É uma porta que a gente entra por um corredorzinho do lado do açougue. A gente entra por ela, ele entra pela outra e fecha, a outra é a porta principal que dá para o açougue e ele manda o Carlinhos tomar conta e diz pra ele que tem que fazer um trabalho lá dentro... E depois fiquei viciada. É uma prática que ele chama de servidão. –Mas ele te bate?... –Bate, humilha, manda e eu deliro... Gozo como nunca! Ele já pediu pra que eu não voltasse mais lá. Eu já até tentei, mas as lembranças me fazem tremer e quando vejo estou lá de novo quase suplicando tremula... E você vê ele assim, gordo, careca, barrigudo, baixo, feio, mas a coisa dele é diferente, grossa. E o prazer dele é mais intenso, animal... Ele olha pra gente com um ar devorador, canibal... Eu imediatamente lembrei de seus olhos no carro sobre minhas pernas de calça comprida. Eu estava estarrecida. –E ele é louco por você. Nossa, quando ele falou de você como ontem à tarde me falou chegou a salivar, os olhos dele faiscaram... Ele fez tudo comigo pensando em você, aposto! Mas eu não ligo, não tenho compromisso com ele, é só por prazer... Eu não sabia o que dizer. -Tudo o quê? –Ah! Quando ele pegou e apertou minhas pernas, por exemplo, eram as suas pernas que ele via... –É? –É. Eu disse pra ele que quando eu tinha a sua idade eu era parecida com você, eu era bonita assim também. –Mas a senhora é muito bonita, mas não se sente culpada? –No início me dava um pouco de culpa sim, mas o delírio apaga tudo. O prazer se torna maior que tudo... Confesso que aquela conversa me deixou meio atônita. Realmente o posicionamento dela me surpreendeu. Eu pensava que de alguma forma ela poderia estar sendo chantageada embora pudesse haver algum prazer recíproco, mas não assim! Sei lá o que eu pensava! Ele pedia pra que ela não voltasse mais e ela voltava? Tudo me parecia muito estranho. E a partir daí até eu me parecia muita estranha. A lembrança dos olhos dele no carro sobre minhas pernas começaram a ser mais frequentes. E eu sem querer me pegava me perguntando em como seriam os olhos dele “faiscando” como ela dizia. E aí já quase me excitando eu me perguntava: Eu queria ser tratada assim como a Dona Janete? Queria apanhar de um velho feio? Para ir ao mercado, para ir a qualquer lugar a pé eu tinha que passar por lá, mas fui evitando ao máximo. Pedia sempre ao Flávio para trazer alguma coisa e ele não entendia e nem podia entender do por que de eu não ir comprar o que acabou gerando pequenas brigas. Mas as lembranças das fotos com Dona Janete iam tomando mais força em minha mente. Eu tentava por um acaso qualquer encontra-la no prédio, mas não a via mais. As frases que ela disse voltavam e eu queria saber mais... Enfim, fui na verdade é ficando cada vez mais curiosa de ver aquele olhar “faiscante” que ela se referia. E se eu passasse lá de vestido? . Assim, só de passagem. Só pra ver se conseguia ver a cara dele me olhando? Assim, exibindo as pernas? Passava rápido e pronto. Isso! Coloco um vestidinho bem sex mostrando o mais possível de minhas pernas e olho a reação do “canibal”. E realmente quando passei por lá com aquele vestidinho azul clarinho de flanela, curtinho, que expunha toda minhas coxas e com decotes generosos nos seios sem sutiã eu dei uma discreta olhada e ele já chegava à calçada com aquele seu sorriso que quase fechava seus olhos e que agora eu percebia que era o sorriso mesmo de desejo, de tara... Meu coração disparou diferente de todas as outras vezes que eu já tinha passado por ali e rapidamente apressei meus passos. Mas ao mesmo tempo um desejo enorme de ver melhor os olhos dele se apoderou de mim. Não vi direito, pensei. Faiscavam? E se eu entrar pra comprar carne lá, na volta? Andei, andei e acabei não comprando nada nas ruas que andei. A curiosidade parecia aumentar, aumentar e uma coisa incontrolável não me deixava pensar em mais nada só em sexo, sexo, sexo... Parecia que todos os homens nas ruas olhavam pra mim querendo me comer. Vai ver que olhavam! E ele? O português tarado? Não vai pensar que eu estou dando mole se eu for lá? Eu só queria ver os olhos que a Dona Janete chamou de “canibais” e pronto. Depois ia embora! Ele já percebeu que não sou dessas como a Dona Janete e vai ficar com medo de qualquer coisa eu contar pro Flávio e ele ir lá ao açougue e acabar com ele. Vou lá sim! E eu tinha que satisfazer essa curiosidade. Eu estava vestida pra isso! Então, na volta, quando dei o primeiro passo dentro do açougue senti imediatamente seus olhos gulosos pesando sobre o