Depois do Irmão e do Primo, agora meus Filhos?

Um conto erótico de Rita Merchior
Categoria: Heterossexual
Contém 2753 palavras
Data: 27/02/2025 08:21:42

De volta aos meus tempos, passando o dia debaixo da jaqueira, no sítio do meu avô, eu podia sentir aquele arrepio me percorrer, só de lembrar. Mas, como dizem, a gente paga nos filhos tudo o que fez um dia.

Bem, o tempo passou, nossos caminhos se apartaram e tudo mudou. Até os nossos pais se separaram, nos levando em direções que logo se tornaram uma impossibilidade, depois de tudo o que vivemos; como se agora me parecesse difícil acreditar que realmente aconteceu.

Sozinha, eu agora tinha dois garotos, que, mesmo meus filhos, me lembravam muito do que um dia eu vivi com meu irmão e meu primo. Deixe-me contar a história desde o começo, quero dizer, a dos meus filhos, não a minha, essa vocês já conhecem.

Tudo aconteceu no final do ano, quando fomos passar as festas na casa da minha irmã. Depois de passar o dia todo preparando a ceia, no meio de primas, avós, com os garotos correndo pra lá e pra cá com os primos, de repente nem percebi quando tudo ficou meio silencioso.

Deixei o pessoal na cozinha e fui pela casa olhar o que os guris aprontavam e nada, nem sinal deles. Resolvi então subir ao segundo andar pra ver onde andavam e, no final do corredor, pela fresta da porta do quarto dos sobrinhos, vi a coisa que me deixou sem ação na hora. Por mais que eu quisesse dizer alguma coisa, simplesmente não tive reação e fiquei ali olhando, sem que nenhum deles tivesse me visto.

Do lado da cama, os dois mais velhos, o meu e o da minha irmã, estavam com os shorts abaixados e, sentados na cama, os dois caçulas masturbavam os dois e chupavam o pau deles. Os dois mais velhos riam entre eles enquanto os outros dois metiam na boquinha. E, olhando aquilo, o meu filho mais velho parecia ser o que mais se divertia, segurando a cabeça do primo e rebolando num vai e vem do seu pau, que ele enfiava todinho no garoto.

Depois, eles colocaram os dois de bruços na beira da cama e, com o pau apontando pra bundinha deles, começaram a meter, numa orgia que eu nunca tinha imaginado ver e que, confesso, na hora chegou a me dar uma pontinha de tesão. Quero dizer, eu sabia que todo garoto uma hora acaba tendo uma experiência com outros garotos, meio que por pura curiosidade. Mas ver os meus filhos ali, confesso que me pegou desprevenida e fiquei meio congelada, sem ter o que dizer.

Aproveitei que não tinham me visto e sai de fininho, voltando pra cozinha. O dia correu, a ceia tava ótima e, de noite, quando fomos dormir, aquilo não saía da minha cabeça e acabei perdendo o sono. Me virando na cama e sem conseguir dormir, fui na cozinha beber um pouco de água, mas, no corredor, passando na porta do quarto dos garotos, ouvi aquele barulho que me fez parar pra ouvir melhor.

E, como no episódio mais cedo, lá estavam os quatro de novo na maior safadeza. Tanto os meus filhos, que dormiam nos colchonetes ao lado das camas, como os primos, estavam todos debaixo do lençol se pegando. Dessa vez resolvi tomar uma atitude e, ao entrar no quarto e surpreender os quatro, acho que dei o maior susto da vida deles.

— Mas o que vocês tão fazendo?! — apesar do tom de voz, eu tava mais sussurrando, tentando não acordar a casa toda.

— A gente tava brincando! — os quatro tentavam se explicar.

É claro que depois de tudo o que eu tinha visto mais cedo, nem precisava de explicação dos quatro pelados ali na cama. Mesmo assim, só mandei eles irem dormir e pararem com aquela safadeza.

No dia seguinte, sem tocar no assunto, e com o silêncio meio embaraçado dos garotos, a coisa toda tinha virado apenas um episódio que, passado uns dias, eu logo acabei esquecendo. Mas, como toda mãe que tenta minimizar as coisas, eu ia logo descobrir que estava bem errada.

