Pensam que sou puta? Agora sim... Sou!

Um conto erótico de Rud&Nata
Categoria: Grupal
Data: 07/11/2019 20:06:26
Última revisão: 26/07/2022 19:47:04

Ao continuar relatando as experiências que tive com meu marido no mundo liberal, sempre procuro destacar o meu olhar, a minha visão que, como já puderam perceber, é bem diferente daquela descrita pelo meu companheiro liberal. Apesar de juntos nas brincadeiras, nunca fui omissa em meus desejos e quando quero, ninguém me segura.

Aquela última experiência mexeu muito comigo, sentir um bem dotado de verdade fez com que algo novo despertasse na minha vida. Passei a querer experimentar todos os que pudesse, pedia para meu marido buscar esses perfis, passei a andar pela rua olhando os volumes masculino na tentativa de perceber algo, descobrir o que estava escondido, encontrar tesouros onde ninguém pudesse esperar. Sentir minha intimidade na tensão máxima, atingir um lugar que nunca fora atingido antes, começou a me enlouquecer de tesão.

Nos sábados uma coisa era certa: ir ao futebol, acompanhando meu marido. Enquanto os meninos suavam lá no campo, eu suava em bicas para aguentar o tarugo do Aroldo no meu rabo, subia para sua casa assim que a pelada começava para aproveitar cada momento daquela rola grossíssima toda enterrada em mim.

A Fátima começou a participar de nossas brincadeiras, ela começou como uma simples observadora, inicialmente nos estimulando, falando sacanagens para mim e para seu marido, depois passou a interagir timidamente e, finalmente, começou a participar intensamente de nossos momentos. Ficávamos na cama do casal, peladinhas, e o Aroldo mandando ver em nós duas, ele escolhia anal ou vaginal, eu ou a esposa, era bizarro e maravilhoso!

Estava adorando aquela nova experiência, adorei dar o cu para um pau grosso, foi tão gostoso que me viciei, fora o Aroldo, passei a desdenhar dos paus que me comiam e não tinham o volume suficiente para me satisfazer, nem meu marido escapou dessa comparação inevitável.

Os encontros combinados pelo meu marido passaram a não me interessar mais, nem o Carlão e o Fábio foram procurados, queria algo mais e passei a buscar bem dotados em nossas experiências, quando não era, não queria...

Lembrando que sou branquinha, baixinha (1,50 m), cabelo comprido encaracolado preto, olhos pretos, corpo relativamente bonito, seios pequenos e uma bunda que sempre chamou muito a atenção dos machos por onde quer que passasse. Agora muito mais viciada e dar o cu passou a ser um hobby e um desejo incontido, que não compartilhava com meu marido, nessa época segui uma carreira solo de puta e toda a vez que tinha a possibilidade de dar o cu para um taludo, não perdia a oportunidade.

Numa de nossas conversas após fazermos uma sacanagem gostosa na cama do casal, a Fátima veio com a conversa de que chegou aos seus ouvidos o belo dote de um dos rapazes que chegou a pouco no futebol, claro que procurei logo saber quem era. Catarina tinha dois metros de altura e forte como um armário. Ex-marinheiro, ele era casado e sua esposa não ia ao futebol, não tinha muitas informações a seu respeito, mas me interessei muito pelo seu detalhe, seria uma nova possibilidade, fiquei curiosa.

O nosso encontro com ele foi relatado pelo meu marido aqui no site como “Entre amigos”, mas aqui descrevo a minha importante participação para que esse momento acontecesse. Meu marido, logicamente, não tinha ideia de que tive participação ativa para que aquele encontro virasse realidade.

Naquele sábado mesmo, quando o Fábio subiu para beber água, já tinha me esbaldado com o Aroldo e a Fátima, eu o indaguei sobre o Catarina. Ele não sabia informar muita coisa, apenas o que todos sabiam e mais um detalhe importantíssimo. Ele era o cara que já tinha convidado, algumas vezes, alguns rapazes do futebol para participar de uma noite de jogatina em sua casa, inclusive meu marido já havia participado algumas vezes e eu não sabia que era ele. No encontro, os convidados poderiam levar as esposas e passavam a noite jogando baralho, comendo uns tira-gostos, tomando uma cervejinha e jogando conversa fora.

