Garotas da Net 02 - As Safadinhas de Diadema - Parte 2

Um conto erótico de Kiko.18cm
Categoria: Grupal
Data: 27/09/2013 15:49:59
Assuntos: Grupal, Anal, net, Aventura, Boquete

Continuação...

Galera, para entenderem os fatos a seguir, é de suma importância lerem a parte 1 do mesmo conto.

Chegando na varanda, todos nos acomodamos, ficamos sentados na rede, Eu, Maira e Paulinha. No sofá Drica e Cris, e no banquinho próximo a mesinha, Tinho.

Voltamos a conversar, e perguntei qual seria o jogo da vez. Deram ideia do verdade ou desafio. Tinho falou pra jogarmos sueca, até que Drica falou pra jogarmos Eu Nunca. O jogo funcionava da seguinte forma, a pessoa falava eu nunca e completava a frase, por exemplo Eu nunca beijei na boca. Quem já tivesse beijado na boca, teria que dar um gole na bebida de seu copo, e quem nunca tivesse feito tal coisa da frase, não bebia. Achamos legal o jogo, e começamos a jogar. O Jogo começou numa boa, com frases tranquilas no começo, até que após algumas rodadas o jogo já começa a esquentar, falando besteiras, até que a Paulinha esquentou de vez o jogo falando Eu nunca engoli porra e virou sua latinha de cerveja. Na mesma ora todos olharam pra ela e demos risada com a espontaneidade do gole na bebida, e olhamos pras outras meninas e elas não beberam. E eu comecei a falar pra parar de mentir, pq se não a brincadeira perdia a graça e soltei pode beber Maira que eu sei que você gosta, todos demos risada, ela ficou puta, fechou a cara e bebeu, e soltou em seguida e vocês duas não vão beber não?? olhando pra Drica e Cris, e as duas também beberam.

Todos demos risada e combinamos que se fosse continuar o jogo era pra parar de frescura e responder na lata. E o feriadão começava a esquentar. Até que chegou em minha vez e falei Eu nunca dei a bunda. Paulinha e Drica beberam porém as demais ficaram quietas, mas descobri oque eu queria, hehe. E o jogo foi esquentando até que chegou na vez da Maira e falou eu não estou com vontade de beijar o keké (como me chamavam), e todas beberam. Aproveitando a deixa, o Tinho que era o próximo falou eu não to com vontade de beijar a Maira, e além de mim e dele mesmo, a Drica e Paulinha também beberam, e demos risada. Argumentaram que pensaram que seria se não queriam beijar ele, pensaram que era essa a pergunta etc, mas sem nos convencer. Nessa hora, na rede, minha mão já estava fazendo carícia na barriga da Paulinha, enquanto a Maira alisava meus cabelos. Acabou algumas das latinhas com as últimas perguntas, e me propus a pegar mais, pois precisava ir ao banheiro.

Na saída do mesmo, Paulinha estava na porta parada, esperando a vez, e quando sai ficou me olhando. Nem falei nada, apenas a puxei a meu encontro e dei-lhe o primeiro beijo de língua da noite. Sua boca era muito gostosa, beijava pausadamente, com carinho, e aquilo me deixava loko, ao mesmo tempo, minha mão já estava apertando sua bunda, quando o Tinho aparece e grita mas já??? e todas vêm correndo ver oque tava acontecendo, demos todo mundo risada, e cada um foi fazer oque tinha levantado pra ser feito, as meninas foram no banheiro, o Tinho foi no outro, fui para a cozinha pegar as brejas e fiquei lá esperando pra saber quem ainda iria beber. Nisso a Maira sai com a Paulinha do banheiro e vem pra cozinha. E Maira fala brincando, pensei que eu seria a primeira a beijar você fazendo bico e cruzando os braços. Demos risada e falei ó nenénzinhooo, ficou com ciúmes foi, cuti cutiii, vem aki vem. Ela deu risada na hora e veio em minha direção e tacou um beijo na minha boca. Puxei Paulinha pra perto e falei vc não tava com vontade de beijar a Maira?? Aproveita a deixa, as duas deram risadas e ficaram uma olhando pra outra com vergonha, e forço as cabeças ao encontro, elas dão um selinho e dão risada. E continuamos a brincadeira, beijando ora a paulinha, ora maira, e aquilo vai esquentando. Ficamos um bom tempo nessa brincadeira e percebemos que os demais estão quietos demais. E vamos procurar. Quando entramos na sala, temos uma visão incrível... Tinho deitado no chão da sala, com a Drica fazendo um boquete pra ele, enquanto ele tá beijando na boca da Cris e apertando os seios dela. Olho pras meninas com cara de cumplicidade e vamos nós 3 em direção à varanda sem eles perceberem nossa passagem.