Duas semanas tinham se passado e, chegando do trabalho, estranhei a casa toda silenciosa. Como ainda estavam de férias, os garotos deviam estar na casa de algum amigo e tinham esquecido da hora. Mas, pra minha surpresa, os dois estavam no quarto e a cena, não muito diferente do que tinha acontecido na casa dos primos, me deixou sem reação. Os dois estavam lá deitados, o mais velho com o shorts abaixado até o joelho e o caçula peladinho em cima dele, os dois se chupando num meia nove.

E eu que nem sabia como falar de sexo com eles, na hora congelei, tentando pensar no que dizer. Mal sabia eu que hoje em dia eles sabem de tudo, e pelo jeito também fazem de tudo.

— O que vocês tão fazendo?! — e os dois só faltaram dar um pulo de susto.

— É só uma brincadeira, mãe! — eles tentavam se explicar.

— Será que eu to vendo coisa, menino, ou os dois viraram duas bixinhas?

— Não, mãe! — o mais velho respondeu.

— Vão já os dois tomar banho! — e mais que depressa eles correram pro banheiro.

Na hora eu nem percebi que tinha acabado de pegar meus filhos numa safadeza sem tamanho e tudo o que eu consegui foi mandar os dois pro banheiro, como fazia quando eram pequenos. Acho que eu não sabia direito como lidar com dois garotos que, apesar de não passarem de dois moleques crescidos, talvez não fossem mais tão inocentes como eu pensava. Afinal, eles crescem de uma hora pra outra e a gente nem percebe que já tão mais altos e com o corpo coberto de pêlos.

Se fosse o pai deles, talvez desse uma surra, ou quem sabe resolvesse a questão como o pai dele, do tempo em que os homens levavam os garotos pra um puteiro e ao sair se lá já não eram mais meninos, mas homenzinhos. Mas é claro que isso eu não tinha coragem de fazer.

O meu único medo era de que talvez os dois tivessem começando mesmo se não a virar bixinha, talvez estivessem confusos. Não tenho nenhum preconceito, mas acho que o meu erro e a reação que eu tive naquele dia foi só pra tentar proteger os dois, não só da influência do mundo, mas, na minha pobre ignorância, achando que eles não sabiam de nada da vida, como toda mãe.

Naquela noite, depois de um clima pesado que ficou, na hora do jantar e depois, assistindo tv com os dois meio de lado, na outra ponta do sofá. Mais tarde, já estava me preparando pra dormir e aquilo ainda me incomodava, não por ter brigado com eles, mas pelo medo de que se deixasse passar, talvez os dois acabassem aprendendo errado na rua, e aí seria pior.

— Podem vir aqui um instante?! — Chamei os dois.

Não demorou e logo eles apareceram, ainda ali parados na porta do meu quarto, meio envergonhados. Mas dessa vez eu não queria brigar com eles, só queria ter uma conversa que acho que já devia ter tido há mais tempo.

— Vem cá! — e chamei pra que os dois sentassem na cama.

Ainda meio amuados, eles sentaram na beira da cama, ao lado de onde eu estava deitada, recostada na cabeceira.

— A mãe não ta zangada. É só que eu ainda não sei direito como educar dois garotos sozinha. Essas coisas, na minha época, era coisa de homem ensinar, e o pai de vocês não ta aqui pra isso.

E pra dizer a verdade, acho que ele nem se importava muito, já que nem os procurava mais.

— Mesmo assim, se tiverem alguma dúvida, podem me perguntar. Mesmo que essas coisas pareçam complicadas de falar pra mãe — eu procurava deixar os dois à vontade, mesmo que parecesse estranho.

— A gente já sabe dessas coisas — disse o caçula.

— É, mãe, não precisa se preocupar.

— Preciso sim, ué. Se eu chego em casa e pego meus filhos de safadeza, o que é que eu vou pensar?

E de repente, eu já tinha me exaltado, e tive que respirar fundo pra tentar me acalmar e ganhar a confiança deles.

