Olá, meus adoráveis leitores!
Hoje trago a linda história de paixão, drama e amor
de Maria Baruffi. Essa adorável mulher me procurou
e me relatou toda sua história com seu delicioso padrasto.
Obrigado Paula Bruna.
Meu padrasto Carlos chegou na vida da minha mãe em 2008 e logo veio morar com a gente.
Em 2015, finalmente conheci meu pai biológico, mas era tarde demais, eu já tinha adotado Carlos como meu pai há 7 anos e da mesma forma fui adotada por ele como filha.
Ele era a referência masculina de homem, macho alfa e de pai que eu precisava dentro de casa, recebendo amor, carinho, atenção e sua dedicação exclusiva só pra mim, já que era a única da casa.
Ele trabalhava a noite como segurança e dormia de dia; minha mãe trabalhava em horário comercial, mas praticamente eu e ele ficávamos sozinhos a maior parte do tempo, por isso, aproveitávamos da melhor maneira cada instante que tínhamos juntos.
Mas em 2014, uma virada de chave mudou tudo na minha vida, bem na época da copa do mundo, quando numa noite, de dentro do meu quarto ouvi gritos vindos do outro lado da parede, do quarto da minha mãe, e percebi que era uma surra pica que ela levava.
Depois desse dia, as fodas do papai se tornaram frequentes e todas as vezes que ela levava varada dele me provocava ciúmes terríveis ao cúmulo de eu chorar várias vezes ouvindo ela chorando de prazer na pica do meu pai.
Inocentemente desenvolvi um ciúme doentio por ele que eu chegava a tratar mamãe com malcriação, sem ela ter culpa de nada e sem entender aquela minha mudança de humor.
Eu entrei numa neura de viver disputando com ela a atenção do papai, e ela nem se tocava.
Mas no fim da noite, quando as luzes se apagavam, na hora de ir pra cama e dormir, era ela quem ganhava o jogo, era ela quem sofria deliciosamente na piroca do meu pai, era ela quem levava uma surra de pica daquelas que eu a ouvia agonizar, gritar e berrar num sofrimento indescritível, enquanto do outro lado da parede eu sofria, invejava e me irava até chorar de ódio.
Mortalmente infectada pelo vírus do desejo de ter a pica do meu pai, dia após dia, inconsequentemente alimentei a fome e a vontade descontrolada de fuder com ele, entrando em um beco sem saída, chegando ao ponto de espioná-lo no seu banho matinal, após o trabalho, antes de ele me levar a escola.
Quando descobriu, fiquei terrivelmente amedrontada de que minha mamãe soubesse o que eu fazia, e por dias não pus a cara fora do quarto, evitei ao máximo e o que pude o contato com eles.
Mas ao contrário de tudo isso que imaginei, papai teve outra atitude e ao invés de expor para mamãe, me envergonhar, me afastar definitivamente de sua vida, ele me acolheu, me trouxe pra perto e me deu a possibilidade de confiar nele cegamente.
Até que uma manhã logo após mamãe sair para o trabalho, ele me chamou para uma conversa.
Eu estava no meu quarto, vestida com a farda da escola e uma calcinha bem bonita, deitada na minha cama tocava uma deliciosa siririca pensando nele e em sua piroca maravilhosa.
No auge da minha siririca a porta do meu quarto bate e papai me chama.
Levei aquele susto e só deu tempo de esconder a bocetinha toda babadinha dentro da calcinha, pegar minha mochila e sair.
Desconfiada, enquanto caminhava pelo corredor eu cheirava minha mão e meus dedinhos sujos e melecados de sêmen de bocetinha, que exalavam um cheiro fortíssimo e puro de bocetinha de menina.
Na sala, papai estava sentado no sofá, me pediu que eu me sentasse ao seu lado e me sentei.
- Senta filha. Vamos conversar um pouco.
Eu estava tensa, sentia calafrios pelo corpo, meu ser congelou nessa hora.
Ele continuou.
- Filha sei que você me espiona no banho. E não sou tão inocente, de não saber que também, você escuta eu sua mãe fudendo deliciosamente. Sei que você está em uma faze de transição na sua vida, e precisa da minha ajuda nesse momento. Não fique envergonhada por eu saber disso. Não se afaste de mim, nem deixe de falar com o papai. Eu sou a pessoa que mais te ama nessa terra, e sinto sua falta.
Eu disse.
- Fiquei com muita vergonha pai, mas o medo de o senhor contar pra mamãe e eu levar uma surra dela foi maior.
Ele me confortava.
- Era só você vir falar comigo. Eu estou aqui pra te ajudar. Eu estou do seu lado em tudo e em qualquer situação.
E eu me abria lentamente.
- Eu tive medo de abrir o coração pra você e você ficar bravo comigo paizinho.
Então ele perguntou.
- Minha filha gosta de ficar olhando papai tomar banho?
Eu congelei mais ainda, meu sangue esfriou nessa hora.
Olhando fixo nos seus olhos apertando as mãos uma na outra fiquei muda, esperando a coragem vir e me fazer falar.
Ele insistiu.
- Gosta?
