Coração Indeciso - Capítulo XVI

Um conto erótico de Arantes, Henrique
Categoria: Homossexual
Contém 2207 palavras
Data: 24/12/2013 18:36:04

- Boa Leitura !!!-

Logo após a aula acabar o meu celular tocou:

— É, o Sr já pode me pegar. É, a aula já acabou. Tá, venha logo! — desliguei. Era papai. Na tela apareceu 19:00

— Ei, garoto para que tanta pressa? — perguntou meu professor loiro, gostoso e forte. MAX, com seu sotaque e voz grossa que só completavam a obra-prima de boquiabrir qualquer miúdo ou rapariga. Ele estava a arrumar seus livros e meu formulário em sua pasta em cima de sua robusta mesa. Iniciou meu velho costume de conversar com meus professores.

— Ah, professor, minha vida está num tipo de corre-corre muito louco. —Fui até ele segurando meu caderno e meu livro. Encostei-me ao seu lado, na sua mesa.

— Para perceber é só olhar seu pé — Se referiu a bota ortopédica. — Minha noiva também está achando o tempo louco. Ela participou de uma prova dessas de concurso público. Ela passou. Acabou que ela vai me arrastar para São Paulo junto consigo. E ainda tenho que procurar a escola para Priscila. “Nanu” (Puxa), quanto trabalho!

— Vai fazer muita falta! Um dos melhores professores! Max, o máximo. — Rimos —Sorte que eu já estou no ultimo ano. E não vou ficar na vontade de eficiência. O Sr vai quando?

— Vou semana que vem. Minha filha e minha noiva já estão lá. Tudo está “arrumado”, entrando nos conformes... Mas já que se sou tão bom assim que sempre quando precisar só é me chamar que venho no primeiro avião para cá.

—Nossa, tudo isso por um reles aluno? — Eu estava triste, mas com muito tesão por ser paparicado pelo Max.

— Aham — Fez como se limpasse a garganta — Reles? Tem certeza? Não... não ... Você é “ O Aluno”.

— Aff, professor, pare com isto. É o que todos dizem. Isto é muito chato!

— Mas é verdade! Posso fazer o que? — Ele deixa uma caneta rolar pela superfície da mesa. — Pega pra mim, Henrique?

— Tá. — Me curvei por cima da mesa e alcancei a caneta; Vi que ele mexeu na tranca da porta. Logo volta e eu que agarro a caneta, sinto uma encoxada brusca, solto-a.

—Eu sempre tive vontade de te ter! — Me levanta, de costas para ele com a ajudar de seu braço direito sob meu peito.

— Pois, então “fick mich jetzt” (Foda-me agora) — Ele me agarrara por trás, colocou sua mão direita por baixo de minha camisa e começou a esfregar meu mamilo, começou a beijar meu pescoço e a suspirar forte. E como natural comecei a empinar e esfregar meus quadris sobre o volume de sua calça. Gemia como uma cadela no cio. Ele começou a apalpar-me. Tirou minha camisa.

— “Nie eine Hündin hat mich so geil” (Nunca uma puta me fez tão excitado).

— Oui-Oui — falava sentindo espasmos. Estava fora de mim misturava todas as interjeições possíveis vindas dos idiomas em minha cabeça — “Fick mich stark wie ein Stier” (Foda-me, foda-me forte como um touro).

Enquanto ele me sentava, somente de cueca branca, em cima da mesa, beijávamo-nos fugazmente, logo já aprendera a beijar de língua. Ele já estava sem camisa com o sinto desafivelado, eu massageava por cima da calça seu pau, totalmente duro. Ele finalmente disse:

— Habe ich eine Jungfrau in meinen Händen? (Eu tenho uma virgem em minhas mãos?) — falou em meu ouvido, esfregando seu membro rijo.

— Oh, ja, ja. Vollständig seine. Fick mich, fick mich, jetzt! (Oh, sim, sim. Totalmente sua. Foda-me agora!)