— Um dia, quando vocês tiverem uma namorada, vocês vão ver como é diferente — eu tentava entrar no assunto. — Quero dizer, fazer aquelas coisas com uma namorada.

E depois de um silêncio entre eles, o mais velho disse:

— A gente já viu umas fotos numa revista e até um vídeo e já sabe o que fazer quando tiver uma namorada. — o caçula me olhava com a carinha mais inocente que um garoto é capaz.

— Pornografia? Sério? Vocês tem que aprender é como tratar uma mulher, pra não virá um traste como o pai de vocês!

Na minha ingenuidade meio tacanha, eu imaginava que se explicasse direitinho sobre aquelas coisas, eles não teriam mais aquele fogo e não acabariam mais tarde virando bixinhas. Mas, uma coisa eu sabia: que se levasse os dois num puteiro pra ensinar as coisas da vida como antigamente, ou acabaria só levando eles pra putaria.

A não ser que resolvesse do meu jeito e a coisa toda ficasse só entre nós. Mas, pra isso, tinha que fazer os dois ficarem de bico calado, porque sabe como são esses garotos. Quando você menos espera eles dão com a língua nos dentes e pronto, sabe lá no que vai dar.

— E se eu mostrasse o que vocês tão perdendo? — eu olhava os dois nos olhos.

— Como assim? — perguntou o mais velho.

— É só dessa vez, mas a gente pode fazer a mesma coisa que vocês tavam fazendo... — tive que parar pra limpar a garganta. — Pra vocês verem como é com uma garota — e eu nem acreditava que tinha dito aquilo.

Os dois me olhavam num misto de surpresa e uma certa excitação que de repente se mostrava no volume do shorts do mais velho, enquanto o caçula olhava pro irmão.

— Mas isso fica só entre a gente. Ninguém pode saber —disse por fim.

E, tendo dito isso, me levantei e, sentada na beira da cama, primeiro fiz o caçula se levantar. No fundo eu achava que sabia muito bem o que estava fazendo, mas não podia estar mais errada. Com o meu filho diante de mim, já com a ponta da língua pra fora mostrando toda a sua excitação, puxei o elástico do seu shorts e desci até na altura do joelho, fazendo saltar pra fora aquele pau meio mole, mas que logo deu sinal de vida assim que eu segurei.

É claro que já tinha visto meus filhos sem roupa não sei quantas vezes. Mas confesso que isso já fazia um bom tempo, e agora, com aquilo crescendo na minha mão, começava a me assustar como estava enorme. Além dos pêlos em volta, com aquelas bolas que se retezavam, com a excitação do menino, ele apontava direto pra minha cara.

Ainda tive que respirar fundo, segurando o meu filho pela cintura, até que tomei coragem de segurar o seu pau mais firmemente e começar a masturbar fazendo surgir aquela cabecinha vermelhinha. E quando eu vi, já tinha me abaixado e estava com aquilo metido na boca, chupando o meu filho e sentindo ao longo da minha língua o contato macio da sua pele, cada vez que grudava o rosto na sua virilha, ora lambendo o seu saco e ora engolindo de vez o seu pau, fazendo o garoto tremer todo.

Não sei ao certo quanto tempo durou, mas quando eu levantei, ainda respirando meio ofegante e limpando os lábios com a ponta da língua, parecia ter voltado a ser a mãe, como antes. Só que isso eu já não era, e eu ainda nem fazia ideia disso. Outra coisa que só agora tinha percebido era o pau do mais velho na sua mão, já bem durinho. Que safadinho! O danado tava batendo uma punheta pra mamãe!

E quando chegou a vez dele, nem foi preciso dizer nada; o garoto já foi logo levantando e, na minha frente, baixou o seu shorts, com o pau bem na minha cara, bem durinho. Eu segurei com uma das mãos, enquanto com a outra acariciava o seu saco, tirando dele um suspiro. E quando finalmente tomei coragem de abrir a boca e deixar ele meter, não vi mais nada. Eu me perdia entre um gemido e outro, com a mão por baixo da sua camiseta, acariciando o seu corpo todo. Até que ele foi se empolgando e, passando a mão pelo meu cabelo, começou a meter mais e mais, como se quisesse me foder.

