Fui o homem da casa com minha madrasta

Um conto erótico de Doador de Esperma
Categoria: Heterossexual
Data: 08/12/2012 18:47:16
Nota 10.00
Assuntos: Heterossexual, Teen

Meu nome é Fernando, tenho 33 anos, 1,70m de altura e 80 Kg, sansei, forte e musculoso. Modéstia à parte, a mulheradae a viadada não saem do meu pé, e, como meu pau está quase sempre duro, dificilmente passo mais que dois dias sem meter, seja numa boceta úmida ou num cu de viado. Já publiquei alguns contos.

Devo muito a meu pai o homem que sou. Meu velho parece mais um irmão, pois ele me fez quando tinha somente 14 anos. Sou um pouco mais alto que ele, que é mais magro, mas muito sarado: 1,68m e 70 Kg. Sou igual a ele na precocidade do sexo: fiz meus dois primeiros filhos, com 13 e 14 anos; na fertilidade, porém, ele ainda me bate: dez descendentes, eu, com sete (oito daqui a alguns meses), quesito em que ele insiste que devo, segundo a expectativa dele, de superá-lo antes de morrer. Existe uma tradição, que acredito que deva ser japonesa, de que um homem vale quantos filhos machos ele faz numa vida. Nesse ponto, pai e filho são igualmente abençoados: tanto meus irmãos quanto meus filhos são todos homens: devemos, os dois, produzir apenas espermatozóides Y em nossos sacos.

Devo meu aprendizado no sexo às aulas ministradas pela babá do meu irmão, que me tirou o cabaço da rola, quanto à observação do meu pai em ação. Quando eu era adolescente,ele sempre deixava a porta entreaberta enquanto fazia sexo para me estimular e me despertar como homem.

Meu pai e eu preferimos as mulheres jovens, de 18 a 25 anos. Tive algumas madrastas quase da minha idade. Juliana era uma dessas, branca, ruiva, alta, cerca de 1,75m de altura e 60 Kg,linda, gostosa. Eu tinha 16 anos quando meu pai e ela, na época com 20 anos, começaram a namorar. Apesar de já ter me tornado homem desde os 11 anos, sempre ficava acordado para ver, pela porta entreaberta do quarto com cama de casal, meu pai fodendo Juliana, arrancando-lhe gemidos altos, para finalmente urrar guturalmente mais alto ainda enquanto ejaculava seu sêmen na cama,depois de tirar o pau de dentro da buça dela. Ficava sempre imaginando meu pau no lugar do do meu pai, o que era fácil, dada nossa semelhança física inclusive no tamanho e na forma dos membros, ambos circuncisados, finos e com 15 cm de comprimento.

Acontece que meu pai viaja muito, às vezes por até um mês. Morávamos ele, eu, meu irmão mais novo e Juliana, que se mudou para nossa casa depois de ser expulsa de casa pelos pais, turcos conservadores que não admitiam a filha ter perdido o cabaço para meu pai, ainda mais por ele ser nipodescendente, e os filhos que fossem a nascer, mestiços.

As viagens do meu pai nunca eram problema, pois ele sempre me ensinou tudo, e, desde criança aprendi a fazer os serviços de pai de família, como trocar lâmpadas, carregar compras, mudar móveis, consertar coisas ,e também de proteger a família. Assim, não houve problema quando ele viajou para Imperatriz, no Maranhão, a mando da firma. Ele confiou minha madrasta e meu irmão a mim. Sempre respeitei muito meu pai, como todo bom filho; observava os momentos íntimos dele mais para o aprendizado mesmo, mas fiquei muito encucado pelo quanto Juliana mexia comigo.

Minhas preocupações estavam bem fundadas. Juliana passou a usar shortinhos curtos, blusas curtas, mini-saias, coisas que ela não usava normalmente. Comecei a pensar que ela era uma vadia, que só não mostrava isso na frente do meu pai. Até imaginei, injustamente, que ela só queria engravidar dele para conseguir pensão. Fato era que ela estava me provocando enquanto homem!

Passada uma semana depois da viagem, ele me ligou perguntando se estava bem. Respondi que sim e ele me perguntou ainda se eu estava cumprindo meu papel de homem da casa. Para minha surpresa, ele me indagou se eu estava sendo homem em todos os sentidos para sua mulher. Respondi que não, que o respeitava, etc., até ser interrompido autoritariamente (algo raro para ele, que fazia mais o pai brother) pelo meu velho. Mais amigável, ele me disse Ô filhão, deixa de ser moralista, você é um garotão e ela uma gostosa, não tem nada de mais de você meter nela, afinal somos pai e filho.Fiquei tão surpreso quanto feliz pela permissão do meu pai. Nunca imaginava que ele me deixasse ser o homem da casa também naquele sentido. Papai ainda acrescentou que não haveria nada de corneagem, pois sendo eu produto do seu saco, seria como se fosse ele próprio comendo sua mulher no leito nupcial.