Pedi para o Fábio tentar marcar uma noite dessas com ele, mas somente nós para uma brincadeira, sem indicar minha participação no evento, é lógico, e muito menos comentar com meu marido do meu pedido.

Na semana seguinte o Fábio indicou que havia falado com o Catarina e que ele gostou de saber que eu estava interessada nele e que iria tentar armar uma noite em que sua esposa fosse com os filhos para a casa de parentes e ele ficasse sozinho para nos receber.

Algumas semanas depois, o Catarina ligou para meu marido e convidou a gente para um queijos e vinhos em sua casa para depois jogar um baralho e bater um papo. Eu estava me tornando uma mulher terrível, armando de todos os jeitos para conseguir o que queria e eu queria muito aquele encontro, seria uma brincadeira com os rapazes e conhecer, finalmente, o Catarina, saber se era tudo aquilo mesmo. Claro que meu marido não tinha ideia do que estava para acontecer, do que estava tramando com seus próprios colegas de pelada.

Naquela sexta-feira à noite fui preparada para tudo, meu marido foi achando que teríamos uma noite de diversão, falar bobagens, beber vinho, jogar buraco; enquanto eu, fui na esperança de experimentar um super-dotado para me encher de prazer e repetir um gang-bang com os rapazes e meu marido. Coloquei uma roupa especial, sainha curta floral bem leve, batinha branca, calcinha micro vermelha, depiladíssima, cheirosa e cheia de tesão, já saí de casa toda babada, imaginando o que estava por vir.

Chegamos e fomos recebidos pelo próprio Catarina, ainda não havia chegado ninguém, entramos e ficamos conversando animadamente. Pude perceber que ele já havia sido informado de minhas intenções, não tirava os olhos de meu corpo, para onde eu fosse, ele me seguia com os olhos, gostei daquilo!

A campainha tocou e ele desceu para ver quem havia chegado, alguns minutos depois ele sobe com o Carlão e o Fábio. A conversa ficou mais animada e meu marido começou a perceber o que estava para acontecer e num determinado momento fomos para a sala e ele falou no meu ouvido:

- Não estou entendo isso. Ninguém chegou até agora, acho que o Fábio armou para a gente.

- Não esquenta, meu amor, até agora está tudo bem…

- Mas você está sozinha de mulher…

- O que tem isso, até parece que nunca aconteceu… deixa rolar…

O vinho foi descendo e o ânimo do pessoal subindo, as conversas já estavam para lá de animadas. Meu marido estava meio puto com a situação e não tinha visto, mas o Catarina já tinha passado a mão na minha bunda algumas vezes, estava ficando cheia de tesão com aquela situação. O Fábio esperou o Catarina ir na cozinha pegar mais vinho e foi direto ao assunto, pois sabia que comigo já estava tudo certo, só faltava meu marido topar e eu faria ele topar:

- Rud, tua mulher está mais gostosa do que nunca! Vamos aproveitar a noite e fazer uma sacanagem gostosa como aquela?

Fiz uma ceninha para meu marido não desconfiar e falei que toparia uma brincadeira com eles, mas não conhecia o Catarina e como seria:

- Não conheço o Catarina, não sei se dou conta de vocês três...

Meu marido foi indagado pelos rapazes e ele acabou deixando ao meu critério se rolaria ou não a putaria daquela noite. Claro que fiz cu doce:

- Quer saber, vou lá na cozinha falar com o Catarina e esclarecer se essa história vai rolar ou não!

Deixei eles e fui atrás do meu dotadão.

Quando entrei na cozinha, ele já estava me esperando, foi ao meu encontro e me abraçou, erguendo-me até seu peito para um beijo, ficamos assim por um tempo, foi um beijo bem gostoso e carinhoso.

- Adorei seu convite, sempre achei você muito gostosa e nunca poderia imaginar que vocês curtiam uma surubada.

Ao me colocar no chão pude passar por um volume fora do normal, que ficou evidente quando passou por entre minhas pernas, uma verdadeira “perna de três” foi se arrastando pelo meu corpo até parar no meu peito.

Os seus dois metros de altura, frente aos meus um metro e meio, colocaram-me de frente para seu pau duro, enorme, muito grande mesmo, coisa que nunca tinha visto. Fui logo tocando e desembrulhando aquela maravilha de dentro de seu short sem cuecas e não me decepcionei, quando saiu, pude ver, finalmente, uma pica de verdade. Aquilo não caberia na minha boca, na minha mão... a grossura, o tamanho eram monstruosos!