Sentamos os três nos sofá, e continuamos os beijos, porém empolgados pela cena que vimos na sala, as coisas já ficam muito mais quentes... A saia das duas já estavam levantadas, e a Maira já apertava meu pau por fora da calça. Puxei Maira pelos cabelos, dei um beijo de língua mais demorado e provocante, apertando ela todinha, vou até o ouvido dela e falo chupa o meu pau sua cadela gostosa. Ela olha meus olhos como cara de animada, e desce na hora. Tira meu pau pra fora, mostra pra Paulinha e olhando pra cara dela vai enfiando o pinto inteiro na boca. Devagar, lambia, enfiava na boca, tirava, punhetava. Maira era expert na arte de chupar, sempre me deixava loko. E o melhor, como ela mesmo dizia, chupava porque gostava, e não pra agradar. Nessa hora, olho pra Paulinha, e ela tá olhando pra Maira e lambendo a boca, aquilo me deixou com mais tesão ainda, puxei Paulinha e começamos a beijar novamente. Que beijo que tinha aquela menina. Maravilhoso! Ficamos beijando na boca, enquanto Maira se divertia com o brinquedo. Enquanto beijava sua boca fui tratando de tirar sua roupa. Tirei sua blusinha, ela levantou e tirou a saia, ficando apenas de calcinha, e a puxei pra mim beijando, lambendo os peitinhos dela, apertando sua bunda, brincando com sua bucetinha por cima da calcinha. Seguro ela pelos cabelos, beijo novamente sua boca e falo quero chupar você. Parecia que tinha oferecido doce pra criança! Na hora ela subiu no sofá e de costas pra mim, praticamente enfiou a bunda na minha cara, e ela mesmo foi abaixando a calcinha conforme ia empinando a bunda pra mim. Meu deus, e que buceta!! Cheirosa, gostosa, quente! Enfiei a língua o máximo que podia, e senti ela tremendo. Colocou a mão pra trás segurando minha cabeça e empurrando ela pra dentro da sua bunda falou baixinho to gozando. Aquilo me deixou desconexo, gozando praticamente ao sentir minha língua em sua bucetinha, e segurando a cabeça de maira com as duas mãos, praticamente faço ela engasgar com minha pica forçando boca adentro, comendo sua boca, chupando aquela bucetinha maravilhosa, e em poucas estocadas gozo gostoso dentro da boca de maira. Que não desperdiça uma gota engolindo tudo, colocando com o dedo oque saíra pelos lados pra dentro da boca de novo, e mostrando pra gente a boca com porra engole o restante novamente. Que delicia. Que maravilha!!! Maira levanta, senta no meu colo e me dá um beijo na boca com vontade, praticamente chupando minha língua. Enquanto Paulinha ainda em transe senta em nosso lado e fica imóvel apenas olhando.

