O jovem pintor italiano me mostrou sua arte

Meu marido estava tendo mais uns surtos dele, tão rico que não sabia mais onde enfiar seu dinheiro, inventou de que queria colecionar arte. Em dos jantares pomposos que eu era obrigada a ir, uma senhora lhe deu um cartão de um jovem pintor italiano que estava fazendo muito sucesso nas altas rodas da sociedade. Meu marido ficou animadissimo com a ideia. Me convidou para ir junto a ele no ateliê do jovem pintor.

O italiano se chama a Vincenzo, devia ter uns vinte três anos, não pude deixar de notar sua beleza arrebatadora.

Vincenzo tinha um cabelo na altura dos ombros, bagunçado, meio loiro, meio castanho. Um rosto magro, com maxilares proeminentes. Tinha uma boca vermelha carnuda, sobrancelhas bem expressivas. Usava uma camiseta rasgada e manchada de tinta em vários pontos, usava uma calça jeans surrada e rasgada. Era magro mas forte, alto e tinha uma tatuagem no ante braço, uma cruz, seus braços eram fortes com veias aparecendo. Seu ateliê era como ele, meio desmantelado, um apartamento velho no centro da cidade, cheio de quadros para todo lado, tintas e coisas do tipo.

Era de sorriso fácil, galanteador, me deixou sem graça ao beijar a minha mão, coisa que meu marido não fazia há muito tempo.

Apresentou suas obras de arte, eram belas, com cor vivas, disse que utilizava corpos para pintar, chamava de arte do amor. Achei sensual a maneira como ele explicou. Meu marido adorou, mas disse que precisava pensar, eu sabia que aquela decisão iria sobrar para mim. Ele nunca parava na cidade, estava sempre viajando a negócios.

Dito e feito, eu tive que me encontrar com Vincenzo para decidir qual obra compraria. Cheguei no ateliê dele um dia, ele estava sujo de tinta, as mãos sujas com tinta vermelha, usava uma camiseta velha, toda furada e a mesma calça jeans. Estava com a barba por fazer, os cabelos tão bagunçados quanto seu ateliê.

—Você gosta de arte? - ele perguntou para mim aquela tarde.

—Gosto mas não entendo muito- eu disse sorrindo.

—Arte não é pra entender-ele disse baixinho - é pra sentir. Você sente a arte!? Olha esse quadro.

Era lindo, uma mistura de cores que se uniam de maneira magnífica, esparramadas em uma tela, alguns pontos mais fortes, outros mais fracos.

—Como você faz isso? - eu perguntei.

—Eu pinto com o meu corpo, pinto com corpos de mulheres e a minha paixão.

Fiquei com aquela frase na cabeça, era sensual a maneira como ele explicava aquilo.

—Se um dia você quiser, eu posso te mostrar- ele disse sorrindo.

Fiquei sem jeito, eu era uma mulher casada e aquilo era uma cantada. Desviei do assunto, escolhi três obras que me pareceram as mais bonitas.

Naquela noite, sentada na minha cama sozinha, eu pensei em Vincenzo, lembrando dos seus olhos, do seu sotaque e o jeito como ele falava de sua arte. Fiquei excitada, enfiei a mão por dentro da calcinha, sentindo minha boceta molhada, enfiei os dedos e me imaginei com aquele garoto. Enfiava, massageando meu clitóris, respirando fundo, sentindo meus seios arrepiados, gozei e dei risada de ter tido aquela fantasia, eu era uma mulher casada, tinha 42 anos já.

Aquela noite eu me olhei no espelho nua antes do banho, meus seios eram grandes, macios e empinados, tinha um corpo bonito e sentia falta do meu marido, nós nunca fazíamos amor, era a coisa mais rara do nosso casamento. E eu gostava de sexo, sempre gostei. Lembrei de Vincenzo falando de sua arte, sentindo minha boceta se molhar novamente. Toquei nela, eu estava quente, meio tonta por conta do vinho que eu havia bebido. Olhei no espelho rindo dos meus devaneios, olhando meu rosto com pouquíssimas rugas, os olhos castanhos, a pele branca, os cabelos bem escuros, compridos. Como meu marido podia não me dar atenção? Não estava me achando mas também não era cega.

