Mas treze dias após esse ocorrido, numa noite ele retorna exatamente quando não estava em casa, furtou dinheiro e coisas de valor para trocar por drogas.
Também me procurou por todos os cantinhos da casa, entre tanto, nesse dia havia saído com uma amiga para malhar.
Assim que cheguei, verifiquei o que faltava, sabia que ele estivera lá, e em cima da minha cama tinha um bilhete que mexeu profundamente com todo meu ser pelo seguinte teor.
(hoje vim aqui, peguei dinheiro e outras coisas, mas não te encontrei. Você escapou, porque hoje eu ía te dar uma pirocada inesquecível. Mas da próxima você não vai escapar.)
Foi aí que a ficha caiu.
Vi que não se tratava somente do vício, era pessoal, era comigo, era com a minha boceta.
Após 42 dias desde que ele me fez gozar na sua boca chupando deliciosamente minha boceta e saiu de casa, um dia após meu aniversário de 27 anos, depois de muito procurar, descobri onde ele estava vivendo e decidi ir até o local ver como ele estava.
Ainda era escuro, no meio de uma madrugada gelada e chuvosa em Chapecó, em uma sacola levei roupa limpa e algo pra ele comer.
Em todo o trajeto uma voz maligna ecoava no meu ouvido dizendo.
(ele vai te fuder tua boceta... ele vai te fuder tua boceta...)
Cheguei em uma construção abandonada em um local deserto, onde ele dormia sozinho.
Assim que cheguei a chuva desabou de vez.
Ele estava sobe efeito de droga, olhos vermelhos, um pouco alterado e ao me ver me olhou nos olhos com um riso maligno, um olhar malvado e cheio de fome de boceta, e foi quando aquela voz gritou no meu ouvido
(vai ser agora, ele vai te fuder... ele vai te fuder...)
Eu disse.
- Filho é a mamãe. Trouxe roupa limpa e algo pra você comer.
Ele veio, me pegou pela mão e me levou até um compartimento da casa onde tinha um colchão velho mesmo amedrontada, mas totalmente passiva, deixei que ele me deitasse nele.
Delicadamente tive as pernas bem separadas, a calcinha arrancada com um puxão e imediatamente tive sua boca colada na minha boceta.
Ao sentir a pressão da pontinha daquele nervo de sua língua dividindo a minha brechinha bem ao meio, massageou, esfregando meu pinguelinho, comecei a suspirar profundamente fechando os olhinhos, reclinando naturalmente a cabeça pra trás.
Isso foi insuportavelmente delicioso demais pra mim que não suportei e involuntariamente sussurrei.
- Filhoooo!!!! Filhoooo!!! Não faz isso! por favor! Nãããããããuuuuumm!!
Eu dizia “não”, mas no fundo era exatamente aquilo que eu queria, foi aquilo que eu fui buscar.
Enquanto ele ria dizendo.
- Olha que delícia mãezinha!!! Mal encostei a língua nessa brechinha o buraquinho já tá cuspindo leite. Olha como ela está se babando toda. Além de aceitar com passividade, eu gritava desesperada de prazer gemendo e urrando como uma ursinha cio.
- Uuuuuuuuuuuh!!! Uuuuuuuuuuuh!!!
Ele chupava minha boceta parecendo estar com pressa, mas era medo de que eu fugisse dali e escapasse da piroca que ele me prometera por meio da ameaça feita naquele bilhete.
Por isso, logo sua boca deixou minha bocetinha, ele sacou aquele pau de grosso calibre pra fora e meteu bem devagar, com muito amor e carinho.
Mas ao sentir a cabecinha forçando meu buraquinho babão fiz carinhas e bocas, solucei dengosamente e ele me consolava dizendo.
- Não chora.... vai ficar gostoso... você vai gostar da piroca que vou te dar... eu só vou fazer você gozar. Calma, psiii psiii psiii!! Calma, psiii psiii psiii!!
Vendo que isso o deixaria ainda mais alucinado pra me comer, valorizei ainda mais o choro, gemendo em tom bem agudo, só pra atiçar o meu filhinho.