— Ich werde euch zu füllen, meine kleine Schlampe! Wird voll von sperma, wenn ich fertig bin. (Vou encher minha cadelinha! Estará cheia de esperma quando eu terminar.)

“É HOJE QUE EU ‘DÔ’ CARALHO!”, pensei.

O cheiro de sexo e a dominação estavam lá, estavam gritando para tudo ser consumado. Olhei para trás vi Ricardo. Pisque três vezes. Voltou a ser Max a minha fonte de gemidos.

Ele me deixou apoiado em cima da mesa e como um alucinado abaixou minha cueca e começou linguar minha bunda, enfiava sua língua lá dentro, só senti prazer, estava muito estimulado; meus hormônios estavam gritando. Enfiou um dedo e disse:

— AH, como é lubrificado e apertado — disse ele mexendo seu dedo e fazendo contorcer-me.

— Ah, ah, ah me enfia logo. Meu Filtz perfeito. — disse piscando em seu dedo. Ele me posicionou e enfiou com tudo. Gritei, um grito de “QUE DOR!! E PORRA COMO ESSA DROGA É BOA !!” Puxando meu cabelo. Ah, aquele sadismo me fazia ficar louco. Estava submisso a Max.

— AHHHHHHHH! — Urramos. Com um braço derrubou tudo da sua mesa, lá se apoiou. Vi Ricardo onde deveria estar Max isso me dava uma sensação cada vez melhor.

— Oh! Que caralho!! — Ele ria e beijava minhas costa e meu pescoço. Contorci-me em seus braços.

— Quer cavalgar aqui no Big Kopf (Cabeção)?

— Quero, quero muito! — Gemia, de olhos fechados, mordendo os lábios, ele riu. Ele me carregou para sua cadeira. Ainda era Ricardo que estava lá. O formato do corpo de Max ajudava e muito para com minha mente. Eu passava a mão em seus braços, não conseguia cavalgar nele como eu queria.

— Vamos para a mesa! — Dei-lhe uma bofetada ele fez com que minhas cadeira se movessem e senti seu pau fazer o mesmo movimento. Arranhei suas costas

— Claro, para onde quiseres! — Me beijou. Puxei seu cabelo. Ricardo, Ricardo, era ele que estava ali comigo.

Logo o obriguei a se deitar. Sentei-me ajoelhado em cima da mesa e comecei a rebolar freneticamente em cima dele e o arranhava e ele me dava tapas no traseiro. Contraio e descontraio. Ele começa a gemer alto e solta um : ”CARALHO QUE CÚ, PORRA!” “Para, porra, para! Eu vou gozar!”. Calo-o beijando e acariciando seus cabelos. Ele esta de olhos fechados, fico beijando-o até que decido ir com tudo para trás, me dilato mais. Sinto a cabeça lá no fundo. Rompeu algo, doeu.

Ele se levanta e me fode na parede, dou tapas em sua cara, sinto suas bolas, globosas, baterem como sinos em meus glúteos. Ele geme. Ele chupa meus mamilos como um vampiro chupa o pescoço de uma pobre donzela, vitima de sua mordida ao léu. Fecho os olhos. Meu ânus reage ao seu estimulo descontraio e contraio, beijo seu pescoço e acabo fazendo um chupão. Ele grita:

— Verdammt, verdammt ( maldição, maldição) vou gozar. Para!! — Ele se deitou na mesa comigo por cima dele.

Ele urra se senta e me segura, sinto seu pau inchar. Jatos grossos e fartos de porra preenchem-me . Senti minhas coxas e todo meu corpo se contraírem. “Oh, oh carajo, carajo” digo enquanto dava minhas últimas reboladas.

— DROGA, QUE PORRA GOSTOSA! FOI A MELHOR FODA DA MINHA VIDA! GOZEI RÁPIDO DEMAIS! Merda,merda! Desculpa, nem deves ter sentido prazer! — Eu ria, ainda em cima dele.

