Olá! Sou assíduo leitor há anos e desta vez resolvi escrever. Os contos não sairão em ordem cronológica e espero que o leitor ou leitora entenda. Sou um cara branco, bem magro, 1.71 de altura, olhos castanhos com cabelos pretos curtos, atualmente sou bi e o conto é da época que eu era gay. Resido em São Paulo, capital.
Os meus primeiros desejos sexuais aconteceram ainda na adolescência e nada realizei neste tempo. Tendo acesso as revistas pornográficas, eu estava atrasado nesta questão do sexo vivendo muito das masturbações. Revistas variadas, tive contato com relações hétero e homossexuais por estes gibis adultos.
A minha primeira relação sexual aconteceu assim que completei meus 18 anos. Na minha festa de aniversário numa quinta, o Heitor não tirava os olhos de mim. Amigo do meu pai, eu sabia bem aquilo que ele queria. Suas olhadas e sorrisos denunciavam bem onde ele queria chegar!
Dois dias depois, Sábado, ele passou pela manhã em casa, meus pais estavam trabalhando e eu tinha o costume de sair voltando lá pelas 19 horas. Passou de carro e falou se eu não queria ficar um pouco com ele em sua casa, topei. Na minha cabeça, eu estava decidido a transar com o danado caso ele desse margem.
Simpático e bom de papo, branco, baixo, rosto redondo, calvo, 53 anos, nordestino com bigode ralo, já em sua casa, ele começou a atentar eu juízo apertando meus ombros na cadeira da cozinha. Sorri da audácia e permiti! Falou que eu era bonito, já liguei o sinal de alerta e não deu outra!
O cacete do Heitor faltava pular da bermuda tamanha tara. Duro, eu sequei aquilo e sorri, ele entendeu e mostrou! Nossa! Pau médio e curvado, grosso, terminava numa boa cabeça bem linda! Humm! Falou:
- Pega.
- Não conta nada, por favor.
- Não vou falar nada.
Envergonhado, alisei e ele pediu:
- Chupa.
Ajoelhei e caí de boca! Eu não tinha experiência alguma e passei a copiar as atrizes pornôs das revistas e dos filmes que tinha visto. Meu rosto corou e um calor subiu por dentro do corpo na hora! Fiquei no vai e vem bem tímido, a rola engrossou crescendo mais na minha boquinha! Punhetei e ele disse:
- Tira a roupa.
Nus, já recebi uma passada de mão na bunda e ouvi:
- Bunda bonita.
Sorri, ele sentou na cadeira e pediu para curvar. Caiu de boca na minha bunda e logo senti um arrepio forte! Sua língua áspera com a respiração deram um tesão enorme e meu cu começou a fazer biquinho! Caramba! Melou bem e disse:
- Já deu?
- Não.
- Bota as mãos na parede.
Colei na parede entre a cozinha e começo do corredor. Ele veio atrás e eu tremia minhas pernas! Pincelou, olhei de leve e ele deu uma agachadinha. Após isto, tive uma zonzeira e vi estrelas! Fiz uma careta e senti o pau atravessando meu cu! Passei a ofegar e soltar ais baixos! Nossa!
Questão de segundos, aquele rasgo interno permitia o vai e vem do pau fácil! Fazendo caretas e gemendo baixo, pressionado contra a parede, dominou completamente tudo e sentia a cabeça bater lá dentro constantemente! Acostumei e confesso, sofri um pouco!
Não estava tão ruim assim para uma primeira vez. Olhos fechados, fazendo caretas, soltando ais baixíssimos, respirando forte, gostei daquele vai e vem direto lá dentro e após uns cinco minutos ele tirou! Rapidinha quente, eu passei a mão no cu saindo esperma com sangue! Caramba!
Meu cu latejava e estava muito quente soltando muito esperma! Correu pelas pernas e disse:
- E aí?
- Gostei.
Sorri e tomamos um banho. Na minha cabeça, aquilo significou safadeza e liberdade! Estava leve como pena!
Já em casa, cu doendo, eu realmente senti tranquilo apesar do sofrimento inicial e caso tivesse nova chance, faria. As idas na casa do Heitor ficaram constantes e logo entendi que eu era chegado na coisa. Aprendi novas posições, a mamar, ele praticamente educou-me sexualmente. Eu confiava nele e sabia que ficaria entre nós.
Isto soltou meu freio e após um mês e meio transando com ele, já senti seguro para procurar sexo com outra pessoa e passei a frequentar um cine pornô no centro para boquetear pau. Arriscado? Demais! Meu tesão por pica era intenso e meus passeios eram este cine aos finais de semana que dava uma lotadinha.
Foi lá que tive experiência com outro cara dentro do banheiro. Assim que entrei, fui urinar e um negro ficou olhando para mim, alisando a pica preta, linda e grossa, uns 18 cm para mais, bem cabeçuda. Quando o banheiro esvaziou, entramos no último box e já viu!
Paguei uma boquete forte, o cara já enterrou na minha boca (garganta profunda) e liberei o rabo em pé. O cara tinha pegada forte e apoiando só as palmas das mãos na parede, eu fiquei muito excitado e meu pau babou um líquido transparente como já havia ocorrido antes com o Heitor.
Negro na casa dos 30 e poucos anos, rosto redondo, ele deixou meu cu em fogo puro! Eu gemia tão baixo pelo medo. O vai e vem rápido daquela tora preta sentando cabeçadas constantes são lembranças que não esqueço. Por fim, o cara travou minha cintura e despejou esperma deixando tudo babando após tirar! Nossa! Loucura!
Ele saiu primeiro e limpei com um lenço que joguei fora. Voltei para casa com cheiro de cu comido e tomei um belo banho. Que doideira! O bom que foi intenso e excitante e sabia que depois disto não pararia mais pois meu cu pedia pica. Nunca comentei com o Heitor sobre esta safadeza.
Continuei durante bom tempo mamando pica no cine. Eu precisava procurar sexo com homem sem arriscar tanto pois o Heitor já dera uma sumida de casa e quando eu ligava para nos vermos, ele dava desculpas. O bom que eu já estava iniciado.
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