A Aventura de Thiago

Um conto erótico de pervety_6
Categoria: Heterossexual
Contém 3520 palavras
Data: 27/02/2025 17:57:55

Thiago estava entediado. Mais uma noite no trampo mal remunerado. Procurava dissimular a antipatia que os outros funcionários lhe inspiravam enquanto cumprimentava com acenos de cabeça. Ele queria estar em casa, deitado, talvez dormindo, ou ouvindo música enquanto aproveitava a agradável sensação da chuva caindo no telhado. Porém devia trabalhar. Devia subir na sua moto e se aventurar pelas ruas solitárias, escuras e inundadas. Thiago era o entregador de uma pizzaria. Normalmente ele fazia bem o trabalho. Naquele dia, porém, experimentava o cansaço acumulado de uma atividade mil vezes repetida. As mesmas casas, as mesmas caras, as mesmas ruas e até os mesmos cheiros. Thiago se sentia saturado.

Na rua, pilotando de forma automática, pensava em Marina enquanto as gotículas da chuva banhavam seu rosto, o que lhe dava um pouco de alívio. Pensava em como a garota havia ficado diferente depois do término. Certa tarde ela apareceu falando que estava cansada e que “as coisas se desgastam”. Essas palavras ficaram martelando na mente de Thiago por alguns dias e de vez em quando voltavam, trazendo certo desgosto. Thiago se perguntava se essa decisão não teria a ver com outro cara, mas guardou para si esse pensamento. Não gostava de drama. Não gostava de discussão. Tudo o que ele disse em resposta a ela foi “tudo bem”, no fundo concordando que as coisas estavam desgastadas mesmo. Era estranho porque, antes, quando estava com ela, Thiago a considerava um tipo de alívio ou remédio quando as coisas estavam ruins. Entretanto, só agora ele se deu conta de que nunca disse isso a ela. Talvez porque não tivesse refletido sobre isso. Enfim, já era.

Thiago cumprimenta maquinalmente a recepcionista, que lhe entrega o endereço e a encomenda. Olha para o papel e observa com desgosto que a entrega era para um bairro distante. Olha para o relógio e verifica que são 19h35. Foda-se, ele diz mentalmente pegando o pedido. A vida é dura, a vida é dura, repete para si, lembrando da fala de um personagem de um filme visto dias atrás. Subiu na moto e se mandou para o endereço designado.

Chegando ao local, que era um bairro nobre cheio de casas chiques, cuja rua do endereço estava deserta, buzinou, bateu palmas, mas por uns cinco minutos ninguém o atendeu. Naquela noite ruim isso era tudo que faltava para transbordar seu mau-humor. Já pensava em voltar quando alguém veio lhe atender. Ela era morena, de um tom contínuo e suave. Andava apressada e seu rosto tinha uma expressão de quem quisesse se desculpar. Ela tinha coxas grossas, o quadril largo e uma bunda bem grande. Cabelo castanho claro, ondulado. Thiago esqueceu na hora seu mau-humor e o fato de ter ficado plantado esperando na chuva. Ela usava um short branco de pijama com o qual ela não demonstrou embaraço, apesar de marcar todo o tamanho da sua buceta. Thiago pensou ter visto, durante o lapso de tempo que durou seu exame da roupa da moça, que os pelos salientes da buceta eram visíveis por cima do short branco. Mas isso devia ser coisa de sua mente pervertida. Era melhor não pensar nisso. Era melhor não prestar atenção. Baixou os olhos e procurou fingir indiferença e não pensar nos bicos protuberantes dos peitos da garota, marcados detalhadamente na blusa. Mas a voz tranquila e simpática da garota fez com que o rapaz levantasse os olhos e a encarasse. Normalmente as pessoas não eram simpáticas. Ou o tratavam com indiferença ou com rispidez. Era assim no trabalho. Quase não havia humanidade nas pessoas.

- Você trouxe o troco, meu bem? – ela perguntou.

Thiago se questionou se não havia uma segunda intenção dissimulada na forma como ela falou, mas logo deixou de lado essa ideia e repreendeu a si mesmo por ser tão infantil: às vezes as pessoas apenas são educadas.

- Aham. – Entregou o pedido e recebeu o pagamento.