meu corpo inteiro e quando olhei pra ele procurando seus olhos vi que sua cabeça já estava levemente inclinada olhando diretamente em minhas pernas, em minhas coxas seminuas. E seus olhos faiscavam, pareciam tocar minhas pernas... Senti meu corpo amolecer diferentemente e sua voz portuguesa pareceu levantar o meu vestido para ver tudo de vez quando perguntou. –O que vais querer Cátia? Minha voz saiu baixa, rouca, inaudível – Meio quilo de contra filé em bife... Vi que sua cabeça se levantava lentamente e que seus olhos faiscantes olhavam agora diretamente meus seios, acho que viam por dentro do decote os bicos que soltos pareciam querer furar o vestido de tão duros. Que situação... –Não entendi linda. Então falei mais pausadamente. –Meio de contra filé em bifes. Quando ele se virou pra pegar a carne ele saiu da frente de uma porta aberta do outro lado do balcão, no canto lateral esquerdo, que deixava a mostra em seu interior uma enorme bancada de madeira iluminada por uma luz fosca onde certamente Dona Janete se deixara fotografar. Parecia maior do que na fotografia. –É um enorme prazer tê-la aqui Cátia... Acho que é a primeira vez que entra aqui. Ele falava enquanto já vinha com a carne embrulhada. Minha voz parecia que não ia sair. –Quanto é? Ele dava a volta para sair de trás do balcão vindo em minha direção. Àquela hora da tarde o sol brilhava diferentemente daquele dia da carona e naquele horário da tarde parecia não haver uma viva alma na rua. Nem aquele moço que trabalhava com ele estava por perto. –Nada. A primeira vez é cortesia para mulheres especialmente lindas e deliciosas... E quando estiquei a mão para pegar o embrulho sua mão direita pesou sobre a minha mão direita e apertou-a levemente, fazendo uma pequena massagem e seus olhos não se desgrudavam de minhas pernas e uma sensação diferente envolveu-me o corpo todo e bamba deixei que sua mão fosse subindo lentamente pelo meu braço enquanto o massageava. Incrível, mas eu percebia que ficava completamente molhada e que minhas pernas pareciam afrouxar-se estranha e diferentemente. –Lá dentro é possível escolher melhor a carne... Ele fazia um leve movimento com a cabeça querendo indicar-me a porta que dava para a bancada. –Mas pra ninguém ver tem que entrar pela porta do lado... Imediatamente larguei-me de sua mão e saí quase correndo assustada, nervosa, tremula, surpreendentemente excitada... Quando cheguei em casa e fechei a porta fui imediatamente colocando a carne sobre a mesa tirando o vestido e olhando minhas pernas. Elas tremiam estranhamente. As pontas dos meus dedos das mãos tremiam estranhamente também. E foi com as pontas dos dedos trêmulos que meti a mão em minha vagina sobre a calcinha e apertei não contendo um pequeno e solitário grito. Oh! Meu Deus! O que é isso? Decidia, coloquei novamente o vestido e voltei em direção ao açougue. Dessa vez ele já estava na beira da calçada como parecia ficar na maior parte do tempo e eu passei lentamente a sua frente de cabeça baixa me conduzindo a lateral do açougue onde avistei a tal porta fechada e a abri fechando-a novamente me encostando nela própria enquanto via a enorme bancada à minha frente com um forte odor de carne em todo o ambiente. Logo em seguida ele surgiu na porta que dava para o açougue sem que eu pudesse ver seu rosto direito por causa da sombra da luz que vinha da rua e entrou fechando-a e trancando-a logo em seguida. Minhas pernas tremiam muito e eu me sentia prestes a chorar. Da porta até chegar a mim ele desabotoou e tirou o jaleco. E parando diante de mim, olhando-me assim entregue, vi sua língua sair de dentro da boca e molhar os pelos do farto bigode. Ele parecia não saber o que fazer de tão excitado. Com sua mão esquerda ele apertou meu pescoço de encontro à porta e beijou-me a boca invadindo-me com sua língua e pelos do bigode. Quando senti sua mão direita apertar-me diretamente nela não tive como conter um pequeno grito e abrir mais um pouco as pernas quase que automaticamente. Ainda mantendo a mão esquerda apertando-me o pescoço contra a porta senti sua mão direita apalpar-me as pernas, apertar, tocar na vagina enquanto gemia como um monstro sedento. Finalmente senti sua mão esquerda saltar de meu pescoço, mas ele me mantinha ainda ali presa à porta enquanto enfiava seu nariz e bigode, e língua, e boca, por dentro do meu cangote, do meu pescoço, da minha boca, do meu rosto. –Não quero nem olhar ainda pra suas pernas, nem olhar ainda... Ouvia-o resmungar enquanto me apertava e me tocava onde