Cobra Criada

Um conto erótico de Alphabravo
Categoria: Heterossexual
Contém 1595 palavras
Data: 04/05/2005 16:07:43
Assuntos: Heterossexual

Preocupado com a rebeldia da filha mais nova, desde que a mulher dele morreu, um primo de minha esposa, que morava em Itaboraí, no Rio de Janeiro, pediu que a jovem de 14 anos passasse algum tempo em minha casa. Ele cobria de elogios o comportamento de meus filhos também adolescentes, mas que estudavam, eram bons alunos, freqüentavam a igreja e aparentemente só tinham bons hábitos. Eu ponderei com ele que, embora em princípio todos os seres humanos sejam iguais, o ambiente doméstico desde cedo onde as crianças interagem pode fazer diferença e que eu não era definitivamente o disciplinador que ele pensava. Meus filhos eram do jeito que eram porque não tiveram nem chance de aprender que o mundo fosse de forma diferente, mas que a filha dele que aos 14 nem tinha terminado a terceira série do curso primário talvez levasse muito tempo para se modificar, para se adaptar a uma nova visão de vida. Para atender ao apelo de um pai em desespero, decidi que a menina podia vir, tive uma longa conversa com ela e com os meus 3 filhos, pedindo que facilitassem a vida de Creusa, uma menina muito grande para sua idade, com olhos de mulher da vida, cabelos louros pintados, lábios grossos e sensuais, meio gordinha, e uma tatuagem ao redor do tornozelo. A primeira fase da operação foi a reforma do guarda-roupa, pois no condomínio onde eu morava com certeza ela não entraria com aqueles trajes que eu a vi na casa dela. Os dias iniciais foram de aprendizado mútuo, ela demonstrando uma boa vontade que nem eu mesmo esperava. Até ia à igreja com meus filhos e minha esposa. Depois, tive que procurar uma escola que tivesse turno da noite para que ela pudesse fazer o supletivo, para ganhar tempo. Eu saía com Creusa para resolver tudo, já que minha esposa dava aulas em duas faculdades e seu tempo é muito curto até para cuidar de nossos filhos. Como contador, tenho meu trabalho mais pautado por um expediente regular e a coisa só aperta no fim do ano ou quando chega a última semana para declaração de renda. Penso que nossa amizade, ou melhor intimidade, decorreu do fato de estarmos sempre juntos, de eu sair para fazer compras com ela, de levá-la e buscá-la na escola noturna etc. Fomos nos tornando confidentes, ela contou-me que perdera a virgindade aos 10 anos, que já havia fumado maconha e cheirado cola. Quando chegávamos em casa depois da escola, ela ajudava a empregada a preparar um lanche para minha mulher que sempre estava cansada das doze aulas diárias que dava de segunda a sexta. De um modo geral, tanto minha mulher como a empregada iam dormir e eu ficava ainda conversando com Creusa. Assistíamos televisão na sala, mas normalmente em poltronas separadas. Um dia ela estando sentada no tapete, perguntou se podia botar a cabeça no meu colo, como costumava fazer minha filha mais nova, que era da idade dela. Eu disse que ela era minha sobrinha, embora de um grau bem afastado, mas que fazia parte do meu lar; que era o mesmo que minha filha. Creusa sorriu, me agradeceu e esticou o corpo, pondo sua cabeça entre as minhas pernas. Sem que eu percebesse, ela começou a alisar minha perna, já que eu estava apenas de short. Ajeitou a cabeça de forma que sua boca ficasse sobre o meu pau. Depois me perguntou se eu não sentia falta de carinho, já que a tia dela saía muito cedo e voltava muito tarde, cansada e que ela não vira ainda eu e minha mulher se beijando. Eu respondi que nós fazíamos carinho de madrugada. Naquela noite a conversa ficou por aí. Dias depois, ela sentou-se na poltrona que ficava quase ao lado da televisão e fingia estar lendo algo. Creusa usava um vestido largo e quando abria as pernas dava para notar que estava sem nada por baixo. De tempos em tempos, ela levantava a vista e me encarava, abrindo ainda mais as pernas e até ficando na ponta dos pés, embora sentada, para que, com os joelhos bem levantados, eu tivesse total visão da sua boceta. Aquilo me excitou e eu não encontrei uma forma de conversar com ela, aconselhando-a a se refrear. No dia seguinte, no regresso da escola, ela pediu se podia dar um pulo comigo na praia, só para ficar olhando o mar e conversando, mesmo que fosse dentro do carro. Eu disse que sim e quando estávamos conversando, ela perguntou se podia colocar a cabeça no meu peito, como minha filha mais nova fazia. Mesmo sem graça e temeroso que algum vizinho me visse, eu concordei para não frustrá-la. Creusa colocou sua cabeça no meu peito, descansou seu braço na minha perna