CUNHADA EVANGÉLICA - FUDIDA PELO PASTOR - PART I

Um conto erótico de Led2006
Categoria: Heterossexual
Data: 14/05/2012 10:27:51
Nota 10.00

O que vou relatar aconteceu há seis meses atrás, moramos na Zona Sul de São Paulo, próximo à represa do Guarapiranga, Bairro Interlagos, lugar povoado de belas casas e muito verde. Somos de família bem sucedida desde o tempo de nossos avós espanhóis, e como descendentes seguimos o mesmo caminho. Meu nome é Beto, 1,80 de altura, 78 kg, cabelos grisalhos, corpo bem cuidado, 53 anos. Minha cunhada uma loira deliciosa, casada, o marido que me desculpe, mas sempre a desejei e bati várias punhetas em sua homenagem. Seu corpo é lindo, alta por volta de 1, 70, cabelos longos, coxas grossas, uma bunda de dar inveja a qualquer uma mulher, seios volumosos e empinados, 37 anos, viciada em academia, por isso o corpo delicioso.

Sempre estávamos reunidos, pois fazíamos praticamente churrasco toda semana, tudo era motivo para comemoração, principalmente futebol. Eu sempre de olho na cunhada, irei chamá-la de Sara, pensava será que esta mulher não faz nada de errado?

O casal evangélico, nem beber, bebiam churrasco e refrigerante, ao contrário eu e minha esposa, sua irmã, bebíamos e fumávamos. E adorávamos brincar e fazer brincadeiras maliciosas, enquanto eles mudavam de assunto. E assim foi por muito tempo, cada vez mais meu tesão aumentava, chegava a transar com minha esposa, diga-se que não ficava nada atrás, pensando na cunhada. Mas acho que o diabo atenta e ajuda a fazer mos as coisas erradas, pois aconteceu, nunca esperava, domingo, como sempre churrasco. O jogo iria começar Sara em pé conversava e sorria, eu apreciava e imaginava uma trepada, o celular tocou, ela olhou, disfarçou e desligou, notei que ficou meia sem jeito, o marido perguntou quem era, Sara respondeu: - NÃO SEI NÚMERO PRIVADO E A LIGAÇÃO NÃO COMPLETOU!

Fiquei desconfiado, será que iria descobrir algo errado da cunhadinha? Era o que queria, pois teria algo para usar contra ela, pensava em tudo, tamanha a vontade de comer Sara.

Saí de férias, montei um plano, seguiria a cunhada quando fosse à academia, foi o primeiro plano. Não consegui ver nada de errado durante dias, mas o que nunca imaginava aconteceu, o que jamais poderia acreditar que aconteceria, por isso diz o diabo ajuda. Estava indo ao mercado, minha esposa também de férias estava em casa, arrumando as malas para nossa viagem, quando vi Sara andando pela calçada, bem arrumada, chamando a atenção de quem passava, buzinei, não olhou, buzinei novamente e nada, pensei: - A MULHERZINHA DIFÍCIL, REALMENTE ESTÁ DEVE SER CERTINHA, NÃO VAI TER JEITO!

Chamei pelo nome, só aí ela olhou sorrindo abanando a mão parei o carro, veio em direção curvou-se próxima a janela para conversar comigo, o decote generoso me deu uma visão maravilhosa, seios lindos, tive vontade de agarrá-los. Quando sua voz me trouxe a realidade.

- OI BETO! TUDO BEM? PARA ONDE ESTÁ INDO?

- TUDO BEM SARA! ESTOU INDO AO MERCADO, COMPRAR ALGUMA COISA PARA A VIAGEM!

- A CORRE! IRÃO VIAJAR NO FIM DE SEMANA, SE PUDESSE IRÍA COM VOCÊS, MAS MARCOS (SEU MARIDO) ESTÁ TRABALHANDO.

- VAMOS É NO FIM DE SEMANA, ELE VOLTA NO DOMINGO E VOCÊ FICA COM NÓS!

- NÃO, NÃO DEIXARIA, MAS QUEM SABE, FALAREI COM ELE, FIQUEI COM VONTADE DE PEGAR UMA PRAIA.