Continuo beijando na boca de Maira, e aquele gosto da buceta de Paulinha não sai do meu pensamento, me deixando rapidamente em ponto de bala de novo. Vendo aquilo, Maira levanta, dá mais uma lambida de fora a fora, fica de pé e fala já volto, saindo sentido a sala. Olho pra Paulinha que ainda parecia em transe, e olho pra minha pica. Ela entende o sinal, e vem abaixando como uma gatinha em cima dele. Sinto suas mãos delicadas pela primeira vez no meu pau, dá um beijo, dois, olha pra mim, e antes que ela começasse a chupar, Maira que já estava pelada fala e com uma camisinha na mão: nem começa, e da risada. Damos risada os três, e Paulinha segura minha pica pra Maira por a camisinha, que põe e sobe nela igual uma puta! Maira tinha uma buceta que se encharcava facilmente. Como ela mesmo dizia, bastava um beijo na boca mais quente pra ficar molhadinha, com um boquete então, ficava ensopada. E apesar de pequena, agasalhava minha pica sem nenhuma dificuldade. E aquele dia não foi diferente. Colocou a camisinha, subiu em cima do sofá, pincelou uma duas vezes na entradinha, e foi descendo, entrando centímetro por centímetro, tudo. Cadenciadamente, mas sem parar, estava todo dentro dela. Ai ela começou a espetacular cavalgada. Como subia e descia gostoso aquela menina magrela. Pulava que nem uma putinha. E gemia gostoso, me segurava pelo pescoço e metia sem parar. Olhando pro lado, vi Paulinha de perna aberta, tocando uma siririca. Aquilo me deixou com mais tesão ainda. Coloquei minha mão no lugar da dela, e comecei eu a brincar com aquele grelinho delicioso. Mexia gostoso em seu grelinho com meus dedos, e ora enfiava um até o fundo, ato que a fazia gemer na hora, enquanto minha boca era disputada pela duas. Ora Maira ora Paulinha me beijando, e eu ali me sentindo o Pica das Galáxias. Ficamos uns 15 minutos nessa brincadeira, quando Maira começa a me arranhar, apertar com força, e eu já conhecia aqueles sinais, iria gozar, deixo de lado Paulinha e seguro Maria pela cintura, forçando ela a meter com força, sem parar. Fato que ajudava pelo pouco peso dela sentada em cima de mim, e forçando as estocadas cada vez mais forte, ela me abraça apertado contra seus seios e goza gostoso. Com a pica inteira dentro, parada, só rebolando, sentindo ela no fundo, ela adorava gozar assim. E eu sinto minhas bolas se molharem com seu gozo. Maira fica ali imóvel, no seu pós gozo, e eu puxo Paulinha a meu encontro e começo a beijar sua boca quase que como uma súplica pelo seu amor. Ela fica de joelhos no sofá e me oferece novamente seus peitinhos pequenos, porém durinhos e pontiagudos. Não recuso, e chupo um a um, já com minha mão apertando sua bunda, e forçando de encontro a gente. Maira olha pra mim, e fala: gozei gostoso seu filho da puta. To acabada. E levanta falando que iria tomar um banho e dormir. Eu precisava de água, e falei pra Paulinha, vamos também. Levantamos os três e fomos sentido banheiro, quando passamos pela sala. Vemos a Cris deitada dormindo, enquanto Drica estava de bruços fazendo uma cara de dor, mas ao mesmo tempo de safada, enquanto o Tinho metia sem dó nem piedade. Na hora imaginei que ele tivesse comendo sua bunda (fato confirmado posteriormente). Eu e paulinha ficamos alguns segundos entretidos olhando a cena quando percebemos que a Maira já tinha entrado no chuveiro. Quando puxo Paulinha para irmos em direção ao banheiro ela fala: deixa ela tomar banho primeiro. Quero você só pra mim agora. Aquilo faz meu pau que tava borrachudo ficar duro na hora e voltamos a nos beijar. Ela começa a bater uma de leve, e só o toque de suas mãos já me deixava loko. Começo a apertar sua bunda e falo no seu ouvido adorei saber que você gosta de dar a bunda, eu adoro. Ela dá risada, abaixa, pega nele com as duas mãos e fala seu pau é muito grande, não vou aguentar. Na hora pensei se ela ver o do Tinho então, vai chorar. Assim que termina de falar, começa a beijar a cabeça dele, sinto pela primeira vez sua boca de veludo em minha pica! Aquela menina era demais, que chupeta. Sua boca quente, engolia meu pau até a metade, e tirava, ficando apenas nesse movimento, com a língua pra fora, meu deus, nunca tinha sido chupado daquela forma, e tava muito gostoso. Ainda mais eu segurando ela pela cabeça, pelos seus cabelos, e vendo o Tinho enrabando a Drica, o que me dava mais tesão ainda. Ficamos daquele jeito por alguns minutos, quando a Maira passa por trás da gente enrolada apenas na toalha, aperta minha bunda e fala. Boa noite pra vocês, porque eu vou dormir um pouco. Estou acabada e quero ir pra praia mais tarde, e vai pra cama, deitando do lado da Cris, que já estava desmaiada fazia um tempo. Seguro Paulinha pelo cabelo a levanto do boquete, que ao soltar meu pau, vejo aquele rastro de baba saindo, e a menina lacrimejando, falo vamos para o chuveiro... Levantamos e saímos em direção ao banheiro... Continua..

Espero que estejam gostando... Em breve continuo o relato deste feriadão prolongado, que foi um dos melhores acontecimentos de minha vida até hoje! Beijos à todos!


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Comentários

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  • Desejo receber um e-mail quando um novo comentario for feito neste conto.
11/11/2013 04:26:27
Cadê a continuação dessa história? Tou querendo saber como termina esse feriadão!


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