Medi do tamanho do meu antebraço e da grossura do meu punho, fiquei doida com aquilo e já caí de boca, sugando seu líquido que já escorria abundantemente pelo canal. Era um sabor forte, viscoso, daquele que engrossava mais na boca, não consegui engolir a cabeça, longe disso, a única coisa que pude fazer foi passar a língua em volta e recolher o que pude do líquido que lhe escorria pela cabeça. Lambuzei a cabeçorra do tipo cogumelo e arrombador com a minha saliva, babava literalmente nele.

Ele lembrou que o pessoal estava nos aguardando na sala e precisávamos voltar para lá. Estava alucinada com aquela maravilha, finalmente, iria sentir-me preenchida de verdade, nem sei se aguentaria aquilo tudo em mim, mas que eu tentaria… ah, isso tentaria! Voltamos para a sala! Peguei ele pela pica e fui levando-o até a sala.

Chegamos e eu dei a deixa:

- Vamos foder pessoal, tudo resolvido!

Os rapazes não perderam tempo e se juntaram a nós, enquanto meu marido se posicionou para fazer o que ele mais gosta… Ver-me em ação! Fui cercada por eles e já foram logo me despindo, tiraram toda minha roupa, tudo!

- Caralho, que mulher! Que corpo!

Fiquei no centro e as mãos daqueles machos percorreram meu corpo inteiro, senti os dedos do Catarina, finalmente, penetrarem minha xota molhada, profundamente. Seu dedo era grosso e áspero, meu líquido escorria abundantemente, o que facilitou sua brincadeira em meu clítoris.

Busquei os zíperes dos rapazes, precisa sentir aquelas picas em minha boca, queria preparar-lhes para me penetrarem o quanto antes, estava muito ansiosa por aquilo. Brinquei um pouco com eles e fomos para o sofá. Ali revezei entre ser chupada e chupar cada um dos meninos. Quando o Catarina veio até mim, pude me dedicar a ele e acabei ficando de quatro, fechei os olhos e pude me deliciar na pica daquele homem, senti o pau dele engrossar dentro de minha boca até não conseguir mais contê-lo, não teve preço… Não deu para continuar com ele dentro de minha boquinha. Era muito grosso, nunca tinha sentido algo daquele calibre, ele foi engrossando, engrossando, engrossando, não parava de aumentar de diâmetro.

Nesse meio tempo, senti alguém pincelando o pau na minha xota, não sei se o Carlão ou o Fábio, nem quis saber, estava de olhos fechados saboreando o Catarina. Aquela penetração serviria apenas para me preparar para o que realmente me importava, sentir aquela tora em mim, ou pelo menos o que eu conseguisse aguentar dela. Começaram a me foder um depois o outro, não queria saber de outra coisa, entendia aquele momento como uma preparação para o que viria depois e só! Eu estava com muito tesão e não pude conter um orgasmo sorrateiro, nesse meio tempo o Catarina saiu da minha frente e eu pensei:

- É agora!

Olhei de soslaio e pude ver meu marido se acabando numa punheta gostosa, hipnotizado com o que via, sua amada mulher servindo mais uma vez a vários machos ao mesmo tempo, um gang-bang fantástico com um dotado de verdade!

Ele veio até mim e começou a pincelar seu monstro na portinha de minha xota, fechei os olhos e me concentrei, pois sabia que não seria fácil aguentar aquele volume. Ele apontou e deixou para que eu cuidasse da penetração. Eu estava muito molhada, segurei o pau dele e apontei para a portinha, tentei, relaxei; acho que ele ficou com pena e não forçou, deixou por minha conta e não tive força suficiente para fazer aquele homem entrar dentro de mim, mudamos de posição. Ele sentou no sofá e pediu para eu vir por cima dele para facilitar a penetração, eu me desloquei para o sofá ao lado onde ele estava e montei naquele mastro com um objetivo, engolir aquele pau maravilhoso de qualquer maneira!

O pau dele estava muito duro e muito grosso, fiquei de cócoras pincelando seu pau, pedi um creme para ajudar e lambuzei todo o corpo e minha xota. Tentei descer, mas o volume era muito maior do que eu poderia aguentar.