Andei nua pelo quarto, vasculhei a minha bolsa e encontrei o cartão de Vincenzo.

Liguei sem saber o que eu realmente faria, ele atendeu, me identifiquei, ele foi simpático, disse a ele que gostaria de ver como ele fazia a sua arte. Ele me convidou para o ateliê dele na noite seguinte.

Eu estava louca? Talvez nem fosse uma cantada e eu imaginando loucuras com um moleque daqueles.

Cheguei no ateliê dele aquela noite, usava um vestido vermelho. Ele abriu a porta sorrindo, estava com uma camisa aberta, toda suja de tinta, meus olhos foram direto para sua barriga malhada, havia poucos pelos que o deixavam ainda mais bonito. A calça jeans velha e surrada.

—Que bom que veio- ele disse sorrindo - Quer vinho?

—Quero - eu disse colocando minha bolsa no seu sofá de couro preto.

Ele serviu vinho em copos diferentes, tomei um gole, era delicioso, deixou meu corpo quente no primeiro gole.

—Ficou interessada em como eu faço a minha arte?

—Fiquei, pra ser sincera.

—Curiosidade é bom, nos leva a fazer coisas que a gente normalmente não faria.

Ele disse isso olhando nos meus olhos, sorrindo, senti a umidade da minha boceta.

—Você precisa se despir de moralismos para o que vou lhe mostrar, ok?

Eu estava nervosa, tomei mais um gole.

—Pode beber- ele disse- Mas não precisa ter medo.

Ele chegou perto, pegou na minha cintura, eu ainda sem jeito, ele apertou meu corpo contra o dele.

—Qual a parte do seu corpo que você mais gosta?

—Meu sorriso- eu disse.

—Sim, é lindo, mas e seus seios? - a mão dele subiu até meus seios, eu não devia deixar, mas deixei as mãos dele pousando em cima dos meus seios - Seus seios são lindos.

Ele olhou nos meus olhos, descendo as mãos passando na minha barriga, depois levantou meu vestido lentamente.

—Olha suas coxas, são espetaculares- senti a mão nas coxas, ele apertou elas com firmeza - Posso sentir seu corpo?

—Pode- eu falei e eu queria— Sente meu corpo.

Ele passou as mãos pelas minhas coxas, abrindo minhas pernas, alisando meu corpo com suas mãos ásperas e fortes, manchadas de tinta.

Ele me olhou profundamente, dentro dos meus olhos. Me pegou no colo com força, me colocou sentada numa mesa de madeira, abrindo minhas pernas com as mãos, levantando meu vestido. Suas mãos encontraram o meio de minhas pernas, ele apertou.

—Adoro o calor de uma mulher- ele disse baixinho no meu ouvido - Sente minha mão no meio de suas pernas, tá sentido?

—Tô - Gemi sem ar.

Ele enfiou a mão por dentro da minha calcinha, senti seus dedos na minha boceta, eu tremia de tesão. Ele enfiou um dedo, lentamente, olhando nos meu olhos.

Soltei um gemido que eu estava segurando, ele sorriu pra mim.

—Isso, geme! Liberta essa mulher pra mim.

Mais um dedo entrando em mim, ele dedilhando minha boceta e ouvindo os meus gemidos, sentia um calor possuindo meu corpo, queimando a minha boceta, meu ventre, subindo até meus seios. Os dedos dele entrando e saindo de mim, massageando meu clitóris.

Ele beijou a minha boca, enfiando a língua gentilmente na minha boca, quando eu abri a boca, enfiando a minha língua na boca dele, ele me beijou selvagem, engolindo a minha boca. Fiquei sem ar.