- VOCÊ ESTÁ INDO PARA ONDE SARA? ESTÁ SEM CARRO?

- A ESTÁ NA OFICINA, ARRUMANDO O FREIO, ESTOU INDO A IGREJA, POIS TEMOS ALGUMAS OBRAS DE CARIDADE E AJUDO A COORDENAR.

- QUER CARONA? ESTOU INDO NA MESMA DIREÇÃO, E ESTA MUITO QUENTE O TEMPO.

- REALMENTE! VOU ACEITAR!

Deu a volta no carro, sentando se ao meu lado, sem antes deixar aparecer o par de coxas mais lindos que já vi, senti vontade de acariciar, apertar, é difícil se conter. Fomos conversando, pena que a Igreja não era tão longe, mas não iria adiantar de nada, muito séria.

Deixei-a em frente à igreja e fiquei olhando seu andar, apreciando, estranhei passou pela Igreja e foi em direção à casa do Pastor, abriu o portão, não tocou campainha, abriu a porta e adentrou. De onde estava tinha a visão nítida, as arvores que rodeavam a casa, a Igreja de nada atrapalhavam, a cada pensamento mais a minha curiosidade aumentava.

Estacionei o carro e fui em direção a casa, uma arvore encorpada em frente à janela da sala encobria minha silhueta, fui chegando próximo á janela, com medo de ser flagrado, a cortina estava fechada, mas para minha sorte havia uma fresta e dava de frente ao sofá. Estavam um pouco distante de mim e tenho certeza que não poderiam me ver, conversavam e riam. O pastor era negro devia ter mais ou menos a minha idade, também com cabelos grisalhos, apenas era mais forte, ou seja, mais gordinho, sentado dava para ver a barriga se sobressaindo.

Notei que ele estava com a mão pousada em sua perna e pelo movimento estava acariciando, um calor me subiu pelo corpo, e piorou mais ainda, quase desmaiei quando Sara beijou-lhe os lábios. Sara levantou-se do sofá e ajoelhou-se a sua frente, o pastor separou as pernas deixando-a entre elas, Sara levou a mão em direção ao meio das suas pernas, desceu o zíper, enfiou a mão e tirou o cacete do pastor para fora. Estava meio mole, mas dava para ver que era grande e grosso, Sara segurou com uma das mãos e iniciou uma punheta bem lenta, subindo e descendo a mão. Dava para ver nitidamente, o cacete crescendo em sua mão, me senti envergonhado, meu pau tem 19 cm, tem a glande saliente, parecendo um cogumelo, mas aquilo era uma garrafa de coca cola.

Sara não parava de punhetar enquanto começou a passar a língua na cabeça, para em seguida abrir a boca e tentar enfiar a glande na boca, parece que estava acostumada, pois abocanhou sem problema, fiquei abismado pela grossura. Iniciou uma chupeta maravilhosa, não acreditava no que via, enfiava uma boa parte na boca, acho que ia até a garganta e ainda ficava metade de fora. Estava louco de tesão, queria entrar e participar da sacanagem, fui até a porta de entrada, mas infelizmente estava trancada, acho que foi até melhor. Voltei a espreitar, o ritmo da chupeta aumentou, o pastor de olhos fechados com a cabeça recostada no sofá demonstrava um prazer inimaginável, não queria perder um movimento. Para acabar de me matar Sara ficou em pé levantou o vestido, tirou a calcinha deixando a mostra um boceta toda depilada, não vi direito, mas o pouco que vi, foi o suficiente para quase gozar na calça. No mesmo instante que fez isto o pastor se levantou, soltou a calça, abaixando a cueca, aí deu pra ver o tamanho da cobra, será que Sara agüentaria?

O pastor sentou se no sofá, segurando a jibóia com a cabeçorra brilhando, Sara segurando o vestido levantado com uma das mãos, foi se abaixando até segurar com a outra mão a manjuba do pastor, acertando na entrada da vagina.

Foi sentando fazendo careta, o pastor com segurando sua cintura a puxava para baixo fazendo sua mangueira ir sumindo aos poucos.

