Livia, a vaquinha - Fodida pelo professor e pelo diretor

Depois que fiz 15 anos e comecei a foder quase todos os dias com meu pai adotivo, minha vida mudou, e mudou pra melhor. Eu me sentia livre, feliz, gostosa, desejada e quente sempre quente. Podia dar a xota a qualquer hora do dia que nem ligava, parava tudo o que estava fazendo, onde quer que fosse pra trepar com o pai Heitor. Ele com seus 50 anos, ficava doidinho com uma perereca de 15, ja que estava casado ha mais de 30 anos com a mãe Graça. E por falar nela, ela continua se tratando na capital. Eu continuava no interior de SP, estatura baixa, peitos fartos, pretinha, bunda grande e xoxotinha peluda, indo sempre da escola pro sitio e do sitio pra escola. O pai e a mãe sempre pegavam no meu pé pra eu estudar, mas, isso nunca foi meu forte. Faltava apenas mais um ano pra me livrar da escola e eu ia muito mal no 2° ano do Ensino Médio. O ano estava quase acabando e tudo indicava que dessa vez eu não passaria de série.

Como a Graça não tava eu dormia na cama dela. Nessa noite, eu e o pai estavamos fodendo.

- Ahh, Chupa minha rola putinha, vagabunda gostosa, isso... Ah, ah, oo, que boca safada, sua vadia.

Eu chupava tudinho, com prazer, masturbava e engolia aquela pica grossa, vermelha e cheia de veias daquele velho barrigudo. Lambia a cabecinha com vontade e abocanhava a rolona dele. Ele gemia, e puxava meus cabelos, batia na minha cara. Me fazia de puta mesmo.

Parei de chupar e subi em cima dele, que estava deitado. Encaixei a rola na minha xereca e escorreguei naquele tronco, cavalgava no meu cavalão como uma amazona vadia. Subia e descia, rebolava e levava tapa na cara. Pulava louca no caralho do meu macho. Minha xotinha negra engolindo a rola vermelha dele. Pulei, rebolei, quiquei. Quando percebi que ele ia gozar abocanhei a piroca dele e engoli a porra toda e terminei de chupar. Ele tremeu e me deu um puxão no cabelo.

- Puta mesmo, hein! Engolindo porra do paizinho né? Vadia de merda! - ele disse

- Sou sim, paizinho, sua putinha. Sou cadela mesmo. Gosto de dar pro senhor.

- É, mas eu vou ter que viajar pra São Paulo amanhã. A Graça reclama que eu estou a deixando muito sozinha. Vou passar um tempo com ela. Não sei quando devo voltar.

- Ah, não acredito! E como eu vou fazer?

Ele me bateu na cara e disse:

- Vadia, gosta de rola né? Enfia o dedo na xota e se vira até eu voltar a te foder

Ele me beijou.

No dia seguinte, logo cedo ele se despediu sem trepar comigo. Fiquei chateada, mas eu gostava da mãe Graça e queria o bem dela, mas não queria ela no lugar que agora era meu!

Passaram-se dias e nada. Eu estava com vontade de trepar. Estava acostumada a ficar sozinha no sítio, mas é diferente ficar sem foda.

Resolvi fazer o que o pai falou, de enfiar os dedos. A noite, me deitei na cama, tirei a roupa e comecei a acariciar a xoxota, logo ela estava molhadinha e eu penetrei os dedos. Primeiro um e mexendo..., dois dedos e metendo..., três e quatro dedos. Ficava ensopada, mas não era o mesmo que uma rola. Todas as noites eu me masturbava. Ia pra escola querendo rola e voltava muito mais louca.

Duas semanas passaram e nada de Heitor nem de pica. Eu tava subindo pelas paredes como uma largatixa. Pensei que já que o paizinho demorava, eu ia dar pra outro. Então fui pra escola sem calcinha. Estava com a camiseta do uniforme da escola, um saia na altura da coxa, cabelos soltos, muito perfumada, maquiada e zero de roupa intima. Uma pessima garota.Nem me masturbei antes de sair, queria que no caminho viesse um tarado e me fodesse, mas nada. Os homens olhavam, mexiam, eu encarava, mas nada acontecia.