Respirei fundo, fechei os olhos e me concentrei, forcei, forcei muito, senti as bordas da minha vagina se rasgando, senti lágrimas descendo dos meus olhos, fechei mais os olhos e tentei relaxar o máximo possível, consegui encaixar a cabeça inteira, o cogumelo passou, senti que as paredes laterais se esgarçaram quase que rasgando e entrou mais um pouco. Tentei subir e descer para iniciar um movimento de vai e vem, mas era impossível, na frente não daria, pelo menos naquele dia. Tinha ido ao meu máximo! Que monstro!

Fiquei frustrada com aquilo, mas não tinha tempo para desistir. Voltei para o sofá e fiquei de quatro, os rapazes entenderam e começaram a brincar no meu cuzinho, eu estava louca, o tesão era enorme, e começaram a comer meu cu. Minha vontade naquela hora era a de dar meu cu até rasgar, pois tinha que ser comida por aquele macho caralhudo, ele tinha que comer meu cu e aqueles rapazes tinham que me preparar! O Carlão foi o primeiro, ele veio com tudo e o tesão que eu estava sentindo junto com a lubrificação que escorreu para a região fez com que seu pau entrasse inteiro até o talo. O meu desejo de ser penetrada por aquele pau gigante havia passado para todos naquela sala, Carlão estava todo atolado em mim e começou a me instigar pelo ouvido:

- Teu cu é delicioso! Duvido você aguentar o Catarina no seu cu, quero ver você agora, sua puta!

- É exatamente isso que eu quero! Esses pintinhos não servem pra nada!

Ele saiu de dentro de mim gozando pelo colchão como um colegial, não aguentou a putaria que ele mesmo começou. O Fábio veio a seguir e fodemos de uma maneira especial... que pica gostosa, temos uma sintonia fantástica, um movimento que poucas vezes consigo até mesmo com meu marido.

Ele espera o momento certo, ele deixa eu rebolar do jeito que eu gosto sem me prender, os movimentos se aceleraram na hora exata. Foi assim até que ele, também, explodisse aos gritos, gozando dentro de mim:

- Vou gozar!

- Que delícia! Não tira!

Agora sim, estava pronta! Aquela noite se resumia naquele momento, finalmente iria sentir o Catarina dentro de mim plenamente! Chamei ele sem o menor pudor, não quis nem saber o que os rapazes ou até mesmo meu marido achariam de mim. Eu queria dar para aquele homem e pronto!

- Vem, tenha paciência. Estou bem preparada e quero muito sentir você em mim. Vem!

Ele veio, deu-me um abraço delicioso por trás e me falou algo incrível no meu ouvido, que me deixou com mais tesão ainda.

- Nunca comi um cu totalmente. Nem minha mulher consegue me dá o cu. Todas as vezes que tentamos o máximo foi até a portinha… Nunca dei uma enrabada com o pau todo dentro e dar uma socadona!

- Vamos tentar, eu quero muito sentir você… se não aguentar eu te falo!

Começamos!

Virei para ele com o maior carinho, dei-lhe um beijo e desci até seu pau, comecei uma chupeta, tentando deixar ele o mais babado possível, babei o que pude naquela estaca. Deslizei meu corpo no seu corpo e me posicionei de costas para ele, numa posição de conchinha. Peguei no seu pau rígido e direcionei para a portinha do meu cu, comecei a pincelar até posicionar do jeito que eu queria, bem na portinha… Nesse momento olho para meu marido e pude, claramente, perceber que ele estava orgulhoso de mim, vi no seu rosto que ele queria tanto quanto eu, que aquilo acontecesse. Tanto esse pensamento meu foi verdadeiro, que ele veio próximo a nós, ficou observando eu colocar o pau do Catarina no meu cu, viu cada prega ser arregaçada, aproximou e ficou com a cara bem perto de tudo que estava acontecendo. Era um privilegiado!

Começamos a forçar a entrada, eu e ele, nossa parceria era fundamental para que nossos desejos fossem realizados. Forcei até conseguir sentir a cabeça de seu pau entrar, depois pude relaxar um pouco e começar um breve vai e vem, ele entendeu e, de leve, respondeu com o mesmo movimento complementar ao meu, estava uma delícia, algo que nunca havia sentido antes, meu cu nunca tinha sido tão escancarado como naquele momento, eu senti que um túnel havia sido aberto e esse túnel precisaria de um trem para inaugurá-lo.