Então baixei a cabeça envergonhada e respondi sem coragem de falar olhando em seus olhos, mas com todo meu coração.
- Siiiim pai... eu amor ver o senhor no banho.
E ele perguntava.
- E de ouvir o papai fudendo a bocetinha da mamãe, minha filha gosta?
Ainda de cabecinha baixa assim continuei e respondi sua pergunta com um sorriso timidamente só balançando a cabeça em sinal de positivo.
Então ele toca a ponta do meu queixo com seu dedo movendo minha cabeça para olharmos olho no olho, e me diz.
- Você pode olhar toda vez que quiser meu amor. Papai vai deixar sempre a porta aberta pra minha filha ficar me olhando.
Ao ouvir isso da boca do papai, sorri com o cantinho de lábio olhando nos seus olhos cheia de felicidade por dentro.
Mas questionei.
- Mas se a mamãe descobrir.
Ele reponde com uma pergunta.
- Você vai contar pra ela? Porque eu não vou?
Eu respondi.
- Nem eu.
E ele me puxa e beija minha testa carinhosamente.
Nesse instante o aroma do seu cheiro de macho subiu, invadiu minhas narinas e fiquei embriagada, meio que em transe.
Senti minha cabeça rodar como uma vertigem; parece que por um segundo desmaiei ali com o toque de seu lábio na minha testa naquele momento único que jamais imaginei um dia pudesse existir entre nós.
Quando nossos olhos se cruzaram novamente, e nos encaramos por quase 30 segundos, papai tomou a iniciativa aproximando seu rosto do meu até toca meus lábios com o seu e me beijar delicadamente.
Parece que nesse instante o tempo parou, minha alma saiu do meu corpo e eu tinha morrido.
Minha boca estava cheia d’agua e com aquele beijo papai sugou até a última gotícula de saliva até secar minha boca.
Não sei quanto tempo durou nosso beijo, que na verdade foram vários beijos, quando eu voltei à orbita papai estava nu com seu enorme e grosso pau apontando para o teto e eu completamente nuazinha.
Papai me deitou encostada no cantinho do sofá, abriu minhas pernas e minha bocetinha indefesa ficou à mostra bem diante de seus olhos.
O cheirinho forte da minha bocetinha babona aromatizou nosso pequeno ambiente e papai sorria se deliciando com o cheiro da minha boceta.
Um pouco envergonhada ainda, em um ato muito natural de inexperiência, cobri minha bocetinha com as duas mãozinhas, mas papai muita carinhosamente falando comigo como se eu fosse um bebê com vozinha de neném pediu.
- Tira a mãozinha meu amor, tira. Deixa papai sentir o cheirinho dessa bocetinha. eu retirei a mão e ele cheirou bem de pertinho, deu um selinho apaixonado bem no meio da brechinha e dividiu ela ao meio com sua língua.
Senti aquele nervo riscando, desde o meu buraquinho até meu pinguelinho.
Nessa hora, foi muito natural meus olhinhos se fecharam enquanto meu corpinho se contorcia, no ritmo da sua língua, que limpava minha bocetinha de toda aquela baba.
Suspirei profundamente, esticando minha costa sobre o sofá até que não mais suportei tanto prazer e deixei escapar um soluço agudo seguido de um gemido dengoso, choroso, cheio de mimo ao sentir sua língua deslisando entre os lábios de minha bocetinha.
Eu vi estrelinhas, cada lambida eu gemia cada vez mais alto.
Minha bocetinha inocente e inexperiente retribuía se derretendo toda, vomitando sêmen de bocetinha novinha na boca do papai que bebia até a última gotícula.
Meu corpo, minha mente e todo meu ser foi tomado por algo que eu desconhecia, um prazer tão absurdo que provocava em mim uma histeria descontrolada e totalmente involuntária me induzindo a fazer coisas que não me via fazendo.
Eu puxei os cabelos do papai com toda minha força de menina, pressionando sua cabeça mais e mais sobre minha bocetinha, ao mesmo tempo que meu quadril fazia o movimento natural do coito, esfregando minha bocetinha na sua boca e na sua cara.
Com as unhas cravadas em seu couro cabeludo eu urrava como uma ursinha no cio remexendo a boceta na sua boca.
Eu me entreguei profundamente nessa loucura dark entrando em total desespero até que um calor e algo que eu não sabia, mas hoje sei que é orgasmo, se apossou de mim.
Eu gritei feito uma louca minhas unhas feriram sua cabeça, arranquei seus cabelos enquanto gozava na boca do papai.
Eu sentia meu canal vaginal esquentando, parecia mijo, mas era leite de bocetinha sendo cuspido na boca dele. Eu gritava aos berros.
- Paaaaaaiiiiiieee! Paaaaaaiiiiiieee! Paaaaaaiiiiiieee!
Parecia que todos os meus ossos estavam sendo dilacerados.
Até que essa tempestade foi se acalmando e o que restou foi meu corpinho exausto, cansado.
Eu sentia como se tivesse levado uma surra, fiquei sem força pra nada.
Papai ficou me olhando sem dizer uma palavra enquanto eu suspirava ofegante recuperando o ar.
Depois de muito tempo ele me vestiu todinha novamente e levou à escola.