—Você precisa sentir isso- ele disse rasgando a minha calcinha, se livrando dela jogando no chão, levou a minha mão até minha boceta, enfiei os dedos sentindo meu calor, a minha boceta úmida. Enfiei dois dedos, ele assistiu olhando pra minha mão, eu enfiava os dedos olhando a boca dele, nunca havia me tocado assim em frente a um homem, ainda mais um que eu conhecia a poucas semanas.

—Não é delicioso? Sente como você tá molhada, sente sua boceta, olha pra mim.

Olhei nos seus olhos.

—Por quê você tá assim?

—Como assim?

—Porque você tá molhada desde jeito?

—Por quê eu te quero.

—Aonde você me quer?

—Não minha boceta - eu disse.

—Tira a sua mão - ele pediu.

Tirei a mão, ele pegou minha mão, enfiou meus dedos na boca, os dedos que eu havia enfiado na minha boceta.

—Seu gosto- ele disse - Meu Deus, que gosto delicioso. Abre bem as pernas e pede o que você quer que eu faça.

Abri bem as pernas, a minha boceta totalmente exposta.

—Chupa minha boceta- eu pedi.

Ele se ajoelhou, me puxou pelas coxas enfiando seu rosto no meio das minhas pernas. Vi sua língua entrando na minha boceta, lentamente me fazendo implorar por ele, implorar por sua língua. Senti quando ela entrou, senti quando ele mexeu a lingua dentro de mim.

—Não tira os olhos de mim - ele ordenou.

Olhava seus olhos, sua boca, sua língua, não ousava piscar, de olhos atentos vendo aquele rapaz invadindo a minha Boceta.

Ele beijava a minha boceta, sua boca gostosa me sugando, a sua língua lambendo minha bucetinha.

—Que boceta saborosa- ele disse- Sente seu gosto na minha lingua - ele disse, ficando de pé e mostrando a língua pra mim, eu chupei sentindo meu sabor.

Ele se abaixou novamente, agarrando minhas coxas com mais força, agora ele enfiava o rosto no meio das minhas pernas, sugando minha boceta com vontade, me fazendo gemer alto, sentindo meus seios arrepiados, a minha boceta molhando ainda mais, sentia sua saliva me lubrificando, sentia o fogo entre as pernas, subindo, subindo me deixando louca. Puxei ele pelos cabelos, esfregando seu rosto na minha boceta, rebolando na boca dele, puxando ele com força, fazendo ele me chupar com mais empenho, ele enfiava a língua circulando ela dentro do meu corpo.

Eu rebolava na cara dele, fascinada com sua língua deliciosa me possuindo tão fácilmente, gemendo como uma puta, ele não parava, não cansava, eu nunca tinha sentindo aquilo, aquela boca gostosa, sugando minha boceta, os olhos dele nos meus, sua cara de safado, chupando, agarrando minhas coxas com suas mãos sujas de tinta, eu rebolava, eu não cansava, rebolava pra valer, esfregando ele na minha boceta.

Ele ficou de pé, dava pra ver seu pau duro na calça jeans, ele pegou a minha mão, colocou no pacote dele, apertei sentindo o seu pau duro.

—Olha como você me deixou - ele gemeu baixinho.

Ele arrancou a camisa, seu corpo perfeito, passei a mão na barriga esculpida, deixando minhas unhas arranhar seu tanquinho, passei a mão no peitoral, sentindo sua força. Ele sorria pra mim, se exibindo. Abaixou as alças do meu vestido, arrancou meu Sutiã com agilidade. Meus seios agora expostos, ele olhou maravilhado.

—Meu Deus, mulher- ele disse segurando meus seios com as mãos - Você é uma deusa.

Ele fez uma cara de safado antes de engolir um dos meus seios, gemi gostoso, puxando ele pra mim, sua boca sugando meu seios com força, me deixando louca. Lambeu meu mamilo, mordiscou bem devagar, enfiou o outro, engolindo meu seio, eu acariciava seus cabelos revoltos, assistindo sua boca engolir meus seios.