Na sala de aula, sentei logo na primeira fileira, ver o que ia dar. Tava com um fogo enorme debaixo da saia. Duas aulas de portugues, da dona Aurora; aula de biologia a dona Marta; aula de artes, dona Ciça. Nada de homem interessante aparecer, só moleques idotas da sala, não valiam a pena, digo, não dariam uma boa foda. A próxima aula era de matemática (que eu odiava e ia mal) da dona Ritinha, mas para minha felicidade e surpresa ela faltou e foi substituida pelo prof. Marcos, um negro de 1.80, fortinho e gostoso, era careca e tesudo. Ele falava de fórmulas, gráficos e sei lá o que, nem conseguia me concentrar com aquele pedaço de homem masculo ali. Uma vontade de abrir as pernas e falar:

- Vem me foder negão! Vem!

Foi ai que quase no fim da aula, deixei a caneta cair 'por acaso' perto dos pés dele. Ele ingenuo e gentil se abaixou para pega-la, eu sutilmente abri as pernas e ele pode ver minha xoxota babada, arreganhada e louca pra ser arrombada por ele. Eu sorri maliciosamente. Ele ficou sem jeito e logo percebi o volume em sua calça crescer. Lambi os lábios. Ele me entregou a caneta e imediatamente saiu da sala. Minutos depois, o diretor veio até a sala, liberou a turma, mas falou:

- Menos você Lívia, venha até a minha sala

Ele estava sério, eu sabia que tinha me ferrado. Estava perdida na certa! Chegando na sala, o diretor me pediu para sentar e aguardar e saiu. Dez minutos depois ele voltou, a escola já estava silenciosa, todos pareciam já ter ido embora. Ouvi atras de mim a porta abrir-se e bater. O professor Marcos havia entrado na sala. Eu fiquei com vergonha, mas disfarcei bem. O diretor era um homem baixinho, magro e feio até, mas era muito bravo quando queria.

- Livia, pode me explicar o que aconteceu na aula do professor Marcos? - perguntou o diretor.

Eu respirei fundo, o professor sentado do meu lado e o diretor do outro lado da mesa. A porta fechada, janelas e cortinas tambem. Humm... o que será que ele planejava?

- Eu não sei do que o senhor ta falando. - eu disse

- Bom, nesse caso eu vou ter que comunicar seus pais

- Não! - eu disse numa suplica, sabe-se la o que o Heitor faria comigo se essa historia chegasse aos ouvidos dele.

- Hum, então me diga até onde você iria para manter em sigiloso a sua safadeza?

Eu pesquei a conversinha e me debrucei na mesa dele, percebi sua calça com o zíper aberto, sorri e disse:

- Até o fundo da minha xota se o senhor preferir.

Ele sorriu. O professor continuou calado. O diretor levantou, colocou o pau pra fora e sem demora me botou pra chupar.

O pinto era pequeno, menor que o do pai, só que mais grosso.

Eu engoli a cabeça e lambia como uma cadela aquele pau. Coloquei tudo na boca, fazendo movimentos pra frente e pra tras. Ele apertava minha cabeça, segurando em meus cabelos. Senti uma mão grande na minha bunda, era do professor, que acariciava minha bunda e descia em direção a minha boceta. Ele ergueu minha saia e começou a penetrar o dedo na xoxotinha. Ele fazia vai e vem enquanto eu chupava o pau do diretor, que bombava na minha boca. Senti dois dedos afundando minha xoxota, eram grandes e grossos, em seguida vieram o terceiro e o quarto me fazendo babar ainda mais. Eu chupava loucamente aquela rola grossa e branca por tras da mesa enquanto dedos de negão me fodiam por tras. Eu gemia entalada no pau do diretor. Eu rebolava nos dedos do meu professor e abocanhava a rola do meu diretor. Masturbava ele com a mão e lambia a cabeça do pau dele.