podia, onde alcançava. Finalmente vi-o se afastar um pouco e percebi que era para tirar a calça que desceu junto com a cueca e para melhor me olhar parecendo mesmo fascinado. Pude ver a coisa dele cheia e dura apontando pra cima sob a enorme barriga. Realmente uma coisa diferentemente grossa como tinha falado Dona Janete, mas grande também, enfim, surpreendentemente a maior que eu já tinha estado. E com poucos pelos pude também ver o enorme saco avermelhado espetado com pequenos fiapos brancos. E o olhar dele, como os seus gemidos, era realmente animalesco como havia me previsto Dona Janete. Surpreendentemente ele se ajoelhou aos meus pés e começou a alisar e lamber, chupar e mordiscar as minhas pernas, minha vagina e eu não me continha de gemidos com sua boca e mãos extremamente habilidosos. Quando ele se levantou novamente foi levantando meu vestido junto e tirando-o e logo em seguida puxando com brutalidade minha calcinha para baixo deixando-me inteiramente nua com a bunda encostada na porta. –Devia ter vindo sem calcinha cachorrinha... Eu não tenho como descrever aquelas sensações inéditas que se apoderavam de mim. Eu nunca havia sentido aquelas coisas e nem imaginava que pudessem ser sentidas daquele jeito. Era uma fraqueza servil. Uma tremedeira involuntária. E um prazer desproporcional. Quando sua boca faminta abocanhou o bico do meu seio esquerdo eu comecei a chorar. Ele mordia, mas não era pela mordida que eu chorava. Eu não sei por que eu chorava, mas foi nesse exato instante com sua boca cravada assim em meu peito que eu estiquei a mão direita e peguei a coisa dele sem conseguir envolve-la nem na metade. Mas quando senti que ela latejou e ele grunhiu como um animal quando o masturbei meu choro aumentou e minha boceta se contraiu. Eu a queria dentro de mim... Ele então ele voltou-se pra mim e deu um tapa em meu rosto, sem muita força, mais doído pela surpresa do que por outra coisa. –Linda... Outro tapa um pouco mais forte. –E puta. Linda e puta... Foi quando ele parecendo tomado por uma coisa me puxou bruscamente e me posicionou de costas pra ele debruçada sobre a bancada dando o entender que ia me comer daquele jeito e essa simples percepção me fez ansiar por ele mais fortemente dentro de mim. Meus seios se misturavam a vestígios de carne da bancada e quando senti que ele se ajeitava pra entrar com sua coisa eu me abri o mais que pude e sua coisa enfim entrou me fazendo gozar quase que instantaneamente. Exatamente! Quando ele entrou todo eu já estava gozando o maior gozo por mim já experimentado. Era um orgasmo intenso e prolongado. Diferente... E não demorou pra que ele urrasse e começasse a gozar também logo em seguida dentro de mim. Eu delirava sentindo seus jatos quentes dentro e fora de mim me enchendo completamente de seu esperma. Fazendo com que o cheiro de sua porra se misturasse ao cheiro da carne proporcionando ao lugar um odor de forte fertilidade. Mas podem acreditar. Mesmo depois desse nunca antes experimentado intenso e viciante orgasmo, uma forte vergonha caiu sobre mim. Sim, ali mesmo ainda deitada de bruços sobre a bancada. E depois da vergonha veio a culpa e silenciosamente sem mais olhá-lo, evitando mesmo o seu olhar, procurei e achei minha calcinha no chão, assim como o vestido, e os vesti. Seu Manoel se aproximou tentando um carinho, mas eu delicada e envergonhada empurrei sua mão e já completamente vestida me retirei timidamente pela porta que eu havia entrado. Contarei a sequência numa próxima oportunidade. Caso queiram. Obrigada pela atenção.


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Comentários

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03/12/2015 06:55:26
gostoso como o macho conduz o abate,sente seu dominio,e vibrei quando ele diz precisa entrar pela porta lateral.Não tem como resistir e cede aos desejos---como é gostoso se sentir submisso
26/09/2015 12:43:56
Delícia de conto.
26/09/2014 20:19:46
Bom conto e bem escrito. Fico à espera do próximo episódio.
dmm
09/08/2014 14:54:59
A narrativa é deslumbrante......
04/08/2014 07:02:52
Fantástico o seu conto, eu adoro este tipo de escrita, parabéns, fiquei muito excitado com ele, nota 10
04/08/2014 06:53:01
Ooi pessoal,, tudo bem,, entao achei legal este contos,,bem gatinhas, e vc mulher casada q esta carente,, se quiser podemos tc no whats..... podemos trocar. Esperiencias ,,tenho muita coisa pra conta ,,bjos e aguardo vc!

Listas em que este conto está presente

sub
submissa


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