Por que havia essa tensão entre eles? Thiago se perguntava enquanto se preparava para dar meia-volta. Então se lembrou das histórias dos filmes em que o protagonista conhece uma garota numa noite banal e começam a conversar. E se eu puxasse conversa? Ela não sabe que não sou de conversa. E se ela der corda, quem sabe o que acontece depois? Pensava ingenuamente o rapaz, não desconfiando que a mulher só queria entrar para comer logo sua pizza em paz.

- Aqui é um pouco sinistro – ele falou, contemplando a rua.

- Na verdade aqui é bem calmo e bonito durante o dia. Só que com essa chuva o ambiente fica assim... meio sombrio.

- Ok, vou indo. – Mas ele não foi e nem a garota entrou. Por que ela continuava plantada esperando sabe-se lá o quê?

Os dois permaneceram calados. Ela o encarava fixamente, tranquila, e ele às vezes a olhava, mas em seguida desviava os olhos para o chão. Havia constrangimento e pressa. Thiago entendeu que deveria transpor uma porta feita de gelo atrás da qual poderia haver recompensas inesquecíveis, mas não conseguia transpor. Porém, foi a garota quem rompeu o gelo:

- Quer entrar? – Foi só o que ela disse, porque o rapaz entendeu os mil significados dessa pergunta e as promessas que ela representava. Respondeu afirmativamente com a cabeça e pensou ter visto nos lábios da morena um sorriso levemente descarado, que no fundo o intimidava porque o fazia se questionar se ele seria capaz de fazer seja lá o que ela quisesse. Poderia simplesmente ser conversar sobre banalidades femininas... ou outra coisa.

- Você não é casada?

- Na verdade moro com minha irmã, mas no momento ela não está. – A garota tinha o hábito de iniciar as frases com a expressão “na verdade”.

Thiago transpassou o limiar do portão, tirou o capacete e pensou que afinal o universo havia conspirado a seu favor.

Lá dentro estava quente, aconchegante e silencioso. A sala era bem arrumada, limpa e havia certo luxo. Havia um lustre colossal no meio do teto de gesso. Um sofá branco enorme. Thiago fingiu não se intimidar com a elegância luxuosa na qual viviam aquelas pessoas. Era estranho que uma mulher que aparentemente era rica o chamasse para dentro de sua casa, o que indicava que provavelmente ela só queria diversão. E isso era excelente.

- Você nem me conhece – ele disse.

- Na verdade eu conheço – disse a moça, mordendo um pedaço de pizza. - Conheço de algum lugar, mas não sei exatamente de onde. – Ela riu e apertou os olhos tentando lembrar de onde conhecia o rapaz.

- E você, me conhece? – ela perguntou.

- Não sei; acho que já vi você por aí.

Thiago a conhecia. Sempre a via na academia. Ocasionalmente ele ficou impressionado com o tamanho do rabo dela enquanto agachava. Ela usava uma legging branca que entrava toda no rabo. Thiago se lembrava de ter ficado com essa imagem na mente o dia inteiro. Rabo medonho da porra, ele dizia para si na ocasião enquanto fingia que treinava pesado, mas na realidade estava cheio de tesão e com a mente cheia de obscenidades terríveis.

- Acho que já vi você na academia – ele disse.

- Ah, tá. É verdade. Já vi você mesmo lá.

- Andressa, né? O Seu nome.

- Sim.

- Cidade pequena.

- E o seu?

- Thiago.

- Prazer.

Andressa ficou uns segundos calada e manteve um olhar ousado. Pediu licença e voltou com uma garrafa de vinho tinto e taças. Ofereceu uma a Thiago, a qual ela encheu pela metade. Ele tomou tudo de um gole. Estaria ansioso? Ela riu e ele se explicou dizendo que era para “esquentar”. Ela ofereceu uma fatia de pizza, que ele aceitou prontamente e começou a comer. Agora se sentia menos inibido, mais à vontade para falar e admirar a beleza da mulher. Ela tinha uma tatuagem enorme do que parecia ser um ramo de flores coloridas, que começava na bunda, subia pela cintura e ia até o meio das costas. Um desenho de algo que parecia uma cobra cuspindo uma espada e que se enrolava no antebraço direito. Havia desenhos minimalistas de aranhas, caveiras, gatos, flores, borboletas etc. Todas coloridas e em profusão, o que dava à garota um aspecto exótico. Ela era estilosa.

- Quantas tatuagens você tem?

- Vinte e cinco – ela disse.