Ele arrancou meu vestido, eu estava nua de salto alto. Ele me colocou de pé, colocou uma música sensual bem alta.

—Dança pra mim- ele disse.

Eu estava ali de pé na mesa, o rapaz só de calça jeans, sujo de tinta, eu nunca tinha dançado para um homem antes. Rebolei sensualmente, esfregando as mãos nos meus seios, apertando eles, dei uma risada alta, me senti safada, muito safada. Ele me comia com os olhos, me dominando com seus olhos cheios de malícia. Eu rebolava a bunda, descendo a mão pra minha boceta, esfregando as mãos ali, entrando com os dedos, sentindo o ritmo sexy da música, abaixei, abrindo as pernas, fiquei de quatro, rebolando o rabo, abri as pernas deitando na mesa, me virei, mostrando meu corpo, tocando meu corpo, me sentindo gostosa, insuportávelmente gostosa. Abri a bunda com as mãos, mostrando meu cu, depois levantei, rebolando, brincando com meus seios, balançando meus cabelos, devassa, promíscua, seduzindo ele, fiquei ajoelhada na mesa, comecei a cavalgar na mesa como se estivesse em cima de um homem, esfregando a mão no meu clitóris, gemendo, me sentindo, me apalpando. Ele assistindo, hipnotizado.

—Deliciosa - ele disse pra mim- Deita na mesa, vamos fazer a nossa obra de arte.

Deitei na mesa, ele pegou umas tintas, senti a tinta fria escorrer pelos meus seios, ele jogava tinta vermelha, passando com suas mãos, deixando meus seios vermelhos, ele passou no seu peito, deixando a tinta escorrer pelo seu corpo, sujando a calça dele. Depois foi a vez do rosa, na minha barriga, ele espalhava com suas mãos, ele tirou sua calça, sua boxer branca estourava com seu pau duro. Subiu na mesa, me entregando o pote de tinta rosa, molhei sua barriga, espalhando com a mão sentindo seus músculos rígidos da barriga. Usamos o roxo, ele passou no meio das minhas pernas, me lambuzando de tinta, ficamos de pé, ele jogando tinta em nossos corpos, me agarrando, misturando as cores, me deixando colorida, assim como ele.

—Nós somos a arte- ele disse me fazendo ajoelhar em cima da mesa, na sua frente.

Ele tirou sua cueca, me entregando.

—Sente meu cheiro - ele disse.

Enfiei a cueca no nariz, sentindo o cheiro de macho dele, o cheiro do seu pau.

—Delicioso - eu disse.

—Quer provar? - ele perguntou, olhei seu pau, era uma rola não muito grossa, mas era grande, retinha, a cabeça era grande e bem vermelha, mas eu fiquei louca quando vi seu saco, era um sacão pesado, com bolas enormes.

—Abre a boca- ele ordenou.

Abri bem a boca, ele enfiou seu pau na minha boca, chupei desesperada, sentindo ela dura na minha boca, chupei com desejo, engolindo ela da maneira mais vulgar, senti ele enrolar meus cabelos nas suas mãos sujas de tinta, agora ele fodia a minha boca, puxando minha cabeça pra ele, afundando seu pau na minha boca.

—Olha pra mim, enquanto estiver com meu pau na sua boca, olha nos meus olhos.

Eu olhava, me sentindo submissa mas poderosa ao mesmo tempo, engolindo suas estocadas rápidas, babando, a saliva escorrendo pelo queixo, caindo nos meus seios com tinta vermelha.

Eu chupava afoita, sentia a rola endurecer ainda mais na minha boca.

—Gosta desse caralho? - ele perguntou safado.

—Eu amo - eu disse.

—Ama o que?

—O seu caralho...

—Não tenha medo de dizer caralho.

—Eu amo seu CARALHO!