— Calma, filho! — eu tentava conter o seu ímpeto, recobrando o fôlego.

— É que eu gosto mais assim! — ele ainda segurava a minha cabeça.

— Ta bem, filho. Mas deixa comigo ta? — eu segurava ele pela cintura e tentava conduzir as suas estocadas, mas o seu ímpeto era maior, e ele continuava a me foder com vontade.

— Peraí, filho, deixa eu me ajeitar melhor! — e me recostei de volta na cabeceira da cama.

Ele então dessa vez tirou o shorts e subiu na cama, vindo pra cima de mim e, com o pau apontando pra mim, voltou a meter na minha boca, me fodendo com toda a energia dos seus dezenove anos. Dessa vez, eu deixei e fiquei só acariciando a bundinha dele, já meio sem fôlego, enquanto de pé na cama e apoiado na parede, ele ia dando uma estocada atrás da outra.

Nem lembrava quando tinha sido a última vez que eu tinha transado ou chupado um pau, mas acho que o garoto não ficava devendo em nada, nem pela idade, nem pelo tamanho do seu pau, nem pela energia. E a cada estocada, me chegava no fundo da garganta eu ia nas nuvens.

Uma vez ou outra chegava a segurar ele pela cintura só pra manter o seu pau inteirinho na boca por mais tempo, sentindo me chegar no céu da boca a cabecinha dele, que eu tentava acariciar com a ponta da língua. Até que de repente senti aquele troço escorrer pela minha língua. Era uma sensação quente e úmida e na hora eu não sabia o que era. E só quando ele começou a gemer que eu me dei conta de que o meu filho tinha acabado de gozar na minha boca!

Depois ele foi ficando todo molinho e eu dei uma última lambidinha na cabecinha do seu pau, deixando limpinho e abraçando ele. Na hora, meio que num reflexo impensado, não mais que de um carinho, eu puxei o seu rostinho pra mim e beijei ele na bochecha. Mas acho que tava ainda tão louca de tesão com a experiência que já tava com a língua enfiada na boquinha dele, sentindo a sua língua escorregando na minha.

Ele tinha uma das mãos no meu peito, me fazendo gemer enquanto o beijava, como nunca tinha beijado um filho meu antes. Mas foi só abrir os olhos e ver o seu pau na minha mão, o meu peito quase pra fora e o caçula nos olhando de pau duro pra eu me recompor e ajeitar a roupa. Depois, lhe entreguei o seu shorts, e quando ele o colocou de volta, o relevo por cima do tecido mostrava que ainda tava bem durinho.

— Acho que ta ficando tarde, filho. Melhor vocês irem pra cama — e nem conseguia encarar os dois. — E, olha, isso fica só entre a gente ta? — os dois vieram me beijar e saíram pela porta, pelo visto bem satisfeitos.

É claro que depois daquela loucura toda eu tava ainda pegando fogo entre as pernas. E depois de provar pela primeira vez o leitinho do meu filho, minha xana tava ardendo e por uns quinze minutos eu atolei o dedo nela e gozei muito, ainda sem conseguir tirar da cabeça a imagem do pau do meu filho durinho na minha frente. Convenhamos, não é todo dia que o seu filho fica de pau duro pra você e goza na sua boca.

No meio da noite, depois de um sonho muito louco, em que eu chupava os dois sem parar, uma coisa acabou me despertando. Eram os safadinhos que tinham voltado de fininho e subido na minha cama. E, com aquela carinha de moleque travesso do tempo e, que eram criança, disseram juntos:

— A gente pode dormir com você? — cada um de um lado, os dois me olhavam com aquele brilho nos olhos e mais uma vez eu fiquei sem ter o que dizer.

Dessa vez não exatamente pela surpresa, mas porque eu tava peladinha debaixo do lençol. Mas o desfecho disso eu conto na próxima. Beijos.


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Tão excitante quanto o primeiro. Meu kct tá latejando aqui na cueca...

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