- Imagino que tenha alguma escondida – ele disse.

- Na verdade eu tenho.

- Posso ver?

- Se fossem pra ver não estavam escondidas – ela disse, sabendo que acabaria mostrando e ele sabendo que iria acabar vendo.

Ela bebia tranquilamente o vinho enquanto comia a pizza. Thiago a imitava, porém bebia mais do que comia.

- Come também – ela disse, de um jeito ambíguo.

- Comer o quê?

- A pizza. Pra você comer a pizza – ela riu.

Thiago começava a se inquietar, pois queria levar as coisas para um outro estágio, mas não sabia como fazer e a garota tinha uma atitude que não permitia saber ao certo o que ela pretendia. Talvez ela só quisesse trocar ideia com um conhecido e depois nada mais. Mulheres são cheias de cálculos extravagantes.

- Posso fazer uma pergunta? – ele disse, ao que ela sorriu de um jeito safado intuindo que haveria malícia na pergunta.

- Não sei – ela riu. – Que tipo de pergunta um cara faria pra uma mulher, estando os dois sozinhos? - bebeu o vinho e olhou de lado.

- Sua calcinha é fio dental? – ele olhou para Andressa, calmamente, se fingindo de bobo, o que fez ela sorrir de satisfação.

- Não sei – ela respondeu, com faceirice. – Por quê?

- Quando você levantou pra pegar o vinho olhei pra sua bunda e vi que a calcinha tava toda dentro do seu rabo. Tava bem enfiada.

A garota olhava para o rapaz com surpresa e satisfação, admirada com a ousadia. Apertou os olhos, riu e balançou a cabeça.

- Na verdade eu tô sim de fio dental, garoto – ela disse, satisfazendo a curiosidade pervertida de Thiago.

- Qual a cor? – ele perguntou.

- Meu deus – ela gargalhou, a boca vermelha, os olhos brilhando –, você é um pervertido sacana, sabia?

- Sim, eu sou mesmo – ele disse, puxando a garota e procurando a boca dela com avidez.

Ela respondeu ao beijo de Thiago com a mesma avidez. Thiago chupava a língua e os lábios de Andressa, sentindo o gosto do vinho e o hálito delicioso da fêmea. A pele dela era incrivelmente macia e cheirosa. Thiago a segurou pela cintura, colocando-a no colo, o que ela respondeu enlaçando o pescoço do rapaz, apertando suas bocas uma contra a outra até os dentes se chocarem. Ela ofegava e Thiago sentia seu calor apesar de estar frio. O pau de Thiago estava duro como uma rocha. A garota sentou bem em cima e, sentindo a dureza contra a buceta e o cu, começou a se esfregar enquanto se beijavam. Thiago segurou com as mãos cada lado da bunda de Andressa e fez ela sentir a potência de seu pau pressionando a buceta.

- Ai. Que tesão do caralho - ela disse, virando a boca para o lado, de olhos fechados.

Mordeu os lábios e esfregava a buceta com força contra o pau de Thiago.

- Quer foder essa buceta, cachorro? Quer foder essa buceta, porra?

Então Thiago fez uma coisa que foi a realização de um desejo pervertido. Segurou a barra do short de Andressa junto com a calcinha e puxou para cima, fazendo com que o short e a calcinha entrassem bem no meio dos lábios da buceta da garota. Andressa gemia, balbuciava palavrões e esfregava a buceta em cima do pau de Thiago. Ele percebia a umidade da buceta inundando o short e molhando sua cueca. Colocou o pau pra fora. Vermelho, torto, cheio de veias azuis e com uma cabeçona enorme.

- Ai. Esse pau vai me rasgar toda – ela disse, se esfregando na rola igual uma puta no cio.

Ela se esfregava de um jeito que Thiago podia sentir o pau entrando na umidade quente da buceta. Apenas a calcinha e o short impediam o pau de Thiago de foder aquela xana. Thiago pensou que a garota devia estar no período fértil, o que explicava essa agressividade toda.

- Ai. Eu vou gozar assim. – Antes que terminasse de falar Andressa sentiu a onda de prazer sair do fundo de sua buceta e subir pelo seu peito, sacudindo suas pernas com tremores leves.