O meu buraquinho era apertadinho demeais para a grossura daquela caceta enorme, por isso, fechei os olhinhos, mordi os lábios e gemia bem dengosa, me deliciando com cada pedacinho daquele nervo violando minha bocetinha.
Ele enfiou até o talo, foi quando senti seus pentelhos arranhar a testa da minha boceta, olhei e vi que todo aquele tronco fôra enterrado dentro de mim.
Ele ficou quietinho com o pau paradinho dentro dela me olhando enquanto eu gemia chorosa dizendo.
- Não amor!! Não filhote!! Não me fode!! Por favor, não me come, amorzinho!!! A bocetinha da mamãe nããããuuuum!!!
Com sua caceta toda atolada dentro da minha bocetinha, sentindo ela pulsar como se estivesse viva respirando dentro de mim, eu entrei em plena agonia de prazer, de tesão.
Usando sua boca para calar meus gritinhos e meu moderado escândalo na sua piroca, se deita sobre mim e me beija, abafando meu doce agonia.
Depois do beijo demorado ele voltou a posição que estava, eu fitei os olhos na sua piroca que começava a sair de dentro de mim bem lentamente como uma cobra saindo do covil.
Vi aquele nervo grosso sair completamente envernizado, brilhando no reflexo da luz no meio daquela penumbra.
O safado dizia cinicamente, com um ar de sarcasmos.
- Olha mãe como tua bocetinha está feliz com meu pau... olha como ela deixou ele bem babadinho.
No começo o vai e vem foi bem devagar, com muito, mas muito carinho, mas a cada segundo, minuto o que era um vai e vem bem delicioso se tornara em estocadas forte cada vez mais, e quando vi, ele estava arregaçando com fome e vontade, fazendo todo meu corpo implodir por dentro.
O garoto era uma máquina de socar piroca na minha boceta.
Em poucos minutos eu não eu já estava em parafuso gozando no pau do meu filhote feito uma louca, me contorcendo como uma víbora no fogo.
Vendo meu corpinho se debatendo todo ele gritava.
- Gooooza bem gostoso pra mim na minha rola!!! Goooooooza!!! Issooooo, mãezinhaaaa!!! Goooooooooza!!!
Eu urrava enquanto aquele choque elétrico corria por todo meu corpo eletrocutando cada partícula do meu ser.
Alucinadamente ele socava forte fazendo um barulho alto em cada estocada seca de seu pau na minha boceta, fazendo meu corpo ir e vir.
A rola entrava e saia macia babando todo o corpinho da sua piroca.
Já cansada de tanto gozar daquele jeito maravilhoso, ele como um cavalheiro, tirou a pica da minha bocetinha, se deitou ao meu lado me virou de ladinho e disse.
- Agora você vai gozar de ladinho na minha pica, tudo bem?
Eu respondi apenas gemendo.
- Ãnrããããã!!! E meteu a rola novamente me fazendo mergulhar em um prazer indescritível.
Eu aproveitei, vivi cada momento, cada instante.
Mas quando eu delirava na sua rola completamente relaxada na sua pica, extremamente passiva, entra no local onde meu filho me fodia, 4 garotos e 3 meninas, também drogados, e ficaram ali assistindo tudo me vendo gozar naquela pica.
O filhote disse.
- Calma eles não vão fazer nada.
E continuou socando enquanto eu gozava, até que ele também começou a gozar dentro da minha boceta.
A gente gritou juntinho, ele espirrando jatos de leite fortíssimos dentro de mim que vazava pra fora tamanha era a quantidade.
Os outros, sentados continuavam e cheirando e fumando enquanto a gente terminava de gozar gostoso.
Depois que tudo acabou ficamos agarradinhos, ele me beijando o pescoço e o pau tremendamente duro dentro de mim.
Depois de um tempo, ele se levantou e foi paga maconha com aquele pessoal e eu aproveitei pra levanta, me ajeitar e sair.
Ouvi seus colegas perguntando.
- Quem é essa gata gostosa véio?
E ele respondeu.
- É a gata que eu como.
Voltei pra casa coma boceta toda suja de pica, esperma escorrendo pelas coxas até meu calcanhar.