menina rural

Um conto erótico de oximoro
Categoria: Heterossexual
Data: 26/05/2014 07:59:33

Sou viviam, 16 anos, morando numa fazenda, da qual papai é capataz, numa casinha pequenina, sem luxos, com mamãe, estudando na escola da cidade mais próxima, uma vida dura mas sossegada. Um dia o sossego acabou, mamãe adoeceu, um mal na área psiquiátrica, sem muita possibilidade de cura.

Papai recorreu a uma irmã de mamãe, Dona Lia, moradora de uma cidade bem maior. Ela e seu marido foram compreensivos, me levaram consigo para sua casa e conseguiram uma transferência minha para uma escola próxima dela.

Custei um pouco a me adaptar, tráfego, vida trepidante, agitada, tão diferente de minha comunidade rural. Na escola colegas de hábitos distintos dos meus, algumas chacotas.

No meu novo lar morava meu primo Hélio, rapagão, 17 anos, atlético, ele logo se interessou por mim, foi fundamental para minha adaptação ao novo ambiente. Na escola, ele era de turma mais adiantada, mas, nas horas de recreio, me observava sempre, se alguém tentava me humilhar, ridicularizar logo se via diante do armário lhe tomando satisfações, alguns reagiram, não se deram nada bem, as chacotas terminaram.

Começamos a sair juntos, cinema, teatro, idas a praia, contribuindo para me ambientar com os citadinos, em algumas semanas eu já me tornara um deles. Eu nunca namorara, a convivência e dependência de Hélio, despertaram meu sexo adormecido, primeiro um braço aconchegante, depois um cafuné, um beijinho. um tesão surgente. Ele, antes receoso de ataque maior, foi ficando ousado, em pouco nossa relação se tornou bem apimentada e íntima.

O Sr. Otávio, marido de dona Lia, saia de casa cedo, trabalhava o dia todo, só retornava a noite, a parte da manhã eu e Hélio passávamos na escola, só Lia permanecia mais tempo em casa. Todavia, a tarde, bastante vezes eu e o primo ficávamos sozinhos. Numa dessas vezes, Hélio que fumava escondido, me ofereceu um cigarro, curiosa como eu só, aceitei, gostei, virei fumante as escondidas.

De outra feita, nos beijamos, fizemos um roça-roça, o tesão cresceu, tirou o short, exibiu seu pujante pau, fiquei doida, me despi, cai de boca, chupei, esporrou na minha boca, engole ele falou, obedeci. Ficarmos sozinhos passou a significar fumar e chupar, eu descobrindo como o sexo é gostoso.

O próximo passo no sexo, dar o cu, logo foi dado, doeu muito no início, ele muito cuidadoso, enfiou devagar, em meio a afagos e beijos, bombeou, cheguei ao orgasmo, meu cu passou a ser um órgão sexual de uso frequente.

Fiz 17 anos. Eu e Hélio. ele agora já com 18, fomos visitar papai, ele ficou muito satisfeito, vimos mamãe no hospital, voltamos. Não fomos direto para casa, entramos num motel, minha 1ª visita, fodemos vaginal, minha virgindade se foi.

Tornei-me uma visitante de motéis, mandando brasa com Hélio e alguns seus amigos.

O casal Lia/Otávio viu nos 18 anos e na conclusão do ensino médio de seu filho, a oportunidade de voltar à sua pátria, matar as saudades, passar lá um bom tempo. Foram transferindo seus negócios à gerência do filho, este, muito inteligente, introduziu algumas práticas comerciais mais modernas, o lucro aumentou, os pais resolveram ir, por um largo período, até sua terra natal.

Hélio me propôs casarmos, condicionalmente a constituirmos uma união aberta , sem ciúmes, eu e ele fodendo com terceiros desde que um sabendo tudo sobre o outro. Porra, respondi, esse já não é o nosso modo de vida? Ele retrucou,

vou te querer puta, trepando por dinheiro e com muitos, se exibindo, topas? Não quero outra coisa macho gostoso.

Noivamos e logo casamos, ainda antes da viagem de Lia e Otávio.

Quando da viagem, mais de meio ano se passara, continuamos nossa vida, só que fumando abertamente quando em casa, indo a baladas, no entanto, evitando qualquer movimento que despertasse um escândalo entre nossos vizinhos. Fiz 18 anos, comemorei numa suruba, completei meu ensino médio com êxito.

Mantivemos a casa deles intacta, conservada, até que voltassem, mudamos para um apartamento bem menor, pertinho de uma praia, num edifício e numa região bem pouco família. Sem nenhum entrave, pusemos nossos desejos em prática.

Hélio perguntou: vamos escolher o teu puteiro? Fomos à zona, dava para ir a pé, fui preparada para a guerra, de vestido indecente em cima da pele, rebolando o máximo, meu cafetão- marido feliz me exibindo. Escolhemos um, o prato ícone da casa era o cu, fodas anais em destaque. Vais ficar arrombada, disse-me Hélio. Retruquei: algo contra?

Não, vou adorar ver teu rabo.

Comecei. Traje de trabalho: um pequeno tapa sexo, rebolando num palco. Meu1º freguês um rapaz , bem bruto, pouca conversa, chupei, levei no rabo, pica imensa, doeu, não gemi, esporrou dentro, foi sem se despedir. O 2º, já mais velho, foi muito mais delicado, usou meus 3 buracos magistralmente, gozei, despediu-se prometendo voltar.

Ao fim da noite, meu cuzinho já era um cuzão, penetrado por 5 picas, deliciosamente dolorido. Hélio me apanhou, logo em casa, comeu meu rabo, doeu um pouco, mas que senhor orgasmo.

Duas noites depois, uma senhora me chamou, uma espetacular foda homo, eu e ela adoramos, passei a ser usada por muitas mulheres e casais. Noutra fui convidada por 2 rapazes para uma DP, combinei preço, mandei brasa, fiz mais um tipo de freguesia.

Agora já se passaram 6 meses, quase 600 trepadas profissionais, cu e buceta arrombados, ganhando bastante dindim, sexo satisfeito plenamente, ajudo papai a manter mamãe internada, me sustento com conforto, comidas finas, roupas e comidas caras, fumo e bebo do bom e do melhor, já compramos um carro, meu maridão já esta com 3 lojas a todo vapor, estamos pensando em tirar férias e visitar Lia e Otavio em sua terra.


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Comentários

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26/05/2014 16:33:54
Adoro seus contos, que bom que voltou a publicar.


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