Ela gozou apenas se esfregando no pau de Thiago. Andressa quis continuar, queria arrancar o short e sentar no pau de Thiago, mas ele tinha outra ideia em mente. Acontece que ele era tarado por calcinhas. Ele gostava do cheiro, do tecido, do formato, das cores. Ele queria ver cada detalhe. Não queria que Andressa ficasse sem calcinha, pois isso perderia a graça. Queria admirar ela de todos os ângulos possíveis e queria que a calcinha dela fosse a mais sacana já feita.

– Espera, espera. Ainda não – ele disse. – Eu quero te ver de quatro.

Submissa, ela obedeceu, inebriada de tesão e com vontade de se submeter à vontade de um macho. Então, ela se levantou, tirou o short, ficou de costas e de quatro sobre uma mesinha, com o rabo virado para Thiago. Ela se arreganhou o máximo que pôde e Thiago pôde ver a mais linda calcinha de puta toda enfiada naquele rabo maravilhoso em que até umas pequenas celulites davam ao rapaz um prazer terrível. Havia uma tatuagem no rabo da garota de um coração minimalista vermelho pegando fogo. Thiago se aproximou e deu um tapa com toda força que pôde e o barulho ressoou pela noite silenciosa. A bunda ficou vermelha imediatamente no local da pancada. A garota soltou um gemido de dor, surpresa e tesão. A calcinha era de renda, uma linda calcinha de renda, totalmente enterrada naquele rabo imenso. Thiago queria cheirar, queria lamber, queria olhar a vida inteira para aquele rabo engolindo aquela calcinha.

- Olha, pode olhar. Pode admirar a tua puta, meu macho – foi o que ela disse. – Percebendo que o rapaz estava extasiado e empurrava a bunda na cara de Thiago.

Andressa, então, começou a rebolar devagar e olhava Thiago por cima dos ombros. Thiago disse para ela ficar ainda mais empinada. O fio da calcinha passava delicadamente sobre o cu da garota sem ocultar totalmente as preguinhas. Thiago estava feliz. Thiago tinha o rabo mais lindo do mundo só para ele. Puxava a calcinha da garota pra cima, fazendo ir ainda mais fundo na buceta e no cu. A garota gemia de dor e de tesão. Ele agarrou Andressa pela cintura e começou a esfregar o pau na bunda dela.

- Aaahh, tá muito duro – ela disse, gemendo.

Thiago puxou a calcinha para o lado, deixando o cu e a buceta à mostra. Thiago arreganhou a bunda de Andressa e se inclinou. Ele lambia o cu de Andressa, cuspia e lambia novamente. Andressa dava uns gemidos fininhos. Thiago lambeu o cu até ficar bem babado. Ela, então, sem poder se conter mais, se levantou meio tonta, apressada, ajeitando os cabelos, olhando para o pau de Thiago, com o short no tornozelo.

- Senta aqui – ela disse, indicando o sofá.

Thiago sabia que ela queria chupá-lo. Ele tirou a cueca e, antes de ter sentado, Andressa abocanhou o pau de Thiago. Ela chupava com um desespero selvagem, insano. Andressa enfiava o pau fundo na garganta, se engasgava, tossia e começava de novo. Ela tirava o pau da boca e batia com ele na própria cara, com os olhos fechados, se babando toda. Andressa estava ajoelhada diante de Thiago, que segurava os seus cabelos.

- Eu quero apanhar, eu quero apanhar. Bate na minha cara. Bate na minha cara, por favor – ela pedia, completamente fora de si.

Thiago não hesitou. O barulho do tapa encheu o ar. Era tão estranho bater num rosto tão bonito que deveria ser beijado e acariciado, mas essa ideia fazia com que Thiago batesse com mais força. Ele parecia querer punir a garota por algo que nem ele sabia.

- Bate, bate, bate, caralho – ela dizia, sentindo muita dor, mas sem conseguir parar de pedir por mais violência.

O barulho do som das pancadas rasgava o silêncio, acompanhado de gritos e gemidos fininhos. Como uma putinha indefesa, submissa, humilhada de tanto apanhar na cara.

- Me come, por favor – ela pediu. – Minha buceta tá doida pra levar pau.