Claro que não podia me fazer de rogado nem de decepcionar meu pai. Era questão de provar a virilidade dos homens da família. Na mesma noite, vi Juliana chegar da faculdade de blusinha e de um sortinho muito curto. Estava no sofá bebendo cerveja, um pouco alto, quando, sem dizer uma só palavra, a beijei na boca. Nem podia acreditar naquela deusa nos meus lábios. Com um sorriso malicioso ela me levou para o quarto de casal. Apressado, como todo adolescente, arranquei-lhe a blusa, o shortinho, enquanto beijava-lhe o pescoço. Quando lhe despi o sutiã, deparei-me com um par de peitos que pareciam ter sido desenhados; não eram grandes, mas médios e, sem dúvida esculturais, os mais lindos que eu havia visto desde que me iniciei no sexo. Peguei-a no colo e a joguei na cama de casal, pois já tinha muita força para um adolescente da minha idade. Sedento, tirei-lhe a calcinha branca, quando saltaram a meus olhos uma buceta bonita, com uma linha vertical de pequenos pêlos ruivos, como seu cabelo. Sedento, enfiei a língua no buraquinho, do qual sugava o líquido e a fazia gemer e movimentar o quadril para cima. Após alguns minutos, ela me puxou para perto do rosto, me beijou e tirou minha camisa. Ajudei-a despindo a calça jeans. Pensei em voltar a sugar a boceta de Juliana, mas ela foi mais rápida em me livrar da cueca.

Apesar de experiente, sempre ficava e ainda fico, um pouco receoso quando a mulher me tira a cueca. Claro que minha rola estava mais dura que rocha e foi nesse estado que ela foi engolida pela minha madrasta. Chupava mais ou menos bem: na época, já tinha me (mal) acostumado a ser chupado por um viado velho que morava perto do colégio. As chupetas de mulher não pareciam grande coisa perto das felações do velho, que sempre fazia questão de engolir o esperma dos garotos que mamava. Depois de uns cinco minutos, ela abriu as pernas para mim. Chegava a hora da verdade: iria estar na mesma gruta que cobiçara há tantos meses, e meu pau entraria naquela boceta carnuda e proibida. Sem ser guiado pela minha mão, meu pênis penetrou a vagina, os dois órgãos ensopados de lubrificação e saliva alheia. Queria aproveitar ao máximo aquele momento, que não tinha só o sentido do tesão que me enchia de sangue minha rola, a que estava certamente acostumado, mas de libertação. Afinal, ela gemia tão alto quanto fazia com meu pai, a mesma expressão de prazer estampada no rosto. Percebi então, que não era eu entre as pernas daquela gata ruiva, mas meu pai. Como se eu emprestasse meu corpo a meu velho, e ele a satisfizesse a quilômetros de distância. Mas, em vez da inveja com que eu os observava antes,era um sentimento de missão cumprida e de orgulho . Eu só a possuía minha madrasta por minha semelhança a meu pai, e o amor que ela sentia por ele. Ela me chamava pelo nome do meu pai, Armando, em vez do meu, enquanto fazíamos um delicioso papai-e-mamãe.

Pu-la de quatro da cama e meti-lhe a vara novamente na boceta, mais molhada pela baba do meu pau, mas mais apertada. Depois de mais dez minutos, após, pelos meus cálculos, tê-la levado a gozar pelo menos cinco vezes, sentia que não aguentaria mais. Dei um urro animal, pouco antes de tirar o pau da gruta da minha madrasta. Foi quando tomei um susto.

Vi de relance e me amedrontei pensando que meu irmão de 9 anos estava entrando no quarto. Quando virei a cara, era meu pai, que nos observada, com uma expressão de felicidade que não via há muito. Ele já estava nu e fez um sinal para que fizesse silêncio.Óbvio que seu pau estava duro e melado, e não precisava ser adivinho para saber o que iria acontecer. Saí do caminho, com um sorriso desde a orelha, para ele guiar sua vara dentro da buça de sua mulher, que não parecia perceber a troca de machos. Meu pai deveria estar nos observando há muito tempo, pois mesmo sendo um ejaculador retardado, como eu, deu somente umas dez estocadas antes de gozar seu esperma no lençol, sobre a minha porra, misturando nossos espermatozóides.

Quando ele a virou,ela abriu um sorriso e soltou uma lágrima de felicidade. Achei melhor deixá-los a sós. Fui tomar um banho e dormir com uma sensação de paz de espírito, como se tivesse aprendido uma grande lição.

Não virei amante da minha madrasta, como alguns poderiam imaginar, nem fiz ménage com o casal. Voltamos a viver como uma família, como se nada tivesse acontecido. Passado um mês, quando tomávamos, toda a família, um café da manhã num dia de sábado, Juliana saiu da mesa, correndo para o banheiro. Meu pai foi ver o que acontecera a sua amada. Voltou como se já tivesse antecipado o exame de DNA que eu e ele tivemos de fazer: Juliana estava grávida. Tendo dominado a técnica do coito interrompido há muito mais tempo do que eu, era natural que suspeitasse que eu tivesse mais dificuldade em ejacular fora da vagina naquela maravilhosa noite. Para meu desespero, estava claro que eu seria pai pela terceira vez. Meu paizão foi muito brother comigo, assumindo seu neto como se fosse seu filho, que eu deveria tratar como irmão. Juliana fez questão que nosso filho se chamasse Armando, como meu pai. Júnior tem hoje 17 anos, e meu pai e eu não sabemos se devemos contar-lhe a verdade.


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Comentários

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09/12/2012 02:37:28
09/12/2012 02:37:25
Muito diferente. Um incesto que nao virou uma putaruia continua. Quando ao menino bom a reaçao dele pode ser imprevisivel
08/12/2012 19:14:56
Tal pai tal filho. Interessante aquele lance de o cara ser mais macho pela quantidade de filhos homens que fazem.. Interessante mesmo. Conto diferente, manêro demais. E to achando que seria uma boa contar a verdade. Vai ser um susto mas... Tal pai tal filho tal irmao/neto. Êhh familia! Parabens


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