Tomei coragem e consegui me virar para a posição de bruços, por baixo daquele homem de dois metros de altura, quase desapareci, empinei minha bunda do jeito que pude, ele facilitou meus movimentos e eu consegui abrir as bandas com as minhas duas mãos, deixei meu rabo completamente exposto para aquele homem saciar meu fogo por pica gigante. Mandei ele enfiar com tudo, enfiar o pau dele inteiro no meu cu:

- Vai, é todo seu… me rasga, enfia tudo no meu cu! Inteiro, quero ele todo dentro de mim!

Minhas palavras, naquele momento, provocaram um êxtase completo naquela sala e pude perceber que todos estavam com muito tesão em nos ver fodendo daquele jeito. Foi difícil, como foi difícil, seu pau era muito grande e eu não estava acostumada aquela pressão, minhas pregas foram se rasgando uma a uma... Fomos nos ajudando em cada movimento, cada suspiro, cada esforço, fazia com que um pouco mais dele entrasse em mim...

Meu marido continuou olhando tudo num ângulo próximo, com a cara quase grudada em nós, não perdia um único movimento e me incentivava a cada tentativa de penetração... ou quando eu forçava, ou quando o Catarina se aproveitava de uma facilitada minha.

- Isso meu amor, mais um pouco… que tesão minha putona!

O fato é que o pau dele é muito grosso e na parte frontal entre a cabeça de cogumelo e o corpo o calibre era o maior, dava uma encorpada colossal. Quando eu consegui ficar de quatro e abri o máximo que pude a minha bunda, numa das tentativas o nó que estava bloqueando a entrada passou, quase morri... A partir daí foi com tudo! Seu pau entrou progressivamente, não parou até minha xota tocar no seu saco, pude perceber cada centímetro entrando em mim. Ele aproveitou e deu uma rápida estocada, bombou como nunca havia bombado em um cu… Gozei, gozamos como nunca havíamos gozado! Fiquei parada, ficamos parados! Gozamos juntos, senti seu pau engrossar ainda mais dentro de mim e despejar seu prazer onde ninguém nunca chegou antes, finalmente, estava completamente preenchida por um macho! Ficamos assim por um tempo, parados, curtindo o momento. O silêncio era total, todos estavam nos observando, eu ali, completamente entregue, quieta e saciada…

Os momentos seguintes foram de paz total, conversamos um pouco e quis um banho para relaxar, estava pingando de suor. Quando me dirigi ao chuveiro, meu marido foi me acompanhando, entramos no box juntos, nos abraçamos, nos beijamos, um carinho maravilhoso que só ele, meu companheiro, poderia me proporcionar. Ele me virou de costas para ele, abraçou-me e eu sabia o que ele queria. Escorei-me na parede e abri minha bunda com as mãos oferecendo a ele:

- Vem meu amor, é todo seu, do jeitinho que tu gosta!

Ele não esperou eu falar novamente, colocou seu pau no túnel que fora criado pelo expresso Catarina e invadiu com o que tinha, não fez a menor cosquinha, bombou e gozou rapidamente. Aproveitei esse momento para externar o quanto eu o amava, por ele ter me proporcionado um momento como aquele, nenhum marido era como o meu, nenhum marido faria o que ele fez e faz por mim e por isso, eu nunca deixaria de amá-lo. Saímos dali para a sala e ficamos conversando com os rapazes, logo depois fomos para casa, sabendo que aquela história não acabaria ali...


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Comentários

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Esse cara era corno a muito tempo.

A mulher dele armou tudo pelas suas costas

É mais um que se tornou submisso pra esposa.

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Esse é o risco que um liberalismo sem controle pode causar , a mulher se torna viciada e o sarrafo sobe muito , o marido não tem graça maís , tamanho vira a prioridade

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És maravilhosa demais, o tipo de gata que adoro. Teu marido tem muita sorte pois ser corninho é uma delícia. Leiam as minhas aventuras. Eis meu e-mail:

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Não gosto de contos de cuckold, mas, contados pela visão feminina, se tornam agradáveis e divertidos. Espero que as mulheres compartilhem mais seus contos e suas histórias. Nota 10 +3 stars.

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Muito bom continue

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Um bom conto

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