e vagarosamente alcançou meu pau com a outra mão. Eu não sabia o que dizer, principalmente porque algo começou a ficar volumoso debaixo da mão dela. Não dava para disfarçar. Lentamente, ela abriu o zíper da minha calça. Minha respiração ficou em suspenso, enquanto ela enfiava a mão dentro da minha cueca e liberava meu pau. Tudo em silêncio, como se fosse um acordo tácito. Ela começou a fazer um movimento de vaivém. Eu sussurrei que minha filha não fazia isso comigo e Creusa respondeu que ela era um pouco mais do que apenas filha. Continuou o movimento, que agora tinha passado de gostoso para irresistível. Creusa sorriu e disse: Ela não faz, porque não sabe o que está perdendo. Creusa evidentemente referia-se a minha filha, sem ao menos se importar que eu poderia ficar chocado com a insinuação de incesto. Embora fosse previsível, eu queria negar que iria acontecer o que veio a seguir. Ela beijou a cabeça do meu pau, que já começava a soltar aquele líquido viscoso peculiar, melando a glande. Creusa disse que gostava de lamber a cabeça do pau quando ficava assim lubrificado. Eu não disse nada. Acho que ela interpretou meu silêncio como sendo a concordância para que ela fosse em frente. E ela foi. Deu uma longa chupada. Salivou um pouco o ambiente, para logo em seguida dar outra chupada mais forte, botando mais pressão nos lábios à medida que afastava sua cabeça. Ela se posicionou de tal forma que eu tivesse acesso visual ao meu pênis e sua boca fazendo aquele trabalho. Parou por instantes para perguntar se eu gostava de ver a chupada. Eu apenas alisei os cabelos dela, agora vendo o movimento lindo que ela fazia, sugando com força meu pau. Ela parou de novo para dizer que iria engolir a minha porra quando eu gozasse para não ficar vestígios no carro. Logo a seguir continuou o boquete agora com a nítida intenção de que eu gozasse logo, pelo menos eu pensei que fosse. Mas ela interrompeu de novo para pedir que eu enfiasse a mão por baixo de sua saia jeans e brincasse com o grelo dela, para que ela não ficasse no prejuízo, ou seja, só eu atingisse o orgasmo. Eu pensei cá comigo que a menina era cobra muito mais criada do que eu pensava. Estiquei o braço, alisei suas coxas, Que sensação gostosa, gratificante sentindo minha mão avançar em suas carnes cada vez mais quentes. Afastei sua calcinha e toquei uma leve siririca, que foi se transformando em desesperada masturbação à medida que ela também aumentava o ritmo do boquete. Enfiei um dedo, depois outro na sua boceta. Ela estava alagada e seu corpo estremecia com os toques que eu dava. Tudo parecia gostoso demais e eu nem quis saber das conseqüências. Eu gemia alto, embora tentasse conter. Ela entendia tudo da arte de enlouquecer um homem. O gozo foi se aproximando rápido. Eu queria retardar, mas notei que era impossível. Eu não tinha mais controle sobre mim, porque ela chupava de uma jeito que só posso chamar de saboroso. O tesão aumentava de forma estranhamente deliciosa, num crescendo como poucas vezes eu tinha experimentado e os primeiros jatos inundaram a boca de Creusa que rapidamente buscava engolir. Ela catava cada gota de porra com a língua. O movimento de sua garganta na tentativa de não desperdiçar nada era muito gostoso de ver e sentir. Depois, ela ficou inerte uns segundos e a seguir seu corpo começou a dar alguns solavancos. Ela estava gozando... um gozo muito intenso, que sacudia fortemente todo o seu corpo. Por uns segundos tudo que restou foi o silêncio, mas logo depois, Creusa ainda deu mais dois longos espasmos que novamente balançaram fortemente seu corpo, como se ele estivesse quebrando. A jovem literalmente desarmou sobre o meu colo e pareceu desmaiar por cerca de um minuto. Despertando, disse que tinha sido muito bom, o melhor da vida dela, talvez porque estivesse tanto tempo sem ter sexo. Com a língua acabou de limpar os resquícios de porra e elogiou meu trabalho na xota dela. Você é muito bom nisso, tio. Minha tia é uma mulher de sorte. Depois, Creusa ficou pensativa. E agora, meu bem?  perguntou Creusa como se fosse uma mulher adulta falando com seu amante. Eu não sabia o que responder. Ela disse que eu não me preocupasse, que ela ia ser bem discreta e que não queria por tudo que estava começando tão bom a perder. Creusa percebeu o meu ar de preocupação e arrependimento. Não esquenta a cabeça não, meu amor. Vamos pra casa se não alguém pode desconfiar da gente  concluiu a jovem sobrinha da minha mulher. Eu liguei o carro em silêncio e fui para casa sem saber exatamente o que viria depois.

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