Um caso de namorados

Um conto erótico de Gudang Garan
Categoria: Heterossexual
Data: 27/10/2005 06:53:14
Assuntos: Heterossexual

Ao contrário da maioria dos casos de sexo casual frequentemente contados por aqui, as linhas seguintes descrevem uma ocasião de namorados.

Namoro há cinco anos com Carla, e nos últimos meses tenho andado muito ocupado com o serviço, sem finais de semana e nem feriados, de modo que tive que me aproveitar de uma substituição de gerente no banco em que trabalho para uma escapadinha de dois dias rumo ao litoral paulistano. A metereologia afirmava que o Sol predominaria, apesar de eventuais garoas de primavera, curtas e esparças.

Enchemos o carro de comida e bugigangas praieiras, já na quinta-feira à noite. Bola de vôlei, roupas de banho, toalha, cremes e óleos corporais, incensos e martini.

Na sexta-feira, após o expediente, Carla me pegou no serviço com o carro e botamos o pé na estrada.

Eu estava cansadão e dormi antes do primeiro pedágio. Carla havia dormido a siesta, e estava bem mais disposta que eu. A meio caminho, com aproximadamente uma hora e meia de viagem pra trás e pra frente, revesamos. Carla se manteve acordada e conversamos sobre nosso dia de trabalho, falamos mal de alguém e o clima entre nós estava ameno. Leve e tranquilo.

Chegando no apartamento que alugamos uma semana antes, ficamos bem surpreendidos com a boa localização central e o asseio do lugar. Os móveis estavam novos e, contrariando todas as expectativas, tudo funcionava. Até o chuveiro estava legal.

Distribuímos as coisas na geladeira, falando o tempo todo sobre como exageramos na carga e fomos tomar um banho pra ir pra cama, pois já passava da uma da matina, e queríamos acordar cedo.

No chuveiro, esfreguei suas costas com uma esponja que trouxemos, e tive minha primeira ereção da viagem. Como estava muito cansado, e Carla falava sobre os últimos acontecimentos de sua família, fiquei na minha.

Fomos pra cama e não me aguentei ao vê-la deitada de bruços, só de calcinha preta e camisetão, experimentando o colchão. Dei uns beijinhos em sua bunda, e chupei sua xana. Foi uma chupada meia-boca, pois eu estava realmente acabado e sonolento. Ela gozou gostoso em minha boca e teria retribuído se eu não dissesse que precisava MESMO dormir.

Ela não se sentiu contrariada, pq também estava esgotada, e dormiu assim que fechou os olhos. E essa foi nossa noite de chegada. A coisa esquentou mesmo foi quando a manhã chegou.

...

Acordamos tarde, e perdemos a praia, pois o Sol já dava lugar a uma garoazinha suave.

Carla recolocou sua calcinha, perdida no início da madrugada e fomos tratar de acordar.

Lavei, com água fria, minha cara inchada de tanto dormir e tomei uma ducha morninha. O chuveiro tinha duas torneirinhas pra regular saída de água fria e quente, a gosto.

Carlinha preparou um café com leite pra si e deixou um pra mim também. Tomei enquanto ela se banhava.

Eu jamais haverei de entender como ela suporta essa água fervendo. Só toma banho com água muito quente, o que geralmente inviabiliza nosso banho juntos.

Fomos pro quarto, colocar roupas e acabamos na vadiagem.

Me larguei no colchão cheiroso de uma das camas de solteiro. Cabe comentar que o apartamento tinha apenas dois quartos, sendo que num deles havia uma cama de casal e uma janela. No outro haviam umas seis camas, mais uma varanda e uma janela. E era suíte.

Sou muito calorento, e não teria curtido dormir no quarto de dentro.

Carlinha veio de mansinho na cama, com uma carinha sapeca que aprendi a decifrar e se chegou em mim. Me deu um beijo gostoso na boca e desceu os lábios pra meus mamilos.

No mesmo tempo, agarrou meu pau por cima da cueca. Isso sempre funciona comigo, pois o cacete endurece automaticamente, e a sensação é o máximo. Sou da opinião de que uma punhetinha bem caprichada é melhor que uma chupeta demorada. Sei lá. Gosto é gosto!