Senti pena da cunhada, mas ao mesmo tempo raiva, por fingir ser uma mulher distinta e chifrando o marido com o pastor, torcia para o pastor arrombar sua boceta, fazer ela gemer, ir pra casa com as pernas arreganhadas de tanta rola.

Mas era despeito por não ser eu, queria estar lá, não dava para ouvir nada, mas o pastor falava alguma coisa com Sara, enquanto ela fazia cara de dor, sofrimento, devia estar estourando seu canal vaginal. Para minha tristeza Sara soltou o vestido colocou as mãos uma em cada perna do pastor e iniciou um rebolado cadenciado, agora não via mais nada.

Notei que o pastor a puxou com força de encontro ao seu corpo, Sara soltou um gemido mais agudo que deu para ouvir de onde estava tinha sido empalada.

Jogou o corpo para traz se encostando ao peito do pastor soltou os braços e ficou suspirando, o pastor desceu as alças do vestido, descobriu os seios, eram lindos volumosos, empinados, aureolas e bicos grandes, encheu as mãos, ao mesmo tempo com as pontas dos dedos apertava os mamilos. Estava com a cara colada no vidro, na me preocupava se me vissem, queria foder junto, percebi que a obra de caridade era dar para o pastor.

Passado alguns minutos começaram a se mexer, com as mãos na cintura o pastor a fazia subir e desce, seus seios pulavam, Sara rebolava e parecia estar adorando, pelo jeito estava acostumada com o tamanho do cacete, já imprimiam um ritmo alucinante, trepavam loucamente. O pastor a tirou de cima a colocou de quatro no sofá jogou seu vestido por sobre suas costas, segurou o caralho na entrada da vagina e enterrou até o saco.

Desta vez tive uma visão maravilhosa, minha vontade era bater uma punheta, mas não dava, pois tentava me esconder atrás da arvore e espiar sem ser percebido. Era inacreditável e delicioso ver Sara sendo fodida daquele jeito, uma sensação maravilhosa, um tesão nunca sentido, nunca tinha agido como voyeur, agora sabia o quanto é delicioso se excitar olhando outro trepar. A rola entrava e saía à pele negra do pastor contrastava com a pele branca de Sara, a qual rebolava jogando a bunda de encontro ao caralho rebolando copiosamente no mastro. O pastor bombava sem dó, ficou assim por alguns minutos, a cunhada relaxou ficou parada parecia que seu corpo tremia, pensei está gozando, em seguida foi à vez do pastor, a segurou pela cintura e enterrou o cacete, suas pernas tremiam, seu corpo parecia desmoronar, se curvou sobre Sara e ficou parado, dando algumas tremidas.

Fiquei olhando com o cacete estourando a calça, com uma marca molhada na frente, era a lubrificação, sentia o cacete melado, quando vi o pastor se mexendo, tirando o cacete da boceta de Sara, que continuava de quatro jogada no sofá com o vestido levantado.

A saída do membro da vagina trouxe junto uma enxurrada de esperma, nunca visto por mim. escorria pela boceta descendo pelas coxas, o pastor saiu e voltou com uma toalha e limpou carinhosamente a vagina para em seguida depositar um beijo,.

Sara sentou recebendo a calcinha que seu amante lhe estendia, colocou-a, levantou ajeitou o vestido enquanto o pastor igualmente se compunha em seguida se abraçaram num longo beijo. Sara passou a mão carinhosamente em seu rosto e sorriu, notei que se despedia, quando se virou levou um tapinha na bunda do pastor que também sorriu, corri para o carro e sai rapidamente para não ser fragado.

Dei um tempo longe dali e voltei, poria meu plano em ação, sabia o caminho que Sara faria, ao longe visualizei a silhueta, era a cunhadinha, meu tesão era enorme e agora ela não me escaparia, dirigi em sua direção, parei ao lado.

- OI CUNHADA! PARCE QUE ESTAVA ME ESPERANDO!

Ela: - REALMENTE, COINCIDÊNCIA! ESTAVA ME SEGUINDO? Disse sorrindo.

Eu: - PODE TER CERTEZA QUE SIM! A SEGUI, E SEI DE TUDO, NÃO ME ESCAPA! E sorri.