—Não é gostosa essa palavra?

—É

—Sabe porque você acha isso?

—Porque?

—Porque você é uma puta. Não concorda?

—Concordo!

—Então fala pra mim o que você é.

—Puta!

—Fala alto!

—EU SOU UMA PUTA!

—Agora soca minhas bolas na boca e repete isso olhando nos meus olhos.

Eu enfiei as bolas dele na boca com dificuldade, olhei bem nos olhos dele e falei abafada:

—EU SOU UMA PUTA!

—Nada melhor que sentir a palavra de uma puta nas minhas bolas.

Enfiou seu caralho na minha boca, agora fodendo pra valer, fazendo meus olhos lacrimejar, fodendo meu rosto, com força, selvagem, dominador, sensual.

Ele me pegou no colo, sentia a tinta escorrendo pelos nossos corpos.

Deitamos em um tecido que ele usava para fazer seus quadros. Ele abriu minhas pernas, cuspiu na sua mão, deu dois tapas na minha boceta, eu gemi bem alto pedindo mais. Ele deitou em cima de mim, socou, eu gritei com aquela rola entrando em mim, puxando seu corpo para o meu.

—Da essa boceta pra mim- ele gemeu.

Metendo na minha boceta, beijando minha boca, enfiando sua língua na minha boca, eu sentia suas estocadas, entrando na minha boceta com vontade, agarrei sua bunda, puxando ele para mim, seu corpo batendo no meu, forte, rápido, sentia seu calor me queimar, ele fodendo minha boceta com vontade, as tintas se misturando, sujando mais os nossos corpos, escorrendo pelo tecido, manchando o tecido, eu de pernas bem abertas com aquele italiano me devorando, puxava seus cabelos, beijando sua boca, ele me possuindo com força, puxando meu corpo pra ele, deitamos de lado, ele metendo forte, puxando meus seios, apertando eles, suas mãos vermelhas assim como meus seios, o corpo dele colorido, o meu também, puxava meus cabelos, metendo fundo na minha boceta, devorando minha xota, minha bucetinha, minha xavasca, ele enfiava fundo, as mãos fortes puxando meus seios com violência, socando tão forte que seu corpo estalava no meu, me enforcou, mordendo minha orelha, afundando seu pau em mim, eu sentia meu corpo queimar.

Ele me colocou no colo dele, cavalguei como uma puta, batendo as mãos no peito dele, rebolando no seu pau, sentindo suas mãos fortes segurando minhas ancas, me fazendo dançar no seu ritmo, me conduzindo, me fazendo subir e descer no seu pau, senti seu dedo entrando no meu cu, gemi alto, ele enfiou o dedo ali, bem no meio do meu cu, metendo na minha boceta, ele me puxava com o dedo socado no meu rabo, eu rebolava brincando com os meus seios que balançavam pra ele. Seus olhos me devorando, eu observava seus músculos perfeitos, tão desenhados, tão másculos.

Seu dedo entrando no meu cu, me fazendo ficar louca eu rebolava como louca.

—Tá sentindo isso? - ele falava safado- Tá sentindo meu dedo no teu cu? Rebola safada, rebola!

Deitei de bruços, ele me comeu, socando na minha Boceta, puxando meus cabelos e me chamando de putinha.

—Putinha, sente esse pau!

Fodia forte, estávamos sujos de tinta, meus seios esfregando no tecido, pintando nosso quadro.

Rolamos no tecido, ele me comendo de todas as maneiras, me dominando, fodendo minha bocetinha, levei tapas na cara, dei tapas na sua cara, beijamos, Rolamos, cavalguei de novo, ele puxava meus cabelos, sentados, ele fodendo, arranhando sus costas, ele enfiava meus seios na boca, eu rebolava, tapas na bunda, beijos, gemidos, os urros dele, puxava seus cabelos, tremendo, as tintas escorrendo por nossos corpos, colorindo aquele sexo.