Empurrei minha cueca pra baixo e coloquei as mãos atrás da cabeça. Eu teria agarrado os cabelos da Carla, mas ela gosta de ordenar que eu puxe seus cabelos, e seu desejo é uma ordem, óra!

Ela molhava meu pau com a língua e manuseava as bolas com a mão esquerda. Salivava um pouco nele e masturbava com a direita, bem molhado e sem rítimo, alternando os movimentos e me botando em brasa.

De onde estávamos, dava pra ver o olho da rua. Logo, da rua poderíamos ser vistos também. Levantei nu e joguei um colchão de outra cama horizontalmente na entrada da varanda. Coloquei o colchão de casal no chão e me joguei nele de costas.

Carla veio com sede.

Carla é branquinha, tem os seios de tamanho e forma perfeitos. Mamilos pequenos e salientes. O corpo é lisinho da cintura pra cima, e ela costuma depilar as pernas semanalmente, pra se manter peladinha. O quadril é bem largo, e a bunda grande.

O pescoço traça uma nuca delicadinha e beijável, e a barriguinha é enfeitada por um umbigo pequenininho. Os lábios vaginais são pequenos e bonitinhos. Na verdade, é a bocetinha mais linda que já vi. O rabinho é rosado e sensível.

Uma virtude sempre bem vinda de carla é sua higiene íntima. Sua vagina está sempre bem limpinha, e com ela aprendi o prazer de uma chupada gostosa, de racha e de ânus. E ela goza sempre várias vezes em nossa trepada.

Quando goza, Carla me aperta estupidamente forte com as pernas, e contrai cada pedaço de seu corpo num espasmo estrondoso. É lindo vê-la gozando.

As vezes, observar a Carla gozando é motivo pra próxima trepada, ou pra próxima punheta.

O conjunto Carla, enfim, é maravilhoso. Seus olhos verdes, seus cabelos longos e macios, seu sorriso com uns dentinhos meio desalinhados, bem de levinho, sua silhueta perfeita e sua fome safada...

Carla veio pra cima de mim com os peitinhos em volta de meu pênis, fazendo uma espanhola enlouquecedora.Ela chupava um pouco e masturbava com os seios, passando os mamilos na cabeça inchada e me fazendo suar feito uma bica. Minhas costas grudavam no colchão e eu respirava profundo feito o vento leste.

Agarrei seu corpo e tentei puxar sua rachinha pra minha boca, pra um sessenta e nove voraz, mas ela resistiu e disse:

--Mais tarde. Agora eu só quero fazer você gozar.

E gozei mesmo. Gozei tão forte que vi estrelas. Gozei com os olhos apertados, mas antes vi um jato de porra subindo de mim em direção ao teto. Carla abocanhou e não deixou mais gota nenhuma desperdiçada.

Apertou meu caralho com as mãos, como quem espreme, até terminar tudo. O esperma e minha força.

Tudo ficou escuro.

...Mas não acabou aí.

...

Quando voltei a mim mesmo, a Carla estava saindo do chuveiro. Além de quente, o dia estava abafadão.

E tinha suado bem, e meu pinto latejava de levinho, dormindo mole.

Aí, ela fez uma das coisas que eu mais aprecio: Sentou de cócoras no meu rosto, pra eu chupá-la. E dessa vez eu não estava com sono!

Comecei beijando seus pequenos lábios, bem na mãnha, sem pressa.

Com as mãos, massageava seus seios, do exato tamanho de minhas mãos, pinçando os mamilos em meus dedos, bem de leve.

De vez em quando, afastava seus grandes lábios com minhas mãos.

Ela encontrava-se acocorada sobre meu rosto, virada de frente pra minha cabeça, de costas pro resto de meu corpo. Mandei-lhe que abrisse sua xota com seus dedos, afstando os lábios pra eu lamber, e só de dizer isso, meu pau já acordou. E foi acordando...

Eu sugava seu grelinho, recém lavadinho e perfumado com o cheiro natural da Carlinha. Isso me embriaga e eu só fico com vontade de chupar mais. E foi o que eu fiz.

Intensifiquei, enfiando a língua em sua xana, o mais forte e fundo que eu conseguia, procurando lamber o máximo possível de seu suco, que já tinha lavado minha cara inteira.

Introduzi a língua em sua bundinha, do jeito que ela gosta, várias vezes, girando a língua com força e bem devagar. Ela gemia que nem uma gata, e isso me deixa surtado. Quando ela geme eu tenho que me segurar pra não gozar. É uma delícia de gemidinho, bem manhoso!