Ela: - NOSSA HEM! DESTE JEITO VOU FICAR COM MEDO!

Eu: - TAMBÉM NÃO PRECISA EXAGERAR! NÃO VAI ENTRAR? ESTOU INDO PARA LÁ! TE DEIXO PERTO DA SUA CASA!

Ela: - OK! CUNHADO! VOU ACEITAR, ESTÁ MUITO CALOR E ESTOU CANSADA, COM AS PERNAS MOLES!

Pensei: - TAMBÉM DEPOIS DE LEVAR UMA ROLA DAQUELE TAMANHO, TEM QUE TA ARROMBADA E COM AS PERNAS MOLES!

Sara entrou, olhou-me, não escondi a marca na calça, deixei bem a mostra, sentou, notei que olhou e viu, mas nada disse, fomos conversando, perguntei como foi na Igreja, respondeu que deu tudo certo, que resolveu as pendências.

Não resisti estavas passando por ruas tranqüilas próximo a nossa residência, muitas árvores e lugar onde não passam pessoas a toda hora. Parei o carro, soltei o cinto de segurança e virei para o lado de Sara, dizendo tudo que queria e pensava, deixando-a calada assustada, com os olhos fixos em mim e sem fala|:

- CUNHADA! É MELHOR SABER LOGO, SEMPRE TIVE TESÃO EM VOCÊ, JÁ BATI VÁRIAS PUNHETAS EM SUA HOMENAGEM, SEMPRE IMAGINEI COMENDO SUA BUNDA, E BORREI A CALÇA HOJE POR SUA CAUSA, VENDO VOCÊ TREPANDO COM O PASTOR! AGORA CUNHADINHA, VOCÊ VAI ACABAR COM O MEU TESÃO, OU TODOS IRÃO FICAR SABENDO!

Tirei o pau pra fora, a cabeça brilhava, estava melada, meu tesão era tanto que imediatamente ficou duro em riste.

Sara olhava assustada sem saber o que falar ou fazer, notei lágrimas nos olhos, mas não fiquei com dó. Com a voz trêmula balbuciou algumas palavras: - POR FAVOR, NÃO ME LEVE A MAL, MINHA VIDA COM MARCOS ESTÁ MARAVILHOSA, SÓ QUE ACONTECEU, POR SERMOS EVANGÉLICOS ELE LEVA MUITO A SÉRIO O SEXO! E DEIXA A DESEJAR!

Eu: - MAS O PASTOR TAMBÉM NÃO É EVANGÉLICO? AINDA MAIS PASTOR! E TREPANDO COM VOCÊ!

Ela: - SEI QUE NÃO IRÁ ENTENDER! MAS ELE É CARINHOSO ELE ME COMPLETA, ME ENTENDE!

Eu: - SEI! VOCÊ DEVE ADORAR O TAMANHO DO CACETE DO PASTOR, JÁ DEVE TER TE ARROMBADO:

A safada sorriu:- É VOCÊ REALMENTE ME VIU! PARA FALAR ISSO!

Eu: - É O SEGUINTE, VOCÊ ME DEIXOU COM TESÃO, TEM QUE ACABAR COM ISSO! AÍ PODE FICAR TRANQUILA, NINGUÉM SABERA DE NADA, MAS COM UMA CONDIÇÃO!

Ela: QUAL?

Eu: - VOCÊ VAI TER QUE TREPAR COMIGO TODA VEZ QUE EU QUISER!

Ela: - NÃO ME PESSA ISSO SOU SUA CUNHADA, É CASADO COM MINHA IRMÃ!

Eu: - QUERO QUE SE FODA! QUERO FODER COM VOCÊ E PRONTO! SEMPRE TIVE TESÃO E VONTADE DE TE COMER!

- E PARA COMEÇAR CHUPA MEU CACETE!

Ela: - AGORA? AQUI? POR FAVOR, NÃO! NÃO VOU CONSEGUIR!

Eu: - PARA COM ISSO, PEGA NO CACETE, BATE UMA PUNHETA E CHUPA!