Ele se levantou pra gozar sob meu corpo, o jato de porra caiu no meu rosto, ele andando, me deixando melada de porra, batendo punheta e esporrando pelo meu corpo todo, me melando com seu leite cremoso. Ele se ajoelhou, suado, todo sujo de tinta, abriu minhas pernas, socou seus dedos em mim, com a outra mão ele esfregava meu clitóris. Enfiando quatro dedos na minha boceta, ele soca a fundo, forte, rápido, rápido demais, eu tremendo. Gemendo, me sentindo uma cadela no cio, o dedo dele esfregando meu clitóris, eu tremia alucinada, ele não parava, seus olhos concentrados no meu.

—Mete! METE! METE NESSA BUCETA, ISSO, PORRA, ISSO, METE ESSA MÃO NESSA BUCETA, METE!

Senti meu corpo todo formigar, eu gritei desesperada, o meu corpo tremendo muito, tive que rebolar, tentei arrancar a mão dele de mim, mas ele era forte, continuou ali, socando mais rápido ainda.

—AHHHHH PORRA! - eu gritei vendo a minha boceta jorrando, um líquido cristalino, eu tremendo, segurando meus seios, rebolando a boceta.

Ele deu dois tapas e enfiou de novo, fiquei desesperada, tentei arrancar a mão dele, mas de novo, foi em vão.

Ele iniciou o processo de novo, agora mais rápido, mais forte. Não foi preciso muito, eu já gozava pela segunda vez na mão de Vincenzo, me senti exausta mas realizada.

Ele deitou suado ao meu lado, me beijando na boca, puxou meus cabelos, enfiou meu rosto no chão.

—Olha isso vagabunda, olha seu gozo espalhado pelo chão do meu ateliê, tá vendo isso, sua puta?

Eu lambia meu gozo no chão, sentindo meu sabor, me sentindo uma puta, cuspi na cara dele, ele riu metendo a mão na minha cara.

Eu nem percebi que lá fora chovia. Deitamos com as pernas pra cima apoiando na parede, a janela grande aberta, os pingos de chuva molhando nossos corpos, fumando um baseado. Rindo, conversando, falando sobre arte, sentindo a chuva molhando nossos corpos exaustos pelo sexo.

Quando meu marido voltou, eu mostrei orgulhosa a obra de arte que eu havia escolhido do jovem pintor italiano, meu marido amou e ficou contente em pagar osreais pelo quadro que eu havia pintado dando minha boceta para Vincenzo.

O quadro se tornou meu preferido, símbolo da minha liberdade sexual, símbolo do que aquele jovem pintor fez com a minha vida, me fazendo enxergar o quanto eu era gostosa, e o quanto eu podia ser puta, se eu quisesse. Não vou mentir, esse não foi o único quadro que meu marido comprou de Vincenzo, eu ajudei Vincenzo a pintar muitos quadros como aquele. O mais engraçado era ver meu marido naquelas festas pomposas convidando as pessoas para ver suas obras de arte, as obras de arte de um jovem pintor italiano que estava fazendo sucesso nas altas rodas da sociedade. E sempre que eu visitava a casa de uma amiga que tinha um quadro de Vincenzo, nos olhávamos cumplices, sentindo o mesmo calor que sentíamos com Vincenzo.


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Comentários

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10/07/2017 14:05:18
Escrever belos contos é mesmo uma arte, parabéns. Passe para visitar o meu blog / leia os meus quando puder. Bjs.
10/07/2017 09:00:32
Maravilha madame putinha ! Pelo que pude ver sua arte é realmente sentar numa piroca bem grande e grossa. Sou do Rj e estou a sua disposição
10/07/2017 08:27:22
Excelente conto. Vibrante e com descrições de sexo misturado com arte
09/07/2017 17:44:30
Nossa q Delícia, posso ver tbm, muito bom conto 10
09/07/2017 17:04:40
Belo conto!! Tu és tudo de bom!!


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