Carla gozou. Como eu gosto quando ela goza. Ela desfalece, sentando de vez em minha cara, perde as forças e se contrai como se o ar de seu corpo saísse todo de uma só vez. É como se ela tomasse um choque de alta voltagem. As vezes, até parecia que estava chorando.

Então ela virou de costas pra mim, ainda com a xoxota em minha boca, e abocanhou meu pau.

...

Não deixei ela chupar muito, pois já estava pra explodir. O cheiro de sua xota me dava um tesão de tal intensidade, que eu tinha que pensar em outras coisas, menos excitantes.

Muitas vezes, mulheres pensam que o cara está n'outra, distraído, ou seiláoquê, mas a verdade é que o fulano está dispersando o tesão em pensamentos maçantes, como o serviço ou a família andando pelada. Whatever.

Peguei um travesseiro grandão qeu tinha caído no chão, ao lado da cama, e coloquei atrás de minhas costas.

Empurrei ela delicadamente, mas decidido, na direção de meu pau. Não é um pau gigantesco, e fica bem grosso na hora H. Virei ela de frente pra mim e puxei pra meu lado, metendo o membro inteiro, de uma vez só, bem fundo. Eu adoro quando isso acontece: Minha Carlinha gozou novamente.

As vezes isso ocorre, e me considero um cara de sorte por isso. Ô mulher que goza gostoso. E muito!

Meti mais um pouco em sua bocetinha e pedi seu cuzinho. Pode-se dizer que eu exigi: Agora eu quero o seu cuzinho.

Ela me olhou ocm os olhos semi-abertos, a boca vermelha, respirando pesado e bem suada. Seu abdômem se juntava no meu em meio a um rio de suor, e nosso cheiro já impregnava o quarto.

Carla me tirou de dentro de si e apontou meu pau nas pregas de seu rabinho apertado. E perguntou, safada: Gosta disso, cachorro?

EU disse que sim, e ela passou alguns segundos esfregando, de levinho, minha glande em suas preguinhas. Eu delirava de tesão, e ela encaixou a ponta. Chegou o momento de enrabar minha gatinha.

Ela cuspiu em sua própria mão. Cuspiu novamente, juntando saliva e labuzou meu pau, que já estava quase explodindo. E lambuzou bem a cabeça, principalmente, passando a lubrificar o cu com a ponta de meu cacete.

Começou a descer, com meu pau entrando em sua bunda, bem devagar. Nessa hora eu elevei meus pensamentos a qualquer outra galáxia, pois tinha que segurar meu gozo a todo custo. Precisava curtir um pouco mais daquela bundinha.

Carlinha subia e descia, bem pouquinho, e eu bombava no movimento contrário, pra dar mais distância e intensidade.

Meu pau acostumou-se e eu consegui me conter, até que aconteceu o que narro a seguir, no próximo parágrafo.

Ela enrolou a língua, com os olhos apertados, e salivou, pelo lado da boca. Babou em meu peito. Agarrou meus cabelos, que eram compridos na época e apertou seu reto como jamais senti antes. Carla estava tendo seu primeiro orgasmo anal!

Eu explodi. Nem sequer tentei me conter, pois era o momento mais que perfeito pra gozar, junto de minha amante, num arrebatamento fodido, como jamais havia sentido antes. Enchi o cuzinho apertado dela com um esperma denso, que saiu tão estourado que meu pau doía em meio ao prazer.

Ela desabou por cima de mim, e meu pau, já amolecendo, escapou de dentro, com um barulinho característico. Não dava pra beijá-la, pois ela estava tentando recuperar o ar, e eu a abracei sem apertar, com uma mão em suas costas e a outra passeando entre as nádegas generosas.

Molhamos tudo, e desconfio que nosso cheiro jamais vai abandonar aquelas paredes, mesmo com a maresia do lugar.

Naquele dia, meu pênis ficou imprestável. Inchado e vermelho, parecia até estragado. Mas eu sabia qeu era questão de horas e ela estaria bom novamente. Pronto para mais uma batalha. Já o rabinho de minha Carla levou mais tempo pra sarar. Não se podia nem chupar, de tão assado.

E lá se foi nossa tarde.


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