— QUE? Estás louco? Seu bobo, posso afirmar que fodi muito gostoso na minha primeira! — falei ofegante em cima de seu peito. — A camisinha! — falei espantado

—Não te preocupas, pois não tenho doença alguma! Nunca transei com ninguém que não fosse minha noiva.

— Seria muito azar meu não achas? Uma coisa tão boa pode fazer mal? Uma pena... Foi uma delicia, muito bom levar tuas jatadas.— sorri maliciosamente me apoiando em seu peito. — Mas qualquer coisa meu pai te mata. — Mandei um beijo para ele.

— Agora, já foi e, tás mais molhadinho e gostosinho. — Seu pau pulsou dentro de mim. Ele recomeçou uma sessão de beijos em meu pescoço, acariciei seu cabelo. Já estávamos iniciando uma nova transa mais lenta. Mas meu telefone toca e saio de cima dele, quente e com muito calor.

Na tela:

Canto superior direito 19:20 (UOU que rápido)

“Pai

Atender || Recusar.”

— Oi? — ouço a voz de meu pai. — Pai? — Apoiando o celular no ombro, visto minha bermuda e cueca de uma vez, cobrindo meu pênis duro e melado.

— Antes que perguntes tua mãe me atrasou, por isso não cheguei antes! Onde tás Henrique? Que droga!Peguei maior trânsito! — Parecia com raiva.

— Já tô saindo daqui! Espera ai! — Max levanta a cabeça e faz que não e passa a mão sobre seu membro rijo. Mimique “Não faz isso comigo, por favor” e fiz um bico. — Espera ai pai! — Visto minha camisa. Visto minhas meias e enfio meus pés em meus sapatos.

— Tá, mas vê se não demora, viu? — Parecia mais calmo. Desliguei.

— Tchau, tchau. — Beijei ele com outro caloroso e melado.

— Libera teu pai vai e fica aqui mais um pouco! — Parecia uma criança querendo mais doce.

— Desculpa, mas ele não vai deixar. — Passei a mão sobre seu peito e acariciei seu pau. — Ainda bem que a porta é a prova de som. O curso deveria colocar isso nos anúncios, não hahahhahaha Um ponto ótimo! Mesmo assim daqui a pouco Kleber bate aqui para chamar-nos, não pensas, não? !

— Não depois de uma foda dessa! — Suspirou ele se levantando da mesa.

— Mesa resistente, não?! — Falei rindo

— Minha preferida. — Falou ele. — Que nem isto — apertou minha bunda. Quando olhei-o para avisar que abriria a porta. Ele já estava vestido, abotoando a camisa, mas seu cinto ainda estava desfivelado.

— Foi Max mesmo, viu. — sorri.

— Quando se sabe fazer a ferramenta funcionar, ela faz milagres. — Sorriu acariciando o volume na calça.

— Tchau. Boa noite, professor. — Segui até a saída pelo enorme corredor com meus livros.

— Tchau, “meine kleine Hure die ich liebe sehr” (minha putinha que amo muito). — Sorri.

Caminhei pelo corredor, senti o liquido grosso escorrer por entre minhas pernas, não havia ninguém. Contrai minhas nádegas. Cheguei na recepção com uma cara sem vergonha, tipo menina que acabou de menstruar. Hahahahahahahaha.

— Tchau Gabriela, boa noite. — disse, passando rapidamente, sorridente para a menina do balcão.

— Tchau, Henrique, boa noite. — Cheguei na porta dei de encontro com o papai.

— Menino! Para que tanta demora? — disse papai

— Ah, pai fiquei esperando, esperando o senhor aqui na frente. Fui lá para trás conversar... — Ri.

— Tudo bem, tudo bem!Entra logo nesse carro, que hoje o dia tá que tá.

— O que foi que houve?

— Sua mãe, tá me escravizando.

— Por quê?

— Verás.

— Tudo bem...

Comecei a ouvir Xavier Naaido, meu cantor alemão favorito. Logo que chegamos em casa uma voz aguda veio da cozinha:

— Tadeu !! Vem cá !!!