Segurei o cacete balancei peguei sua cabeça e forcei ela se curvar, quando senti sua mão segurando quase gozei, me encostei á porta do carro, Sara iniciou uma punheta , sua mão subia e descia, cobrindo e descobrindo a glande.

Aos poucos foi deixando cada vez mais duro. Mede 19 cm, mas tamanho o tesão devia estar com 20 cm.

- ISSO CUNHADA! BATE UMA PUNHETINHA PRO CUNHADINHO! TESÃO!......AINDA VOU COMER SEU CU!É A PUTINHA DO PASTOR!AGORA VAI SER MINHA PUTINHA!

Sara passou a língua pela glande para em seguida colocá-la na boca fazendo lentamente movimentos de vai e vem logo já estava engolindo meus 20 cm, o que para ela era fácil, acostumada com aproximadamente 25 cmrsrsrsrsrs.

Com uma das mãos na sua cabeça, forçada para baixo fazendo a engolir todo o mastro, as engasgava, seus olhos avermelhavam, mas não me preocupava com isso, só queria foder aquela boca, enche-la de porra. Segurava sua cabeça e fazia como se estivesse fodendo uma boceta. – VAMOS CUNHADINHA CHUPA MEU CACETE! QUERO GOZARENCHER SUA BOCA DE PORRA!VAI BEBER TODA MINHA PORRA!

Enfiava até a garganta e segurava, depois tirava ficando uma ponte de baba da boca a cabeça do pau, estava realizando meu sonho, a cunhada era minha agora.

- VAMOS MINHA PUTINHA CHUPA!CHUPA!

Sara percebeu que eu iria gozar, pois meu cacete latejava e estava inchando, tirou da boca e punhetava rapidamente, meu corpo estava tenso, Sara olhava fixamente nos meus olhos dizendo: - GOZA CINHADO!GOZA!ME DÁ SUA PORRA!AGORA SOU SUA PUTINHA!VOCÊ NÃO QUIS,AGORA VAI TER QUE FAZER O QUE EU QUISER!

Soltei um gemido, empurrei sua cabeça fazendo meu pau entrar até sua garganta, tentou sair, mas não deixei, segurei firme, o primeiro jato de esperma pareceu que ia estourar minha uretra, esporrei como nunca tinha feito.

Sara engasgou, mas segurei uma golfada atrás da outra, escorria porra pelo canto da boca, seus olhos lacrimejavam, era um tesão nunca sentido por mim.

- TOMA MINHA PUTINHA!ENGOLE MINHA PORRA!......CUNHADA SAFADA!

Solte sua cabeça, mas continuou chupando meu cacete, bebeu toda a porra deixando meu pau limpo, ainda com um sorriso nos lábios passou a língua no canto da boca buscando a porra que escorria, realmente era uma evangélica safada, uma grande puta.

Veio até mim no beijamos demoradamente, senti o gosto de esperma na boca, toquei seus seios pela primeira vez, por cima do tecido, eram firmes e grandes. Ficamos alguns minutos parados, calados, nos sentindo, quando falei: - NOS VEMOS AMANHÃ?

Ela: - AMANHÃ?

Eu: - CLARO!AMANHÃ É O DIA QUE TANTO ESPEREI!.....QUERO TE COMER DE TODO JEITO!

Apenas confirmou positivamente com a cabeça, marquei passar em sua casa por volta das dez horas,Continua....Cunhada Evangélica – Comi o Cu, adorou – Parte II


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Comentários

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14/11/2015 06:53:49
Caralho de conto, delicia mto gostoso, melei a cueca rsrsrs parabéns pela sorte
31/07/2012 21:00:48
ki delicia hein fikei com a buceta toda meladinha so di le
14/05/2012 13:29:39
nossa cara parabéns seu conto e ótimo essa cunhada e msm safada
14/05/2012 13:14:18
A maioria é assim!!!
14/05/2012 12:16:56
Caramba, achei ótimo, bem escrito e descrito, realmente as evangélicas são safadas, já comi uma. Adoram dar o rabo para não perderem o cabacinho.
14/05/2012 11:20:59
muita safada mesmo essa evangélica...

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