Thiago, sentado no sofá, levantou Andressa pela cintura e pôs ela em seu colo. Ela apenas sentou e o pau de Thiago encontrou o caminho entre as pernas da garota. A cabeça da rola de Thiago roçou a buceta de Andressa, o que fez ela soltar um “ain” fininho. A cabeça do pau entrou devagar porque a garota era apertada. Mas logo que a cabeça do pau de Thiago entrou, o restante penetrou de uma vez tocando o fundo da buceta. Andressa começou a rebolar de uma forma que o pau de Thiago saía todo para depois ir fundo na xana. Ela esfregava os peitos no rosto de Thiago, cujos bicos estavam rígidos. Thiago percebeu que Andressa ia gozar de novo. Pôs as mãos na bunda da garota, apertando e abrindo enquanto fazia ela cavalgar no seu pau. A garota ofegava, gemia, mordia o ombro de Thiago e arranhava suas costas. Thiago empurrou seu dedo médio no cu de Andressa enquanto metia na buceta dela. De início o cu de Andressa resistiu, mas logo cedeu à pressão e o dedo de Thiago deslizou até a metade no cu.

- Assim eu gozo... Ain, cachorro. Ui, ui, ui – ela urrava. – Moreno do cacete gostoso.

Andressa cavalgava com agressividade sentindo o dedo enfiado em seu cu. Ela jogou a cabeça para trás, a boca aberta, os olhos fechados.

- Fode a tua puta! Arromba minha buceta! Arromba!

Thiago chupava os peitinhos de Andressa. Sugava-os igual um desesperado, buscava abocanhar o máximo que podia, como se quisesse engoli-los.

- Ain, amor, assim a tua puta goza – ela disse.

Os peitos de Andressa tinham marca de bronze. Não eram grandes, mas eram lindos e firmes, naturais. Thiago chupava um peito e passava para o outro, ao mesmo tempo que seu pau penetrava a buceta e seu dedo entrava no cu de Andressa. O cu dela estava quente e apertado. O líquido da lubrificação da buceta descia até o cu de Andressa fazendo o dedo entrar com mais facilidade. Andressa empurrava a bunda contra o dedo de Thiago. Thiago percebeu que enfim ela ia gozar e fez o dedo deslizar inteiro no cu dela e assim deixou.

- Oohh... Vou gozar, vou gozar, vou gozar, vou gozar – e cada vez que dizia isso ela sentava mais rápido e mais forte até chegar ao ápice onde ela soltou apenas um longo gemido seguido de tremores nas pernas e uma moleza.

Andressa colocou a cabeça no ombro de Thiago e ficou gemendo baixinho, como se estivesse sem forças e sentindo as ondas de prazer percorrerem seu corpo. Ela rebolava lentamente. Andressa tirou a calcinha encharcada, e deu para Thiago. Ele pegou a calcinha e deu um longo cheiro. Estava impregnado do cheiro de buceta, suor e hidratante. Ela segurou o pau de Thiago e empurrou a cabeça do pau no cu. Quando sentiu a pressão do pau contra o esfíncter ela começou a gemer. No começo foi doloroso, o pau parecia rasgar seu cu. Thiago metia devagar, mas sem parar. Só parou quando a base de seu pau tocou na entrada do cu de Andressa. O pau de Thiago estava todo atolado no rabo da garota. Thiago sentia uma estranha sensação como se o seu pau estivesse quente, como se tivesse pimenta ou algo do tipo. Ao mesmo tempo que sentia o cu da garota apertando seu pau. Era quente, apertado, melado e Thiago sentia um cheiro forte de cu, o qual não o incomodava, mas o deixava com mais tesão. O garoto era um grande pervertido.

Andressa tentou cavalgar, mas estava difícil. Thiago tirou o pau e colocou na boca de Andressa, que ela aceitou com prazer, chupando, lambendo e babando.

Thiago sentou no sofá e disse para Amanda vir por cima. Ele ficou em pé e em seguida se acocorou enquanto segurava o pau de Thiago. Nessa posição, Thiago pôde sentir seu pau ir muito mais fundo no cu de Andressa. Ela também sentia que a penetração ia muito mais profundamente nessa posição. Andressa pôs as mãos nos ombros de Thiago e começou a agachar enquanto tomava no cu. Thiago a segurava pela cintura.

- Ain, ain, ain, porra – ela gemia. – Nunca tinha dado o cu assim.

- Vagabunda do cu gostoso! – ele disse, batendo na cara de Andressa.

- Enche meu cu de porra, meu macho! Enche meu cu de porra! – ela disse, querendo fazer Thiago gozar.

Nesse momento Thiago sentiu suas pernas tremerem e seu pau começou a latejar cada vez mais forte. Andressa percebeu que Thiago ia gozar e queria sentir a porra jorrando no fundo do seu cu.