- Falei pra você Joaquim que era uma putinha aberta. Pela cara de cadela eu sabia que ela ia dar a boceta pra gente bem facil. - disse o professor

- Sempre quis comer essa vadia negra! Arreganhar a bunda grande dela. - disse o diretor

Eu sorri com a rola na boca e dei uma rebolada gostosa. O professor deu uma lambida no meu cú e tirou os dedos da minha xana babada. Começou a enfiar um dedo no meu cuzinho. Eu resmunguei:

- Ai! Ai não.

Eles riram

- Nunca deu o cú, vadia? - perguntou o professor

- Não, nunca tentei.

- Então hoje vai ser sua primeira vez anal, pretinha rabuda! - falou Marcos

Ele molhou os dedos na minha baba e penetrou dois dedos no meu rabo. Eu relaxei, afinal eu queria mesmo era foder, como a puta que eu era. Rebolava nos dedões que estavam na minha bunda, sem parar de chupar o diretor que estava louco com aquele boquete.

O Marcos me ajoelhou em cima da mesa, masturbou meu cu com três dedos e logo em seguida me penetrou. Eu queria aquele negro no meu ânus, como eu queria. Eu estava lá por causa dele, porque queria dar pra ele, queria ser a vadia daquele negão forte. Senti a cabeçona da rola entrar, me incomodou, mas eu respirei fundo, eu queria aquilo. Tirei a pica da boca e respirei, empinando mais a bunda. A cabeça estava entrando, parecia ser bem grande. Eu relaxava para não doer muito, como fiz na minha primeira transa. Meu cu já tinha sido preparado por ele, então seria mais fácil. Ele forçou mais um pouco e a cabeça entrou. Ele começou a bombar devagar e aos poucos aumentava o ritmo.

Meu rabo doía, ardia. Uma cabeça de pica negra tava dentro dele, bombando pra entrar o resto do corpo da piroca.

Levei um tabefe na bunda do professor, eu gritei, ele gargalhou e bateu mais duas vezes. O diretor puxou meu cabelo e bateu com o pinto na minha cara e enfiou ele dentro da minha boca, eu volteia chupar aquela rola gostosa, passando a lingua na cabecinha e devorando ele.

O professor bombava no meu cú e logo ja penetrava a piroca quase inteira. Ele abraçou a minha cintura e torou meu cuzinho, socou tudo sem dó, sentia as bolas dele batendo na minha xotinha. Ele fazia rapido e com força, me fodia com vontade, me deixando louca com a piroca do diretor na boca.

- Que vagabunda que você é, hein, garotinha!! Vou arrombar esse cuzinho gostoso, safadinha. - disse o professor

- Isso putinha, chupa essa rola grossa. Ta gostando né? Eu sempre quis comer você, gostosa! - disse o diretor

Eu estava relaxada, adorando aqueles dois machos me desejando. Rebolava louca na piroca do Marcos e lambia o pau do diretor. Tava sendo uma vadia, como nasci pra ser.

- Vai Marcos deixa eu foder o rabo dessa garotinha malvada! - disse o diretor.

O professor bombou mais um pouco no meu cu e saiu. Eu desci da mesa e me virei, me deparei com um enorme pênis negro.

Eu me assustei e disse:

- Como uma piroca desse tamanho entrou no meu rabo?? Deve ter arregangado meu cú!

Marcos riu e falou:

- Você nasceu pra ser fodida cadelinha, chupa minha rolona, puta do caralho!

Eu obedeci e chupei com tudo. Era um pinto de uns 22/23 cm preto, grosso e cabeçudo. Ele empurrou minha cabeça pra base do pau e eu entalei. Soltei e chupei a cabeçona gostosa dele. Senti um cutucão e logo percebi outra rola perto da minha boca, então abocanhei as duas rolas e suguei deliciosamente. Lambi os dois sacos,me fartei naquela chupada.