— Onde? —Gritou papai.

— Na cozinha. — Papai foi até lá.

Subi rápido, pois já estava critica minha situação. Tranquei a porta do meu quarto, minha cortina estava fechada. Fui ao banheiro, comecei a me despir. Tirei minha cueca , toda melada de gozo e com sangue, toquei meu ânus. Decidi masturbar-me, ainda estava com tesão. Ah, estava dolorido, dolorido de tanto tesão.

Eu queria ficar lá e transar e transar com aquele vadio até ele não conseguir mais gozar, mas meu pai chegara para desgraçar com minha farra em cima de um homem de verdade. Meus mamilos doíam de tanto que tinham sido explorados.

A lubrificação que ele deixara, ficara ótima e, logo gozei ao pensar naqueles movimentos ágeis que eu nunca pensara fazer. Mentira. Eu planejara fazer aqueles movimentos todo o santo dia, planejara deixar o homem que decidisse foder-me sem forçar de tanto que iríamos rolar nus e juntos. Eu planejara fazer amor, com Ricardo, mas este deveria estar sendo sugado por outra e não por mim. Eu cansara de esperar.

AH, gozei ao fantasiar a estacada, com aquela mesma figura que se apossava de Max, Ricardo. Mas a fantasia não se compara com a realidade, eu estava insaciável, queria um homem, queria que ele, Ricardo me saciasse. Saciasse meu ego animal. Só que agora com AMOR.

Depois de apagar parte da minha chama. Me arrumei e fui para meu pátio, para meu balanço de quatro vagas, fui ouvir música olhando para aquela varanda escura do outro lado. Caiu na Rita Lee, uma música que eu estava precisando escutar...

“Amor é um livro

Sexo é esporte

Sexo é escolha

Amor é sorte

Amor é pensamento

Teorema

Amor é novela

Sexo é cinema

Sexo é imaginação

Fantasia

Amor é prosa

Sexo é poesia

O amor nos torna

Patéticos

Sexo é uma selva

De epiléticos

Amor é cristão

Sexo é pagão

Amor é latifúndio

Sexo é invasão

Amor é divino

Sexo é animal

Amor é bossa nova

Sexo é carnaval

Oh! Oh! Uh!

Amor é para sempre

Sexo também

Sexo é do bom

Amor é do bem

Amor sem sexo

É amizade

Sexo sem amor

É vontade

Amor é um

Sexo é dois

Sexo antes

Amor depois

Sexo vem dos outros

E vai embora

Amor vem de nós

E demora

Amor é cristão

Sexo é pagão

Amor é latifúndio

Sexo é invasão

Amor é divino

Sexo é animal

Amor é bossa nova

Sexo é carnaval

Oh! Oh! Oh!

Amor é isso

Sexo é aquilo

E coisa e tal

E tal e coisa

Uh! Uh! Uh!

Ai o amor

Hum! O sexo”

(Rita Lee, Outubro de 2003. Gravadora: Desconhecida. CD: Balacobaco)

Logo me acordei e fui dormir, vi que ele já ia dormir. Senti o doer ao andar, tirei minha bota insuportável e me joguei em minha camaPrimeiramente : Feliz Natal. :) !!!

Segundo: Usem camisinha!! A vida não é uma estória (na poesia é, tudo na poesia é! shuhasusahhsuha)!

Terceiro : Ahhhhhhhh, olha o seqsu ( Caduuh° adivinhastes que eu estava escrevendo este capitulo né?? ahushuahuhassa ) ai meu povo! Ele perdeu a Virgem!!! hsahuhhusahuuashushuashuas. Espero que tenham gostado desse lado animal, sádico do Henrique, espero também que tenham gostado da letra da Rita que combina inteiramente com esse capitulo, #SÓACHO. Beijos!


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Comentários

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Bom demais. E o professor quase acabou com ele. Pena o pai ter chegado e atrapalhado tudo.

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