- Ooohhhh – foi o que saiu da boca dele.

Andressa, ao ouvir a voz de Thiago gozando e sentindo a porra jorrando em seu cu também teve outro orgasmo. Os dois gozaram juntos. Thiago tirou o pau para fora e junto saiu muito esperma, que escorreu na bunda e nas coxas de Andressa. Thiago sentia os músculos sem força. Sentia paz e calma, agarrado àquela linda mulher. Olhou para o relógio da sala.

Eram 22h20 e sabia que teria de arrumar uma desculpa muito boa pra justificar sua ausência.


Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive perverty_6 a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários



novinha safada com jorde mostra a puceda sem calsinha fodos 100fodostopei minha prima dirmindo xxxvideoesfregano apica na mulher casada no onibus contospadrasto de pau enormi e groso enfiando na bucetinha da enteada novinha ebeija e goza na boca delacontos eroticos de julia e marcosestupro esposa contos eroticossubornei meu primo gay pra comer elereforma-contos eroticosgoistosa nuoniburelatos eroticos dei minha bundinha e contei tudo a meu maridoincesto lendo no colo do papaiManual de um viadinho putoMeu marido viaja e eu viro putaSalvei o casamento da minha filha com a minha bueta cóto eroticocontos eiroticos leilaporntathy ellen contoscontos eroticos pes da primaVideos porno curtos marido convence esposa certimha com pintudoembebedou a novinha abusou do cu virgem fazendo chorar no dotado rancando sangueabusando primo dormindo gay contosminha namorada novinha primo contodlevando pica do istrudor auto escola contoconto meu sobrinho cheirou minha calcinhabaixar vidio porno mã colocando. bruza roza en sua filPornojapnovideo cuckold segura espsa pro comedor meter com narracaobastidores conto eroticosexo contos aiai ta doendo papai meu cuzinho tira nuimplodando/texto/201705176contos de sexomarido bebadocontos eiroticos leilapornperdendo a virgindade com negao borracheiro conto eroticosomenino gue gosta di pau grossoasustou quando viu um pau grissoo gayAquela semana transcorreu normal sem nada de excepcional, ate mesmo por causa da chamada que dei em Sabrina/texto/2020061455/denunciacontos eiroticos leilapornmulheres que gostam de ser encostada no ônibus contosmulheres velhas camisa de dormir e cuecas peludas tirando para fazer sexomorena de 58kg dando a bucetadoidao de lolo xvideoscontoerotico eu,namorada, minha mae e tio jorgeContos eroticos virgem estuda/tema/estupro%20coletivo/melhoresporno com novinha goszando na buceta na boca da outraxvideo beijando a cuhnadaporno ele e louco pra fuder a tia " depois de tantas punheitas ela deixa fodersexo conhadas cozinha nua pau bizarro tesaoconto erotico shopping itaquerafavelas xvideosAliviando os funcionarios contos eróticos/texto/200608458/denunciaRasguei a buceta da mendiga com a mao contoscontos eiroticos leilapornMania de fica pelada acabei dando pro meu paicontos eroticosinha mulher viu eu dando o cu/texto/202107435Amor arrumei dotadoxvideominha tia Gleice Albuquerque pornôXvídeo comi tua puta aiiiii uiiiiicontos eiroticos leilapornRelatos eroticos e contos de incesto minha piroca mede 33 cm irma e maeuma mãe vai para o quarto de um filho ainda quando ele ver com p******* abre a sua oxente e chupa o pau dele pornôbrincando de boneca com a subrinha sexo xvidlosO lutador e o loirinhocontos eroticos caminhoneiroporno puta com o cu calejado dano pra variospriminhos na ferias do colejo fazem muita putariacontos eiroticos leilapornBAIXAR.40.FILEZINHAS.DE CALCINHA.LINDAS.XVídeos HD pornô rola no cú de tinininhocontos fudi a irma de caridadeler contos eroticos de padres reaisguri ñ aguentou pau grande, contosanal exibicionismo coleira conto eroticosexo no jardim ele. meteu a mão. na minha. buceta, é-me comeu conto. irónicotornando o conto eroticocontos eróticos fiz sexo por acaso com minha tiafode violento o cu da vo gorda humilhandoconto erotico gay vovo deu leite pro netinho