- Vem sua negra gostosa, vou foder seu cuzinho tbm. - disse o diretor

Ele me puxou e sentou na cadeira, encaixou meu cu aberto pelo negão na sua rola, seguro minha cintura e começou a me enrabar. O professor bateu na minha cara, arreganhou minhas pernas e socou na minha xoxota. Eu quicava no pau do diretor Joaquim que comia meu cu, enquanto o meu professor Marcos me fodia na frente. Tava recebendo duas rolas, que delicia e que loucura! Eu gemia de tesão e desejo.

- Me fode seus gostosos, vai! Acaba com a putinha de vocês, vai! Sou uma vadia, mete sem dó! Fode porra, fode! Sou uma puta que quer foda, me fode, me arromba, caralho!

E eles obedeceram, a foda evoluiu e eu comecei a gritar, estava de fato sendo fodida e quer saber tava adorando. Eles metiam sem pena, como se faz com uma putinha. O Joaquim socava até as bolas no meu rabo, bem forte com aquela pica grossa, meu cuzinho pedia muuuita rola e o Marcos metia na frente com muita intensidade, minha xota tava sendo dilacerada.

- Puta do caralho, eu vou arrombar essa perereca de vadia, sua vagabunda! Toma essa bomba cadela! Toma rola na xana! - disse o professor

Eu ria de tesão. Tava louca, possuida, sendo uma vadia! O professor fez mais rapido e mais forte e mais rapido e muito forte, segurava meu cabelo com força e socava muito, gemendo. Ele me tirou do colo do diretor, me ajoelhou no chão e socou a rola na minha boca. Comecei a chupar. O diretor me ajeitou de quatro e continuou socando no meu cu, ele tava doidinho, doidinho! O professor urrou e gozou na minha boca, aquela porra branca veio como um melzinho quente na minha boquinha, eu saboreei e engoli tudinho.

- Vadia! Engole mesmo sua puta! Merece ser fodida desse jeito, como uma cadelinha gostosa.

Eu continuei lambendo a porra que escorria do pinto dele, enquanto o diretor me fodia por tras. Ele continuou a toda potencia, sem parar, me fodendo com aquela pica branca e bem grossa. Ele batia nainha bunda e puxava meu cabelo, gemia, acelerou o movimento e continuou socando, ele queria esfolar meu rabo. Ele gritou e espirrou dentro do meu cu.

- Aaaah, cachorra! Gostosa, como eu queria fuder você, como eu queria!

Eu sorri. E rebolei deliciosamente. Eles se levantaram vestiram suas roupas, os rostos eram travessos e exaustos. Eu me levantei e ajeitei a roupa. O diretor foi até a porta e a abriu.

- Lívia, você já está liberada. Pode ir. - disse o diretor.

- Ué, mas já? - eu disse.

- Não tem mais nada em que você possa ser útil aqui e espero que ninguém... - disse o diretor

- Já entendi - interrompi - Pode ficar tranquilo, para mim nada disso aconteceu.

Pisquei e sai rebolando e aberta. Não fiquei ouvindo atras da porta pra saber o que eles falaram, mas posso deduzir que não foi sobre matemática.

Nos outros dias, o Marcos não foi dar aula, ele apenas substituía a dona de matemática, cruzei com ele algumas vezes, nada demais. O diretor eu vejo quase que diariamente, esse sim, me chama para conversar depois da aula. Bem, eu passei de ano kkk! E sem duvidas, eu nasci para dar! E o pai Heitor, bem... Quem liga, né???

Série: Livia, a vaquinha - Fodida pelo professor e pelo diretor.

Comentem, avaliem, deem suas sugestões, opiniões e criticas!

Estou aberta (literalmente) para ouvi-los!

Beijo no pau!


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Comentários

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27/08/2017 11:37:23
Adorei!
02/01/2014 12:27:18
Bom conto!!!
20/12/2013 18:22:58
Muito bom, parabéns />
17/12/2013 06:14:37
delicia 10
17/12/2013 05:23:00
Puuuta safada
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