O conto "Para gozar - Com o Dou... Ops, acabou sendo o Biá

Doug era um cara da minha rua, não era de tudo bonito mas alguma coisa me atraia nele, Nós sempre íamos a um lago perto de casa que ficava numa mata fechada e nunca tinha uma oportunidade de dar uma investida, e também tinha medo devido a ele pegar garotas e poder espalhar por lá que eu gostava de pau. Éramos quase da mesma idade, 1 ou dois anos de diferença só.

Ele me chamou para fazermos um percurso de bicicleta, aceitei na hora, pois passaríamos por vários lugares desertos e vai que né. Combinamos a saída e fui ao ponto de encontro, lá estavam ele seu primo Biá e mais dois amigos, desanimei na hora, mas como já havíamos marcados vamos né. O único que eu conhecia alí era o Biá, mais novo que nós uns dois anos, mas o que não tinha de idade tinha de delicia, moreno índio, cabelo baixinho, barba já fechadinha, um corpo lindo magro definido com direito a entradinhas cavadas, e um volume safado que estava sempre balançando devido a andar sem cueca.

Fomos a nosso passeio, que aliás, foi exaustivo, rodamos uma montanha, a ida era por estrada de chão e a volta era pela rodovia, na ida tivemos um incidente pouco antes de pegar a rodovia, o pneu de Biá estava furado e ele teria que remendar, todos paramos e ele começou a mexer na bike, eu fui ajudar, enquanto fazíamos o reparo percebi que seu vazava pelas pernas, que cena linda, mesmo sendo um pau mole era lindo, bem avantajado para a estatura dele, que era muito mais baixo que nós, um pau lindo de ver, bem atraente.

Alguns minutos antes de acabarmos a mãe de um dos meninos ligou e ele teria de ir para casa imediatamente, ele queria companhia para voltar pois era um trajeto longo, Biá disse para irem pelo caminho que fomos para serem mais rápidos, pois não teria morro, eu ele ficaríamos e tentaríamos alcançar eles.

Não sei o que arrumaram, mas sumiram, mesmo pedalando muito não os alcançávamos, e isso nos deixou ensopados de suor, resolvemos seguir em um ritmo mais leve e fodam-se eles.

No caminho Biá disse assim que sabia de uma cascatinha para nos refrescarmos, pegamos um caminho um pouquinho fora da rota e fomos, não era muita agua que tinha lá, era bem “inha” mesmo, um fio d’água, antes de entrarmos reparei em seu corpo suado e aquilo me deu um tesão da porra.

- Vai lá, pode ir primeiro.

Eu ia quando ele me chamou a atenção.

- Tira roupa caralho, vai ficar pesada para pedalar.

- Verdade, mas pode ir primeiro.

- Ta com vergonha?

Ele baixou seu calção expondo seu pau ainda mole e riu.

- Tira porra, que que tem.

Eu estava muito vermelho pois sou branquinho.

- Que foi?

- Velho, preciso te falar uma coisa, quando eu tô suado eu fico num tesão da porra, então o negócio aqui não ta bonito não.

- Qual é, o meu também sobe porra, precisa ter vergonha não.

Eu fiquei ainda parado no lugar e ele começou a rir.

- Ou será que você tá com tesão no meu suor.

Ele me pegou por trás e começou a esfregar corpo encharcado de suor em mim, o tesão já estava tomando conta de todo meu corpo, e o dele começava a chegar.

- Para caralho.

- Parar o que, hahaha, você gosta né, hahaha.

E nesta brincadeira seu pau começou a dar sinal de vida, o pau dele estava subindo enquanto esfregava o corpo em mim.

Eu não resisti, me virei de frente para ele, o agarrei e comecei a lamber e beijar seu pescoço, ele até tentou se soltar, mas agora eu quem não iria soltar ele, fui descendo lambendo e beijando cada pedacinho do seu corpo, seu peito, seu tórax, sua barriga, sua entradinha. Aos poucos ele foi permitindo e gostando daquilo, então comecei a chupar sua virilha suada com vontade enquanto seu pau duro esbarrava em meu rosto, eu estava louco de tesão, chupei suas bolas a ponto de incomodar ele de tanta pressão que botei na boca, parti para seu já tentando engolir de primeira, mamei aquele menino por bastante tempo, sempre parando um pouquinho e dando lambidas em sua barriga, ele gemia pra caralho, eu me levantei e beijei denovo seu pescoço, quase um chupão mesmo, tentei beijar sua boca e ele se virou, tentei denovo sem sucesso, voltei a beijar seu peito e fui rápido até boca que aceitou finalmente a minha língua, fiquei alí o beijando e passando a mão em pau latejando, baixei e o mamei mais um pouco.

- Deixa eu te foder?

- Só se for comer gostoso.

Ele me virou, abaixou um pouco minhas costas e começou a linguar meu rabo, eu gemia loucamente recebendo aquela linguada gostosa, ele correu para próximo a bicicleta, sujou seus dedos que depois descobri que era graxa neutra, passou no seu pau e começou a enterrar ele em mim, eu suspirava ofegante de sentir ele alí, doía, mas foda-se, o prazer dizia que era para me preencher e me esbaldar naquela rola.

Seu pau entrou e dei uma contraída, mas aos poucos foi se acostumando e sentindo aquela rola quente, ele suava bastante se movimentando atrás de mim, o suor descia e escorria pelo meu reco me arrancando gemidos fortes.

Ele percebeu isso e começou a passar a mão em seu peito e limpar nas minhas costas enquanto me bombava com muita vontade, aquele suor geladinho e seu cheiro de macho estava muito bom, ele socava cada vez mais forte até encher meu cuzinho de porra quente.

Me deu um tapa na bunda e foi se refrescar, a cena dele mexendo em seu pau debaixo daquele fio de água escorrendo por seu corpo nunca vai sair da minha cabeça.

- Fala nada pra ninguém não heim.

- Claro que não, nem você.

E agora tínhamos um segredo quente e delicioso, eu não havia conseguido que eu queria, mas valeu a pena, até porque mais cedo ou mais tarde eu conseguiria.


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